segunda-feira, julho 22, 2013

Como a União Soviética não quis a revolução socialista em Portugal




Estimados leitores e amigos, encontra-se no prelo e, no início de Setembro, será posta à venda nas livrarias a minha investigação histórica e jornalística com o título: "Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril. Como a União Soviética não quis a revolução socialista em Portugal".
A Editora D. Quixote lançou-me o desafio de escrever um livro sobre as relações entre o Partido Comunista da União Soviética e o Partido Comunista Português, principalmente em períodos fulcrais como o 25 de Abril e o PREC, e eu aceitei esse desafio. O resultado está nesta obra que vos apresento.
Tentei responder a perguntas como: Que influência teve a União Soviética no 25 de Abril? Conspirou para instaurar uma revolução comunista em Portugal? Qual o papel de Álvaro Cunhal e do PCP na complicada teia política do PREC? Que tipo de relação mantiveram com o Komintern e a URSS de Brejnev? Os comunistas portugueses ajudaram a combater o arqui-rival norte-americano no contexto da Guerra Fria?   Teriam os soviéticos e norte-americanos assinado um novo "Tratado de Tordesilhas" em 1975?
Baseando em entrevistas, testemunhos e documentos inéditos, dou resposta a perguntas como: Quem desviou e com que objetivo parte importante dos Arquivos da PIDE, polícia política do regime ditatorial português? Quem colaborou com o PCUS e o KGB da URSS em campanhas de difamação de dissidentes soviéticos?, Quanto custava à União Soviética a fidelidade do PCP, etc.
Esta obra é dirigida a todos aqueles que se interessam tanto pela História de Portugal, como da "Guerra Fria".  
N.B. Os que esperam que este livro seja um ajuste de contas do autor com o seu passado político irão ficar fortemente desiludidos. Factos e apenas factos. 

9 comentários:

MSantos disse...

Este interessa-me. Muito provavelmente terá aqui um leitor.

Cumpts
Manuel Santos

Anónimo disse...

Acho haver no meio de toda esta problemática um vesgo olhar em matérias que não conhece e que apenas interessam aos inimigos da verdade.

José Milhazes disse...

Anónimo, as suas palavras fazem-me lembrar uma "máxima" repetida muitas vezes: "Eu não li o livro, mas sei que é uma merda". Primeiro, leia e, depois, diga se conheço ou não. Se você souber mais e desmentir, ficarei grato.

Anónimo disse...



Para se saber determinadas coisas não é preciso ser bruxo e ainda menos profeta.

Basta saber a sua origem.

Esperasse alguma coisa de abonatório da parte de José Milhazes acerca da URSS e do PCP?

José Milhazes disse...

Anónimo, repito: as suas palavras fazem-me lembrar uma "máxima" repetida muitas vezes: "Eu não li o livro, mas sei que é uma merda". Primeiro, leia e, depois, diga se conheço ou não. Se você souber mais e desmentir, ficarei grato.
Quanto à minha origem, está tudo no CV.

Antonio disse...

Milhazes, acho que nesta vais acertar na mouche. Vou mandar comprar. Um abraço do ABM

Antonio disse...

Ajudava a propaganda junto dos meus 500 melhores amigos se houvesse uma foto melhor da capa do novo livro.... ABM

Anónimo disse...

A propósito de «quem desviou e com que objetivo parte importante dos Arquivos da PIDE, polícia política do regime ditatorial português?», há no livro alguma referência ao desaparecimento do arquivo da Aginter Press?

José Milhazes disse...

Anónimo, no livro há numerosas referências ao destino de parte importante do Arquivo da PIDE.