
Os dirigentes do Brasil, Rússia, Índia e China reúnem-se na Cimeira de Ekaterimburgo, entre 15 e 17 de Junho, para analisar questões da estabilidade dos mercados mundiais energértico, alimentar e financeiro, anunciou Arkadi Dvorkovitch, assessor económico do Presidente Medvedev.
“O programa (da Cimeira dos BRIC) está praticamente pronto, mas ainda não está fechado”, declarou ele, numa conferência convocada para o efeito, sublinhando que “já é claro que se trata de um programa rico”.
Arkadi Dvorkovitch revelou que os participantes da Cimeira irão abordar dois temas. O primeiro está ligado ao facto de a reunião dos BRIC se realizar na véspera da Cimeira do G-8, no formato 8+5, onde deverão participar todos os países dos BRIC.
“Para ser mais preciso, a Cimeira dos BRIC vai realizar-se entre a Cimeira dos “20”, onde participamos todos, e a Cimeira do G-8, por isso iremos discutir as questões que foram e irão ser levantadas nessas cimeiras”, precisou.
“Veremos até que ponto coincidem as nossas posições face a vários problemas, chegaremos a conclusões conjuntas, mas seria precipitado declarar a que conclusões chegaremos, isso ficará claro depois da discussão”, acrescentou o assessor do Presidente russo.
Dvorkovitch afirmou também que o segundo tema das discussões será a cooperação entre os países dos BRIC em diversas áreas.
“Claro que existem”, continuou, “interesses comuns no comércio, nos investimentos, em acções coordenadas com vista a garantir a estabilidade dos mercados mais diversos, tenho em vista mercados fulcrais como o energético, alimentar e financeiro”.
“Penso que poderão surgir conclusões e declarações interessantes, mas claro que, do ponto de vista político, é importante que países tão grandes cheguem a acordo sobre interacções e elaborem posições conjuntas sobre questões fulcrais das relações internacionais, antes de tudo, da economia internacional”, concluiu.
Serguei Ivanov, vice-primeiro-ministro russo, considera que os BRIC serão a locomotiva que retirarão a economia mundial da crise.
“Os países BRIC estarão entre os primeiros, que, como uma locomotiva, irão arrancar a economia mundial da crise. E isto não é apenas uma declaração. Os BRIC são economias em desenvolvimento dinâmico”, declarou ele no Forum Económico de São Petersburgo, realizado no fim da semana passada.
“O programa (da Cimeira dos BRIC) está praticamente pronto, mas ainda não está fechado”, declarou ele, numa conferência convocada para o efeito, sublinhando que “já é claro que se trata de um programa rico”.
Arkadi Dvorkovitch revelou que os participantes da Cimeira irão abordar dois temas. O primeiro está ligado ao facto de a reunião dos BRIC se realizar na véspera da Cimeira do G-8, no formato 8+5, onde deverão participar todos os países dos BRIC.
“Para ser mais preciso, a Cimeira dos BRIC vai realizar-se entre a Cimeira dos “20”, onde participamos todos, e a Cimeira do G-8, por isso iremos discutir as questões que foram e irão ser levantadas nessas cimeiras”, precisou.
“Veremos até que ponto coincidem as nossas posições face a vários problemas, chegaremos a conclusões conjuntas, mas seria precipitado declarar a que conclusões chegaremos, isso ficará claro depois da discussão”, acrescentou o assessor do Presidente russo.
Dvorkovitch afirmou também que o segundo tema das discussões será a cooperação entre os países dos BRIC em diversas áreas.
“Claro que existem”, continuou, “interesses comuns no comércio, nos investimentos, em acções coordenadas com vista a garantir a estabilidade dos mercados mais diversos, tenho em vista mercados fulcrais como o energético, alimentar e financeiro”.
“Penso que poderão surgir conclusões e declarações interessantes, mas claro que, do ponto de vista político, é importante que países tão grandes cheguem a acordo sobre interacções e elaborem posições conjuntas sobre questões fulcrais das relações internacionais, antes de tudo, da economia internacional”, concluiu.
Serguei Ivanov, vice-primeiro-ministro russo, considera que os BRIC serão a locomotiva que retirarão a economia mundial da crise.
“Os países BRIC estarão entre os primeiros, que, como uma locomotiva, irão arrancar a economia mundial da crise. E isto não é apenas uma declaração. Os BRIC são economias em desenvolvimento dinâmico”, declarou ele no Forum Económico de São Petersburgo, realizado no fim da semana passada.










