terça-feira, abril 22, 2014

Afinal devo estar rico e não sabia...



Atenção: este senhor é um mentiroso


Publico da íntegra um comunicado hoje publicado pela Comissão de Trabalhadores da Agência Lusa, pois eu sou uma das pessoas alvos de calúnias do Sr. Miguel Poiares Maduro, ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional. Os comentários virão no fim:

A Comissão de Trabalhadores da Agência Lusa lamenta e repudia as afirmações do ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, sobre a empresa e, em especial, sobre os jornalistas da rede externa que viram os contratos de trabalho precarizados. Na audição que decorreu hoje na Comissão Parlamentar de Ética, Cidadania e Comunicação da Assembleia da República – quando questionado sobre a precarização dos contratos de trabalho dos profissionais da rede externa da Lusa – o ministro Miguel Poiares Maduro acusou os jornalistas de ganharem muito e de produzirem pouco. Poiares Maduro disse que os contratos de trabalho (dos jornalistas da rede externa) “eram claramente elevados” e até superiores “aos ordenados dos deputados” da Assembleia da República e que apenas correspondiam com “três ou quatro peças” por mês. “De acordo com o Conselho de Administração os ordenados eram excessivos”, afirmou o ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional acrescentando que também foi informado pela administração da Lusa que a cobertura internacional “está assegurada”. A Comissão de Trabalhadores considera as afirmações do ministro da tutela irresponsáveis e ofensivas ao trabalho dos profissionais em questão demonstrando um total desconhecimento e absoluta insensibilidade sobre a cobertura permanente do noticiário internacional e que engloba igualmente o acompanhamento das dinâmicas das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo. Para a CT, a avaliação sobre os ordenados é insultuosa sendo ainda muito mais a acusação sobre o “envio de três ou quatro peças por mês” - que não corresponde à verdade – e que vinda do ministro responsável pela Lusa só pode constituir um ataque direto ao trabalho dos profissionais da Lusa, a única agência de notícias do país. Na prática, a política de austeridade aplicada à rede externa da Lusa afetou os postos da África do Sul, Paris, Londres, Moscovo, Caracas, Toronto, Brasil e Berlim. Alguns dos jornalistas viram-se na contingência de abandonar a empresa, outros viram o ordenado limitado sendo que a cobertura de acontecimentos internacionais está seriamente ameaçada para prejuízo do serviço público de notícias. Durante a audição, o ministro disse também que o Estado não reconhece a dívida à Lusa que está em contencioso nos tribunais e que continua a “conversar” com a empresa para resolver a situação. Apesar de se tratar de uma questão fundamental para a Lusa, Poiares Maduro desvalorizou como sempre o problema afirmando mesmo que a resolução do problema (contencioso jurídico) porque, afirmou, “o presidente do Conselho de Administração da Lusa diz que a empresa está equilibrada financeiramente”. A Comissão de Trabalhadores vai pedir reuniões com urgência ao ministro Miguel Poiares Maduro e ao presidente do Conselho de Administração da Lusa, Afonso Camões, por considerar que a situação da Lusa está longe do “equilíbrio” anunciado hoje em sede parlamentar e porque as explicações sobre da degradação da rede externa - que pressupõe o mesmo tipo de atitude contra outros setores da empresa – devem ser seriamente debatidas.
CT 22 de abril de 2014”

Desde já devo dizer que o que vou abaixo escrever apenas me diz respeito, pois desconheço os salários dos meus camaradas que trabalharam ou trabalham como correspondentes da Lusa no estrangeiro.
Sr. Miguel Poiares Maduro, V.E. e o Sr. Afonso Camões, presidente do Conselho de Administração da Lusa, que presumo lhe deve ter comunicado as minhas condições de trabalho na agência, são mentirosos e o Sr. Ministro cometeu um crime ao mentir e enganar os membros de uma Comissão Parlamentar.
É mentira grosseira e injuriosa declarar que o meu salário era “claramente elevado” e até superior “aos ordenados dos deputados” da Assembleia da República. Eu nunca recebi nem tanto, nem mais do que os 3. 189.48 euros, o salário mínimo mensal de um deputado português, e as despesas para realizar o meu trabalho ficavam muito aquém das ajudas de custo dos nossos representantes.
É ainda mais repugnante quando esses senhores afirmam que o salário correspondia a “três ou quatro peças” por mês, pois, no meu caso, a produtividade ficava acima da citada quantidade, mas por dia!!
Aceitei cortes para tentar ajudar a Agência Lusa a sobreviver e só saí quando me propuseram trabalhar à peça a preços degradantes.
Se eu estiver a mentir, a direcção da Lusa deverá ter dados para “refutar” as minhas afirmações, nomeadamente o número de peças assinado com a abreviatura JM.
Exmo. Senhor Afonso Camões, eu sei que a situação está difícil e ninguém quer perder os seus salários e empregos, mas há limites para tudo, por isso gostaria que viesse dizer publicamente que o senhor ministro mentiu, pelo menos em relação a mim.
E lanço um apelo a todos os deputados, incluindo os que representam a maioria governamental: vós fostes eleitos pelo povo, nomeadamente pelo meu voto, e não deveis permitir que vos mintam de forma descarada.



25 comentários:

Pippo disse...

Acho lamentável publicar-se o que quer que seja acerca deste MENTECAPTO do POIARES MADURO.

A mera menção do personagem já é insultuosa. E mais não digo pois este é um blog familiar...

MSantos disse...

O amigo Milhazes é o Putin, o Kremlin e agora o governo português. Qualquer dia não lhe sobram sítios para pedir asilo político.

Cumpts
Manuel Santos

Jorge Costa disse...

Caro José Milhazes,

Gostaria que a sua resposta tivesse incluído o total de remuneração (base + complementos) auferido.
Tal como a remuneração de um deputado é pública (aliás, colocou-a no texto), penso que não terá qualquer problema em divulgar a sua. Afinal, a RTP é uma estação paga por todos os portugueses.
Fica o desafio.

Noé Rocha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
karlos disse...

Amigo MSantos:
E apesar de quase já não lhe restarem sítios para pedir asilo político, o JM continua a dar livre curso à sua liberdade de expressão, sem se preocupar, creio, com a ausência de "asilos".

José Milhazes disse...

Caro Jorge Costa, eu nunca trabalhei para a RTP, mas sim para a agência Lusa.

Anónimo disse...

Não tenham medo desses Traidores de Portugal e não vêem que estão a pagar a eles para governarem os interesses do FMI, OMC, BM contra o desmantelamento de Portugal? Apresentem a solução inteligente e legal, o Princípio de Auditoria de Cidadão à Dívida pois é com este instrumento que apresentaremos a FACTURA DETALHADA com as provas identificadas no enquadramento da ilegitimidade o que nos permite legalmente anulá-las e responsabilizar todo aqueles que as contraiu. Eu, Cidadã, defendo a suspensão, exijo uma auditoria financeira ao Estado na qual toda dívida e/ou despesa pública identificada na legitimidade assume-se o seu pagamento integral, todas aquelas identificadas no enquadramento da ilegitimidade exijo a sua anulação, bem como exijo a responsabilização para todo aquele que as contraiu.
NÃO NECESSITA SER APROVADO POR NENHUM ÓRGÃO DO ESTADO.
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N38162

Joao Cruz disse...

Para que fique esclarecida a verdade... acho que o Sr. José Milhazes deveria publicar o seu vencimento de ordenado e ajudas de custas.
O deputado e ajudas de custas do Ministro em causa é publica.
Assim toda audiencia ficaria esclarecida, até la desculpe me a intromissão mas trata-se de mais um apontar de dedo que se trona normal em neste país, onde todos dizem que sabem muito e nada mostram!

Fernando Augusto disse...

Sr Professor Milhases, eu o saudo.
Esta gente que ocupa, ou tem ocupado, os sucessivos governos não passa de politicos profissionais sem interesse pelo pais mas apenas com interesses pessoais.Chegando ao governo atingem o topo da carreira politica, vencedores de eleições. Usufruem de largos salarios e beneficios monetarios, coisa que nunca aconteceria se não estivessem na politica. Desta maneira o nosso país nunca vai ter quem resolva os problemas com seriedade e interesse. Esta gente só cria condições para si mesmo. Um abraço deste seu compatriota. Fernando Augusto

José Milhazes disse...

Eu não devo, nem vou publicar recibo algum. Se a Agência Lusa ou alguém outro acharem que minto, que publiquem.

Anónimo disse...

Não serão os Jornalistas pensadores bem pagos em todo mundo? E não serão eles também profissionais de desgaste rápido?
Muitas vezes profissionais de alto risco?
Porque ninguém se insurge contra os milionários do futebol? E sabe quanto o Estado paga para eles?
É o eterno dilema de pensar com a bota, isso já é justo só porque arrasta multidões?
Estes governantes, tal como num circo fazem muito barulho para esquecermos as suas mentiras e deficiências e para isso qualquer Maduro serve, é preciso apenas que faça muito barulho porque outros acertarão as contas que os portugueses pagam.
Desgraçadamente os portugueses até o papel higiénico do Maduro pagam e de todos os outros circenses também.
Aconselho a ler Alexandra Lucas Coelho "e a Noite Roda", jornalista sempre inquieta e que não deve nada a ninguém.
José Corvo

chukcha disse...

Estimado Astromac,

A sua narrativa é respeitável (é a mesma do Biden), mas tem 2 problemas: não consegue enqudrar os factos e, além disso é inutil, tal como a do Yats e a do Biden.
Ora vejamos quanto aos factos não se enquadrarem na realidade

"Claro que este era o resultado esperado, e a trégua conseguida serviu apenas para a Rússia cimentar posições no leste da Ucrânia."
Isto é falso. Se bem me lembro os bravos da 25ª, na operação anti-terrorista anterior, às 9 da manha (GMT) , já tinham entregue 6 blindados, e até ao fim do dia todos os bravos tinham tirado os percurssores das metrelhadoras e rumaram para casa. Fosse o objectivo cimentar posições pegavam nos blindados e cimentavam posições como deve de ser...

"Pôr os fanáticos separatistas na mesa de negociações não iria dar em nada"
Sim, porque não pôr, adianta! Vão fazer o que com eles? Metralha-los com amas atómicas (Julinha dixt) ou caça-los como cães a $10.000 (oligarca-governador-contra-o-qual-se-fez-maidan dixt). Toda a reserva de divisas da Ucrânia não chega para pagar isso...

"as forças especiais russas estudaram bem a lição e aldeia a aldeia"
Não vou discutir se há ou não forças especiais russas, com base em fotos de tipos barbudos de 60 anos. Mas mesmo que haja o SBU aponta para até 100 elementos. Não há Tigrs nem APCs como na Crimeia, andam de zhiguli?. E não são aldeias, são cidades com mais de 100 000 habitantes (e Donetsk, bem...)

" por um lado é muito má a ajuda dos EUA e UE aos protestantes do Maidan"
Para não dizer mais, e perefraseando o PM e a Dra Manuela: "Quem paga, manda"

" Custa muito a acreditar, mas essa revolução foi essencialmente popular de revolta contra a corrupção"

Não, não custa. O que custa a acreditar é que todos os governadores e alguns governantes da Junta de Kiev são oligrcas, os outros são nazis e mais o maniaco Yats!

"Não percebo porque Kiev enviou tropas macacas para lutar com forças especiais"
Foram forças de elite (25ª, páras) para lutar com o povo e por isso perderam sem ser disparado 1 tiro...

E quanto a isto não adianta o Spin. O texto de resumo do pippo está muito bom e eu, no dia, antevendo que isto não ia passar na imprensa e revisionismo como o seu, documentei, à medida que iam acontecendo, os eventos que desgraçaram os bravos da 25ª nos comentários a um post. E com fontes credíveis, mas temos muitas em carteira que aquilo estava pejado de jornalistas ocidentais. Os bravos da 25ª foram combater terroristas, encontraram pessoas e renderam-se (e bem). Houve um ou outro que perdeu a cabeça e desatou a fazer disparates (granada, tentar atropelar pessoas, tiros para o ar). A questão é: o que é que eles, mesmo sendo os bravos da 25ª, podiam fazer se não há terroristas, mas sim babushkas com baguetes de pão?

"um grande número do povo irmão, provavelmente a maioria, prefere aproximar-se da Europa"
E aqui você implicitamente reconhece o seu erro, que desfaz toda a sua realidade:"PROVAVELMENTE". Pois provavelmente sim, talvez não. O que eu sei é que a maioria do povo ucrâniano votou em Yanukovitch, especialmente no Leste do País. O que eu sei é que a essa maioria disseram que o voto deles não serve para nada e agora são os fascistas de Lvov e mais os Oligarcas a mandar. E que lhes lançam operações anti-terroristas, que oferecem recompensas de $10k pelas suas cabeças, que nas suas cidades poem aviões militares a razar os seus jardins infantis. E é por isso que essas pessoas desarmam os soldados ucrânianos, e tiram selfies (aos milhares) com as "pessoas generosas", que não são mais que os seus pais e maridos.

Que você, o Yats e a pandilha de bandidos que tomou Kiev de assalto, e mais os sponsers ocidentais não queiram vêr a realidade, é-me igual. O problema é que com esta narrativa que vocês têm das coisas não podem fazer nada a não ser voltar a enviar tanques para dentro das cidades e abusar da propaganda - mas isso não vai resolver o problema da Ucrânia, muito menos legitimar o governo no Leste do país!

Anónimo disse...

Caro José Milhazes. É evidente que não tem nada que divulgar o que auferia ou deixava de auferir. Era só o que faltava!

Penso, contudo, que este tipo de abordagens por parte dos políticos não pode continuar a passar impune. Já pensaram juntar-se e mover-lhe um processo judicial?

chukcha disse...

Pela primeira vez algumas notas em defesa de Milhazes (se bem que eu nunca o ataquei, apenas alguns -muitos - dos seus raciocinios.

1. Não sei exactamente quanto ganhava JM, mas tenho uma ideia. Uma empresa como a Lusa deveria ter tabelas salarias mais ou menos definidas (em função do país, custo de vida etc.) e posso-vos garantir que o que paga a Lusa é uns bons furos abaixo do benchmarking da àrea.

2. Ninguém tem de declarar valores do seu salário. Era o que mais faltava, mas mesmo que se divulgasse, não sei que conclusões é que alguém retiraia daí. 2000USD em 1999, em Moscovo, eram um salário simpático, 2000USD em 2014, nem os Tadjiques o aceitam E?!

3. O mais grave nesto é a contabilização e desvlorização do trabalho. Ora, se um reporter só envia 3 takes por mês, a culpa não será só dele, certamente, mas da administração da Lusa, que não lhe exige mais. Se exigir e ele não cumprir é simples, substitui-se por outro. Agora usar isso como desculpa para um decisão política é insidioso.

4. Aqui é que leva uma alfinetada:
Se JM votou neste governo, então estava mesmo a pedi-las. Pior estou eu, que não votei neles e tenho de gramar com os gajos na mesma.

P.S. O meu comentário anterior, como é bom de vêr, não é destinado a esta secção, por isso pode apaga-lo.

PortugueseMan disse...

Vou insistir na questão do IMF, com um artigo de hoje do bloomberg:

IMF Ukraine Aid Report Said Ready for Board Review Within Days

The International Monetary Fund’s executive board will receive within days a staff report detailing Ukraine’s proposed loan program...

The report, which will describe the economic outlook, financing needs and policy steps Ukraine agreed to take...

The fund is seeking to complete its report as a multinational agreement with Russia...

“Normally what we assess is the sustainability of the debt,” Paulo Nogueira Batista, who represents Brazil and 10 other countries on the 24-member board, said in a telephone interview today. “What’s in doubt here is the sustainability of the political situation.”

Russia will demand advance payments for gas supplies to Ukraine unless the country resumes paying its bills...


http://www.bloomberg.com/news/2014-04-22/imf-ukraine-aid-report-said-ready-for-board-review-within-days.html

Pontos chave que queria realçar aqui:

O FMI não sabe como vai descalçar esta bota. Neste momento, existe um "governo" não eleito, num país que perdeu a integridade territorial, à beira da guerra civil e com um iminente corte de energia.

O FMI vai negociar com quem? Quem dá garantias?

Parte do dinheiro que vai emprestar terá que ir DIRECTO para a Rússia, porque são dívidas que têm que ser pagas e não há volta a dar, pois a Rússia corta o fornecimento.

O que significa que parte do empréstimo, não é para reformas estruturais, mas sim para pagamento de dívidas.

o resto do dinheiro só poderá vir, QUANDO a população começar a pagar o gás a preços de mercado, porque senão o resto do empréstimo será para fazer o que a Rússia tem feito até hoje, subsidiar a energia ucraniana.

o FMI não vai dar dinheiro para subsidiar energia.

O FMI não tem garantias que as reformas vão para a frente, quando neste momento existe uma junta, que nem é capaz de controlar o país.

PARECE-ME, que não haverá dinheiro do FMI, ENQUANTO não fôr esclarecida a situação política.

A situação política não ficará esclarecida, enquanto não se perceber quem vai pagar as dívidas aos russos.

Se o dinheiro não entra, a Ucrânia colapsa.

Se a energia não entra, a Ucrânia colapsa.

Se não chegam a acordo com os russos, a Ucrânia colapsa.

A não ser que alguém pense que é com donativos de 50 milhões de dólares que a coisa fique resolvida, a Ucrânia não tem solução, a não ser negociar com a Rússia.

Negociar com a Rússia, neste caso significa capitular aos desejos russos.

ou isso, ou a UE, terá que fornecer todo o dinheiro que a Ucrânia precise para aguentar o tempo que fôr preciso.

O que a meu ver é de todo IMPOSSÍVEL.

Ljubljana disse...

Sou conterrâneo e um leitor assíduo e apreciador da escrita do JM, enquanto correspondente do leste europeu e enquanto leitor dos seus livros. No entanto, julgo que se JM entende de forma tão acutilante acusar as pessoas, como faz no texto, a que correspondeu à sua situação profissional à data mencionada, como colaborador de uma empresa pública, paga com dinheiro dos contribuintes, sim, tem toda a obrigação de declarar tudo o que ganhava nessa condição de "funcionário público" que na realidade era. Agora, provavelmente no sector privado, nenhuma obrigação tem de divulgação dos temos contratuais do exercício da sua profissão de jornalista/correspondente.

José Milhazes disse...

Eu nunca fui funcionário público, pois trabalhei e trabalho sempre a recibos verdes.
Eu não publico qualquer documento, porque a outra parte, se achar que eu menti, o pode fazer.

MSantos disse...

O JM tem tanta obrigação de mostrar o seu salário como qualquer um de nós por aqui.

Triste, o voyerismo de algumas pessoas...

Cumpts
Manuel Santos

Ze Andrade disse...

Voce trabalha para a agencia lusa e tem um blog com um espacamento e tipo de letra que dificultam a leitura? Claramente nao percebe muito disto.

Em relacao aos politicos mentirem... Novidades incriveis. Em relacao a RTP ser um buraco onde so se enterra dinheiro verdade, e a qualidade jornalistica: basta so ver o telejornal 1h de programa mas conteudo a serio sao 15 minutos o resto e encher chouricos

melhorem o jornalismo e depois falem de direitos, se eu ofereco um servico de merda pagam me pouco, os jornalistas quem receber mais e continuar com a informacao que temos que nao avanca e anda sempre as voltas dos mesmos temas e nunca acrescentam nada (salvo raras excepcoes claro)

PortugueseMan disse...

Voce trabalha para a agencia lusa e tem um blog com um espacamento e tipo de letra que dificultam a leitura? Claramente nao percebe muito disto.

A mim o que me parece claro é que o JM, faz o que quiser e como quiser no blog DELE.

E claramente você está um bocado a leste da coisa. Para comparar trabalho com algo que o JM gosta de fazer.

Anónimo disse...

O Joao Cruz tem toda a razao. Se não há provas (recibos de ordenado) então isto é conversa da treta.
Com esta falsa defesa (sem provas), Milhazes só veio dar mais força ao argumento de Maduro.
As remunerações dos empregados do Estado são públicas, por isso não se justifica que Milhazes não mostre os seus recibos. Ou será que...

José Milhazes disse...

Anónimo, está com receio de dizer quem é ou está a fazer um frente a alguém e tem vergonha de dar a cara? Tenho um bocadinho mais de coragem, ou de vergonha.

Antonio disse...

Milhazes,
Por instigação do meu caro António Eça de Queiroz, que se indigna sempre que o tal de ministro se expressa, quero, apesar de menores diferenças passadas, expressar o seguinte, elementar comentário: o teu trabalho ao longo dos anos, e a qualidade do mesmo, a tentar explicar ao espectador português, o que se passa na Rússia e arredores ao longo dos anos, não tem preço, e certamente muito mais relevante, e deixará marca mais profunda e longa, que a excreção verbal produzida pelo tal ministro e meia dúzia de "deputados". Sou, nessa senda, em favor que se despeçam três deputados, preferencialmente do partido do tal ministro, e que essa verba te seja canalizada de imediato. Abraços.

Antonio disse...

Milhazes,
Por instigação do meu caro António Eça de Queiroz, que se indigna sempre que o tal de ministro se expressa, quero, apesar de menores diferenças passadas, expressar o seguinte, elementar comentário: o teu trabalho ao longo dos anos, e a qualidade do mesmo, a tentar explicar ao espectador português, o que se passa na Rússia e arredores ao longo dos anos, não tem preço, e certamente muito mais relevante, e deixará marca mais profunda e longa, que a excreção verbal produzida pelo tal ministro e meia dúzia de "deputados". Sou, nessa senda, em favor que se despeçam três deputados, preferencialmente do partido do tal ministro, e que essa verba te seja canalizada de imediato. Abraços.

Vitto Vendetta disse...

Por mim o José Milhazes podia ganhar mais que o CR7, que eu não me importava.

Agora virem aqui pedir para o homem mostrar o recibo, para depois ele se lixar em tribunal, é de génio. Clap Clap.