domingo, fevereiro 21, 2010

Novo compêndio de língua portuguesa para russos

Elena Gavrilova e Irina Tolmacheva, professoras de Língua Portuguesa do Instituto de Relações Internacionais, acabam de editar um novo manual de língua portuguesa para principiantes.
Uma boa notícia num país onde notícias do género são raras.

48 comentários:

Pippo disse...

Boa!

Tendo em conta que o dicionário Português-Russo disponível no Instituto Pushkin ainda era dos tempos soviéticos, penso que alguma renovação é sempre bem vinda.

Ítalo Tavares disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jorgemlr disse...

O meu aplauso para esta iniciativa das duas professoras, num país em que - como o José Milhazes bem diz - notícias deste género são raras, infelizmente.

Caro José Milhazes, a propósito, tem conhecimento de que haja alguma gramática de língua russa escrita em português? Já fiz várias pesquisas na internet, em sites portugueses e brasileiros, e não encontrei nada, infelizmente. Por curiosidade, e também para o meu estudo de língua russa, nas horas vagas, comprei via internet uma gramática de russo de origem francesa, que me parece bastante completa. É uma pena não haver disponível para os leitores de língua portuguesa interessados em estudar russo uma gramática escrita em português.

Jorge Lopes Ramalheira

Anónimo disse...

Nao exageremos, caro Pippo.

FPtrad disse...

Excelente notícia!

Como está o ensino do português na Rússia? Há alguns anos, havia muita gente interessada. E actualmente?

Jose Milhazes disse...

Caro Jorge, eu estudei com compêndios em espanhol e francês, porque, naquela altura, não havia, e parece que continua a não haver manuais bons em português. Nem sei sequer se há algum, talvez publicado no Brasil?
Não obstante a Rússia ser um país grande e pretender a um estatuto de grande potência, muito pouco faz para divulgar a sua cultura no estrangeiro. Na era soviética, existia uma grande máquina de propaganda e, embora fosse extremamente politizada, lançava, por vezes, obras interessantes de literatura, cinema, etc. Agora, os dirigentes russos não passam das palavras.
Não, peço desculpa, criaram um canal de televisão Russian Today em inglês, árabe e espanhol, continuam com o dinossauro da rádio Voz da Rússia e pouco mais.
Por vezes, fica-se com a impressão que eles acham que devem ser os outros a fazerem o trabalho deles.

Tiago disse...

Caro Jorge,

Eu estudei pela colecção de livros "Русский Язык Для Всех", ainda dos tempos soviéticos. A maior parte do material estava em russo, mas um dos livros (a parte gramatical) havia em português, e estava muito bem escrito.

Mas não sei onde poderá encontrar uma cópia nestes dias... A Associação Iúri Gagarin em Lisboa costumava ter um 'batch' destes livros, mas não sei se ainda terão ou se vendem (http://www.associacaogagarin.pt).

Cristina disse...

É extremamente louvável a persistência e a capacidade dos jovens russos em aprender português.
De facto, mesmo não havendo grandes contactos entre ambos os povos, quer culturais, quer comerciais, os alunos universitários russos conseguem atingir um nível de conhecimento da língua bastante bom, não obstante, regra geral, só começarem a estudar o português à entrada no ensino superior, ao contrário do inglês, que aprendem na escola.
Eles têm técnicas de aprendizagem bastante mais académicas que as nossas (muito mais baseadas no estudo da gramática e menos na conversação).
Recordo-me de uma aluna universitária russa, cujo estágio de fim de curso orientei, que dominava muitíssimo bem o português,embora tivesse tido muito poucos contactos com nativos da língua.
Não sei se os alunos universitários portugueses conseguem atingir o mesmo nível de conhecimento da língua russa, mas tenho algumas dúvidas.
Reconheço que os materiais para aprendizagem quer de uma língua, quer de outra, são limitados.
Um aspecto que me parece mais deficiente é o seguinte: os estudantes russos, mal ou bem, mas possuem manuais de estudo do português adaptados ao seu método habitual de ensino (o estilo académico, com muita gramática e utilização da língua materna como auxiliar).
Já os estudantes portugueses, ao que sei, não possuem manuais de estudo da língua russa escritos por especialistas portugueses e adaptados ao nosso estilo de aprendizagem (muito mais informal, com utilização da conversação activa, métodos audio-visuais e sem recurso à língua materna, tal como se estuda habitualmente o inglês em Portugal). Julgo que era isto que fazia falta, porque, por paradoxal que seja, é muito mais difícil para um português estudar russo através dos métodos tradicionais utilizados na Rússia.
Seria interessante que alguém que estude russo na Universidade de Lisboa, onde já existe uma licenciatura em Estudos Eslavos, pudesse dar a sua opinião, uma vez que não conheço a fundo a realidade deste curso.
Cristina Mestre

Jose Milhazes disse...

Cara Cristina, pelo que sei, essa licenciatura já não existe, alegadamente por falta de alunos. O programa, pelo que vi, era bastante fraquinho, muito académico e pouco ligado às realidades actuais.

Anónimo disse...

italo tavares:
pensa vir para cá?
olhe que não há emprego para portugueses,quanto mais para os de fora...
além disso é necessário ser-se português e nãp meio português.

Ítalo Tavares disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cristina disse...

Já agora, este livro talvez fosse interessante para os imigrantes ucranianos de expressão russa que vivem em Portugal. Muitos deles queixam-se que não conseguem aprender português e que gostavam de ter professores ou manuais baseados no russo (embora eu ache que este não é o melhor método, a verdade é que existe procura). Não quererá o MGIMO exportar a obra para Portugal?

Jorgemlr disse...

Caro José Milhazes,

Fiquei admirado que a licenciatura em Estudos Eslavos tenha acabado. É de lamentar.
Talvez o curso não tenha sido apelativo para o público a que se pretendia dirigir, ao que não será alheio, provavelmente, as lacunas que o José Milhazes refere. É pena. Eu acredito que temos em Portugal, nomeadamente em Lisboa, mas não só, "massa crítica" de alunos que justifiquem uma licenciatura em Russo.

Caro Tiago,

Obrigado pelas suas informações. Fui à página da Associação Gagarin, mas não encontrei informação relativa aos manuais que refere. (Em todo o caso, o site pareceu-me um pouco desactualizado). Vou entretanto escrever para o endereço de e-mail da associação, para perguntar se é possível adquirir os livros que o Tiago refere.

Caro Ítalo:

Hoje fiz uma pesquisa na internet e encontrei num site brasileiro uma gramática, de nome "A Língua Russa - Gramática Elementar, com exercícios de tradução, trechos de leitura e vocabulários " por Marina Dolenga, fotocopiado para ficheiro (arquivo) PDF. Penso que é um manual escrito nos anos 60, e foi editado pela Editora Globo, do Brasil.
Dei-lhe uma vista de olhos e parece-me ser um bom manual. Não sei, no entanto, se haverá edições recentes ou se está disponível para compra. Como estava disponível no formato PDF, presumo que não deve estar à venda neste momento.

Cara Cristina,

Quanto a manuais de língua portuguesa para leitores russófonos, um amigo ucraniano utilizou o manual indicado abaixo

Самоучитель Португальского Языка - Практический Курс

Методика, Киев, 2001

ISBN 966-7269-56-6

Автор: Fátima Brauer, Uwe Brauer (пер. и адаптация: О. В. Петренко, Л. С. Лебедева, Г. Г. Верба)

para aprender português. Pelo que entendi, este manual é uma tradução e adaptação para o russo de um manual de aprendizagem de português para leitores de língua alemã. Pelos comentários que li na internet, é um bom manual para quem já tem algumas noções rudimentares de português, sendo um pouco mais complexo para quem parte do zero. No entanto, (para variar...) parece não ser fácil de encontrar.

Um outro manual de portugûes para russófonos é o
"Самоучитель португальского языка", de Родионова М.А." Editora: Высшая школа - 2003 - ISBN: 5-06-004011-9
Já vi fotocópias deste manual, mas penso que este é fácil de adquirir, por exemplo, pela internet.
No meio deste panorama um pouco desolador, é de aplaudir as iniciativas da Editora Ulmeiro, que publicou 2 dicionários de Português-Russo e Russo-Português, com referências fonéticas das palavras e os casos em que se usam. Também editou um manual de auto-aprendizagem "Fale Russo", que segundo sei, é uma tradução do manual escrito em francês "Parlez Russe", de S. Khavronina. Eu comprei-o há dois anos e gostei dele.

Por último, encontrei em www.books.ru/shop/books/313355
um "Grande Dicionário português-Russo", de Starets e Feershtein (o primeiro é, segundo penso, também um dos autores dos dicionários editados pela Ulmeiro). A editora é: Живой язык , 2005, ISBN 5-8033-0337-2

Jorgemlr disse...

Caro José Milhazes,

Fiquei admirado que a licenciatura em Estudos Eslavos tenha acabado. É de lamentar.
Talvez o curso não tenha sido apelativo para o público a que se pretendia dirigir, ao que não será alheio, provavelmente, as lacunas que o José Milhazes refere. É pena. Eu acredito que temos em Portugal, nomeadamente em Lisboa, mas não só, "massa crítica" de alunos que justifiquem uma licenciatura em Russo.

Caro Tiago,

Obrigado pelas suas informações. Fui à página da Associação Gagarin, mas não encontrei informação relativa aos manuais que refere. (Em todo o caso, o site pareceu-me um pouco desactualizado). Vou entretanto escrever para o endereço de e-mail da associação, para perguntar se é possível adquirir os livros que o Tiago refere.

Caro Ítalo:

Hoje fiz uma pesquisa na internet e encontrei num site brasileiro uma gramática, de nome "A Língua Russa - Gramática Elementar, com exercícios de tradução, trechos de leitura e vocabulários " por Marina Dolenga, fotocopiado para ficheiro (arquivo) PDF. Penso que é um manual escrito nos anos 60, e foi editado pela Editora Globo, do Brasil.
Dei-lhe uma vista de olhos e parece-me ser um bom manual. Não sei, no entanto, se haverá edições recentes ou se está disponível para compra. Como estava disponível no formato PDF, presumo que não deve estar à venda neste momento.

Cara Cristina,

Quanto a manuais de língua portuguesa para leitores russófonos, um amigo ucraniano utilizou o manual indicado abaixo

Самоучитель Португальского Языка - Практический Курс

Методика, Киев, 2001

ISBN 966-7269-56-6

Автор: Fátima Brauer, Uwe Brauer (пер. и адаптация: О. В. Петренко, Л. С. Лебедева, Г. Г. Верба)

para aprender português. Pelo que entendi, este manual é uma tradução e adaptação para o russo de um manual de aprendizagem de português para leitores de língua alemã. Pelos comentários que li na internet, é um bom manual para quem já tem algumas noções rudimentares de português, sendo um pouco mais complexo para quem parte do zero. No entanto, (para variar...) parece não ser fácil de encontrar.

Um outro manual de portugûes para russófonos é o
"Самоучитель португальского языка", de Родионова М.А." Editora: Высшая школа - 2003 - ISBN: 5-06-004011-9
Já vi fotocópias deste manual, mas penso que este é fácil de adquirir, por exemplo, pela internet.
No meio deste panorama um pouco desolador, é de aplaudir as iniciativas da Editora Ulmeiro, que publicou 2 dicionários de Português-Russo e Russo-Português, com referências fonéticas das palavras e os casos em que se usam. Também editou um manual de auto-aprendizagem "Fale Russo", que segundo sei, é uma tradução do manual escrito em francês "Parlez Russe", de S. Khavronina. Eu comprei-o há dois anos e gostei dele.

Por último, encontrei em www.books.ru/shop/books/313355
um "Grande Dicionário português-Russo", de Starets e Feershtein (o primeiro é, segundo penso, também um dos autores dos dicionários editados pela Ulmeiro). A editora é: Живой язык , 2005, ISBN 5-8033-0337-2

Jorgemlr disse...

Caro José Milhazes,

Fiquei admirado que a licenciatura em Estudos Eslavos tenha acabado. É de lamentar.
Talvez o curso não tenha sido apelativo para o público a que se pretendia dirigir, ao que não será alheio, provavelmente, as lacunas que o José Milhazes refere. É pena. Eu acredito que temos em Portugal, nomeadamente em Lisboa, mas não só, "massa crítica" de alunos que justifiquem uma licenciatura em Russo.

Caro Tiago,

Obrigado pelas suas informações. Fui à página da Associação Gagarin, mas não encontrei informação relativa aos manuais que refere. (Em todo o caso, o site pareceu-me um pouco desactualizado). Vou entretanto escrever para o endereço de e-mail da associação, para perguntar se é possível adquirir os livros que o Tiago refere.

Caro Ítalo:

Hoje fiz uma pesquisa na internet e encontrei num site brasileiro uma gramática, de nome "A Língua Russa - Gramática Elementar, com exercícios de tradução, trechos de leitura e vocabulários " por Marina Dolenga, fotocopiado para ficheiro (arquivo) PDF. Penso que é um manual escrito nos anos 60, e foi editado pela Editora Globo, do Brasil.
Dei-lhe uma vista de olhos e parece-me ser um bom manual. Não sei, no entanto, se haverá edições recentes ou se está disponível para compra. Como estava disponível no formato PDF, presumo que não deve estar à venda neste momento.

Cara Cristina,

Quanto a manuais de língua portuguesa para leitores russófonos, um amigo ucraniano utilizou o manual indicado abaixo

Самоучитель Португальского Языка - Практический Курс

Langenscheidt, Методика, Киев, 2001

ISBN 966-7269-56-6

Автор: Fátima Brauer, Uwe Brauer (пер. и адаптация: О. В. Петренко, Л. С. Лебедева, Г. Г. Верба)

para aprender português. Pelo que entendi, este manual é uma tradução e adaptação para o russo de um manual de aprendizagem de português para leitores de língua alemã. Pelos comentários que li na internet, é um bom manual para quem já tem algumas noções rudimentares de português, sendo um pouco mais complexo para quem parte do zero. No entanto, (para variar...) parece não ser fácil de encontrar.

Um outro manual de portugûes para russófonos é o
"Самоучитель португальского языка", de Родионова М.А." Editora: Высшая школа - 2003 - ISBN: 5-06-004011-9
Já vi fotocópias deste manual, mas penso que este é fácil de adquirir, por exemplo, pela internet.

No meio deste panorama um pouco desolador, é de aplaudir as iniciativas da Editora Ulmeiro, que publicou 2 dicionários de Português-Russo e Russo-Português, com referências fonéticas das palavras e os casos em que se usam. Também editou um manual de auto-aprendizagem "Fale Russo", que segundo sei, é uma tradução do manual escrito em francês "Parlez Russe", de S. Khavronina. Eu comprei-o há dois anos e gostei dele.

Por último, encontrei em www.books.ru/shop/books/313355
um "Grande Dicionário português-Russo", de Starets e Feershtein (o primeiro é, segundo penso, também um dos autores dos dicionários editados pela Ulmeiro). A editora é: Живой язык , 2005, ISBN 5-8033-0337-2

JLR

Pippo disse...

Ítalo,
Para se entrar para o funcionalismo público há que ter nacionalidade portuguesa e, salvo excepções, passar em exames.

Anónimo das 06.39h: infelizmente, não estava a exagerar. É o dicionário que tenho cá em casa, que utilizava como complemente ao "Lingua russa para todos". Tudo material soviético. Bem giro!

Jorge Almeida disse...

Existe um "Guia de Conversação Conciso Português-Russo" na página da secção portuguesa da Rádio Voz da Rússia.

Link:

http://portuguese.ruvr.ru/main.php?lng=prt&w=67&p=

Não é nada de especial. É mesmo só para desenrascar alguém que esteja alguns dias de passagem na Rússia.

Dá-me ideia que até foi elaborado pelos locutores brasileiros da estação, a partir das dificuldades que eles tiveram na sua adaptação ao dia-a-dia na Rússia.

Jorge Almeida disse...

1º) Continuando a visitar o sítio da RUVR na internet, há lá uma entrevista ao embaixador russo em Portugal.

Para quem queira ler, está em linguagem PT-BR no link:

http://portuguese.ruvr.ru/main.php?lng=prt&q=10264&cid=108&p=29.12.2009

2º) Quanto ao Guia de Conversação acerca do qual escrevi em comentário anterior, existe este link que é mais directo:

http://www.ruvr.ru/files/File/11/slovo.doc

Jorge Almeida disse...

Caro Dr. Milhazes,

escrevendo sobre um outro tema (que não sei se já foi tratado aqui no blogue), queria perguntar-lhe o seguinte:

Qual é o problema em concreto que existe entre as autoridades russas e as autoridades dos países bálticos?

De vez em quando, o Kremlin acusa as autoridades desses países de incitarem ao neo-nazismo, de promoverem colaboradores dos nazis ao estatuto de heróis nacionais, de considerarem cidadãos de etnia russa nascidos nesses países como cidadãos de 2ª ...

Fico espantado com tudo isto. Estive uma semana na Letónia por alturas do São João em 2008, em que o país pareceu-me completamente pacífico, os russos (havia muitos) andavam à vontade nas ruas sem serem importunados.

Não estará o Kremlin a exagerar? É que, a estes países, não lhes interessa ter más relações com o Kremlin. Até porque parece-me que, nos bancos daqueles países, existe muito dinheiro depositado por oligarcas russos ...

Jorge Almeida disse...

A obra de Marina Dolenga citada por Jorgemir pode-se encontrar em versão PDF no seguinte link:

http://www.scribd.com/doc/18620731/MarinaDolengaGramaticaRussaemPortugues

São 317 páginas.

Para conseguir fazer o download da obra, tem que registar-se no scribd.com (registo grátis).

Ítalo Tavares disse...
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Ítalo Tavares disse...
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Ítalo Tavares disse...
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Jest nas Wielu disse...

44 lições do português – ucraniano
http://www.internetpolyglot.com/
portuguese/lessons-pt-uk

Bem engraçado, até, por exemplo: Não trabalhe tanto. Descanse, aprenda palavras sobre trabalho. Від роботи коні дохнуть. Сядь, відпочинь, повчи слова про роботу.
Autor: polyglot

++ Dicionário Português - Ucraniano / Ucraniano – Português, Editora: Ulmeiro, ISBN: 9727063594, Encadernação: CAPA MOLE, Data da primeira Edição: 2002
http://www.bertrand.pt/catalogo/
detalhes_produto.php?id=81338

sérgio disse...

italo-tavares:
meu amigo,não estava sendo xenófobo.
eu penso várias vezes que se nascesse no Brasil jamais sairia de lá.
adoro o Brasil,é a Pátria da Espiritualidade!
grandes homens aí nasceram como Francisco Candido Xavier,entre outros...

Anónimo disse...

Má imagem de Portugal no Brasil existe na cabeça de débeis mentais, o Brasil não era NADA sem Portugal, o Brasil deve tudo a Portugal.

Brasil sofre com a iliteracia da população, falta de qualidade da escola publica e recentemente os novos ricos como essa tal de Italo que obtêm o conhecimentos a ver tabelas de PIB na wikipedia são um sintoma da superficialidade e do débil sistema de educação do Brasil.

Ainda recentemente surgiu um estudo que falava que no Brasil 80% dos genes tem proveniência europeia, esses genes são na quase totalidade de origem Portuguesa, os brasileiros têm obrigação de respeitar Portugal senão desrespeitam os próprios antepassados e um povo que não respeita os antepassados é um povo sem honra e sem passado e sem futuro.

A sociedade brasileira se divide da seguinte forma;

45%.Negros, Mestiços e Mulatos- Forte influencia cultural lusa e claro está ligação de sangue.

45-50%-Brancos descendentes da imigração Portuguesa recente e colonos, esta fracção da população pode ser considerada portuguesa sob a óptica sanguinis e a esmagadora maioria não tolera faltas de respeito aos nossos patrícios.

Os restantes 5-10% compostos por italianos espanhóis e alemães são fruto de imigração recente e deste grupo os descendentes de italianos são o grupo que cria inimizades com Portugal, mas qualquer brasileiro minimamente culto sabe que a contribuição deles para a formação do Brasil foi nula, os descendentes no Brasil de italianos ficam achando que são raça pura e que os lusos são misturados com mouros, isso até pode ser interpretado de forma irónica, visto os italianos serem realmente um povo quase semita e sem qualquer duvida que os portugueses no colectivo são um povo muito mais homogéneo racial e culturalmente. Cá no Brasil eu que sou descendente de alemães e PORTUGUESES NOS RIMOS MUITOS DESSES "ARIANOS" ITALIANOS HEHE.

Mas claro, isso é tudo complexos de inferioridade que esses seres ultra minoritários têm, bem latente no discurso do disco travado do sr. italo.

agora um aviso muito sério ao senhor, vc n representa ninguém, vc envergonha o verdadeiros brasileiros e tome muito cuidado, se vc insistir em provocar ou tentar separar os brasileiros dos portugueses vc ainda vai ter um esclarecimento personalizado.

opiniões como a do sr. não são toleradas aqui no brasil.

se cuida enquanto pode.

um enorme abraço de todos os milhões de todos os brasileiros étnicos lusos para o povo português e desculpem esses nerdes que são crianças que têm falta de cultura.

RODRIGO BECKER.

RIO

Anónimo disse...

"45%.Negros, Mestiços e Mulatos- Forte influencia cultural lusa e claro está ligação de sangue."

R. Sim, correto, mas ninguém liga pra isso aqui. Não existe grupos de brasileiros. Só existem brasileiros.

"45-50%-Brancos descendentes da imigração Portuguesa recente e colonos, esta fracção da população pode ser considerada portuguesa sob a óptica sanguinis e a esmagadora maioria não tolera faltas de respeito aos nossos patrícios.Os restantes 5-10% compostos por italianos espanhóis e alemães"



R. COMPLETAMENTE ERRADO.

Só italianos e descendentes, já vão uns 18% da população.


Árabes cristãos, uns 5-10%

Alemães, 5%

Eslavos, uns 3-5%

Espanhóis idem.

Os multiculturais, que podem ser desde mestiços de japoneses e suíços até mulatos, já ultrapassaram os "brancos".


Portugueses não são contados entre os imigrantes, visto que se entranharam tanto na população, e já estavam aqui há tanto tempo que ter sobrenome ou origem lusa não é nada demais e essa migraçao é vista como de segunda categoria por aqui.


Penso que os italianos, alemães, holandeses, polacos, ucranianos, japoneses e libaneses, por sua cultura mais empreendedora e menos patrimonialista, fizeram bem mais pelo país. Não que os 5 milhões de portugueses que para aqui vieram entre 1500-1940 nao tenham trabalhado duro e contribuído para com o país.


Só acho que se n fossem os imigrantes, estaríamos muito pior.



p.s: Não me venha falar em analfabetismo no Brasil, quando se sabe que Portugal é o país de EUROPA COM MAIS ANALFABETOS.

5-7% ANALFABETOS.

Até a Albânia acabou com esse fardo.


Ponto final.

Jest nas Wielu disse...

2 RODRIGO BECKER (RIO)

De facto, Rodrigo, como podes chamar a emigração ucraniana (que nem mencionaste, mas que chega a 450 - 500 mil pessoas, 80% residente no Paraná), se em 2010 os ucraino - brasileiros vão comemorar os 120 anos da sua chegada a Brasil?

Anónimo disse...

Caro Rodrigo Becker;

Não ligue para o que o Italo diz.

Os brasileiros adoram Portugal,o país sempre está em novelas, séries, assuntos esportivos e reportagens em Tvs. Sem contar as tradições religiosas que são todas vindas de Portugal. Portugal já é o país da Europa que mais recebe turistas e investimentos brasileiros.

Apesar do Brasil ter passado por muitas transformações culturais, o povo ainda se sente muito ligado a Portugal e os laços sempre serão fortes.

Espero que a língua portuguesa possa ser cada vez mais divulgada na Rússia!

Cpts

Joel

croky disse...

"Brasil sofre com a iliteracia da população, falta de qualidade da escola publica e recentemente os novos ricos como essa tal de Italo que obtêm o conhecimentos a ver tabelas de PIB na wikipedia são um sintoma da superficialidade e do débil sistema de educação do Brasil.

Ainda recentemente surgiu um estudo que falava que no Brasil 80% dos genes tem proveniência europeia, esses genes são na quase totalidade de origem Portuguesa, os brasileiros têm obrigação de respeitar Portugal senão desrespeitam os próprios antepassados e um povo que não respeita os antepassados é um povo sem honra e sem passado e sem futuro."

Aaaahhh já percebi !! Então os brasileiros são o que são graças aos nossos genes.

E de facto o primeiro parágrafo até parece espelhar na perfeição o "português" típico. Tipo caricatura do "Zé povinho".

Ainda bem que a maior parte dos genes deles é nossa ! Ou sua ...

Nacionalista xenófobo ...

Anónimo disse...

Esse tal Ítalo é cá um chato, ninguém gosta dele, ninguém está interessado no que diz, diz que os Portugueses são burros, mas não sabe desamparar a loja, ou seja, sente-se bem no estábulo.

18% de italo-brasileiros?!!! Xiii

em 196 milhões

quase 40 milhões, possas!

mas isso inclui 100% puros italianos?

quase mais do que a Itália....!

e tanto mais que entre 1870-1970

entraram no Brasil 1.5 milhões de italianos.

a taxa de retorno foi de 30-40%

significa que no máximo, 1 milhão de italianos se multiplicaram por 40!!!!!

se 1 milhão de italianos dá 40
então 5 milhões de portugueses dá quanto 200 milhões?

e sem contar que os Portugueses se começaram a reproduzir lá a partir de 1500...

os italianos foram passados quase 4 séculos

LOL, desculpe, mas o o sr. é ignorante, estúpido ou mal intencionado.
__________________________

THE REAL PORTUGUESEMAN

não, não sou aquele que só fala de gás e de petróleo e que pensa que a Rússia ainda é uma super potência

Anónimo disse...

Esse tal Ítalo é cá um chato, ninguém gosta dele, ninguém está interessado no que diz, diz que os Portugueses são burros, mas não sabe desamparar a loja, ou seja, sente-se bem no estábulo.

18% de italo-brasileiros?!!! Xiii

em 196 milhões

quase 40 milhões, possas!

mas isso inclui 100% puros italianos?

quase mais do que a Itália....!

e tanto mais que entre 1870-1970

entraram no Brasil 1.5 milhões de italianos.

a taxa de retorno foi de 30-40%

significa que no máximo, 1 milhão de italianos se multiplicaram por 40!!!!!

se 1 milhão de italianos dá 40
então 5 milhões de portugueses dá quanto 200 milhões?

e sem contar que os Portugueses se começaram a reproduzir lá a partir de 1500...

os italianos foram passados quase 4 séculos

LOL, desculpe, mas o o sr. é ignorante, estúpido ou mal intencionado.
__________________________

THE REAL PORTUGUESEMAN

não, não sou aquele que só fala de gás e de petróleo e que pensa que a Rússia ainda é uma super potência

Anónimo disse...

Anónimo 08:30

Se nem mesmo nos Eua existe mais que 30% de descendentes de britânicos (o Reino Unido sempre foi bem mais populoso que Portugal, Você quer que o Brasil tenha 80% de ancestrais portugueses? Ignorando a vinda de outros?

Portugal deu muitas coisas boas ao Brasil mas povoar um país tão grande precisou de muita gente de além de Portugal, pois era quase impossível fazer um grande alavancamento demográfico somente com portugueses. Em 1900 o Brasil tinha 15 milhões de pessoas e hoje tem 192 milhões graças em boa parte a imigração.

O número de italianos vindo ao Brasil foram 2,2 milhões: http://pt.wikipedia.org/
wiki/Imigração_italiana_no_Brasil

18 milhões de brasileiros tem ancestrais alemães: http://pt.wikipedia.org/wiki/
Imigração_alemã_no_Brasil

Outros em pequena quantidade vieram como polacos, sérvios, russos, ucranianos, gregos, japoneses e chineses.

Não só europeus mas no Brasil há uma grande quantidade de árabes principalmente libaneses, são 7 milhões: http://en.wikipedia.org/
wiki/Lebanese_people

Sem contar os 3 milhões de escravos africanos que deram uma significativa contribuição genética e cultural ao país.

As potencias europeias tinham interesses em criar colónias em terras férteis no Brasil, mas foi uma estratégia que deu errado, visto que visavam desintegrar o Brasil mas os próprios imigrantes acabaram por ser assimilados culturalmente pelo Brasil português.

Portugal sempre estará nos corações dos brasileiros mesmo nos que não tem sangue português pois a origem cultural, culinária, língua, religião, santos, música, arquitetura é potuguesa.


Abraços

Pippo disse...

Rapaziada, sem querer perder muito tempo com essas conversas de luso-brasileiridade e de quantas pessoas são necessárias para se ter uma larga prole, apenas vos remeto para a História de Jerónimo de Albuquerque, chamado de "Adão Pernambucano" pois teve 24 filhos. Ou seja, 24 pessoas, umas brancas, outras mestiças, mas todas elas com ascendência portuguesa. Agora é só aplicar a progressão geométrica da população para ver quanta gente isso originou.

Quanto a italanos, a maioria chegou no séc. XIX, mas já no séc. XVI havia italianos no Brasil (e em Portugal, e Espanha, etc.). Uma das filhas do Jerónimo casou-se com um Felipe Cavalcanti. Os seus descendentes seriam então o quê, italianos ou portugueses? Que língua falariam? Que cultura teriam?

Portanto, acho uma parvoíce essa de estarem a dizer qe "não temos nada a ver com portugueses ou "os portugueses isto e aquilo". Uma minoria de brasileiros não terá ascendência lusa, mas serão só mesmo uma minoria. E em termos de cultura, até podem ser alemães "puros", mas a sua cultura (e língua) deve muito a Portugal.

PS - E isto é que interessa: ainda agora estive a falar com uma lindíssima brasileira. Não me intessa se ela é descendente de portugueses, pretos, italianos ou libaneses. Era lindíssima, simpática, e entendemo-nos muito bem. O resto é conversa da treta.

Anónimo disse...

"O resto é conversa da treta"

caro Pippo o tema da genealogia é fascinante, se o sr. não gosta está no seu direito, mas é algo que está intrinsecamente ligado à nossa condição de seres humanos, a procura pelas nossas origens.

Os testes de ancestridade genética estão a disparar na Europa e na América.

A identidade racial do ser humano é a essencial para a sua personalidade e auto-estima.

Então nós não somos o que os genes determinam?
temos de conhecer o nosso potencial e limitações, e para tal, para saber para onde vamos, temos de saber de onde vimos.

desvalorizar a origem racial e os genes no homem é típico de pensamento comunista "à la stalin".

Anónimo disse...

"A identidade racial do ser humano é a essencial para a sua personalidade e auto-estima."

Em especial para aqueles que têm por hábito rapar o cabelo, andar de tronco nu com suásticas tatuadas e botas da tropa, assistirem a espectáculos hard rock entoando "sieg heil" e outro género de "concentrações". Mas tudo muito em grupo ;)

Ítalo Tavares disse...

Pra terminar a discussão:

1.Descendentes de italianos no Brasil: 25 milhões - 15-18%.

2. 3 milhões de descendentes poloneses - 2% da população.

3. 40 mil descendentes de Armênios.

4. 6 mil descendentes de belgas.

5. 6 mil descendentes de Tchecos.

6. 600.000 - 3.5 milhões de descendentes de holandeses

7. 90,000 descendentes de finlandeses.

8.500,000-1,000,000 descendentes de franceses;

9. 5 milhões de descendentes de alemães - 3% d populaçao.

10. 50 mil descendentes de gregos.

11. 80 mil descendentes de húngaros.

12. 100 - 150 mil judeus.

13. 225 mil descendentes de bálticos.

14. 45 mil descendentes de macedônios.

15. 58 mil descendentes de malteses.

16. 200 mil descendentes de russos.

17. 800 mil- 1 milhão de descendentes de escandinavos

18. 15 milhões de descendentes de espanhóis. 7% população brasileira.

19. 500 mil descendentes de suíços.

20. 500 mil- 1 milhão de descendentes de ucranianos - 1% da populaçao brasileira.

21. 3 - 10 milhões de descendentes de árabes cristãos.

22. 1 milhão de sul-americanos que aqui vivem ou para aqui imigraram.(maior grupo: Uruguaios, com 500 mil)

23. 380 mil descendentes de norte-americanos, chegados depois da guerra civil.

24. Japoneses, chineses e coreanos: 3,5 milhões, ou 0,5% da populaçao.

25. Indígenas: 0,4% ou 519 mil índios.

26. 12.9 milhões de negros.

27. 79 milhões de multiétnicos (desde o caboclo até o mestiço de japonês e suíço).

28. Brasileiros descendentes de portugueses: impossível contabilizar, pelo fato da migração ter iniciado no século XVI, mas o número aproximado é de 3,5-5 milhões de imigrantes entre 1500-1960. Grande parte da população descende dos mesmos.

Anónimo disse...

"Em especial para aqueles que têm por hábito rapar o cabelo, andar de tronco nu com suásticas tatuadas e botas da tropa, assistirem a espectáculos hard rock entoando "sieg heil" e outro género de "concentrações". Mas tudo muito em grupo ;)"

quem escreveu esse texto não sabe nada de da história da civilização europeia.

O nacionalismo branco europeu é muito anterior ao nazismo ou um qualquer movimento de cariz nacional criado na Alemanha.

Francamente caro Pippo julgava que o sr. pensava melhor as coisas, mas "prontos" c'est la vie..

B.

Anónimo disse...

Caro Italo, os número que o sr. apresenta são no mínimo incongruências

25 milhões de italianos é um número muito inflacionado, a maioria dos que se declaram italianos têm outras origens.

No censo 2000(unica fonte), 10% dos inquiridos declararam-se descendentes de italianos, como em 2000 a população do Brasil seria 170 milhões, significa que em 2000 17 milhões dos brasileiros se consideravam descendentes de italianos.

o sr. sabe perfeitamente que no Brasil é um muito comum um individuo que nem sequer tem origens indigeneas afirmar que é descendentes dos indios só porque é politicamente correcto, ora, o mesmo acontece com o facto de valorizarem a componente italiana, porque se criou no Brasil a imagem que ser descendente de italianos é "cool".

os números sobre a auto-declaração étnica são muito discutíveis, é quase como uma tendência ou moda, interpretar esses resultados exige algum cuidado.

Por exemplo, nos EUA nos censos de 1980 mais de 50 milhões de americanos declararam-se ingleses, 20 anos depois o numero baixou para metade...

qual foi a razão?

A resposta é óbvia, é que desde os anos 80' que os descendentes de ingleses se consideram cada vez mais americanos.

voltando ao Brasil, no censo de 2000, mais de 80% se consideraram brasileiros, é clarissimo que a esmagadora maioria já tem origens tão antigas lusas que já não conseguem ter qualquer associação com os ancestrais.

Mas os genes continuam lá.

Arriscava afirmar que é um numero muito reduzido de pessoas no Brasil não tem a maioria de genes originários dos colonos Portuguêses.

O sr. consegue garantir que não tem origem étnica lusa?

o brasileiro comum deve ser 80% luso e 20% outras origens, pelo menos é o que os estudos genéticos têm evidenciado.

B.

Pippo disse...

Caro B., deve estar a confundir-me ("Pippo") com outros escritores neste blog.

Eu sei distinguir muitíssimo bem entre os skins, os nacionalistas e até os identitários.

Há muita gente que acha que defender-se a cultura europeia ou a raça branca é ser-se racista, e que "o que se quer" é que a Europa seja multicultural e multiracial. Mas depois, essa gente gosta de viajar para outros continentes descobrir culturas e povos "autênticos", não corrompidos pela cultura europeia. Mas isso, para eles, já não é racismo.

Anónimo disse...

"o brasileiro comum deve ser 80% luso e 20% outras origens, pelo menos é o que os estudos genéticos têm evidenciado."


DADOS?

PROVAS?

FATOS?

Anónimo disse...

"o brasileiro comum deve ser 80% luso e 20% outras origens, pelo menos é o que os estudos genéticos têm evidenciado."


QUAL ESTUDO?

Anónimo disse...

fontes, sobre o facto de 80% dos genes dos brasileiros serem de origem lusa:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u633465.shtml

http://anjoseguerreiros.blogspot.com/2009/10/dna-de-brasileiro-e-80-europeu-indica.html

Anónimo disse...

mas é preciso ser assim tão inteligente para chegar a essa conclusão??

se 54% se declaram brancos e têm em média 90% de ascendência europeia dá 50%

se 40% se declaram pardos e tiverem digamos 50% de ascendência europeia dá 20%

os restantes 6% se tiverem uma média de 30% de genes europeus dá 2%

total somado 72%(conclusão obtida a partir dos censos oficiais).

mas o valor será superior visto a parcela da população parda no meu entender ter uma maior proeminência de genes europeus, acontece que, muitos apresentam um fenótipo mais distante do europeu porque os genes europeus são recessivos.


Estes dados não devem surpreender ninguém porque quando os portugueses chegaram ao Brasil os indigeneas eram muito poucos e morreram em grande número devido a doenças, migrações e guerra.

Os negros que vinham da África tinham uma impressionante taxa de mortalidade nos navios negreiros e o número de baixas chegados ao Brasil era tão elevado devido ás más condições higiénicas que tinham de estar constantemente a importar escravos de África.

Foi por isso, que o rácio de negros na população do Brasil diminuiu progressivamente com o fim do tráfego negreiro..

O crescimento natural era muito inferior ao registado pelos brancos.

com a chegada dos novos imigrantes em massa a partir de 1880 a população branca diversificou-se um pouco mais, mas mesmo assim, os Portugueses continuaram a ser 1/3 da nova imigração.

Dos Portugueses que povoaram o Brasil os do norte/Açores que são a população portuguesa mais germânica/céltica povoou o Brasil, há zonas do Brasil que são mais próximas etnicamente dos portugueses originais do que os que actualmente residem cá, sobretudo no sul de Portugal.

B.

Anónimo disse...

"fontes, sobre o facto de 80% dos genes dos brasileiros serem de origem lusa"

Errado.


Não é 80% lusa.

É 80% EUROPÉIA.


A soma de italianos, eslavos, alemães, holandeses, espanhóis e escandinavos é tão ou mais forte em influência quanto a herança lusa.


Não esquecer que 80% da população brasileira tem algum traço de sangue africano tb.

E grande parte do povo tb tem sangue indígena.

E não esquecendo os grandes povos japonês e coreano, que aqui vieram realmente pra contribuir e trabalhar duro.


A população de indígenas no território da época da descoberta era de mais de 2 milhões quando da chegada de vcs.


Era uma população maior que a de Portugal na época. não eram, como vc diz, uma populaçao "pequena";


O Brasileiro é a soma das três etnias (com exceção de locais isolados, como os habitados pelos quilombolas, colonos no extremo-sul, e os 500 mil índios que ainda restam);

O país ainda está em formação. São 190 milhões de pessoas se misturando a cada dia. Daqui há uns 200 anos, estaremos realmente formados enquanto grupo étnico fenotipicamente homogêneo.

Nosso povo está se tornando um grupo mais homogêneo e ao mesmo tempo multiétnico.


Em tempo: o número de "brancos", não é mais de 54%.

É de 48% hj em dia.


Esse ano teremos um censo e veremos o quanto mudamos na última década.


Concordo que compartilhamos (Brasil-Portugal) o mesmo sangue até certo ponto, religião e traços culturais, mas definitivamente NAO SOMOS O MESMO POVO. Longe disso.

O Brasil é uma outra nação. Com um outro povo em gestaçao, e mesmo uma outra língua em desenvolvimento.

Anónimo disse...

alguem poderia me indicar onde comprar esse livro?

Anónimo disse...

O livro esta em portugues do brasil ou em portugues de portugal ? preciso de um livro escrito em portugues do brasil , tenho um em portugues de portugal e a diferenca infelizmente atrapalha((Alguem por favor poderia me ajudaR?