terça-feira, agosto 25, 2009

Um "morto" ressuscita como alegado pirata

Um dos oito alegados piratas que desviaram o cargueiro Arctic Sea morreu oficialmente há três anos, escreve o jornal electrónico russo newsru.com.
Trata-se de Andrei Lunev, cuja cidadania as autoridades judiciais russas não conseguiram determinar. Uma parente do alegado pirata viu-o na televisão e reconheceu nele o parente que tinha sido dado como morto há três anos.
Segundo Tatiana Altavil, parente do alegado pirata, Lunev era pescador e trabalhava numa traineira em Petropavlovsk-Kamtchatski, no extremo-oriente da Rússia. A 18 de Agosto de 2006, o barco afundou-se, tendo as autoridades afirmado que toda a tripulação faleceu.
Mais tarde, verificou-se que Lunev talvez não tivesse iddo para o mar naquele dia, pois entrára em conflito com a chefia.
A imprensa russa estranha também a razão que levou um dos piratas a declarar perante as câmaras de televisão que faziam parte de um grupo de “ecólogos” e que entraram no Arctic Sea porque se tinham perdido no mar.
“O facto de os “ecólogos” não terem instrução média e, nalguns casos, não terem diploma da escola, põe em dúvida a veracidade dessas declarações. Além disso, a polícia estónia reconheceu em alguns criminosos cadastrados. As tatuagens nos seus corpos são outra prova a favor do passado criminoso”.
Oficialmente, o Arctic Sea, navio maltês com tripulação russa, transportava madeira da Finlândia para a Argélia. Desapareceu em finais de Julho e foi descoberto perto de Cabo Verde no passado dia 16 de Agosto por um navio de guerra russo.

5 comentários:

Anónimo disse...

Já se sabe o que aconteceu na central electrica: os dispositivos de fecho automatico de entrada de agua não funcionaram por isso a agua subiu.

Jose Milhazes disse...

Falharam três níveis de segurança, o que é gravíssimo

PortugueseMan disse...

3 níveis?

A hipotese de sabotagem está de lado?

Anónimo disse...

Enfim, os oito sequestradores parecem de acordo com a notícia estarem ligados ao mundo do crime.
Isso de desaparecer e ser dado como morto na península de Kamchatka, no Oceano Pacífico para aparecer três anos depois a mais de 10000km de distância parece conveniente para mentes criminosas.
Que mais de estranho teram os oito sequestradores? Resta esperar que o FSB e similares apertem esses fulanos o suficiente para começar a sair a verdade. Oxalá!

Anónimo disse...

corrijo erro ortográfico "terão" e não teram no texto.