Seria impossível esperar que Vladimir Putin, Presidente da Rússia, respondesse a todas as perguntas feitas por cibernautas de todo o mundo. Fundamentalmente, limitou-se a responder às chamadas "perguntas sérias", onde abordou a crise provocada pelo lançamento dos mísseis norte-coreanos, as relações da Rússia com os Estados Unidos, a entrada do seu país na Organização Mundial do Comércio, a convertibilidade do rublo, a democracia na Rússia, etc.
Quanto às chamadas perguntas "não sérias", Putin não conseguiu escapar a algumas. Começou pela resposta à pergunta que dizia respeito ao beijo que deu na barriga do rapazinho Nikita (ver postagens anteriores), colocada por 19 mil cibernautas.
E para que não haja más interpretações, aqui deixamos traduzida a resposta do senhor do Kremlin, sem comentários: "Ele [Nikita] pareceu-me muito independente, muito sério, e, ao mesmo tempo, uma criança é sempre indefesa, o rapazito era mesmo muito querido. Digo-vos com sinceridade: simplesmente quis beliscá-lo como a um gatinho. Não há nada por detrás disso".
(Mas é sempre difícil fugir aos paralelos históricos, tanto mais que o Presidente Putin gosta de se assemelhar aos grandes estaditas russos. Num dos seus mais conhecidos romances: "Pedro, o Grande", o escritor russo Alexei Tolstoi descreve a cena em que o Czar e grande reformador russo pega no seu filho recém-nascido e dá-lhe um beijo na barriga.
Boris Ieltsin, antecessor de Putin, gostava mais de beliscar, mas as costas das secretárias. )a cri
Quanto à pergunta: "Quando é que o Presidente fez sexo pela primeira vez", Putin respondeu com um sorriso matreiro: "Não me recordo. Mas recordo-me com precisão quando fiz isso pela última vez. Posso determinar com uma precisão de minutos".


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