segunda-feira, junho 07, 2010

Contributo para a História (comentário)

Caros leitores, sempre que publico algum texto sobre este tema, principalmente no que diz respeito à História de Portugal e dos Países africanos da Lusofonia, recebo uma enxurrada de mensagens com insultos e impropérios, como se fosse eu que tivesse inventado ou escrito as memórias ou documentos citados. Os leitores podem constatar que eu apenas cito, e não dou opiniões.
Se alguém tem dúvidas, confirme o que eu escrevo. Não é difícil porque cito sempre as fontes.
Normalmente, trata-se de insultos anónimos, pois já me habituei a que as pessoas de bem utilizam outros argumentos, discutem. Os mais carregados de palavras impróprias são censurados, mas publico alguns para que os leitores fiquem com a ideia da forma como reagem certos sectores políticos portugueses e africanos.
Quero deixar aqui claro que continuarei a publicar documentos, memórias e artigos sobre a História de Portugal e dos Países africanos da Lusofonia. Além disso, sublinho que, para mim, o PCP, Álvaro Cunhal, Agostinho Neto, Samora Machel, António Spínola, etc., etc., são apenas objecto de investigação histórica ou arqueológica.
Como diz o título desta rubrica, eu dou contributos para a História. Quem quiser, que os aproveite; mas, quem não gostar, pode não ler.
Parafraseando um prefácio russo, se alguém é feio, não deve culpar o espelho. Por isso, dentro em breve haverá mais.

6 comentários:

Marcelo Łukaczewski disse...

Senhor Milhazes, muito me deixa feliz saber, e compartilhar, de isenção jornalística. Cita fontes. Aponta documentos. Não emite opiniões descontextualizadas. Fico apenas ressentido que quando se trata do Camarada Stalin, o comportamento é diferente. Cacete puro. Opiniões desarrazoadas. Ausência de fontes fidedignas. Etc. etc. Tudo para destilar um cipoal de impropérios contra o comandante da Revolução Proletária e seus abnegados seguidores.

Marcelo Łukaczewski

Cristina disse...

Meu Deus! Não sabia que ainda havia pessoas no mundo, como Marcelo, que pudessem pronunciar tais palavras! Você sabe ao menos o que foi o inferno da sua amada revolução proletária russa? Acaso viveu os horrores da guerra civil, o desespero de filhos verem morrer os pais, de pais verem partir os filhos para nunca mais os verem? De famílias inteiras dizimadas, de casas destruídas e roubadas, de vidas destruídas? Como pode você admirar uma coisa tal? Como pode você dizer-se homem e defender uma tal tragédia?

Anónimo disse...

Não se intimide, Milhazes. ]


Aqui no Brasil a coisa é ainda pior. Jornalistas que ousam apontar os crimes cometidos por determinados grupos ideológicos são ameaçados e caluniados seguidamente.


Os que denunciam os crimes e as desonestidades do governo Lula sofrem ainda mais.

Pippo disse...

Ao jornalista, ao historiador e ao comentador sério nada mais cabe do que discutir séria e honestamente os factos. O que está para além disso é palha.
Continue com o bom trabalho.

Ab,

José Costa disse...

Caro Jose Milhazes, dois dos pensamentos de Gandhi,servem de suporte aos que lutam para que a verdade seja revelada por muito que outros queiram que a mesma permaneça escondida e os factos deturpados para se adquarem à sua (deles) verdade!« Satyagraha - a força do espírito - não depende do número (dos que nos atacam ou pretendam deturpar a realidade dos factos; depende do grau de firmeza (com que os enfrentamos)». «Satyagraha e Ahimsa são como duas faces da mesma medalha, ou melhor, como as duas cades de um pequeno disco de metal liso e sem incisões. Quem poderá dizer qual é a certa? A não-violência é o meio. A Verdade, o fim. Que a verdade seja sempre o meio utilizado para derrotar quem a pretende modificar. O que você denuncia e especialmente o que em Paris foi acordado no ano de 1973, entre a URSS (que financiou a "revolução de Abril"e os traidores portugueses a saber: Acção Socialista (futuro PS) com Mário Soares a chefiar a delegação, PCP com Álvaro Cunhal á frente do grupo, Militares desertores de Argel,como o Major Ervedosa que fazia dupla com Manuel Alegre aos microfones da Rádio Voz da Liberdade sedeada em Argel, insultando tanto o Delgado (igualmente exilado) como as tropas portuguesas que lutavam em África.O seu "trabalho" na rádio, ajudou a matar centenas de portugueses.Nessa reunião, em que Portugal foi vendido à URSS, também se encontravam os "católicos da Capela do Rato" e (Fundamental em todo o processo de traição) a Maçonaria!Caro Milhazes, será que através dos arquivos dos S. Secretos russos ou até nos arquivos da PIDE que continuam em Moscovo, não poderá escrever algo sobre este episódio fundamental (e seus intervenientes) para a compreensão desse período da história portuguesa?

Jose Milhazes disse...

Leitor José Costa, desconheço esse encontro e duvido que tenha ocorrido nesses moldes.