quarta-feira, dezembro 02, 2009

Iuschenko e Lula da Silva estabelecem parceria estratégica


O Brasil e a Ucrânia são parceiros estratégicos, declarou hoje o Presidente ucraniano, Victor Iuschenko, numa conferência de imprensa com o seu homólogo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, de visita à capital ucraniana.
“Assinámos uma declaração conjunta que eleva a base das nossas relações ao nível da cooperação estratégica”, acrescentou o dirigente ucraniano. Deste modo, Brasil junta-se aos Estados Unidos, Rússia e outros países que mantêm uma relação estratégica com a Ucrânia.
Iuschenko sublinhou que o seu encontro com Lula da Silva permitiu “eliminar todas as doificuldades no projecto Ciclon-4”, nome do propulsor ucraniano que será lançado em 2010 a partir do cosmódromo brasileiro de Alcântara.
Mais tarde, explicou que se tratou de problemas técnicos, relacionados com infraestruturas e licenças. Ambos os países já realizaram até hoje 227 lançamentos conjuntos e todos com êxito.
O programa da visita prevê uma visita de Lula da Silva à Iujmach, produtora de foguetões espaciais Ciclón, situada na cidade de Dniepropetrovsk.
A Ucrânia e Brasil tencionam estabelecer cooperação na esfera técnico-militar.
“Esta cooperação visa reforçar o potencial defensivo dos dois países, reforçar o factor da segurança. Isso é a prioridade número um, estou convencido, na Ucrânia e no Brasil”, frisou Iuschenko.
A cooperação entre os dois países poderá desenvolver-se no campo da aviação, onde a Ucrânia tem fortes posições na construção de aviões de carga e o Brasil na construção de aviões de passageiros.
Na conferência de imprensa os dirigentes ucraniano e brasileiro anunciaram ter acordo o fim de vistos no intercâmbio turístico, mas não avançaram uma data precisa.
Durante a sua visita a Kiev, Lula da Silva foi condecorado com a Ordem da Liberdade, uma das maiores condecorações da Ucrânia, tendo Iuschenko recebido das mãos do seu homólogo brasileiro a Ordem Nacional da Cruz do Sul.

24 comentários:

Ítalo Tavares disse...

Como se trata de política de Estado, e não partidária (Já que sou anti-Lula e anti-PT), apoio totalmente essa parceria.



Ucrânia e Brasil juntos! Muito bom.

António Campos disse...

Off topic, mas irresistível

Descrição da marca Sochi para as olimpíadas de inverno em 2012, retirada do site oficial:

"A marca é o resultado do nosso empenho na inovação; um elemento-chave da grande mensagem dos Jogos de que Sochi 2012 é a porta para o futuro.

O emblema Sochi 2012 mantém um diálogo entre o passado e o futuro. Fundindo várias dimensões da cultura russa, a marca poderá promover várias imagens do nosso vibrante país:

Um país rico em história, a caminho de um futuro de sucesso

Um país aberto a oportunidades e à paixão de converter sonhos em realidades

Um país empenhado na igualdade e que celebra a diversidade."

Piada de mau gosto ou gestão motivacional desesperada?

http://sochi2014.ru

António Campos

Wandard disse...

Caro Antonio,

Clichês, Slogans e Eufemismos já eram febre no século XX e se tornaram um câncer no século XXI e a maior celebração à hipocrisia.

Não precisamos olhar para a Rússia para tecermos qualquer crítica, olho para o meu próprio país e todas as propagandas políticas e empresariais, basta olhar para a Europa, África, Oceania e Ásia e encontraremos as mesmas coisas em todas as nações e além do mais querer apenas enxergar as mazelas da Rússia é como já disse várias vezes e repito, querer tapar o sol com a peneira pois melhor propaganda hipócrita e com piadas de mau gosto, tem origem na maior máquina do mundo no gênero, que são os Estados Unidos da América, afinal desde que nasci vejo e escuto "a terra da liberdade e das oportunidades", para um país que segregou sua população negra durante mais de um século, tratando-os como seres inferiores e considera seus descendentes de imigrantes que não são de origem anglo-saxã com prefixos de designação antes do "americano", ou quantas vezes eles "salvaram o mundo" ou levaram a "democracia" a várias nações, é bom lembrar a democracia na Nicarágua (Somoza), Cuba (Batista), Libéria (Charles Taylor), Irã (Reza Pahlevi), Iraque (Saddam) e que melhor, Osama Bin Laden.

Infelizmente meu amigo, a propaganda hipócrita é uma realidade mundial e não apenas da Rússia, o detalhe é que cada um enxerga do ângulo que lhes form mais conveniente.

António Campos disse...

Caro Wandard,
Foi curioso co
mo acolheu de braços abertos o habitual “…mas aqui lincham pretos” que citei num outro post. Seja como for, o mais importante é que compreenda, de uma vez por todas, que usar relativismos morais em contraposição a críticas relevantes é servir o lado errado e justificar os opressores em detrimento das suas vítimas. Não ajuda. Só prejudica quem pretende evoluir de uma situação pior para uma melhor, uma vez que dá argumentos aos prevaricadores para que a situação se mantenha como está.

É pena que os apologistas do regime russo não se coíbam de usar abundantemente maus exemplos de terceiros, em vez de mencionarem bons exemplos a atingir. A ironia disto tudo é que o George W. Bush e os seus neocons acabaram por ser os melhores amigos dos siloviki e clique, uma vez que as suas trapalhadas são a melhor e mais usada fonte de justificações para o que estes têm andado a fazer.

Por fim, convém também lembrar que este não é um blogue de onde se discute política internacional, na medida em que esta não envolva a Rússia. Todos esses tópicos que mencionou são diariamente dissecados até à náusea em milhares de outros fóruns de discussão pela internet fora. Assim, a menos que estejamos aqui a comentar, digamos, um qualquer tópico sobre a guerra fria, custa-me a entender a relevância de discutir Charles Taylor, Somoza, Saddam Hussein, Fulgencio Batista, ou a opressão racial nos Estados Unidos no contexto sociopolítico actual na Rùssia.

A menos, claro, que o nosso objectivo seja arranjar maus exemplos para dar cobertura moral a más acções noutro sítio.

António Campos

Anónimo disse...

A Ucrânia tem muito a ganhar numa parceria com o Brasil. Actualmente o Brasil é um dos países que mais estão a aumentar o gasto bélico e busca reforçar seu programa espacial e a Ucrânia precisa muito de uma parceria como esta para financiar sua industria bélica e espacial.

Ítalo Tavares disse...

Um país empenhado na igualdade e que celebra a diversidade."


Essa foi de matar de rir....

Ítalo Tavares disse...

Anônimo, tb acho interessante essa parceria.


A Ucrânia deve se virar cada vez mais ao ocidente. Seus cientistas, estudiosos e literatos tem muito o que nos ensinar. E nos sentimos honrados com isso. Deve ser um país belíssimo.

Anónimo disse...

Cruzeiro do Sul - assim se chama a ordem brasileira

Wandard disse...

"Por fim, convém também lembrar que este não é um blogue de onde se discute política internacional, na medida em que esta não envolva a Rússia."

Na balança da política internacional Rússia e Estados Unidos continuam sua quebra de braço, na reunião do G8 a Rússia está inclusa e um bloco militar de 27 países se reune com uma nação, a Rússia. Fica difícil discutir política internacional, sem que a Rússia e os Estados Unidos não estejam envolvidos.

Caro Antonio,

O objetivo não é arranjar maus exemplos, mas também não podemos nos esquecer dos que estão sempre a dar maus exemplos e não são comentados, podem existir muitos blogs, sites ou fóruns que falam bastante do que citei mas a maioria é removida sem maiores explicações ou boicotada, somente porque envolve os Estados Unidos da América. Se bons exemplos devem ser dados, então espero que os americanos e demais aliados que hoje ocupam e assaltam o Iraque, se retirem desta nação, reconstruam o que destruíram e deixem o seu povo viver em paz, quanto a dar um bom exemplo, no caso do Afeganistão em tempos atuais, a Rússia não tem armado os Talibans como os americanos fizeram com os Muhajadin, ou seja os Talibans, durante a ocupação soviética.

"Foi curioso co
mo acolheu de braços abertos o habitual “…mas aqui lincham pretos” que citei num outro post."

Não entendi o que quis dizer!!!!

Grande abraço,

António Campos disse...

Caro Wandard, posso ter-me explicado mal, mas parece-me claro, mesmo na frase minha que colou no seu post, que considero não ser relevante fazer comentários, por exemplo, sobre os Estados Unidos que não tenham relação com a Rússia. Caso contrário, explique-me lá qual é a ligação entre, por exemplo, a segregação racial no passado recente nos EUA ou na África do Sul e a Rússia? Ou a relação entre o apoio americano a Somoza e a Rússia (e o seu impacto no que está a acontecer na Rússia actual)?

A parte que não entendeu no meu comentário (que já tinha sido mencionado num post meu anterior) está relacionada com um episódio que se tornou numa espécie de anedota da guerra fria e que gerou um sem-número de versões, mas que anda mais ou menos por estas linhas: uma vez, estavam a entrevistar um dirigente laboral soviético numa rádio ocidental e perguntaram-lhe porque é que as condições de vida no “paraíso dos trabalhadores socialista” eram tão piores do que as dos seus congéneres ocidentais. Após um silêncio desconfortável, o dirigente respondeu: “pois, mas aqui lincham pretos”.

O argumento do “aqui lincham pretos”, que o caro Wandard repetiu no seu comentário, tornou-se num símbolo da retórica argumentativa soviética que, em vez de endereçar as questões em discussão quando elas eram desconfortáveis, desviava a atenção para erros de outros, por um lado, para evitar discutir o verdadeiro problema e, por outro, para encontrar uma cobertura moral para os próprios erros. Ou seja, se os outros fazem asneiras, então eu também tenho autoridade moral para as fazer.

O meu argumento é: isso é o pior serviço que se pode prestar ao povo russo. Para nós que temos interesses quer materiais, pessoais, emocionais ou apenas intelectuais na nação russa, sermos apologistas de um regime criminoso apenas porque há outros regimes criminosos à nossa volta é contribuirmos para que a situação fique como está e não evolua para melhor.

António Campos

Jest nas Wielu disse...

Emblema de Sochi 2014 parece alguma publicidade de soja...

Jest nas Wielu disse...

Holodomor no Eurochannel

Na semana passada, o canal Eurochannel demonstrou o filme documental húngaro “Holodomor – Eminsee Ukrajnaban” (Holodomor – Fome na Ucrânia), sobre a Grande Fome na Ucrânia de 1932-1933.

Dirigido por István Hegedüs e Igor Hidvégi, o filme dura cerca de 48 minutos, contando a história sobre a fome que ocorreu na República Soviética Socialista da Ucrânia em 1932-1933. Em menos de 500 dias milhões de pessoas morreram de fome por causa das políticas soviéticas que pretendiam transformar à força os camponeses livres em servos das grandes explorações agrícolas colectivas (kolkhozes).

O filme ainda pode ser visto no dia 8 de Dezembro (1h00 – 2h00 e 17h00 – 18h00)

Ciclo do cinema sobre a Europa Central no Eurochannel:
http://www.eurochannel.com/web/
eurochannelusa/cycle_east_of_europa

Ítalo Tavares disse...

Exato, anônimo, é o Cruzeiro do Sul.

anónimo russo disse...

António Campos disse...


"O meu argumento é: isso é o pior serviço que se pode prestar ao povo russo. Para nós que temos interesses quer materiais, pessoais, emocionais ou apenas intelectuais na nação russa, sermos apologistas de um regime criminoso apenas porque há outros regimes criminosos à nossa volta é contribuirmos para que a situação fique como está e não evolua para melhor."


È melhor que o sr. Campos preste algum serviço ao seu povo. Nós aqui sabemos melhor do que precisámos ou não, e, com certeza é que não precisamos da ajuda de um "empresário sem empresa" que "tem a sua segunda casa" na Belorússia. Está bem? E não fale daquilo que não entende (dos tempos soviéticos), porque o que diz só pode parecer inteligente aos lusófonos e não àqueles quem realmente entende do assunto. Não estou a falar agora da frase "aqui lincham pretos". O sr. pronunciou bastante tolíces alem desta frase. E seria melhor não esquecer um ditado chines (se não me engano): aquele quem não vê a sua tolíce não pode ser chamado de inteligente.

Ítalo Tavares disse...

Anônimo Russo, como vc conhece a língua portuguesa?


Se for como eu imagino, qual a autoridade moral vc tem pra criticar o Antonio Campos?

António Campos disse...

Caro anónimo russo,

Se você não gosta de ler o que escrevo, tem um óptimo remédio: passe à frente e não leia.

Eu cá gosto muito de ler os seus posts. São muito engraçados porque me fazem estranhamente lembrar um cão chamado Aniceto que tive há muitos anos, feio como um raio, que ladrava muito mas que infelizmente não era lá muito esperto...

Enfim…saudosismos…

anónimo russo disse...

Ítalo Tavares disse...
"Anônimo Russo, como vc conhece a língua portuguesa?


Se for como eu imagino, qual a autoridade moral vc tem pra criticar o Antonio Campos?"

Não entendi muito bem a pergunta, mas vou esclarecer um pouco. Eu, como já disse muitas vezes neste blog, sou autodidata e o portugues é o meu hobby. Nunca fui emigrante nem tive de trabalhar no estrangeiro, tudo o que tenho é ligado exclusivamente à Rússia. Por isso acho que tenho todo o direito de exprimir a minha opinião, tanto mais quando vejo alguem não muito objetivo (não vamos apontar com o dedo).

Jacob disse...

A parceria entre o Brasil e Ucrânia está apresentando problemas. Da parte brasileira é o conhecido loteamento político de cargos nos órgãos públicos patrocinado pelo governo Lula/PT, a falsa esquerda brasileira.

Na Istoé, Jungmann diz que pedirá auditoria do TCU na Alcântara Cyclone Space

Rabo de foguete

Brigas, influência política e gestão sem controle ameaçam projeto da base espacial de Alcântara



Criada em parceria com a Ucrânia para fabricar no Brasil um lançador de foguetes, a Alcântara Cyclone Space (ACS) tem dois anos de vida, mas está a anos-luz de cumprir sua missão. Brigas internas, descontrole administrativo e loteamento político da companhia binacional ameaçam sabotar o projeto, segundo relatório confidencial elaborado por um órgão de inteligência do governo e obtido por ISTOÉ.

Até hoje a empresa não recebeu sequer o alvará de funcionamento. Mas, mesmo sem ter colocado um único foguete no espaço, já consumiu dos cofres públicos mais de R$ 87 milhões. Diretor-geral da Cyclone e presidente em exercício do Partido Socialista Brasileiro (PSB), o ex-ministro Roberto Amaral reconhece que o empreendimento não deslanchou. Mas afirma que a verba milionária foi gasta com pessoal, equipamentos e contratação de serviços.

"Não existe aparelhamento político na Cyclone", nega Amaral. A afirmação, no entanto, não convence alguns parlamentares espantados com o custo e o desempenho da empresa. "É mais uma caixa-preta construída com dinheiro público", critica o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). Um dos benefícios mais contestados é o auxílio moradia pago a alguns funcionários, entre eles a chefe de gabinete, Patrícia Patriota, filha do deputado Luiz Gonzaga Patriota (PSB-PE).

Patrícia recebe salário de R$ 14,1 mil e mais R$ 1,8 mil de auxílio moradia. "Nem todos recebem este benefício", diz Amaral. Os ucranianos também cometem desvios. Nataliya Lyzikova, que acaba de deixar a ACS, recebia R$ 10,7 mil como analista de marketing, mas ficava a maior parte do tempo na Ucrânia, usando um blackberry com linha de Brasília. "É um escândalo. Vou pedir uma auditoria especial ao TCU", diz o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE).

Apesar do caráter estratégico, a ACS foi instalada num edifício empresarial, dividindo o cabeamento de internet, telefone e energia elétrica com a Microsoft e outras multinacionais. Em outro exemplo de pouco-caso com o dinheiro público, a administração da ACS gastou cerca de R$ 500 mil com a locação de três carros por mais de um ano, num contrato que deveria ser emergencial.

Aceitou também uma cláusula draconiana no aluguel da sede, em Brasília, que prevê o pagamento de R$ 280 mil em caso de rescisão. A ACS enfrenta um dilema estratégico: o acordo de salvaguardas assinado em 2002 proíbe a modificação ou reprodução por parte do Brasil de "veículos de lançamento e dados técnicos", essência da transferência de tecnologia. Além disso, a Ucrânia tem tido dificuldade de conseguir da Rússia licenças para usar determinados equipamentos. Os prazos se encurtam e a tensão cresce, e o sonho de lançar um foguete de Alcântara até 2010 está indo para o espaço.

Socos e palavrões
Em reunião na Agência Espacial Brasileira (AEB), há duas semanas, Roberto Amaral quase saiu no tapa com o brigadeiro Antonio Hugo Pereira Chaves, diretor de transporte espacial da AEB. Crítico da gestão de Amaral na Cyclone, Chaves defendeu um acordo com os quilombolas que vivem em Alcântara para evitar protestos contra futuros lançamentos. Amaral chamou o brigadeiro de "filho da p." e bateu com a mão na mesa. Em seguida, tentou atirar um copo d"água em Chaves, que, ao reagir, fez Amaral cair no chão. Mas quem caiu mesmo foi Chaves, já que o PSB de Amaral tem o domínio do Ministério da Ciência e Tecnologia.
http://portal.pps.org.br/portal/showData/158992

Mais:
http://portal.pps.org.br/portal/showData/159218

Ítalo Tavares disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wandard disse...

"Apesar do caráter estratégico, a ACS foi instalada num edifício empresarial, dividindo o cabeamento de internet, telefone e energia elétrica com a Microsoft e outras multinacionais."

Jacob,

Agradecido pelo post. Já havia me desligado de qualquer assunto ligado a Alcãntara e ao VLS, mas sua postagem me fez voltar a visão para o assunto. Como eu esperava o interêsse dos americanos não era apenas impedir que o projeto fosse desenvolvido, mas sim que eles tivessem participação e como controlar e infelizmente este acordo com a Ucrânia e as respectivas nuances, mostram que estão usando o mesmo disfarce que usaram com a Raposa Serra do Sol, com a campanha de desarmamento e outros, como Ongs, empresas multinacionais etc...

Pedro Jorge disse...

Agora o congresso hondurenho acaba de enterrar a brilhante política externa de Lula/Amorim/Marco Aurélio no caso.

A turma petista sempre com a vergonha na mão.

Como o Lula não lê - ele mesmo confessou tal virtude -, ele se informa ao ouvir o que fala sua cercania. Como é incapaz de dizer algo articulado de valor intelectual, temos que concluir que seu grupo de convivência é composto de idiootas absolutos, incapazes de comunicar algo de valor. Marco Aurélio, Amorim, e outros do mesmo naipe, ficam a vontade com o papagaio; e envergonham o Brasil inteligente.

O Lula reflete examente o valor da esquerda brasileira: O NADA!

O mundo só o conhece pela propaganda barata perpetrada por seus áulicos mundo afora. Saibam:

1- Temos a pior educação pública das américas;ai de nossos filhos se não pagarmos escola particulara (contra essa privatização a esquerdalha petista não grita nada);

2- Somos a nação mais violenta do ocidente; rolam 50 mil mortes por anos do jeito;

3- Lula, com seu Meirelles, pegou a Dívida Pública Interna Bruta em 2003, por volta de R$ 600 bilhõees; hoje os geniais a transformaram em R$ 1.500 trilhões !!!, contra uma inflação baixa no período;

4- Em questões econômicas, apenas fez o 3º, e está fazendo, o 4º mandato, e mal, de Fernando Henrique. Não haveria nenhum problema nisso, se o Lula e seu PT, não fizessem a maior oposição em qualquer lugar possível - congresso, sindicatos, palanques, militância, etc.. Um exemplo elucidante, foi uma portuguesa exaltada, chamada Conceição Tavares, medalhão da esquerda acadêmica brasileira, que vivia criticando Pedro Malan, mas nos primeiro meses do governo Lula já dizia: "O Palloci está fazendo um ótimo trabalho!";

5- O filho de Lula é acusado de ser benefiado por um concessionário de serviço público, cujo o principal executivo é amigo particular do "operário"; não temos notícia de nada semelhante em nossa política; qualquer busca na internet com o título "Lulinha Telemar" dá muita coisa;

6- Sua grande popularidade beira a loucura e deve ser objetivo de análise da Psicologia Política. Para mim, o brasileiro comum que o idolatra, o faz por autoprojeção e autopiedade, se indentificando com um cara sem ética, beleza, berço, educação, do jeitinho do populacho em que ele está inserido. É uma liderança perniciosa que precisa ser combatida com tudo.

7- Vive a reboque de Hugo Chávez, que deve ter financiado sua campanha eleitoral em 2002;

8- Conspirou com o índio Evo Morales, notório líder de produtores de cocaína - a esquerda latinoamericana fala em usar o pó para destruir a juventudo "capitalista" - para derrubar governos constitucionais bolivianos; depois entregou os negócios brasileiros da Petrobrás aos bolivianos. Nunca se viu em nossa história um entrega tão vagabunda como essa. Na nossa política externa, o Barão do Rio Branco, o que serve como exemplo, alargou o território brasileiro; o Lula faz exatamente o contrário;

ETC., ETC.,

O LULA É A MAIOR MENTIRA DA POLÍTICA MUNDIAL DE TODOS OS TEMPOS!

Jest nas Wielu disse...

Mineiros ucranianos: heróis subterrâneos

O canal de TV, Aljazeera English não me para de surpreender pela positiva, desta vez demonstrando o filme “Underground Heroes”, dedicado aos mineiros do leste da Ucrânia.

O filme notável do director Michael Glawogger conta a história dos mineiros, que se dedicam às escavações ilegais do carvão durante o Inverno nas minas abandonadas da região de Donetsk.

Ver o filme no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=
uPG5aGwQJO4 (parte I)
http://www.youtube.com/watch?v=
xmwS0TzMSFs (parte II)

Ítalo Tavares disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jest nas Wielu disse...

2 Ítalo

De facto, é uma verdade, em termos nacionais, SP caiu para o 15-mo lugar em termos de criminalidade. Graça os forte policiamento e colocação de viaturas de polícia em todos os bairros. Estiva lá na semana de Carnaval e só um dia, quando cerca de 90% do Braz estava fechada, reparamos em dois grupos (separadamente no tempo) de jovens, que nós pareciam suspeitos (vivendo em Moçambique, facilmente detectamos estas coisas), falamos com a gerência de uma das lojas que IMEDIATAMENTE ligou para a polícia militar. Foi bastante eficiente e seguro. Já nem falo sobre o interior de Paraná, onde as pessoas, pelo que me parece, que nem as casas trancam.

Neste aspecto existe uma grande diferença com a Rússia, lá a província muitas das vezes é mais deprimente, mais violenta e mais constrangedora, quer para os nacionais e muito mais para os estrangeiros.