quinta-feira, setembro 11, 2008

Bombardeiros estratégicos russos não sobrevoaram Triângulo das Bermudas


Os bombardeiros estratégicos russos Tupolev-160 poderão, em caso de necessidade, aterrar em aeródromos de Cuba, mas, por enquanto, não estão planeados voos para esse país, declarou o general Pavel Androssov, comandante da Aviação de Longo Alcance da Rússia.
“Por enquanto, não planeamos fazer (voos para Cuba)...Não haverá problemas para aterrar em Cuba”, frisou ele, numa conferência de imprensa, ao comentar as palavras do Presidente da Venezuela, Hugo Chavez, sobre o seu desejo de voar num Tupolev-160 nos céus de Cuba e acenar para Fidel Castro.
Dois bombardeiros estratégicos da Força Aérea da Rússia Tupolev-160 aterraram hoje no aeródromo Libertador, na Venezuela, revelou o Ministério da Defesa da Rússia.“Durante vários dias, os aviões irão realizar voos de treinos sobre águas neutras, depois do que regressarão à base na Rússia”, lê-se num comunicado publicado pelos militares russos.
O Ministério da Defesa da Rússia precisou que os aviões não transporte armas nucleares e que regressarão ao país no dia 15 de Setembro.Analistas russos consideram que se trata de uma resposta do Kremlin à presença de navios da NATO no Mar Negro, perto da região do conflito entre a Rússia e a Geórgia.
Androssov informou que “a região das Caraíbas é interessante para a Aviação de Longa Alcance russa”, sublinhando que “no Golfo do México está a ser formada uma nova armada operativa dos EUA” .
O general declarou também aos jornalistas que “os bombardeiros russos são sobrevoaram o Triângulo das Bermudas”.

8 comentários:

Diogo disse...

O ciclo do petróleo por Jon Stewart

Jon Stewart do Daily Show explica-nos, de forma concisa e com extraordinário sentido de humor, o ciclo do petróleo. Uma alfinetada de mestre no capitalismo de mercado:

«O Congresso americano deu às indústrias petrolíferas 500 milhões de dólares para pesquisa. E deu 2.7 biliões de dólares em perdões fiscais. Embora uma empresa como a Exxon Mobil tenha 7.6 biliões de puro lucro apenas no último trimestre, ou seja três meses!

Poderão achar a ideia do governo usar biliões de dólares dos contribuintes para subsidiar estas indústrias como a antítese do capitalismo de mercado livre e privado. Estão enganados!

Há uma explicação muito simples para as companhias de petróleo já tão obscenamente ricas, receberem dinheiro do governo. Chama-se o “ciclo do petróleo”.

Começamos com a família americana. Gente trabalhadora que adquiriu uma inclinação para motores poderosos e televisões plasma. Através de um processo natural chamado “pagamento de impostos”. Os vencimentos destas pessoas são desintegrados e reabsorvidos por uma entidade chamada “governo”. O governo consome estes fundos e transforma-os em “subsídios. Alguns dos quais vão para gigantescas e lucrativas companhias petrolíferas. Esses fundos são usados para procurar novas fontes de petróleo e tirar partido da dependência do petróleo destas pessoas para assim obter lucros. Estes lucros são então armazenados em contas “offshore” nas ilhas Caimão de modo a evitar um processo chamado “pagamento de impostos”, o qual foi discutido anteriormente. O governo dá, então, às petrolíferas mais dinheiro.»

Vídeo (legendado em português) – 3:40m

Anónimo disse...

Incrível a união dos socialistas bolivarianos da Venezuela e os oligarcas capitalistas da Rússia...se perde toda a coerência quando é para lutar contra os americanos

antonio everardo disse...

O co-tribuno Anónimo não sabe o que é "incrível" mesmo é um grupo de pessoas "demolir" duas torres,levar um sistema financeiro a -16,0% e lucrar às nossas custaSs O Anónimo não sei, mas eu acho isto incrível.

xico ribeiro disse...

O AUTISMO MAIS RETROGADO. COM GRAVES CONSEQUENCIAS PARA O POVO pobre.


Calma en el Atlántico
Escrito por: Yoani Sanchez en Generación Y , Septiembre,11,2008


El meteorólogo principal de la televisión cubana, José Rubiera, anunció que ninguna nueva tormenta tropical o huracán se ha formado en el océano Atlántico. El alivio recorrió los más de ciento once mil kilómetros cuadrados de esta Isla. Al menos por unos días, el corredor de ciclones en que nos hemos convertido se tomará una pausa. No se ha disipado, con esa noticia climatológica, la pesadumbre y el desasosiego que tenemos ante el futuro inmediato. A pesar del triunfalismo que muestran nuestros telediarios, donde se habla de un “huracán de recuperación”, los cubanos estamos muy preocupados.

Por una parte, se acaban de esfumar todas las ilusiones de quienes esperaban un repunte económico en los próximos meses. Nos estamos despidiendo incluso de algunos productos como el plátano, el mango, el aguacate, las viandas y los cítricos que demorarán años en retornar a sus –ya elevados– precios actuales. Después de cuatro días sin electricidad y sin suministro de agua, los vecinos de los 144 apartamentos de mi edificio aguardamos por un suministro gratuito de agua potable y la distribución subsidiada de comida elaborada. Algunos ya han gritado por los balcones su inconformidad, a la que yo respondí con un provocador “!Viva Raúl!”, que casi me cuesta un linchamiento.

Ni el mercado en pesos convertibles, con sus engordados precios, da abasto a la demanda de los habaneros desesperados. El huracán Ike ha puesto más en evidencia las profundas diferencias sociales entre los que pueden disponer de una reserva alimentaria, tablas y radio de baterías y aquellos que dependen exclusivamente de la gestión oficial. Los antecedentes de cómo se apaga con los meses la ayuda estatal a las víctimas de desastres naturales, hacen que las personas no quieran promesas, sino soluciones inmediatas. La voracidad por tomar ahora lo que mañana quizás ya no se oferte hizo que los habitantes de un pueblo de Pinar del Río se liarán a machetazos para alcanzar las 100 tejas de asbesto cemento repartidas desde un camión.

Falta humildad en quienes deberían hacer todo lo posible para dejar entrar la ayuda humanitaria a Cuba. Una medida muy bien recibida sería que la Aduana Nacional liberara de impuestos todos los kilogramos de medicinas, ropa y alimentos que los familiares emigrados quieran traer a la Isla. Sin embargo, en lugar de eso, los cubanos amanecimos en medio del ciclón con una subida del precio del combustible y de algunos productos de primera necesidad. Se rechazan ayudas sin contar con la opinión popular y se permiten inspecciones de unos a la par que se les niega a otros hacer lo mismo. La imagen de un militar venezolano llegado a Cuba para “hacer una inspección de los daños” –palabras textuales– contrasta con los remilgos para aceptar algo similar de países de la Unión Europea (con excepción de España y Bélgica) o de Estados Unidos.

Las preguntas del momento son: ¿Cuál es la prioridad del gobierno cubano: los principios políticos o el bienestar de los que han perdido todo? y ¿Qué prefiere el gobierno norteamericano: cumplir el requisito formal de la inspección, o que el auxilio llegue a los damnificados? Los ciudadanos no vamos a esperar a que ambos gobiernos se pongan de acuerdo. La diplomacia popular les puedes dar la sorpresa de actuar más rápido y con más eficiencia.

Pippo disse...

Só não entendo é poque é que se mantém o embargo a Cuba...

Pippo disse...

Só não entendo é porque é que se mantém o embargo a Cuba...

Anónimo disse...

tropa ou grupo de equalizão montada

Anónimo disse...

tropa ou grupo de equalizão montada