quarta-feira, maio 04, 2011

Blog do leitor (O que o Ocidente não entende sobre a Bielorrússia)


Texto de Eduard Lucas (editor internacional da revista Economist) traduzido e enviado pelo leitor António Campos: 

Os estereótipos são formas úteis de entender o mundo, salvo se o mundo não encaixar neles. Nos últimos 20 anos, das poucas vezes que se envolveram verdadeiramente com a Bielorrússia, as correntes de opinião externa tentaram enfiar este país de 10 milhões de habitantes em categoria após categoria.
Primeiro, na era de George W. Bush, o país formava parte do “núcleo eslavo” da União Soviética. Países tais como estados bálticos podiam querer separar-se de Moscovo, mas a Bielorrússia e a Ucrânia, leais e russificadas, alinhar-se-iam com o Kremlin. Errado.

Depois surgiu a presunção de que Minsk progrediria, tal como as outras “antigas repúblicas soviéticas”, através de recuperação económica, privatizações e do estabelecimento de um sistema político baseado na lei e na liberdade política. A Rússia, nesses dias felizes, era vista como um aliado nesta causa. O clima de esperança atingiu o seu auge na era de Stanislav Shushkevich, líder do país até 1994. A Bielorrússia livrou-se das suas armas nucleares, beneficiou de liberdade de imprensa, de um sistema político pluralista e uma política externa cautelosamente pró-ocidental. E não estava de todo afastada a sua eventual adesão à União Europeia – o país aparentava seguramente ter mais hipóteses para tal do que a Roménia e a Bulgária, países atrasados por comparação. Mais uma vez, um erro.

Tendo inicialmente encarado como positiva a eleição, em 1994, de Aleksander Lukashenka, uma figura política decisiva com um profundo enfoque no combate à corrupção, o Ocidente contemplou cada vez mais horrorizado um presidente que reorientou o país para leste, assinando acordo após acordo com a Rússia de Boris Yeltsin. Ganhou terreno a ideia de que a Bielorrússia, enquanto estado, poderia constituir um fenómeno temporário. A então nova união Rússia-Bielorrússia era fundamentalmente um projecto para desperdiçar tempo e dinheiro, servindo funcionários corruptos, uma vez que beneficiava de um orçamento razoável, de ausência de responsabilização e do direito de conceder úteis isenções alfandegárias. No entanto, parecia para muitos inevitável que o pendor fortemente pan-eslavo e pró-russo de Lukashenka levaria o país a fazer parte de uma nova confederação dirigida pelo Kremlin, que incluiria no futuro outras anomalias pró-russas como a Transdniestria, um pedaço secessionista da Moldávia, ou os dois enclaves separatistas da Geórgia, apoiados pelos russos.
Também isto estava errado. Lukashenka namorava com a ideia de ser um actor principal, bem como com a perspectiva de se tornar um grande peixe num grande lago, em vez de ser simplesmente o patrão de uma pequena poça. Iniciou uma série de comícios e discursos nas províncias russas, que se pareciam mais com uma campanha eleitoral. Talvez se tornasse no novo líder da Rússia e da Bielorrússia, substituindo um Yeltsin cuja saúde se deteriorava? Hoje a ideia parece excêntrica, mas a verdade é que a mesma foi seriamente considerada no crepúsculo da era Yeltsin.

O estereótipo que adquiriu o rótulo de “protectorado do Kremlin” demonstrou ser igualmente falso. Lukashenka não se dava bem com Vladimir Putin, que não mostrava inclinação para gastar tempo e dinheiro a melhorar as relações com o boçal, volátil e bombástico líder bielorrusso. Longe de criar um super-estado, a União Rússia-Buelorrússia foi um fracasso em quase todos os aspectos práticos: não criou um mercado único de bens, serviços, capitais e pessoas e a tentativa de criar uma moeda única sofreu numerosos adiamentos embaraçosos. Tornou-se cada vez mais claro que a estabilidade económica tão valorizada pelos bielorrussos se baseava em gás russo a baixo preço, fornecido em troca de privilégios de acesso a pipelines e apoio geopolítico.

À medida que o clima repressivo na Bielorrússia se tornou mais duro, o Ocidente começou a considerar seriamente formas de derrubar Lukashenka. Como resultado, surgiram mais rótulos desfasados da realidade. O foco do apoio ocidental foi a oposição bielorrussa, uma mistura heterogénea de idealistas, gente que foi mas já não é, gente que nunca foi, vira-casacas, extremistas nacionalistas e excêntricos, que foram, para seu gáudio mas com poucos efeitos práticos, inundados de dinheiro, formação e propaganda de apoio. O objectivo de atirar dinheiro para um problema era o de replicar a experiência na Europa central nos anos 80: o dinheiro ajudou o Solidariedade a derrubar o comunismo na Polónia; As emissões de rádio demonstraram ser altamente eficazes na propagação da mensagem de liberdade às nações cativas. Decerto que tal combinação funcionaria na Bielorrússia?

Decorridos 15 anos, os resultados são embaraçosamente escassos. Nenhum dos líderes da oposição revelou ter o carisma e a credibilidade de um Lech Walesa ou de um Václav Havel. Em boa verdade, os oposicionistas travaram uma luta difícil contra um regime sórdido. No entanto, os dissidentes da era comunista conseguiram, mesmo assim, proezas impressionantes de organização e mobilização. Mas nada do género aconteceu na Bielorrússia.

Um estereótipo particularmente erróneo é combinar a hostilidade à autocracia e ao banditismo do regime com a questão, relacionada mas distinta, da identidade nacional bielorrussa. É certo que Lukashenka tratou a língua nacional nominal com um misto de negligência e desprezo, sendo também verdade que este facto conduziu ao estimular do interesse na questão. Por outro lado, a consciência étnica e nacional era efectivamente a força motriz de muitos combatentes pela liberdade nos estados bálticos: os países tinham sido ocupados pela União Soviética e os seus habitantes queriam-nos de volta. Este era um credo simples e apaixonado que se adaptava facilmente e em grande medida à mais ampla mensagem de democracia e de um retorno à Europa.

Porém, esta forma de pensar não é facilmente transplantável para a Bielorrússia, onde a língua nacional é uma força mais divisiva do que unificadora. Falado principalmente nas áreas rurais, com variações locais e altamente condicionada pelo legado da russificação, o bielorrusso não era condição necessária nem suficiente para que a oposição ganhasse tracção. No melhor dos casos revelou-se irrelevante. No pior, foi contraproducente.

Infelizmente, muitas das entidades externas que tentavam apoiar a causa bielorrussa seguiam uma tradição centrada em temas históricos, linguísticos e étnicos, encarando o derrube de Lukashenka como parte da luta pela libertação nacional, na qual a Bielorrússia retornaria às suas profundas raízes no Grão-Ducado da Lituânia, com uma forte identidade linguística e cultural. A ideia parecia atraente, mas para a maioria dos cidadãos bielorrussos, é um conceito distante, no melhor dos casos vagamente sedutor e, no pior, totalmente repelente. Uma analogia poderia ser a tentativa de induzir mudanças políticas na Louisiana, utilizando um enfoque baseado essencialmente na língua e nas tradições Cajun.

Desta forma, mais um estereótipo caiu por terra. A Bielorrússia não era uma ditadura pronta a cair às mãos de uma oposição patriótica pró-ocidental, numa revolução colorida nas linhas do que pareceu funcionar tão bem na Geórgia, no Quirguistão, na Roménia e na Ucrânia (em retrospectiva, todos esses ganhos parecem ser agora um pouco menos simples e maravilhosos do que aparentavam quando tais revoluções ocorreram).

Ao mesmo tempo, surgia outro estereótipo, no qual a Bielorrússia era vítima de maquinações do Kremlin. A ideia era colocar o enfoque primeiro na geopolítica e depois na democracia. A nomenklatura bielorrussa estaria claramente farta da abordagem de mão pesada do Kremlin e apercebia-se dos falhanços do putinismo. Com a dose certa de persuasão, reconheceriam que os seus interesses económicos se centravam no Ocidente. Se fosse possível oferecer, a eles e a Lukashenka, o negócio ideal, decerto que o aceitariam. Este estereótipo foi construído com base na “Parceria Oriental”, a ideia de que a União Europeia deveria oferecer uma série especial de programas no domínio do comércio, vistos, modernização e estreitamento dos laços políticos aos seis países a oeste e a sul da Rússia: Arménia, Azerbaijão, Bielorrússia, Geórgia, Moldávia e Ucrânia.

Mais um erro. Os países da Parceria Oriental são extremamente diferentes no que toca às suas necessidades, objectivos e perspectivas. A Ucrânia considerou insultuoso ter sido misturada com pequenos países, enquanto que à Geórgia, ardentemente pró-ocidental, não agradou ser incluída num grupo de cinco países hesitantes, ou mesmo hostis aos valores da aliança euro-atlântica. Embora a Bielorrússia tenha cheirado as concessões e realizado algumas alterações cosméticas em contrapartida (fundamentalmente permitindo que a campanha presidencial tenha decorrido de forma justa quanto baste), o regime foi incapaz ou não teve vontade de ir até ao fim. O período pós-eleitoral trouxe consigo uma repressão sem precedentes, com dezenas de presos políticos atrás das grades, uma crise económica, com a moeda a cair a pique, e agora um misterioso e mortífero ataque no metro de Minsk, no qual 14 pessoas perderam a vida e dezenas ficaram feridas.

Não fazermos ideia de quem foram os autores do atentado bombista, ou de qual o significado do mesmo, constitui uma medida do falhanço da análise e do envolvimento ocidentais na Bielorrússia. Ter-se-á tratado de um genuíno ultraje terrorista, tal como as autoridades alegam? Se for o caso, não sabemos praticamente nada sobre o suposto grupo extremista que está aparentemente inclinado a atacar aleatoriamente com efeitos mortíferos. Terá sido o resultado de uma divisão no regime, em que um putativo grupo de linha-dura tenta assustar um grupo supostamente mais reformista, demonstrando a capacidade de espalhar a confusão? Talvez. O pouco que sabemos sobre as políticas internas dos círculos próximos do regime torna estas especulações num exercício estéril. Terá sido uma mensagem da Rússia? Se tiver sido o caso, qual o seu teor? A verdade é que os nossos conhecimentos da verdadeira natureza das relações Rússia-Bielorrússia são embaraçosamente limitados.

Seria fácil concluir este catálogo sombrio, cujas páginas estão manchadas de ignorância, credulidade, expectativas pouco fundamentadas, cinismo e egoísmo ocidentais, oferecendo um simples manifesto para o sucesso. Tentámos quase tudo, por vezes repetidamente, mas nada funcionou. A primeira parte de uma solução passará por uma dose de humildade do lado do Ocidente. A segunda passa por ter uma perspectiva clara da Bielorrússia como o país que é, e não o que gostaríamos que fosse. Com grande probabilidade, a Bielorrússia não se presta a remendos rápidos. A combinação de uma fraca identidade nacional (a Bielorrússia como país independente durou alguns meses em 1918), de sofrimento na guerra (pior do que em qualquer país, ao qual o professor de Yale Timothy Snyder chamou as “terras sangrentas”) e da intensa sovietização criou um legado cultural e mental específico. Uma das suas características mais marcantes é a aversão ao risco, sendo outra a desconfiança das instituições. Uma terceira é a hostilidade à interferência externa. A abordagem de Lukashenka de patrão paternal, estabilidade superficial e paranóia ajusta-se perfeitamente a essa conjuntura.

A nossa melhor hipótese de sucesso passa pelo empreendimento de um esforço de longo prazo para mudar a realidade da vida na Bielorrússia, através de acções económicas e humanas, combinadas com penalidades enfocadas nas altas esferas do regime responsáveis pelos espancamentos, encarceramentos e desaparecimentos. O maior sucesso na última década foi totalmente alheio à influência dos políticos ocidentais: tratou-se da reorientação do comércio externo bielorrusso de leste para oeste. Actualmente, o maior parceiro para as exportações do país é a UE, não a Rússia.

Os efeitos no longo prazo desta reorientação são profundos, implicando que os gestores bielorrussos têm que aprender línguas europeias, viajar para a Europa e estabelecer contactos empresariais com os seus congéneres deste lado, expondo-os ao sistema capitalista ocidental, baseado na lei, que contrasta profundamente com o clientelismo, corrupção e arbitrariedade dos negócios com a Rússia. A imposição de sanções económicas amplas e profundas, embora constitua para nós um gesto gratificante, pouco fará para obter a libertação dos presos políticos. Além disso, é altamente improvável que a UE siga os Estados Unidos nesse aspecto. Por vezes, as sanções funcionam. Mas no caso da Bielorrússia, o resultado seria provavelmente a sua “zimbabweficação”: o regime entrincheirar-se-ia, gerando paranóia e isolamento, e dando à Rússia meios poderosos de fazer avançar os seus interesses.

Em vez disso, deveríamos promover o comércio e outras formas de actividade económica. Uma acção radical seria traduzir o livro de regras da UE para russo. Deveríamos também tornar tão barato e fácil quanto possível que os bielorrussos pudessem estudar no Ocidente, por intermédio da implementação de um programa de bolsas. A corrupção na educação universitária é um problema grave na Bielorrússia, pelo que muitos estudantes seriam receptivos a melhores opções. Uma condição central para esse programa seria a de que os candidatos, tal como acontece com o programa Fullbright, teriam que retornar à Bielorrússia uma vez terminados os estudos e lá permanecer durante um certo número de anos.

O resultado deste envolvimento activo seria uma europeização firme da Bielorrússia, que contrariaria a influência maligna do regime e alteraria o clima mental e moral ao ponto de fazer com que a lei e a liberdade política pareçam naturais, em vez de bizarros conceitos estrangeiros.

A outra parte desta estratégia passaria por penalizar o regime com sanções financeiras e afectando a sua liberdade de movimentos. A proibição da emissão de vistos para os responsáveis directos da repressão política impedi-los-ia (e aos membros das suas famílias) de fazer compras, estudar e fazer férias no Ocidente. Esta medida afectá-los-ia, tal como um aperto nas suas carteiras o faria. É sabido pela comunidade de espionagem ocidental que alguns dos membros séniores do regime têm avultados investimentos no Ocidente, nomeadamente na Áustria. Estes bens são o resultado de roubos sistemáticos ao povo bielorrusso e deverão ser sujeitos a investigações sobre branqueamento de capitais. OS bancos subjacentes a estas transacções têm vindo a lucrar com negócios ilegais. Se continuarem a fazê-lo, terão que aceitar a perda das suas licenças bancárias nos Estados Unidos. Confrontados com estas escolhas, é muito provável que larguem os seus clientes bielorrussos mais rapidamente do que leva a dizer Wienerschnitzel. O objectivo desta política deverá ser altamente específico: a libertação dos presos políticos. Uma vez atingido, todo o tipo de sanções deverá cessar, com vista a permitir o máximo impacto das acções económicas. É certo que tal envolve a politização do que deveriam ser decisões neutras por parte das autoridades judiciais e de supervisão financeira. Mas se ajudar a tirar Sannikov e os seus congéneres da cadeia, valerá a pena fazê-lo.

Os benefícios no longo prazo de um envolvimento económico com a Bielorrússia não são um dado adquirido. Poderão entrincheirar o regime, tornando-o mais rico e mais estável. Seja como for, face a um cenário de 20 anos de políticas fracassadas noutros aspectos, esta abordagem tira partido do único caso de sucesso, que foi a reorientação do comércio. Acredito que vale a pena tentar.

61 comentários:

Gilberto Mucio disse...

Lukshenko não é flor que se cheire e nem eu gosto dele, mas quais as forças políticas viáveis alternativas a ele?

Os liberais pró-Ocidente? Esses já destruíram as economias dos países Bálticos.

Farão o mesmo com a Bielo-Rússia, com o agravante dessa não fazer parte da UE?

A Bielo-Rússia, quer queira ou quer não, é uma economia de base industrial, e tem algo a perder.

Tem um parque produtivo maior que Portugal, por exemplo.

Gostem ou não.

Uma condição sine qua non para uma aproximação com o Ocidente é - óbvio - a sua desindustrialização e o aumento(ainda mais, pois já possui certa dependência) da dependência externa.

É isso que querem? Se não, qual a alternativa que propõem?

Não existe almoço de graça. Vamos parar com essa demoagogia!

Ninguém(FMI; UE; Ocidente e o Capital de forma geral) quer "ajudar Bielo-Rússia, "o bem da Bielo-Rússia" coisíssima nenhuma.

Querem é aprofundar o processo de colonização da mesma.

anónimo_russo disse...

"Blogger Gilberto Mucio disse...

Lukshenko não é flor que se cheire e nem eu gosto dele, mas quais as forças políticas viáveis alternativas a ele?

Os liberais pró-Ocidente? Esses já destruíram as economias dos países Bálticos.

Farão o mesmo com a Bielo-Rússia, com o agravante dessa não fazer parte da UE?

A Bielo-Rússia, quer queira ou quer não, é uma economia de base industrial, e tem algo a perder.

Tem um parque produtivo maior que Portugal, por exemplo.

Gostem ou não.

Uma condição sine qua non para uma aproximação com o Ocidente é - óbvio - a sua desindustrialização e o aumento(ainda mais, pois já possui certa dependência) da dependência externa.

É isso que querem? Se não, qual a alternativa que propõem?

Não existe almoço de graça."


Exato. Que primeiro terminem de construir a felicidade dos iraquianos e dos libios, e só depois vão a Belorússia. Acho que belorussos próprios são capazes cuidar do seu futuro, têm a sua própria cabeça.

Anónimo disse...

"A Rússia, nesses dias felizes,"

Nesses dias felizes?

Só pode estar a brincar.
Quando os russos e bielorussos passavam fome, viam os seus países a serem destruídos e eram obrigados a prostituirem as suas filhas.

Felizes para quem?

António disse...

Gilberto, toda a gente gosta de meter as culpas nos outros (especialmente a Europa e os Estados Unidos) quando há problemas. Mas quando se fazem as coisas como devem ser feitas, há resultados. Por exemplo, a Estónia, que cresceu, tal como a Espanha, à custa de uma bolha na construção e sofreu durmente com a crise de 2008, está de novo a crescer, porque foi, ao contrário desta, rápida a reorientar a sua produção industrial para as exportações, que estão a disparar. Aliás, todas as economias bálticas estão agora a crescer e não houve desindustrialização nenhuma. Muito pelo contrário. E isto com elevados índices de corrupção e desnorte financeiro estatal, especialmente na Letónia e na Lituânia.

Isto tudo apesar de um chorrilho de decisões financeiras desastrosas financeiras por parte dos governos daqueles países, muito à semelhança do que aconteceu em Portugal, onde o primeiro ministro insiste também em pôr as culpas da calamidade em que o país se encontra na crise internacional e no "colapso do neoliberalismo". Mas só ele é que ainda acredita nisso.

Para não falar na Polónia, que continua a fazer as coisas como deve ser e atravessou a crise virtualmente intocada, continuando a crescer como se nada tivesse acontecido no mundo.

António Campos

Orlov do Orkut disse...

Oh Mucio, sou eu, o Orlov. Tu pensas que o Blog do Dr Milhazes é igual a comunidade de geopolítica do Orkut?! Agora queres defender o Lukashenko (!?) e soltar pérolas sobre economia.

Fique longe da águinha, coleguinha.

Cumprimentos!

Jose Milhazes disse...

Caros, penso que se trata de uma análise muito realista da política ocidental face à Bielorrússia.
Gilberto, acho a sua análise muito tendenciosa. Os países bálticos estão em situações diferentes. A Estónia está a avançar bem no meio da crise.
E concordo com o António quando apresenta o exemplo da Polónia, de alta importância para os partidos da região.
O mundo ainda não chegou ao ponto de não ter alternativas a loucos como Lukachenko.
Se a Rússia não conceder empréstimos urgentes a Minsk, a economia bielorrussa pode ruir como um baralho de cartas.

Gilberto Mucio disse...

Caros António e Milhazes, que história é essa da Estônia estar em boa situação?

Vamos deixar de lenga-lenga e vamos aos fatos:

O PIB da Estônia DESPENCOU 14% em 2009. O desemprego está em quase ABERRANTES 20% e está aumentando, só tende a aumentar. Não se engane, o país vai explodir.

Com a entrada à Zona do Euro, a situação social tente a piorar com o aumento do custo de vida.

A Bielo-Rússia, em plena crise, cresceu e foi de vento em popa,cresceu impressionantes 10%. O maior de toda Europa e isso você não fala, não é mesmo?

O desemprego não chega a 1%, um dos menores do mundo. Impressionante, não?

Sem falar nos outros Bálticos, que hipotecaram suas economias e seus futuros. Taxas de desemprego CATASTRÓFICAS beirando 20%. Vou com frequência à Letônia e sei do caos social e a falta de perspectivas pela qual passa a juventude do país.

O país virou uma cidade-fantasma.

E não se enganem, não tem volta. Ainda não chegaram ao fundo do poço, falta muito ainda.

A entrada a UE no primeiro momento trouxe ilusão a esses países. Mas não imaginavam que estavam vendendo a alma ao diabo, e agora ele veio cobrar. perdeu-se as rédeas de seus economias, possibilidade de políticas cambiais, soberania inexiste... etc.

Enfim...

--

Caro, Milhazes, dizer que minha análise é tendenciosa não é argumento. Quero ver confrontar os fatos com números.

--

Agora em tempos de crises, o capital, mais do que nunca, precisa se expandir. E em relação a Bielo-Rússia, Lukashenko não é o homem certo para isso. E não é porque ele é bonzinho, ou patriota. Nada disso. É porque ele representa um setor das oligarquias/burguesia/burocracia nacionais que tem a perder com isso.

Gilberto Mucio disse...

Enquanto países como Portugal têm uma "indústria"(não dá nem pra chamar isso de indústria. Isso é artesanato) baseada em rolha de garrafa, cerâmica, azulejo... coisas do tipo, que nem chegou ainda na revolução industrial do sec XVIII...

A Bielo-rússia produz e exporta tratores, máquinas industriais, carros, caminhões, indústria pesada, etc.

Por isso que -- em vez de se humilhar pedindo esmolas ao FMI -- o país cresce por volta de 10% ao ano e tem desemprego de 1%.

Tem setor produtivo.

Repito, ninguém quer "o bem da Bielo-rússia". Isso é demagogia.

Gilberto Mucio disse...

Corrigindo:

o PIB bielo-russo cresceu 10% em 2008, ano que estourou a crise, e não em 2009. Em 2009 se estagnou (-0,2%), e em 2010 voltou a ter um ótimo crescimento -- 7,6%.

Cristina disse...

Belo trabalho, António. O artigo é muito sistematizador e aponta uma conclusão clara, com a qual estou inteiramente de acordo. Aos três aspectos-chave referidos como determinantes ( fraca identidade nacional, sofrimento na guerra e intensa sovietização) eu juntaria outro: a própria figura " boçal, volátil e bombástica" de Lukachenko, que com a sua ditadura e repressão tem feito manter a mentalidade bielorrussa numa passividade e dependência alarmantes. Sem ele, não tenho dúvidas que o país seria hoje muito diferente.

Jose Milhazes disse...

Caro Gilberto, vamos deixar de fazer ginástica com números. Você sabe que, neste momento, as importações estão paralisadas na Bielorrúsia por falta de moeda convertível, o que já levou à suspensão de 600 mil postos de trabalho.
Além disso, você sabe que o "milagre bielorrusso" só é possível graças ao gás e petróleo baratos da Rússia. E para onde é que a Bielorrússia exporta todos os seus tractores, autocarros, etc.? Para a Rússia, Venezuela, etc. A sua qualidade permite concorrer sem forte apoio do Estado?
Quanto à explosão na Estónia, espere sentado.
É verdade que se depositaram demasiadas esperanças na integração europeia, mas não espere que esses países venham a pedir a adesão à Federação da Rússia.

Cristina disse...

Caro Gilberto Mucio
Como parece gostar tanto do regime bielorrusso e até acha que em Portugal só se exportam rolhas de cortiça, leia esta reportagem de uma jornalista bielorrusa (que me desculpem os leitores que não sabem russo) e poderá tirar se calhar conclusões diferentes...

http://www.nv-online.info/by/167/printed/29911/%D0%9F%D0%BE-%D0%BC%D0%B0%D1%80%D1%88%D1%80%D1%83%D1%82%D0%B0%D0%BC-%D0%BA%D1%80%D0%B8%D0%B7%D0%B8%D1%81%D0%B0.htm

Gilberto Mucio disse...

Caro Milhazes,

Com certeza o melhor caminho não é a adesão à Rússia. Nada disso.

Acontece que quer queira quer não, a Bielo-rússia é parceira natural da Rússia, e a sua economia está muito integrada a esse país.

Você queria que não exportasse para a Rússia?

Quanto ao PIB Bielo-russo, aposto um dedinho que crescerá no mínimo o dobro que a média européia.

E que o desemprego não chega a 3%, o que para os padrões capitalistas quer dizer pleno emprego.

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Já sobre a Estônia, eu não preciso nem esperar -- nem sentado nem em pé.

Um país com desemprego de quase 20% já explodiu. E não nem a mínima moral para dar "aulas de governança" para ninguém.

O país já era. Seu parque industrial já era. A perspectivas de alguma melhora significativa é nulas.

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(Comentário abrangente, não somente sobre a Estônia)

A medida que a crise for se aprofundando(lenta e gradualmente), os países que mandam no bloco vão querer salvar suas economias, e garantir seus empregos. Os periféricos serão sacrificados.

Ps.: Daqui há 2 anos, conversemos sobre a situação polonesa e o desemprego por lá. Não precisa ser profeta para prever o óbvio. :)

anónimo_russo disse...

Blogger Jose Milhazes disse...


"Quanto à explosão na Estónia, espere sentado.
É verdade que se depositaram demasiadas esperanças na integração europeia, mas não espere que esses países venham a pedir a adesão à Federação da Rússia."


Pelo amor de deus... Esses veteranos da SS náo sáo bem vindos aqui. Ê melhor que vão lavar retretes algures na Irlanda ou Inglaterra.

Jose Milhazes disse...

Anónimo russo, é por si e por outros como você que esses países têm as relações que têm com a Rússia.

Gilberto Mucio disse...

Cara Cristina,

Artigo panfletário, que mistura truísmos com falácias.

pelo jeito, esses comunistas(stalinistas) de Portugal -- um dos mais idiotas do mundo, só perde para os do Brasil -- ficam puxando o saco de Lukashenko. Isso dá munição aos liberalóides.

Eu sou contra Lukashenko(jamais votaria nele) e sou ao mesmo tempo pragmático.

O que defendo é que um país sem economia nacional, dependente do capital estrangeiro, e sem parque produtivo... só tem a perder.

A alternativa liberal a Lukashenko -- que não tem nada de socialista, como alguns idiotas, de esquerda e de direita, gostam de rotular -- é uma alternativa catastrófica, que representa a aniquilação do país.

Ora... para receber investimentos estrangeiros, uma país precisa dar garantias de lucro ao investidor.

Essas garantias saem do velho pacote-básico do FMI que é a destruição do tecido social: Redução de investimentos em educação, precarização e privatização da saúde, aumento de idade mínima para aposentadoria, diminuição de tempo de seguro-desemprego... e todas essas maravilhas.

Tudo isso ocorreu nos países Bálticos. Eles estão fu***** e não há mais de onde cortar.

E se paga por saúde na Letônia, ou morre. Ou se paga por educação superior ou não se educa. Adicione isso a 20% de desemprego e economia totalmente desnacionalizada, dependência total de investimento estrangeiro e falta de perspectivas profissionais.

Só resta uma alternativa: Emigração. Mas para onde? :)

anónimo_russo disse...

"Blogger Jose Milhazes disse...

Anónimo russo, é por si e por outros como você que esses países têm as relações que têm com a Rússia."


Eu não ocupei essas terras no passado. Mas dos veteranos da SS eu pessoalmente não gosto. E, francamente, desconfio que esses países não sejam os parceiros mais importantes da Rússia do ponto de vista do comercio externo. Sobreviveremos.

Maquiavel disse...

Caro Milhazes, näo fale muito da Estónia... Tallinn vive do turismo (alcoólico) finlandês e algum sueco, sair do centro histórico é uma aventura,parece mesmo que estamos... na Rússia!

Tive o (des)prazer de percorrer a Estónia de carro, à espera de ver o tal milagre... aparte Pärnu, vi foi esqueletos de fábricas e unidades agrícolas, tractores ferrugentos do tempo da URSS... as únicas coisas a serem arranjadas tinham placard enormes a dizer que o dinheiro era da UE. Fiquei pasmado.

Para näo falar de que 30% dos estonianos näo contam para as estatísticas.
Entraram no Euro em Janeiro, após grandes cortes nos serviços sociais (nem sei se algum ficou de pé), e já se queixam da carestia de vida. Nem sabem o que os espera.

Francisco Lucrécio disse...

Que se saiba a Bielorrussia não vende apenas maquinaria para a Rússia e Venezuela. Até porque está entre os oito maiores construtores de máquinas do mundo, a par da Catarpilar, Komatsu, Volvo, Liebiherr.

Construiu (ou está) uma fábrica de tratores em Goiás no Brasil que é considerada das maiores do mundo. O Brasil é alguma Républica das bananas que aceite receber lixo?


Por outro lado as pessoas antes de fazerem afirmações descabidas deviam comprová-las.

Qual é a dinâmica neste momento das economias das Republicas Bálticas?

É zero, estão a afundar-se, assim como toda a C E, exceto a Alemanha.

Quanto à Polónia. Deviam de saber fazer uso da honestidade para dizer que o chamado "dinamismo" da economia Polaco reverte quase na sua totalidade para o crescimento do PIB Alemão ( e não só da Polónia). Isto porque antes da entrada desses países na CE, a Alemanha tinha um déficite nas trocas comerciais com os restantes países da Europa, a partir daí passou a ter um excedente comercial, graças ao controle que passou a exercer sobre as economias desses paises.


Ainda sobre a Bielorrússia. Nós sabemos que era muito agradável aos pilotos da NATO avistarem a paisagem Russa lá do alto.

E umas quantas baterias de misseis patriots instaladas junto à fronteira apontadas a Moscovo isso seria o ideal.


Esperar sentados podem continuar aqueles que pensam que as riquezas da Bielorrussia vão estar à disposição do apetite canino dos grandes grupos económico/financeiros.


Portugal, a Irlanda a Grécia, Espanha muito em breve, e ++++++++ espelham muito bem a catástrofe económica e social que se está abater sobre os mais pobres da CE.



E de que modo foram espatifados centenas de milhares de milhões de € com as dividas contraídas por estes países? O resgate de Espanha pode atingir os 400 Mil Milhões.


É isso que pretendem para o povo Bielorrusso?

anónimo_russo disse...

"Ainda sobre a Bielorrússia. Nós sabemos que era muito agradável aos pilotos da NATO avistarem a paisagem Russa lá do alto.

E umas quantas baterias de misseis patriots instaladas junto à fronteira apontadas a Moscovo isso seria o ideal."


Exato. De novo existe aqui interesse politico, padróes duplos etc. Ninguem no mundo da politica internacional não ajuda outros de graça e todos esses gritos sobre a "ditadura" e o desejo de ajudar coitado povo belorusso são falsos, como sempre.

Sergei Korolev disse...

Amigos, tanto Lukashenko quanto Putin e Medvedev são governantes no minimo mediocres.A verdade é que não é consebivel que a "desitegração" da União Sovietica dure mais 20 anos.
O que falo aqui parece loucura, eu sei, mas o fim da União tambem parewceria em julho de 88, não é verdade?
A União caiu pelos fracassos da burocracia estatal criada por Stalin e e mantida pelos governtes da era pós Nikita Kruchev.
Não sou um fan de Gorbatchov, mas procuro analizar as coisas com a justiça que minhas limitações morais e intelectuais me permitem.
Gorbatchov tentou tirar a União do hiato que havia entrado na decada de 70, ele não soube faze-lo, não soube indetifica seus reais oponentes, foi tolo como uma criançae ,no final, vitimado pela sua tolice.
Quem ,de fato, acabou com a união foi boris Yeltisin, ele declarou a independencia da Republica Russa frente a União sovietica, um estrategema para esvaziar o poder de Gorbartchev, deu certo....para esse fim...talvez esperava tomar o controle das outras republicas, mas isso nós nunca saberemos.
Hoje o que sinto , talvez em erro talvez não, é que a unica saida seria a boa e velha invasão de conquista, uma solução no minimo sangrenta...no minimo....siceramente gostaria de ver a "união" de volta, muito embora saiba quem quem controla hoje a Russia seja a mesma e velha Nomeklatura de antes.
Certamente NINGUEM, se oporia de verdade a Russia neste sentido, assim como ocorreu na Georgia e ocorreria mesmo que fosse a Ucrania a ser "vitimizada".

António disse...

É sempre muito engraçado ver o enxame de génios financeiros a comentar no blog do José Milhazes. Mas infelizmente, debater a economia de um país requer muito mais do que as habituais conversas sobre futebol para que saiam algumas ideias de jeito.

Factos:

1.A parte de leão da economia bielorrussa está nas mãos do estado (80% das empresas industriais são estatais), pelo que manter um nível de desemprego reduzido é necessariamente uma decisão política artificial e de forma nenhuma um indicador do estado da economia; e é uma decisão insustentável, porque custa muito dinheiro que a economia não gera, pelo que é preciso ir buscá-lo a outro lado, como está efectivamente a acontecer.

2.O crescimento económico da Bielorrússia é uma ilusão: tudo é artificial. Pouco competitiva e mantida à tona por aquisição de petróleo e gás russos a preços subsidiados durante anos e a sua reexportação a preços dos mercados internacionais, quando a Rússia resolveu fechar a torneira, todas as suas fraquezas ficaram expostas. Aliás, o desaparecimento das reservas de moeda estrangeira demonstram isso perfeitamente. As fábricas estatais continuam a produzir coisas que ninguém compra, gastando nisso as reservas do país, e não entram divisas em contrapartida. As reservas de moeda estrangeira disponíveis neste momento (1,3 mil milhões de dólares) mal dão para um mês de importações. O anunciado crescimento PIB, que parece muito bonito quando considerado isoladamente, cai por terra quando nos apercebemos que a realidade é que o mesmo tem sido artificialmente bombeado por um aumento em flecha da dívida externa e na acumulação de stocks de bens que ninguém quer comprar. Não me venham então cá com a habitual patranha da fábrica de tractores. Olhem mas é para a balança das transacções correntes e o estado das reservas de divisas. Essas, sim, reais, contam a verdadeira história da economia bielorrussa.

3.Para a Bielorrússia, é o colapso, só evitável no curto prazo com mais e mais endividamento externo. Quando a mama acabar, ou se tornam num satélite da Rússia ou terão que começar a privatizar e a reestruturar as empresas do estado, o que criará obviamente desemprego em massa. E lá se vão os milagrosos 1% de desemprego pelo cano abaixo. E isto está por meses.

António Campos

Sergei Korolev disse...

"Ninguem no mundo da politica internacional não ajuda outros de graça e todos esses gritos sobre a "ditadura" e o desejo de ajudar coitado povo belorusso são falsos, como sempre."

absoluta verdade, alguem ae reparou na diferença de tratamento dado ao Bahein e a Libia?
alguem ae acredita mesmo em cruzada pela democracia?

Boris Babur disse...

"Quanto à Polónia. Deviam de saber fazer uso da honestidade para dizer que o chamado "dinamismo" da economia Polaco reverte quase na sua totalidade para o crescimento do PIB Alemão ( e não só da Polónia)."

Total desconhecimento da economia polaca. Estou vivendo em Varsóvia faz 4 anos e a maior parte das grandes empresas do país tem quase total capital polaco, exemplo: pkn orlen, PGNiG, kulczyk cia, etc etc. Esse é um dos motivos deles não sofrerem com a crise. Esqueceu que a Alemanha caiu mais de 4% por dois anos seguidos e os polacos crescerem nesse período. A Economia polaca é diferente do resto do Centro e Leste da Europa. Seu grau de dependência externo é muito menor que de Portugal, por exemplo. A história da dominância da Alemanha no Centro da europa vem desde da queda do comunismo...a esquerda adora falar desse assunto. Mas se você observar bem, países como Grécia, Irlanda, Espanha, etc são bem mais dependentes da Alemanha.
Só pra comparar, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) atual de Portugal é o mesmo da Polônia nesse ano, apesar dos 50 anos de atraso do comunismo.

Marta disse...

Parem de falar besteira sodre a bielorússia. Se o país estivesse tão bem, não teria quase 1000 pedidos diários para trabalhar nas construções de Varsóvia. Isso contanto que a Polónia não é dos países mais ricos da Europa. E, pessoalmente, não acredito em dados sociais e econômicos fornecidos por ditaduras, tanto de esquerda quanto de direita. Se em democracias ´podem ser manipulados, imaginem em ditaduras. Ou esqueceram que o governo da Albânia, na década de 80, mostrava indicadores sociais comparáveis à Suécia e Noruega???

Sérgio disse...

Faz 10 anos que ouço que a economia da Polónia vai desabar, enquanto isso eles continuam fortes e crescendo e os portugas só reclamando e lamentando. Fazendo o joguinho dessas esquerdas arcaicas e podres.

TâniaSL disse...

Pessoal louco mesmo. A Biolorússia é mais pobre que a Sérvia, Bulgária, Romênia, México e todos os bálticos!!!

Olhem o IDH desse ano:
Lithuania 0.783
Chile 0.783
Argentina 0.775
Kuwait 0.771
Latvia 0.769
Montenegro 0.769 Romania 0.767 Croatia 0.767
Uruguay 0.765
Libya 0.755 Panama 0.755
Saudi Arabia 0.752 Mexico 0.750 Malaysia 0.744 Bulgaria 0.743 Trinidad and Tobago 0.736
Serbia 0.735 Belarus 0.732
Costa Rica 0.725 Peru 0.723
Albania 0.719


Só estou esperando quem vai ser o primeiro da dizer que isso são dados fornecidos pelo "imperialismo" hehehe

Flavião disse...

Quanta desinformação Lucrécio, você coloca todos os países do Leste Europeu no mesmo saco. Só pra te contrariar, o maior investidor na Polónia é a França não a Alemanha. E a balança comercial com a Alemanha é positiva pra Polónia faz 5 anos. Inclusive, eles vão crescer de 4-5% esse ano e entre 7-9% ano que vem.

Gilberto Mucio disse...

aA balança comercial com Alemanha é positiva para Polônia porque as fábricas que lá produzem são alemãs, ora bolas. Não é a Polônia que vende para Alemanha, mas empresas alemãs.

A medida que a crise por se aprofundando, esses países serão sacrificados. Fechar-se-ão plantes alemãs nesse país, e o desemprego aumentará.

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No Mais, a Bielo-Rússia sempre foi um dos países proporcionalmente menos industrializados do Leste, Talvez rivalizasse com a Moldávia.

E os Bálticos e mesmo a Polônia, países ultra-industrializados.

julio Brasileiro disse...

"aA balança comercial com Alemanha é positiva para Polônia porque as fábricas que lá produzem são alemãs, ora bolas. Não é a Polônia que vende para Alemanha, mas empresas alemãs."

Deixa de ser ignorante meu amigo. Vai te informar...a maioria das fábrica e empresas maiores na Polónia são polacas...sem capital alemão. Os maiores empregadores na Polônia são empresas médias e grandes polacas. Não fale do que não entende. Só porque seu país (Portugal) faz merda não quer dizer que todos fazem. Vai te informar.

Marta disse...

Gilberto,

que eu saiba as maiores empresas na Polônia são polonesas não alemãs. Isso são esteriótipos que servem pra Portugal, não pra outros.

carlos disse...

Portuga faz droga com sua economia e fala mal dos que fazem bem (Polonia). vi agora que a renda per capita dos poloneses tá quase igual dos portugas, apesar das décadas de comunismo, sem dizer que o IDH já é igual. portugal é um país fracassado mesmo, sem jeito. Abandonem esse país, ou deixem ele pra Espanha.

Juarez de Varsóvia disse...

Ora bolas nada gilberto, vc mostra ser um desconhecedor das economias do leste...acha que tudo é a mesma coisa. Na polonia, as maiores empresas e maiores empregadores são de capital polaco. Ex: PKN Orlen, a maior empresa da Europa Central com tentáculos em vários países como Lituânia, Rep. tcheca, romênia, etc.

Gilberto Mucio disse...

Ora, quero saber que empresas polonesas são essas.

Vocês poderiam listar?

O que eu afirmo que é tudo capital alemão.

Anónimo disse...

E agora, sr Campos? vai defender os brasileiros que odeiam Portugal?

Maquiavel disse...

Mmm... sendo a Polónia essa potência económica, porque haveräo tantos polacos no Reino Unido, Alemanha, França... e parece que agora vêm mais ainda, que a fronteira alemä para os trabalhadores estrangeiros do Leste abriu finalmente a 1 de Maio!

A Polónia teve 50 anos de "comunismo" que quis industrializou o país, Portugal teve 40 anos de fascismo retrógrado que impediu activamente a industrializaçäo.

A Polónia tem ao lado o motor industrial da Europa, que compra as tais empresas "de capital polaco" e as faz produzir para toda a Europa, muitas vezes com a etiqueta de marca alemä (até morangos polacos säo "alemäes"); Portugal tem ao lado... a Espanha.

Eles estäo melhor? Demorou foi 20 anos... grande vitória uiui!

A PKN Orlen é empresa de Bolsa, deve mesmo ser só capital polaco.
A Biedronka também deve ter capital polaco.

Ah, mas eu e o Múcio somos parvos, e vocêsé que säo génios!

Francisco Lucrecio disse...

Não me predisponho em participar em contos de fadas.

Umas quantas perguntas.

O que foi feito do gigantesco complexo metalurgico Ursos? Qual a marca que aparecem hoje no mercado os seus produtos? Ou será que fechou mesmo?

Os estaleiros de Gdanski?

As fábricas de máquinas ferramentas WWP?

O que encontro hoje no mercado made in Polónia são, as lâmpadas Osran e Phillips, eletrodomesticos Wirlpool,Siemens, Bosh, Electrolux. Compressores para frigorificos Danfoss, Bock, Blitzer. Peças Volkswagen, GM, Pegeout. Genuinamente Polaco não aparece nada aqui por estas bandas.


Essas pessoas que dizem conhecer muito bem a realidade Polaca, façam o favor de indicar o que a Polónia produz hoje de seu.

Nessa altura aceito os vossos argumentos, até lá mantenho as minhas duvidas sobre a veracidade daquilo que dizem.

Obrigado

Francisco Lucrecio disse...

Sobre a Bielorrússia e contestação à intervenção do Estado.

Desejo saber se por o Estado Chinês controlar os setores chaves da economia impediu que o país cresce-se sempre acima dos dois digitos. Ou que passa-se a ser o maior exportador mundial.

Ou a Europa não foi sempre mais prospera enquanto o Estado manteve o controlo maioritário nas empresas mais lucrativas?

Não foi durante essas quatro décadas que ofereceu melhores condições sociais aos seus cidadãos?

Analisem bem o estoiro que as economias e o bem estar social deram depois do liberalismo ter começado a dominar tudo selvaticamente.

Iniciado com a Senhora Tatcher.

Anónimo disse...

Más notícias para a Polónia

http://www.energy-daily.com/reports/Merkel_Nord_Stream_deals_good_for_Poland_999.html

Gilberto Mucio disse...

«O que encontro hoje no mercado made in Polónia são, as lâmpadas Osran e Phillips, eletrodomesticos Wirlpool,Siemens, Bosh, Electrolux. Compressores para frigorificos Danfoss, Bock, Blitzer. Peças Volkswagen, GM, Pegeout. Genuinamente Polaco não aparece nada aqui por estas bandas.»

É isso, caro Francisco.

A Polônia praticamente não tem mais indústrias nacionais.

Só indústrias estrangeiras que usam a mão de obra mais barata do país para produzir.

E a medida que a crise for se aprofundando, não pensarão 2 vezes antes de diminuir empregos e plantas nessas colônias.

Só que antes disso, diminuirão os encargos sociais dos trabalhadores desses países(das colônias).

António disse...

Pois, vamos esquecer empresas como a Elektrim, a Asseco, a Comarch, a multinacional Ericpol Telecom, a Sygnity, a Orbis, a Polsat, a Solaris Bus & Coach (sabiam que a maioria dos autocarros a circular em Berlim são Solaris?), a Fablok, a LOT, a PGNiG, as refinarias PKN Orlen, que controla 10% da distribuição de combustíveis na Alemanha e domina o mercado do fabrico de combustíveis na Lituânia, a PSE, a LOTOS, a Kompania Weglowa, a maior empresa mineira de carvão da Europa, a KGHM Polska Miedz, a Melex, a Gino Rossi, a Kulkzyk Holding, a PESA, a Bumar Holding, a PZL, a Chopin, a Hevelius, a Warka, a Belvedere Vodka, a Zubrowka, o Bank Pekao, a Cersanit, a INCO Veritas e milhares de outras…

E na realidade, até parece que a atracção do investimento directo estrangeiro costuma ser uma coisa má para um país. Aumenta a capacidade produtiva, gera milhares de empregos, dá formação, promove a investigação e o desenvolvimento e transfere tecnologias. E os impostos são pagos no país onde o investimento é realizado. É tão mau que os até os russos, a epítome do chauvinismo nacionalista (e até o Lukashenka, coitado…claro que esse chauvinismo aparentemente palerma é todo para consumo interno dos idiotas úteis do mito da “soberania”) se estão a desunhar em manobras de charme para o atrair e não conseguem pevas porque por mais que se torçam ninguém no seu juízo perfeito quer investir nestes países.

Mas os polacos não são parvos. E é por isso que se estão a sair bastante bem, tentando atrair todo o investimento estrangeiro que podem. E os resultados estão à vista e deveriam ser um exemplo a seguir por muita gente.

António Campos

anónimo_russo disse...

"É tão mau que os até os russos, a epítome do chauvinismo nacionalista (e até o Lukashenka, coitado…claro que esse chauvinismo aparentemente palerma é todo para consumo interno dos idiotas úteis do mito da “soberania”) se estão a desunhar em manobras de charme para o atrair e não conseguem pevas porque por mais que se torçam ninguém no seu juízo perfeito quer investir nestes países"


Algum trauma psicologico provocado por algum dos russos?
Claro que há investimentos estrangeiros na Rússia, basta ver o setor da produção de automoveis, se não me engano.

Francisco Lucrécio disse...

Com esta informação fico devidamente esclarecido.

Afinal o que está a acontecer com a economia Polaca, não é desenvolvimento, é um milagre, na medida em que está em contra corrente com tudo aquilo que se passa no resto da Europa, onde as nações mais poderosas têm vindo a dominar avassaladoramente as menos desenvolvidas, nem a Espanha se livrou a essa dura prova, e a Suécia em menor grau mas também foi afetada (em particular na industria automovel).

Mas como não há regra sem exceção, a Polónia é a anti-regra.


Não se cuide a Senhora Merkel que daqui a nada vê a Alemanha colonizada por a sua arqui-rival Polónia.

Eu também quando viajo pela Europa encontro carros Skoda, Dácia, Seat em todo o lado, mas será que as fábricas são propriedade dos paises que lhe dão a marca? Não serão Volkswagem, Renault.

A Mazda por ser fabricada no Japão, será mesmo Japonesa ou é Ford?

Por ultimo os capitais dessas empresas são mesmo Polacos ou são maioritáriamente transnacionais? A ser assim era a primeira vez na história da concorrência que uma economia embrionária com pouca expressão no mercado dominava outra altamente desensevolvida produtora de bens de alto valor acrescentado como é a Alemã desde há decadas.


Se como diz os Polacos não são parvos. E os Alemães são?

As trocas comerciais entre os dois países não são desfavoráveis à Polónia? Inclusivamente até com a Holanda Inglaterra.

A divida externa era em 2009 de $239 M Milhões, em 2010 escalou para os $252.900 M M.

No tocante à distribuição da riqueza prduzida (indice de GINI) a Polónia no 87º lugar.

O crescimento do PIB em 2010 foi de 3%. Em contrapartida o decite orçamental foi aprox. 8%.

Onde está o ganho?

Não são dados sacados de qualquer "pasquim" vermelhusco. Foram divulgados por o boletim da CIA World FactBook.


Não tente fazer dos outros parvos.

anónimo_russo disse...

"É tão mau que os até os russos, a epítome do chauvinismo nacionalista (e até o Lukashenka, coitado…claro que esse chauvinismo aparentemente palerma é todo para consumo interno dos idiotas úteis do mito da “soberania”)"


Parece, que é um dos passatempos prediletos de Putin aparecer nas festas de inauguração de alguma fabrica de Ford ou Renault recem-aberta na Rússia. Tambem gosta de falar publicamente da necessidade de investimentos para alguns setores da economia.
Informe-se melhor antes de falar ingenuidades sobre "consumo interno" etc.

Anónimo disse...

Sr Campos muito mais importante que tudo isso toda essa riqueza está a ser distribuida justamente ou acontece o normal que é a concentração apenas nuns poucos?

Joca disse...

Hahaha...ou é inveja da economia dos polacos ou é burrice mesmo. Gilberto, vá te informar bem direitinho e deixa de ser teimoso...parece aquelas velhas corocas que teimam em sua ignorância. Prove o que diz. Aliás, se for assim...Portugal inteiro é uma colônia espanhola. Ou pior por que existem tantos portugas na França e Luxemburgo?

Nunes disse...

bom agora se explica porque portugal nunca deslanchou e está nessa atual crise nos baseando no conhecimento em economia desses "portugas". Mas fiquem assim mesmo, nas teorias da conspiração, nas lamentações, etc etc...enquanto isso, países como a Polônia seguem em frente. Que eu saiba já empataram com Portugal (que não é graande coisa, não é)no IDH. Isso em menos de 5 anos...se contar que os portugas estão aí desde 1986. hahaha

PauloFG disse...

Portugas, os caras só estão há 4 anos na UE e vcs, há 25 anos!!! Não preciso dizer mais nada... ;-)
Mas querem continuar com a teimosia burra, continuem...isso que atrasa seu país.

Munuz disse...

Lucrécio

Deixa de ser mentiroso, vc nunca esteve na Polónia. Aliás, porque economias muito mais ligadas à alemã como a Rep. Tcheca, eslováquia e hungria caíram na crise e a Polónia não? A lógica portuguesa não faz muito sentido.
Outra coisa, vendo a economia de vocês em todos esses anos, não faz muita lógica darem uma explicação nessa área. É como pedir para um ferreiro me explicar a fabricação de uma jóia de diamante.

Doris disse...

Portugueses comparem e chorem:

Portugal (25 anos de UE)
Polônia (5 anos)
E já estão com níveis de desenvolvimento parecidos!!!

E o que tem a Espanha? Se vocês fizessem como eles estariam bem melhor hoje. Mas a mentalidade espanhola, o sangue espanhol é muito superior ao português. E isso não dá pra mudar

Kaka disse...

As extrações de gás de xisto na Polônia vão começar ano que vem. Mais um boom na economia e adeus gás russo hehehe

Tomáz disse...

Não entendo esse Múcio. a República tcheca e Hungria são mais dependentes da Alemanha e caíram no poço durante a crise. Mas a Polônia não, por quê?
Mas não me venha com respostas estúpidas como: "é tudo capital alemão, não quero saber, não quero ver, tenho raiva de quem sabe...vou sobrevivendo na minha raiva ignorante". Como você costuma dar.

Antônio Carlos Kreull disse...

hehehehe Pessoal, não dêm importância pra esses portugas e esses brasileiro (múcio) são comunistinhas raivosos.
Deles nada se espera, e têm uma especial raiva pelos países que abandonaram o comunismo. Pois, pra esses mentecaptos arcaicos é inconcebível tal coisa. Por isso, por mais que coloquemos os dados de sucesso desses países eles vão sempre negar ou inventar mentiras. É da natureza deles. Foram doutrinados assim. Eles gostam e admiram a Coréia do Norte, Cuba, Belarus...e muito antes a Albânia (que lembro-me bem, tenho 55 anos, falavam que era como a Suíça na época comunista hahaha)
Mas para o nosso bem, eles não são nem uma ínfima parte das sociedades portuguesas e brasileiras. São belos representantes do atraso rabugento. Graças aos céus, hoje, esses exemplares estão em vias de extinção. Em breve, só poderemos os reconhecer como peças de museu.

Mar do Sul disse...

Só corrigindo, Gilberto, o maior detentor de empresas na Polônia é a França e não a Alemanha. Segundo os dados do IDE-UE.

Antônio Carlos Kreull disse...

Fiz uma pesquisa das 15 maiores em operação na Polônia:

PKO Bank Polski - Banking.
PKN Orlen - Petrochemical corporation
Telekomunikacja Polska (TP S.A) - Telecom (49% capital francês 51% polaco)
Netia - Telecom
Getin Bank - Banking
Ciech SA - Chemical group
Kler - Manufacturer of luxurious furniture
Black Red White - Furniture
Alma Market - Supermarket
PSE-Operator - National Power Company
Polskie Górnictwo Naftowe i Gazownictwo - Natural Gas/ Oil
Powszechny Zakład Ubezpieczeń - Insurance company
Polsat - Media
Agora SA - Media
Asseco - IT
Bioton - Biotechnology
KGHM Polska Miedź - Copper mines and mills
Kompania Węglowa - Mining

Pesquisei todas, uma por uma...e a única que tem capital estrangeiro (francês) é a TP S.A. De todas essas, nenhuma tem participação de capital alemão.
Só pra constar a primeira com capital alemão é a trigésima quinta, a "Volkswagen Poznań - Automotive". Assim, com essa lista, acabamos com esses "achismos" idiotas.
Você até pode dizer que não conhece esses empresas, mas foram elas que sustentaram o crescimento polaco. E fim de história.

guto disse...

Francisco, você está na Polónia? Faz me rir seu mentiroso

Paulinha disse...

Exemplo de economia é Portugal. :-0

Francisco Lucrécio disse...

Em vez de criticarem os Portugueses de incompetência devem ter coragem que foi que arruinou a economia de Portugal?

Talvez fossem 2,5 milhões que vivem na pobreza? Aqueles que trabalham e ganham menos de 480€?

Um milhão de pensionistas que recebem menos de 250€?

Se não sabem quem foi não generalizem. Devem criticar aqueles que arruinaram a economia Portuguesa, porque esses hoje estão mais ricos e o povo está mais pobre.

Sobre o Polónia insisto.Produzir mais riqueza não é sinonimo da maioria da população viver melhor. Os milhões de Polacos que emigram deve querer dizer alguma coisa.

Anderoson disse...

Lucrécio, não é tão simples assim, essas emigrações aconteceram após a entrada na UE (2004). Como aconteceu com Portugal nos anos 80. É normal, pois apesar do crescimento nos últimos anos, a Polônia tem ainda baixos salários em comparação aos países do oeste da europa. Então, se a fronteira está aberta, por que não ir trabalhar no estrangeiro para melhorar seus ganhos? Do mesmo modo, entraram de 3 à 4 milhões de ucranianos, bielorussos, russos e de outras nacionalidades na Polônia buscando melhores salários e condições de vida.
Mas 65% dos polacos que emigraram para o Reino Unido e Irlanda já voltaram. E cada vez menos, estão saindo. Além disso, você viu que a emigração para a Alemanha foi muito pequena desde a abertura no 1 de maio?

Hummes disse...

olha a pergunta idiota:

"por que os russos não emigraram em peso pra Europa Ocidental como os polacos?"

Porque os polacos podem, isto é, não existem barreiras pra um polaco trabalhar (Acordo de Schengen) no Reino Unido e até em Portugal. Já um russo não pode ficar mais do que 60 dias na maioria dos países da UE. Se não for na ilegalidade.
Essa conversa de emigração não é tão simples assim.

Francisco Lucrécio disse...

Pois é Anderson:

É por isso que os Alemães hoje emigram em massa para outros países? Assim como os Suecos, Filandeses, Noruegueses, Dinamarqueses, Americanos, Ingleses, Canadianos+++++++?

Não sabe que a imigração é um fenómeno que se deve à carência de algo no lugar onde se habita?

Não é apenas uma carateristica do ser humano é uma condição comum a todas as espécies.

Portanto se existe uma imigração massiva é porque se procura algo melhor que não se tem no lugar onde se vive.

Os Polacos não fogem a essa regra.