sábado, abril 11, 2009


O Presidente da Moldávia, Vladimir Voronin, pronunciou-se pela recontagem total dos votos das eleições parlamentares em que o Partido dos Comunistas da Moldávia obteve uma vitória.
Voronin, na condição de dirigente dos comunistas moldavos, pediu ao Tribunal Constitucional que se pronuncie a favor da recontagem total dos boletins.
“Estou convencido de que a recontagem total dos votos, em conformidade com a legislação vigente e os procedimentos estabelecidos, contribuirá para estabelecer a estabilidade política, a paz e a confiança mútua na República da Moldávia”, escreve Voronin numa mensagem enviada à instância jurídica máxima.

O Tribunal Constitucional promete uma resposta para hoje, sábado, que deverá ir ao encontro do pedido do Presidente Voronin.

A oposição aceitou mal a proposta de Vladimir Voronin, porque considera "uma manobra para distrair a opinião pública".
Descontente com os resultados das eleições parlamentares de domingo passado e suspentendo de fraude, a oposição moldava organizou acções de protesta na capital da Moldávia, que se transformaram em desordens.
Os manifestantes, alguns dos quais portavam bandeiras romenas e exigiam a unificação dos dois países, assaltaram e pilharam os edifícios do Parlamento e da Presidência do país, causando danos materiais avaliados em mais de 50 milhões de euros.
Os confrontos entre manifestantes e polícias provocaram mais de 270 feridos.
A Procuradoria-Geral da Moldávia qualificou os acontecimentos de “tentativa de golpe de estado”, tendo a polícia detido cerca de 200 pessoas.
As autoridades moldavas expulsaram o embaixador romeno em Chisinau e restabeleceram o sistema de vistos com o país vizinho, acusando Bucareste de estar por detrás das desordens.
O deputado russo Konstantin Zatulin, director do Instuto dos Países da CEI, não exclui a possibilidade dos acontecimentos na Moldávia darem início ao reconhecimento da independência da Transdniestria.

76 comentários:

Sérgio disse...

É o que digo os Russos não perdem uma, lá estão a meter-se em assuntos internos de um país soberano estrangeiro. Eu não estou contra a independencia da Transdniestria, mas isso é uma decisão da Moldavia e do seu povo e não porque os Russos assim o consideram.

Anónimo disse...

se o governo russo usasse a mesma energia que usa pra se meter em outros países, na qualidade de vida do seus povo, hoje a Rússia seria um país de primeiro mundo


Natanael

Anónimo disse...

É verdade, Natanel!


hehehehe!

Anónimo disse...

O problema da Rússia é que navega à vista, mudando com frequência de posições, revelando incompetência, como no respeitante ao enfrentamento da crise económica.Já ouvi Putin defender tudo e o contrário de tudo.
E noutros aspectos, como na política interna, são empedernidos, prepotentes, reagindo muito ao modo da União Soviética.
Para finalizar, anda tudo a dar graxa e/ou a aproveitar-se do chefe, que está cada vez mais fragilizado, à medida que a situação piora.
Uma trapalhada sem remédio,óptima para a corrupção ser cada vez mais dominante. Tanto potencial e tanto desperdício. O Ocidente só lhe liga quando tem mesmo de ligar, no que provovalmente estará certo. A Rússia continua a ser prémoderna e a não ser digna de confiança.

Anónimo disse...

Achei este artigo interessante, se o quiserem traduzir.
http://grani.ru/Politics/Russia/President/m.144139.html
Correm rumores de desentendimentos cada vez mais frequentes entre Putin e Medvedev e há apostas acerca do tipo de discurso de resignação e da data e até para que país irá o actual Presidente viver nos próximos tempos. A coisa está a começar a ficar preta.

Anónimo disse...

Apesar da burla a aqueles da esquerda que, no passado, viram cada descenso como uma oportunidade para proclamar que o fim do capitalismo estava próximo. Dessa vez, nos dizem que o paciente não se levantará da cama. Não estou de acordo. O capitalismo sempre fez frente às crises. Já falhou muitas vezes, mas se refez, inclusive durante os períodos em que teve que se enfrentar a desafios políticos de envergadura. Não se deve subestimar sua capacidade de se adaptar e sobreviver ainda que o faça, como sempre, às custas da maioria explorada. Até que não ocorra a emergência de uma alternativa econômica e sociopolítica viável, vislumbrada por uma maioria como tal, não haverá crise final do capitalismo.

zÉ CARLOS

Sérgio disse...

É verdade sr. Milhazes que as relações Putin Medvedev andam tremidas?

Jose Milhazes disse...

Leitor Sérgio, há contradições entre os dois dirigentes. Medvedev tem feito críticas à acção do Governo de Putin e se a crise continuar a alargar-se, as contradições irão certamente aumentar. Há pessoas no poder que já estão fartos do controlo total dos serviços secretos no país e vêem em Medvedev um homem em redor do qual se podem reunir os que querem pôr termo a essa situação.

Oh Well, Okay. disse...

"Não se deve subestimar sua capacidade de se adaptar e sobreviver ainda que o faça, como sempre, às custas da maioria explorada."

Enquanto houver gente a pensar assim, estamos perdidos.

Anónimo disse...

Deixe lá!

O Sr Zé Carlos pelos vistos canta de galo por ter a sorte de pertencer á classe dos exploradores e dos que ganham com o saque da selvajaria actual. Por isso é que defende e admite estar ao lado de algo tão descaradamente injusto.

Sérgio disse...

Medvedev arrisca-se a ser o Obama da Russia. Com essa o Putin não contava seguramente. Começo a gostar desse Medvedev, é que parece ter uma humildade para reconhecer que a Russia não pode viver sozinha nem dessa forma resolver os seus problemas. Até porque começa por admitir que a Russia também tem problemas, quando é que Putin faria essas afirmações.

Oh Well, Okay. disse...

Caro anónimo:

É que realmente, não há justiça num mundo assim. Custa-me que exista gente que reconhece o quanto é mau o nosso sistema e mesmo assim apoia-o. É que aquela malta que não quer saber disto para nada e acha que vive bem, pronto, dá-se um desconto porque não tem conhecimento para se impor. Agora aqueles que sabem como a "cena" funciona...Enfim, é triste e revoltante.

Anónimo disse...

pois é anônimo eu sou da classe dos exploradores, nem sabia hehehehe...meu bisavô era um negro escravo se me lembro bem

Zé Carlos

Anónimo disse...

"Enquanto houver gente a pensar assim, estamos perdidos."

Espertinha, me diz então a alternativa viável ao capitalismo? Não vem nada a sua mente, não? Pare de balela, pare de repetir velhos esquerdismos bestas, pare com isso! Criticar é fácil, quero ver mostrar alternativas VIÁVEIS!

Zé Carlos

Anónimo disse...

como dizia meu pai: "O capitalismo é a exploração do homem pelo homem, o comunismo é o contrário"

máscara

Anónimo disse...

Os esquerdinhas pecam pela falta de pragmatismo. Porque toda vez que suas idéias foram colocadas em prática redundaram em verdadeiros fracassos, produzindo sociedades piores do que aquelas que gostariam de substituir. Existem dezenas de exemplos: o mais próximo de nós é a própria Moldávia, com a queda do regime soviética, foi o único país que manteve o status quo da época comunista.Como resultado, hoje é o país mais pobre da Europa...belo exemplo...


Raphael

Anónimo disse...

Essa Oh Well, Okay deve ser aquelas burguesinhas metidas a socialista sustentadas pelo papai, que nunca tiveram que trabalhar de fato. Deve ser bem aquele tipinho que anda com a camisa do Che, mas que não recusa um restaurante chic, uma bolsa transada, uma viagem para o exterior, etc...como não suporto essa gente hipócrita!

Oh Well, Okay. disse...

"Essa Oh Well, Okay deve ser aquelas burguesinhas metidas a socialista sustentadas pelo papai, que nunca tiveram que trabalhar de fato. Deve ser bem aquele tipinho que anda com a camisa do Che, mas que não recusa um restaurante chic, uma bolsa transada, uma viagem para o exterior, etc...como não suporto essa gente hipócrita!"

LOL

Eu cá odeio gente sem vida que argumenta com especulações ignorantes sobre uma pessoa que nunca viu na vida. Tipo o/a senhor/a. Parem de fantasiar sobre a vida dos outros, faz favor.
Por acaso estou a estudar e a trabalhar para conseguir ir para a faculdade. :) Coisa que devia ser um direito de todo o cidadão, mas que graças ao nosso querido regime não o é. É apenas um meio de obter riqueza.
E digo mais: vivo num bairro social, que de burguês pouco tem.
Não uso camisolas do Che, tenho mais que fazer. ahaha

Oh Well, Okay. disse...

"Os esquerdinhas pecam pela falta de pragmatismo. Porque toda vez que suas idéias foram colocadas em prática redundaram em verdadeiros fracassos, produzindo sociedades piores do que aquelas que gostariam de substituir"

Será porque o comunismo deve ser implementado numa sociedade capitalista e não em países tipicamente agrícolas?
Estudem um bocado, compreendam a ideologia e depois façam as criticas que quiserem. Não peguem é nos exemplos e tudo mais, essa ideia já está demasiado gasta. :)

Anónimo disse...

^^
hein burrinha...a Alemanha Oriental e a Checoslováquia não eram nações industriais? A Boêmia era a parte mais industrial e rica do Império Austro-Húngaro!!!!
O que me diz das Coréias? Qual melhor exemplo que esse!!!!

Vai estudar burguesinha metida...

Anónimo disse...

^
com essa você arrasou a menina


Zé Carlos

Oh Well, Okay. disse...

"Alemanha Oriental e a Checoslováquia não eram nações industriais? A Boêmia era a parte mais industrial e rica do Império Austro-Húngaro!!!!
O que me diz das Coréias? Qual melhor exemplo que esse!!!!"


Todos os outros eram países capitalistas (ou seja com os meios de produção totalmente desenvolvidos, como a Inglaterra, por exemplo) a onde? Em sonhos, certo?
Ao dizer industriais, pretende indicar que tinham máquinas e industrias?
Tinham, mas eram sistemas precários e que ficavam em 2ªlugar, já que a maioria da população vivia da agricultura.

De todos, o único que realmente pode ser curioso é a Alemanha.
Neste caso não nos podemos esquecer que ficou controlada pela URSS Estalinista e com constante intervenção e pressão por parte do Ocidente. Posto isto, sofreu as consequências das acções dos dois lados. Há um relato muito bom, sobre a queda do muro de Berlim, de uma senhora que vivia na área controlada pela URSS.
Vou transcrever:
"Não havia, é verdade, produtos estrangeiros, como bananas, coca-cola ou uisque - mas os produtos básicos não faltavam, conta Sabine Bauer, uma alemã da ex-RDA a viver na parte ocidental de Berlim desde 1990. Ninguem passava fome, o pão era quase de graça, as batatas e os transportes públicos também. Eu pagava de renda de casa 90 marcos - e ganhava 1600 (...) tinha um emprego seguro. Na RDA sentiamo-nos acompanhados e protegidos pelo Estado (...) Depois da queda do muro de Berlim é que começaram as dificuldades. Foi um colapso em poucos meses. Não me restou outra hipótese senão vir para o Ocidente. (...) Na RDA havia entreajuda e solidariedade entre todos. Havia sempre um vizinho pronto a dar a mão para ajudar. Aqui não, é o salve-se quem puder." Expresso, Setembro de 1994.
Isto diz tudo sobre os dois sistemas.

A Coreia? Quis fazer referencia ao contraste entre as duas? A "comunista" e a supostamente "democrática"?
Nenhum desses exemplos representam o comunismo (já disse isto mais de mil vezes neste blog, ando a ser demasiado repetitiva), mas pronto. Se fica feliz ao pensar que o comunismo é mau porque os exemplos "comunistas" não são do seu agrado, está à vontade.
Como eu disse, não vamos muito longe enquanto os "filhos do sistema" existirem.

"com essa você arrasou a menina"

Não arrasou nada, ora essa! Eu demoro a responder, mas venho cá sempre. ehehe

Anónimo disse...

"Todos os outros eram países capitalistas (ou seja com os meios de produção totalmente desenvolvidos, como a Inglaterra, por exemplo) a onde? Em sonhos, certo?
Ao dizer industriais, pretende indicar que tinham máquinas e industrias?
Tinham, mas eram sistemas precários e que ficavam em 2ªlugar, já que a maioria da população vivia da agricultura."

com essa quase caio da cadeira perante tanta falta de conhecimento...A Bohemia até a segunda Guerra era um estado mais industrializado que a Alemanha!!!quase 70% da produção industrial do Império Austro-Húngaro vinha dessas terras!!!A população urbana ativa era semelhante à da Inglaterra...existia proporcionalmente mais franceses no campo que na Bohemia!!!
o que o comunismo fez foi só estragar o que tinha de bom!!!



"Eu pagava de renda de casa 90 marcos - e ganhava 1600 (...) tinha um emprego seguro. Na RDA sentiamo-nos acompanhados e protegidos pelo Estado"

Se você é a favor de um estado paternalista que faça tudo pelo cidadão, para que ele não tenha liberdade de decidir o que quer da vida, parabéns! Que as decisões sejam feitas pelo Estado sem a participação popular! Se desejas uma populaçao ordeira e passiva!Parabéns! Porque é isso que essa senhora tem saudade...mas aposto o que quiser contigo que mais de 90% das populações dos ex-comunistas do Leste não tem nenhuma saudade dessa época. Claro, que houve avanços mas o custo histórico foi muito maior...

Quando dizes que Coréia do Norte não é um país comunista verdadeiro eu também digo que não existe nenhum país capitalista verdadeiro, que é fato tb.

Anónimo disse...

Pra complementar: "...durante o período entre guerras, a Tchecoslováquia chegou a ser a 12ª
economia mundial, competindo com a Alemanha."
Hoje (somando o PIB da República Tcheca e Eslováquia) é a 35º


http://www.brazil.cz/files/informa%
C3%A7%C3%B5es%20gerais%20sobre%20a%
20rep%C3%BAblica%20tcheca_0.pdf


Zé Carlos

Maquiavel disse...

É por ver o capitalismo a ser "defendido" por gente como este Zé Carlos que se nota que está na ruína...
Fala em PIB (GDP) em valores absolutos, esquecendo que hoje em dia existem países como China, Índia, Brasil, que têm bem mais povo que os 10 milhöes de checos... é normal que países grandes tenham passado à frente, nada tem a ver com o sistema político!
Veja-se é
http://www.nationmaster.com/graph/eco_gdp_percap-economy-gdp-per-capita
(#50 Chéquia, em GDP PPP #31)
e logo
http://www.nationmaster.com/graph/eco_gdp_per_cap_in_190-economy-gdp-per-capita-1900
(#7 Alemanha, Chéquia parte da #9 Áustria, Eslováquia parte da #19 Hungria)
Mas pronto, até eu sei que Marx preconizava que os primeiros países a adoptar o socialismo seriam, obviamente, os mais avançados no capitalismo (até este perder o "dom" de gerar riqueza), os EUA e o Reino Unido, e muito mais tarde na Rússia, já que era um regime feudal em 1850 (e assim continuou até 1917).
E depois já enoja a falta de inteligência ao acusar os países "comunistas" de milhöes de mortes para defender o capitalismo, quando sabemos que o capitalismo sempre pactuou com ditaduras sanguinárias, de Hitler a Suharto, passando por Franco, militares da América Latina, e quejandos.
O que está errado é o autoritarismo, seja de que inspiraçäo política vier! Os próprios partidos comunistas da Europa Ocidental que romperam com Moscovo eram *denunciados* como "eurocomunistas", quando eram mais progressistas e mais democráticos que o PCUS (PCI, PCE, PCF, etc.).

Maquiavel disse...

Se em Novembro o meu partido só tiver 10% de votos nas nossas eleiçöes livres, vou organizar uma grande rambóia com amios e assaltar a Assembleia da República, exigir que o vencedor das eleiçöes (tipo o PS) seja ilegalizado, e exigir uniäo com Espanha!!!

Sérgio disse...

Oh Well, Okay, esse relato da senhora não impediu as milhares de fugas que ocorreram ao longo da existencia da RDA, até temos algumas fotografias nos livros de história de pessoas desesperadas a quererem passar de Berlim Oriental para Berlim Ocidental, e não o contrário. Quantas morreram ao longo dos anos a tentar empreender essa fuga e como justifica esse movimento de saida desse bloco. Depois e peço-lhe desculpa, mas fez-me rir a parte de que os vizinhos eram solidários na ex-RDA, olhe que só se fosse por medo de uma denuncia à STASI, quando o muro de Berlim caiu e se teve acesso aos ficheiros dessa policia muitos tiveram muitas surpresas, tais como, essa policia recebia relatórios com informação acerca das pessoas com regularidade de amigos, familiares, vizinhos e colegas de trabalho, o sistema estava de tal modo implementado que os próprios familiares denunciavam-se uns aos outros, e não diga que foram situações pontuais porque isto passou-se em grande escala. Afinal essa policia ficou conhecida como a mais eficiente de todos os tempos no controlo de uma população, um verdadeiro objectivo a atingir por Kim Jong-il no seu país e noutros que agora parecem querer rumar nessa direcção como o Chavez.

Sérgio disse...

O Maquiavel no entanto tem razão quando diz que os sistemas totalitários, repressivos e sanguinários devem ser condenados independentemente da ideologia que professam e defendem, e tem razão quando diz que o capitalismo pactuou com exterminios dos tais regimes por ele citados, embora aqui tenha dúvida se se tratava de capitalismo, mas admitindo que sim este mesmo sem esses exemplos, seguramente não é perfeito longe disso, no entanto apenas quero apontar ao caro amigo que na maior parte dos casos o capitalismo também coabita com os sistemas democráticos e prospera mesmo, enquanto que não me recorda assim de repente de nenhum regime comunista que não seja ou tenha sido totalitário e opressivo. Veja a China por exemplo, onde ainda se dizem Comunistas embora tivessem de regredir na implementação da sua ideologia para atingir o seu fim que continua a ser o mesmo, o Partido Comunista Chinês só se manterá no controlo enquanto tiver esse controlo efectivo sobre a população negando-lhe certos direitos, liberdades e garantias que temos como certas no Ocidente.

Sérgio disse...

Por fim apenas quero referir que seria bom que o Comunismo funcionasse na prática, certamente que não teríamos tantas injustiças gritantes como todos nós infelizmente conhecemos, no entanto esta ideologia que foi formulada teoricamente e tentou-se implementar na pratica não provou ser exequivel, e na minha opinião por não ter em conta um factor imprescindivel, a natureza humana. Esta natureza nunca iria pactuar com a colectivização de terras que lhe pertenciam se não fosse forçada, atirando assim desde logo essa ideologia para o totalitarismo e controlo forçado das populações, nunca iria pactuar com o trabalho que lhe era imposto sem o seu reconhecimento devido, a própria natureza humana e os erros a que está sujeita não lhe poderiam permitir planear e querer dirigir uma estrutura tão complexa e organizada como é um economia, a partir de um gabinete e por apenas meia dúzia de pessoas.

Maquiavel disse...

O comunismo tal como preconizado/previsto por Marx nunca foi implementado (nem em 1000 anos), e todos sabem mesmo sem querer que o que foi implementado foi algo mascarado de comunismo, o estalinismo. E esse é totalitário na mesma, seja sob a capa comunista seja sob a capa capitalista (China, ah pois é).
Entretanto, os partidos progressistas (socialistas e social-democratas como entendidos fora de Portugal), inseridos em democracias foram levando água ao moinho da justiça social, mostrando que o socialismo democrático é a melhor maneira de continuar a incentivar a criaçäo de riqueza mas mantendo um alto nível de vida para a esmagadora maioria das pessoas. Por isso existe o "Modelo Nórdico", onde sucessivos governos social-democratas permitiram manter o país como dos mais competitivos economicamente e mais iguais socialmente, sem grandes conlitos sociais nem criminalidade. Direitos e deveres iguais para todos. É precisamente o modelo Nórdico que defendo (intransigentemente), embora isso faça com que os energúmenos me chamem de "comuna". Se tivessem implementado esse modelo nos anos 90, a Rússia estaria... bem, nem imagino! Se calhar foi com medo disso que se forçou a privatizaçäo selvagem que criou 1% de super-ricos e o resto... bem se sabe, mas também, os russos gostam é de pagar 50 quando lhes pedem 20, para mostrar que têm dinheiro. Eu entendo isso como pura estupidez, mas é a minha opiniäo.
Comunismo na prática? Está aqui, vinde à Escandinávia, camaradas! Ai hoje estou täo maquiavélico...

Sérgio disse...

Maquiavel estamos de acordo que esse é o exemplo a seguir. Poderíamos estar a aqui a discutir o que é esse modelo de desnvolvimento, não o vou fazer porque isso não é importante.

Sérgio disse...

Maquiavel antes do Estalinismo houve o Leninismo, e este antes da sua morte teve o bom senso de reconhecer que aquele não era o caminho a seguir, recorde-se o seu recuo nas colectivizações face à cruel realidade dos factos.

Sérgio disse...

A China está efectivamente sob o controlo de um aparelho partidário, que teve a sua genese na ideologia comunista e ainda hoje se perpetua no poder com base nessa ideologia. Independentemente do rumo que seguem actualmente, o comunismo tem que assumir caro amigo as suas responsabilidades e os seus erros.

Sérgio disse...

Assim como o capitalismo também tem que pagar os seus, de qualquer forma todos procuramos o mesmo, e esse mesmo está espelhado nos modelos de desenvolvimento dos países nórdicos, até encontrarmos algo melhor com que ambicionar.

Anónimo disse...

"no entanto apenas quero apontar ao caro amigo que na maior parte dos casos o capitalismo também coabita com os sistemas democráticos e prospera mesmo, enquanto que não me recorda assim de repente de nenhum regime comunista que não seja ou tenha sido totalitário e opressivo."

Bravo Sérgio, mas não adianta. Essa gente é pobre de espírito mesmo, não conseguem analisar o mundo e as pessoas como realmente elas são. Estão ainda presos no século XX...só que falam, criticam, etc, mas não propõem uma solução viável. A única solução proposta são as mesmas que sempre falharam. A melhor agora é essa: o comunismo só dará certo em países industrializados e ricos, não em pobres hahahaha. Assim é fácil né...é brincar com a minha inteligência

Zé Carlos

Anónimo disse...

hahaha social-democracia é comunista???puta que pariu eu sempre fui social-democrata...e agora estou sabendo que era comunista também...MEOOOOLLLL DEUS!!!!

pessoal doido

Anónimo disse...

Social-democracia é um modelo louvável de gerir a sociedade, mas que não deixa de ser capitalista. É uma forma de dar um rosto humano ao capital mas sem destruí-lo, porque todo social-democrata que se respeite, sabe que não existe nenhum sistema que gere tanto progresso quanto o capitalismo. Mas a social-democracia é extremamente criticada por partidos comunistas e socialistas.

Anónimo disse...

em países socialistas não deveriam existir empresas capitalistas como a Nokia, Scania, Volvo, Ericsson, etc?

sandra

MSantos disse...

"É precisamente o modelo Nórdico que defendo (intransigentemente),..."

Caro Camarada Maquiavel :)

Tem aqui um "companheiro de luta"

Efectivamente as auto-denominadas social-democracias nórdicas são o modelo de governação/sociedade melhor e mais próximo do perfeito, que existiram á face da terra.

Ainda estou para perceber uma coisa:

- Se a verdadeira social-democracia é a que temos em Portugal representada pelos partidos do poder PSD e PS, neste caso abomino-a

- Se é a que existe nos países nórdicos e aí também eu sou um social democrata

Relativamente á economia de mercado, é de facto o sistema económico base funcional das passadas e presentes ( e futuras) sociedades humanas. Isto é totalmente diferente da selvajaria neo-liberal ou anarco-capitalismo presentes, onde o forte ganha toda a liberdade e legitimidade para esmagar o mais fraco. Pode haver economia de mercado com o fim de servir a sociedade, promover o verdadeiro desenvolvimento, tirar pobres da miséria, dotar a esmagadora maioria da população com um mínimo de bases educativas de modo a qualquer um poder aspirar ao que deseje em função das suas capacidades e trabalho. Establecer consciência social e solidária no intuito de ser o capitalismo a servir o Homem e não o contrário, que se verifica nos dias de hoje.

As sociedades nórdicas são o exemplo disso mesmo.

A vertente mais perversa e tacanha do lado selvagem da economia de mercado reside no seu aproveitamento levado ao extremo pelos partidários de que tem de existir uma pretensa elite nas posições de poder e uma imensa "maralha" de excluídos a manter esse status quo.

A estes últimos é facil indentificar as actuais facções neo-liberais, conservadores, neo-cons e por aí fora.

Os próprios comunistas aperceberam-se da importância da economia de mercado. A China foi buscar o capitalismo para fazer funcionar a sua economia (infelizmente na sua vertente mais selvagem e exploradora). Mikhail Gorbachov também se apercebeu e queria que essa economia de mercado ( a que ele chamou de Perestroika) pudesse salvar o sistema e país em que acreditava.

Apenas não concordo consigo quando refere:

"Se tivessem implementado esse modelo nos anos 90, a Rússia estaria... bem,"

Dado a complexidade e diversidade de cada sociedade humana, é muito difícil pôr a funcionar um sistema que funcionou bem com um determinado povo e aplicá-lo, tal qual papel vegetal noutro povo totalmente diferente.

Na minha opinião, o modelo nórdico devia ser exaustivamente analisado, no intuito de ver que procedimentos levaram aqueles resultados, e cada sociedade tomar as respectivas medidas face ás suas especificidades históricas/culturais de modo que pudessem levar ao mesmo resultado de uma forma contínua, evolutiva, sem ropturas históricas (vulgo revoluções).

Cumpts
Manuel Santos

Anónimo disse...

^^
não pode haver socialismo com economia de mercado.

Pippo (ainda no Brasil) disse...

Manuel Santos, mais uma vez tenho de... concordar consigo. Continuo sem compreender o anarco-capitalismo que nos domina, sobretudo no pos-1989, talvez porque eu sou daquelas pessoas tacanhas que só compra e consome aquilo que necessita e que não pensa na economia como estando à frente das pessoas (se a economia não servir a sociedade mas somente alguns afortunados, então não serve para nada). O lucro não justifica tudo. E quando temos empresários e "gestores" que ganham num dia o que os seus subordinados ganham num mês ou num ano, entõ algo está realmente mal.

No que toca à social-democracia nórdica, infelizmente ela está bem adaptada à mentalidade dos escandinavos mas dificilmente se adaptaria à mentalidade dos russos, dos portugueses ou, por exemplo, dos baianos (posso dizê-lo, já que estou na Baía).
Abraço,

Anónimo disse...

Uma rússia social-democrata é praticamente impossível, a cultura russa é de ter sempre um líder, um mestre que guie suas vidas para sempre. Isso vai de total encontro ao que é pregado pela social-democracia nórdica. Se tiver que escolher entre viver na merda mas ter uma país poderoso e temido e ter qualidade vida em um país pacífico, o russo prefere a primeira opção. Bem ao contrário dos países nórdicos.

Oh Well, Okay. disse...

"E depois já enoja a falta de inteligência ao acusar os países "comunistas" de milhöes de mortes para defender o capitalismo, quando sabemos que o capitalismo sempre pactuou com ditaduras sanguinárias, de Hitler a Suharto, passando por Franco, militares da América Latina, e quejandos."

Confere, concordo.

"Oh Well, Okay, esse relato da senhora não impediu as milhares de fugas que ocorreram ao longo da existencia da RDA"

Também sabemos. Há sempre aqueles que preferem o sistema capitalista. Ninguem disse que a RDA era uma sociedade perfeita.
Só demonstrei através do testemunho de alguém que lá viveu que é uma alternativa bem melhor.
O resto são opiniões/gostos/preferências.

"Esta natureza nunca iria pactuar com a colectivização de terras que lhe pertenciam se não fosse forçada, atirando assim desde logo essa ideologia para o totalitarismo e controlo forçado das populações"

Por algum motivo existe a ditadura do proletariado.

"no entanto esta ideologia que foi formulada teoricamente e tentou-se implementar na pratica não provou ser exequivel"

Imagine que tem uma receita de um doce multi-fruta. Tenta faze-la mas reformula umas quantas medidas, para ser mais do seu agrado: aumenta a dose de açúcar, diminui a quantidade de leite e até chega a eliminar umas quantas frutas necessárias.
O resultado do Doce não vai ser igual ao que é descrito na receita.
Agora, aplique esta lógica à ideologia comunista e aos exemplos "comunistas" e já tem a explicação para nunca ter resultado. :)

"A melhor agora é essa: o comunismo só dará certo em países industrializados e ricos, não em pobres"

Não. O comunismo precisa de ter base económicas para funcionar. Ou seja: ter meios de produção suficientes para o país não entrar em crise ao fim de uns anos, de forma a funcionarem em função das necessidades da sociedade (o Estado. E digo Estado porque "o estado somos todos nós").
Num país tipicamente agrícola, o desenvolvimento é reduzido comparado com um país industrializado, acho que é praticamente impossível um país em que a maioria da população vive exclusivamente da agricultura conseguir atingir um nível de vida tão satisfatório como num país desenvolvido em todos os sectores.
Compreende? Precisa de um desenho num papel? Não seja por isso, eu mando por carta.
Mas vai na volta e eu estou errada. Até se formos a ver, a vida antes da industrialização era tão boa como a actual. ahaha
Esta gente dá cabo de mim.

Anónimo disse...

^^
hehehe a garotinha está cada vez mais enrolada.

sérgio

Sérgio disse...

Cara Well apenas fiz-lhe essas observações pensando que não tinha bem presente o alcance das suas palavras, mas vi que me enganei. A Well tem bem noção quando defende conceitos como a ditadura do proletariado, são gostos como bem disse, se calhar ainda a pode exprimentar na Coreia do Norte ou China.

Não percebi como o relato de uma senhora demonstra que a alternativa de se viver na RDA seria melhor, mas enfim são opiniões. Desta ainda não se lembrou o nosso Sócrates, entrevista com uma senhora anónima da nossa sociedade, na qual defende que estamos melhor com este governo do que com anteriores, existirá melhor prova do que esta a apresentar e convencer todo um país?

Por fim é hilariante a sua opinião que as fugas se devem a alguns gostarem mais do capitalismo, não tivessem construido o muro e veria quem ficaria a viver do lado comunista. Ó Well sendo uma pessoa inteligente como justifica a construção de um muro para conter toda uma população? A proposito de fugas ainda vi uma reportagem recentemente uma sobre a fuga de uma familia da Coreia do Norte para o Sul, fuga essa que levou a preparar anos, quase como uma daquelas fugas que vimos nos filmes de uma prisão de alta segurança, impressionante é o facto de isto acontecer com todo um país!

Não percebi a sua analogia já que não percebo nada de cozinha.

Mas de qualquer forma durma descansada afinal sempre tem o relato dessa senhora para a tranquilizar.

Anónimo disse...

"É por ver o capitalismo a ser "defendido" por gente como este Zé Carlos que se nota que está na ruína...
Fala em PIB (GDP) em valores absolutos, esquecendo que hoje em dia existem países como China, Índia, Brasil, que têm bem mais povo que os 10 milhöes de checos... é normal que países grandes tenham passado à frente, nada tem a ver com o sistema político!"
nossa, como se a China, Índia e Brasil, só pra mencionar os que você citou, não tivessem uma população muito maior que a checa nessa época...te dou um chapéu de burro hehehehe
cara, antes da Segunda Guerra, a Tchecoslováquia era um país com uma ótima base industrial, maioria da populçao era urbana

não adianta defender o indenfensável
eu me pergunto: por que Portugal não adotou um sistema politico-economico dos países do leste quando teve chance (após a saída de Salazar em 68)? Portugal, com certeza não seria o país mais pobre da Europa Ocidental. E também não estaria na nefasta União européia.

"Veja-se é
http://www.nationmaster.com/graph/eco_gdp_percap-economy-gdp-per-capita
(#50 Chéquia, em GDP PPP #31)
e logo
http://www.nationmaster.com/graph/eco_gdp_per_cap_in_190-economy-gdp-per-capita-1900
(#7 Alemanha, Chéquia parte da #9 Áustria, Eslováquia parte da #19 Hungria)"

Que diabos você tentou explicar aqui?
Você separa países que estavam unidos em 1900 no Império Autro-Húngaro. Bixo, esse império era bastante heterogêneo, existiam regiões riquissimas como a Boemia e muito pobres como a Galícia. Cara, você é totalmente confuso, meu deus!

Hehehehe agora vemos porque o capitalismo nunca será superado, porque nesse momento que precisamos de pessoas inteligentes e abertas para novas idéias aparecem sujeitos como esse bobo Maquiavel.

Zé Carlos

Anónimo disse...

sim houve e há ditaduras capitalistas, como também existem (e muitas) democracias capitalistas bem estabelecidades. Mas digam-me mortais, existe algum país socialista/comunista com democracia em vigor no mundo? Não tem algo errado aí? Por que toda revolução de cunho socialista acaba numa simples ditadura?
Eu tinha um professor (socialista!)de doutorado que falava que o socialismo moderno também é inviável porque para a maioria existe um deus: Marx. Hoje, para alguns, é quase como um Nostradamus, tipo:" viu, Marx já previa isso".
Já foi dito por alguém aqui do blog, que o socialismo deveria buscar um "motor" para se manter, como o capitalismo tem no lucro.

sandra

Anónimo disse...

Maquiavel, adorei esse site NationalMaster (claro que esses dados forem fiéis)

veja só:
renda per capita 1950
# 20 Hungary: $2,480.00
# 21 Poland: $2,447.00
# 22 Spain: $2,397.00
# 25 Portugal: $2,132.00
# 28 Greece: $1,951.00
# 31 Bulgaria: $1,651.00
# 36 Romania: $1,182.00
# 38 Taiwan: $922.00
# 39 Korea, South: $876.00

Início do comunismo na Europa Oriental vejam a renda per capita da Polônia e Hungria maiores que da Espanha, Portugal e Grécia!
Veja a Romênia e Bulgária, maiores que da Coréia do Sul e Taiwan!

Agora comparem com a renda atual.
E ainda acham que o comunismo foi bom para esses países?


Zé Carlos

Anónimo disse...

(por que Portugal não adotou um sistema politico-economico dos países do leste quando teve chance (após a saída de Salazar em 68)? Portugal, com certeza não seria o país mais pobre da Europa Ocidental. E também não estaria na nefasta União européia. )

Sim, Hoje, Portugal seria uma Moldávia...mas antes de tudo: COMUNISTA!!!

Yan

Anónimo disse...

Sweden isn't a Socialist country!
Since about 1935 Sweden has had a social democratic economy, with high, redistributive income tax and general welfare benefits (even when under conservative governments). However, the Swedish economic model, which has been similar to other Scandinavian countries and therefore are called the "Scandinavian model", is not entirely socialistic, since the goal has been to create a welfare state, not a state with collective ownership. It's not a dictatorship either, but the conservatives in Sweden are very moderate if you compare internationally.
Large private-owned companies from Sweden is i.e. IKEA, H&M and Ericsson. Private companies can never be incorporated within a socialist state.
What's more it's one of the most prosperous countries in Europe.

.KARL.Norway

Maquiavel disse...

Como se precisasse, o Zé Carlos leva o tal chapéu de bobo.
Volto a escrever, para ver se você entende (vige, essa gente näo lê, inventa que lê) Eu preconizo o modelo social-democrata nórdico! O capitalismo subordinado à sociedade, e näo o contrário!

Depois, nem sabe de História, e que o império Austro-Húngaro era uma uniäo pessoal de 2 países, por isso nas estatísticas eles aparecem separados. Vai ler na wikipédia, anda!
Por fim, foi buscar dados do PIB/capita de 1950, ou seja 5 anos após a Europa toda estar completamente em ruína... já dizia o Scolari: "ué, e o burro sou eu?"...

Ao Karl.Norway, eu só peguei (como bom maquiavélico) no conceito de chamar "comunistas" aos países nórdicos que os "capitalistas ortodoxos" sempre utilizaram, já que na Feno-Escandinávia se implementou um modelo socio-económico de altos impostos para suportar um efectivo Estado-Providência que até suporta o empreendedorismo, em vez de privatizar toda e qualquer actividade. É para fazer jus ao nome!

Ao MSantos agradeço as palavras e refiro que em Portugal os nomes dos partidos estäo muito, mas muito confusos. Havia o PPD, mas talvez os "tios" acharam que "popular" era mau e que "social" estava mais na moda... passou a PPD/PSD e agora é o PSD, mas de social-democrata aquele partido nada tem.
O PS bem... é uma arrazoado de tendências, até católicas, e de social-democrata (ou socialista) tem para aí só a ala do Manuel Alegre.

E Pippo, näo perca a esperança. Os nórdicos näo säo todos iguais, e há 150 anos o conceito de democracia popular tembém diziam que "nunca iria funcionar", mas hoje em dia ele felizmente funciona, do Brasil à Finländia. Hoje, após 20 anos de capitalismo selvagem que derivou em crise enorme, já começam a haver muitos a repensar se näo é melhor um Estado-Providência a sério, porque a economia tem altos e baixos, e afinal só os ricos é que ficaram mais ricos. Veja-se que desde Janeiro nos EUA começou um tímido programa de moralizaçäo e domesticaçäo do capitalismo, e já häo cartazes em que o "O" de "Obama" é uma foice e martelo, tipo de "Zés Carlos"...

Anónimo disse...

^^

esse maquiavel tá mais pra maga patológica hehehe...que burro

sandrinha

Anónimo disse...

"Depois, nem sabe de História, e que o império Austro-Húngaro era uma uniäo pessoal de 2 países, por isso nas estatísticas eles aparecem separados. Vai ler na wikipédia, anda!
Por fim, foi buscar dados do PIB/capita de 1950, ou seja 5 anos após a Europa toda estar completamente em ruína... "

nossa que imbecil! o Zé Carlos estava dizendo que tanto a hungria quanto a Áustria iam muito além dos territórios atuais. A Hungria incorporava a Transilvânia, a Ucrania subcarpatica, etc...a Aústria incoporava regiões pobres
E que você fez? Você misturou todas as regiões pobres e ricas (como a Boemia) desses dois países. Isso pra mim só tem uma palavra: burrice!

"Por fim, foi buscar dados do PIB/capita de 1950, ou seja 5 anos após a Europa toda estar completamente em ruína... "

Eu entendi bem o que o Zé quis dizer. Após a guerra quase todos os países da Europa tiveram que partir quase do zero. Países como a Hungria e Espanha tinham padrões de vida semelhantes. Um "optou" pelo comunismo outro pelo capitalismo. Após décadas, a diferença entre esses países ficou cada vez maior, mostrando o quanto o comunismo fez mal para esses países, o quanto ficaram para trás na história. É simples, Maquiavel, é só usar o cérebro, ok?


sérgio

Oh Well, Okay. disse...

"Por fim é hilariante a sua opinião que as fugas se devem a alguns gostarem mais do capitalismo"

Eu não disse que as pessoas fugiam por gostarem mais do Capitalismo. Eu disse tendo em conta as condições, que para muitos parecem ser negativas, de vida nos países "comunistas", tentavam escapar para o sistema alternativo: o capitalismo. Ou seja, preferiam o capitalismo em função do comunismo.

"A Well tem bem noção quando defende conceitos como a ditadura do proletariado, são gostos como bem disse, se calhar ainda a pode exprimentar na Coreia do Norte ou China."

Eu normalmente tenho noção das coisas que digo, se não ficava calada. A ditadura do proletariado faz parte da ideologia comunista, óbvio que sei o que é. Acontece que a situação da China/Coreia não é uma ditadura do proletariado, é uma ditadura.
Penso que saiba as diferenças e não as vou explicar.

"Não percebi a sua analogia já que não percebo nada de cozinha."

É pena, é uma analogia bastante boa e simples.

"Mas de qualquer forma durma descansada afinal sempre tem o relato dessa senhora para a tranquilizar."

Obrigada.
Começo a ter medo de comentar aqui, já que 98% das pessoas não percebem os comentários e mal "topam" que não é anti-comunismo interpretam erradamente tudo o que se diz ou a maioria.

O senhor está a aplicar o testemunho como um argumento que eu usei para justificar aquilo que entende como algo errado. E está a faze-lo erradamente.
Penso que qualquer pessoa normal teria percebido que o relato da senhora serviu para demonstrar que nem tudo é tão mau como se diz ou se pensa, tendo em conta o contexto inicial da minha conversa com um ou dois anónimos.
O anónimo disse, basicamente, que apesar do capitalismo funcionar através da exploração da maioria da sociedade, era mais viavel do que o comunismo. Depois disse mais uma data de frases feitas a que qualquer pessoa que se interesse por politica está farta de ouvir e blá blá blá, e eu, simples mortal, fui buscar o relato para demonstrar o carácter social dos supostos estados "comunistas" e de que a imagem negativa que existe do comunismo é exagerada.
Vá, agora venha o senhor também com os exemplos todos de assassinatos e fomes e tudo mais, numa tentativa de me mostrar que o comunismo é horrível.
Não, não vale apena.
Percebe-se perfeitamente aquilo a que se dá prioridade em cada um dos sistemas.
Depois vai de cada um aproximar-se daquele que representa melhor a sua mentalidade e estilo de vida. :)

"^^
hehehe a garotinha está cada vez mais enrolada.

sérgio"

Que argumento tão forte. Fiquei sem palavras.

Paulo Fernandes disse...

Visitei este blogue desde há pouco tempo e agradeço ao autor.
Ao mesmo tempo, vejo que muitos comentadores vêm para aqui para dar largas ao seu desejo de fama.
Não foi preciso muito para ver que o "anónimo" que depois assina "sérgio" não é o mesmo "Sérgio" que dá a sua opinião inteligente e respeitadora dos outros.
Aliás, vê-se o nível quando nem consegue escolher "Nome/URL" na identidade... quer mais duas linhas para ser mais famoso? Risível.

Bem, estava a dizer que realmente eu já percebi o Maquiavel (não tem blogue? é pena), porque ele, sendo democrata, usa todo o palavreado dos anti-democratas que chamam de comunistas aos países nórdicos porque eles esses países são "só" igualitários e respeitadores dos 27 (ou mais) Direitos Humanos. Zé Carlos, você pede soluções originais para esta crise mundial, pois ele já o disse: adoptem o sistema nórdico. Porque não quis perceber? Não lhe agrada? Só se for podre de rico! Ou então é apenas triste, porque não tem onde cair morto, mas defende quem o lixa!

Mas há mais: ele puxou das estatísticas relativas ao passado europeu para mostrar a sua falácia na análise, já que só se podem comparar países em iguais estados de desenvolvimento: em 1900 o Brasil, China, e Índia eram estados agrícolas, mas a Europa já estava no capitalismo, logo é normal que países europeus, mesmo pequenos, estivessem mais à frente; em 1950 tinha havido a guerra. Para comparar, só tipo em 1980, e mesmo assim näo se podem comparar países cujo objectivo era maximizar o lucro (EUA) com países cujo objectivo era maximizar o emprego (URSS). Alguém disse que o princípio do fim da URSS foi quando o Brejnev quis superar o Ocidente em PIB/capita. Mas com quê? Com 10 pessoas a fazer o trabalho de 2 só para näo haver desemprego? Não dá!

Eu agora ando apertado, por mais que trabalhe não sei como será o futuro porque (pelos vistos) ao contrário do Maquiavel vivo em Portugal, onde não há modelo nórdico e a protecção social é pouca se perder o meu emprego precário. Jogo na Bolsa? Com quê? Não sou rico! Zé Carlos e "sérgio", podem-me emprestar da vossa fortuna?

Para a Oh Well, Okay, continue a escrever, e não se deixe intimidar, que os cães ladram e a caravana passa. Você pelo menos entende que nenhum dos dois sistemas é perfeito!

Bóris disse...

A ignorância crônica de alguns aqui beira o ridículo. Principalmente essa Well e o Maquiavel. Não sei como tem gente que perde tempo argumentando com acéfalos como eles.

Karl disse...

Paulo Fernandes, entenda sua besta, que o modelo nórdico não é o caminho para o comunismo. Apesar de umas bestas afirmarem o contrário.
Ao final das contas, quem poderia ser contrário ao modelo nórdico? Todo mundo paga altos impostos mas há retorno direto em educação, saúde e segurança!

Anónimo disse...

agora eu sei porque portuga tem fama de burro

Anónimo disse...

agora eu sei porque portuga tem fama de burro

Anónimo disse...

agora eu sei porque portuga tem fama de burro

Bartô disse...

Os rankings do Fraser Institute do países com maior liberdade económica tem nos 20 primeiros lugares os seguinte países (a Austria está empatada com o Oman):

Hong Kong

Singapore
New Zealand
Switzerland
United States
United Kingdom
Canada
Estonia
Ireland
Australia
Finland
Luxembourg
Iceland
Chile
Denmark
Unit. Arab Em.

Germany
El Salvador
Oman
Austria
Além dos EUA, ele é a Suiça, a Finlandia, a Dinamarca a Islândia, o Canadá. Portugal aparece em 38º, a França em 52º. Os modelos dos países nórdicos (a Suécia aparece logo a seguir, 22ª) actuais são de liberdade económica.

Modelo nórdico? Sim, claro. Quando é que privatizamos a segurança social?

Barbosa disse...

eu prefiriria dizer que o "Capitalismo Nordico é quase como o Socialismo ao serviço do Capitalismo". Mesmo porque a Ericsson, Volvo, Nokia, Scania, etc., etc., etc., não parecem ter um comportamento muito socialista fora das fronteiras de seus países de orígem. Algo um tanto quanto contraditório, não?
no entanto essa maravilhosa realidade não é passível de ser posta em prática ao mundo inteiro de forma instantânea, isso levaria séculos. Além do mais, existem uma infinidades de nuances que precisariam ser levadas em consideração. Nuances que vão desde a homogenização de sua população (o que torna imensamente mais fácil tecer políticas de cume social coletiva), até mesmo a forma com que eles vêem o Capitalismo e o Socialismo.
Em hipótese alguma tal realidade poderia ser aplicada na "maioria dos países do mundo" nem mesmo em décadas isso seria possível. Vou mais além, não consigo vislumbrar tal realidade sendo aplicada nem em dez países quanto mais na maioria. Como eu disse, existem uma infinidade de nuances que não estás levando em consideração.

Aplicar tal realidade num país "comunista", seja na China, Coreia do Norte ou Cuba é ainda mais surreal. Dentre as nuances que não levas em consideração está a abertura de mercado dos países nórdicos, algo que Cuba e Coreia do Norte estão a anos-luz. Além do mais a educação em Cuba se tornamos como referência a América Latina está num nível muito bom, mas se tomarmos como base os países nórdicos tão comparação torna-se-ia completamentre deficitária. Apenas analise os fatos: Que país com nível educacional avançado aceitaria uma ditadura como existe em Cuba por tantos anos? Se a situação é tão boa porque milhares se arriscam ao tentar fugir da ilha? Lembre-se economia é uma ciência social. Tudo e relativo e a situação varia de acordo com os parâmetros que você utiliza para compará-lo. Cuidado com os seus parâmetros...
Acho sim que o exemplo dos países nórdicos é um dos melhores exemplos dentro do capitalismo, mas aplicá-lo indiscriminadamente em outras realidades é um erro gigantesco. O capitalismo é um processo contínuo, evolutivo e maleável, não pense num capitalismo homogêneo para o futuro, porque não terá. Este sistema tenderá a se adaptar às diversas realidades que lhes serão impostas diante de uma infinidade de nuances que vão desde o homogenidade da população até o clima, relevo e nível cultural da economia estudada.

Países nórdicos são capitalistas, assim como é o Brasil o Haiti, o Japão, Serra Leoa, Coreia do Sul. Por que nuns países o capitalismo parece ser melhor que os outros? A resposta está justamente nas nuances que não estão sendo consideradas em sua pergunta.
Enfim, no que tange aos países nórdicos, repito: Gosto de tê-los como parâmetros, mas não como meta. Precisamos achar um capitalismo que se adapta à nossa realidade, seja no Brasil, na Inglaterra ou em Angola. Felizmente Suécia, Finlândia e Noruega, já acharam o seu capitalismo ideal, cabe ao restante dos países trabalharem para fazer o mesmo, mas respeitando seus limites e suas características.

Barbosa disse...

Well e Maquiavel, vão estudar um pouco mais, ok?

abraço

Anónimo disse...

Não há alternativa ao capitalismo? Já houve: o socialismo, o «socialismo real» que se vivia nos chamados países socialistas. Mas ruiu, já não há.E o altermundialismo? Aí, a imensa maioria afirma-se anticapitalista. Mas uma coisa é afirmar-se anti capitalista, outra dispor de um projecto, ou de um anteprojecto, de sociedade para substituir o sistema capitalista.
O não haver hoje uma alternativa ao capitalismo não quer dizer que não venha a haver de novo amanhã. De futuros, só a Providência sabe.
Remontemos aos primeiros anos da década de 90. Dominava então a ideia de que os grandes beneficiários da implosão do comunismo seriam os sociais-democratas.
Que restava? Dois modelos de capitalismo: o estado-unidense e o «renano». Este último, analisando bem, economicamente superior. B socialmente, nem se fala.
Mas em 1994 já soava o alarme, o estudo do Ministério da Economia sobre a Standort Deutschiand: a economia alemã está, de uma forma continuada, a perder competitividade. Por esta altura, as notícias chegadas da Alemanha começaram a referir uma nova geração de quadros, formada nas business schoois americanas, que chegava aos poderes, com um diagnóstico e uma terapêutica.
Não se pode ser competitivo com estes salários e estes encargos sociais, com esta pesada fiscalidade, com a co-gestão que afasta o investimento estrangeiro... Há que baixar os impostos, instituir mais flexibilidade laborai, individualizar o trabalho indexando o salário aos resultados obtidos por cada trabalhador... Estas entre outras críticas e propostas.
Não tardaram as modificações no modelo social renano. Expansão da precariedade, esquecimento do projecto co-gestionário, a reforma fiscal de 2000... Até hoje, às recentes medidas de Schrõder, à reacção dos sindicatos, à possibilidade de uma cisão no SPD...
Mas note-se. Ninguém duvida, creio eu, da necessidade de reforma do modelo social alemão. O problema é: que reforma?
Hoje, as reformas de Schrõder e a reacção a elas, que vai ao ponto de se temer uma cisão no Partido Social Democrata.
O objectivo: desmantelar ou adaptar?Todos dizem que se trata apenas de adaptar. O workfare foi apresentado como uma adaptação do welfare. Preciso de explicar o que é o workfare? Vamos lá então, resumindo ao máximo.

A «terceira via» aceita, em geral, as críticas dos conservadores e dos liberais ao welfare. Inclusive, a de fundo: a de que ele cria uma «mentalidade de assistido», desinteressada de trabalhar, quando o trabalho é um dos factores indispensáveis ao sentimento da dignidade humana.
Posto isto, o New Labour propôs encurtar a duração do período de subsídio de desemprego, aproveitar esse período para que o desempregado receba uma formação profissional tendo em conta a oferta e a procura conjunturais no mercado de trabalho e, no fim, obrigar-se o que beneficiou do subsídio a procurar trabalho no sector privado, aceitando o que aí lhe for oferecido. Se lá não arranjar emprego, o Estado tem a obrigação de incorporá-lo no sector público. Em linhas muito gerais, o workfare é isto.
E nos casos de, por razões de saúde, de idade..., o indivíduo não poder trabalhar? Nesses casos, funciona o velho welfare.
Mas o principal objectivo estratégico de Blair não era a reforma do welfare, mas a educação. «As três prioridades do Governo: educação, educação, educação», proclamava ele. Contando-se entre as razões que apresentava desta prioridade, a de que, num mundo globalizado, numa sociedade do conhecimento, cada vez haverá menos empregos qualificados, e só a formação permanente possibilitará a emprega-bilidade de um indivíduo por toda a sua vida útil.
Passaram-se sete anos com o blairismo no poder. Um dos êxitos que ele ostenta, o pleno emprego. Para o que não creio que o workfare tenha dado uma grande contribuição. O esforço educativo, sim. O balanço do blairismo, sob esse aspecto, surge claramente positivo. Todos o reconhecem.
A intenção proclamada da reforma do modelo social renano e do workfare era um equilíbrio entre a competitividade e a protecção social. Mas, se observamos com este critério, os melhores resultados não os conseguiram a Alemanha nem o Reino Unido, mas a Suécia e a Finlândia.

A Suécia, de que ainda não há muito se dizia que o seu modelo entrara em crise irreversível com as condições que a globalização viera impor às economias e às sociedades? Pois parece que sim, a acreditarmos em Joseph E. Stiglitz. «A Suécia demonstrou que há outra economia de mercado. Reduziu o seu welfare, mas não o abandonou. Os seus resultados económicos igualam ou superam os da maioria. dos outros países europeus. A Alemanha sentir-se-á muito defraudada se pensar que virando-se para o conservadorismo supera o seu actual estancamento.

A Finlândia, que tem, como se sabe, uma elevada protecção social, aparece, em alguns rankings, como a economia mais competitiva do mundo, informa-nos Manuel Castells, autor, de parceria com Pekka Himanen, de uma obra sobre o modelo finlandês.
Nesse caso, não são precisos cortes descaracterizantes na protecção social para se ser competitivo.
Nos últimos tempos, a Suécia e a Finlândia têm sido chamadas ao debate económico e social, como exemplos de outras vias a tomar em consideração. Mas a alternativa não deixou por isso de ser entre capitalismos. O do modelo americano e o do «modelo nórdico», que embora muito social não deixa de ser capitalista.

jorginho

Anónimo disse...

O futuro não nos mostrará só um modelo de sociedade. Creio que após essa crise, surgirão nações onde o modelo social-democrata se adapte melhor, em outras o modelo tecnocrata (alguém lembra?) ou ainda sociocracias...todas em consonância com modelos capitalistas e socialistas mais tradicionais.

ps.: agradeço o apoio de alguns do blog


Zé Carlos (o bilionário)

Anónimo disse...

Muito engraçado. O comunismo morreu e o que ameaça o mundo de hoje é o capitalismo desenfreado.
Mas para esta gentinha o comunismo é que continua a ser a ameaça.

Sandra disse...

^^
entenda, o que muitos aqui criticam é substituir o capitalismo por algo que notoriamente não deu certo. Trocar algo ruim por algo mais ruim ainda não é uma escolha muito inteligente, não?

Anónimo disse...

...e eles teimam. Nada a fazer!

Anónimo disse...

^^
ao invés de ficar bravinho poderia contra-argumentar. Ou você não tem cérebro pra isso?

dell

Anónimo disse...

o mundo atual está assim por causo do capitalismo. o mundo só vai mudar pra melhor quando instalar uma ditadurra do proletariado como preconizado pelo marx. só asim teremos paz e igualdade com todos. todo mundo fala mal do comunismo do leste da europa, mas pouca gente sabe que lá tinham fartura, comida todo mundo tinha, casa pra morar e muito mais. agora que caiu o comunismo todo mundo de lá quer o comunismo de volta. falei com uns hungaros amigos meus e els querem o comunismo de volta porque era melhor de se viver naquela epoca, apesar de serem jovens, eles sabem que naquela época era melhor.



Lauro

Anónimo disse...

o capitalismo é o sistema da exploração, onde o rico sempre se dá bem e o pobre se fode. no comunismo não tem isso, todo mundo é igual e todo mundo trabalha pra ajudar o seu proximo. até quem não quiser trabalhar é ajudado. por isso que jesus foi o primeiro comunista.


Lauro

Anónimo disse...

semana passada li numa revista que mais de 90 por cento dos russos querem o comunismo de volta. que o capitalismo só troxe miseria e pobresa.


Lauro

Oh Well, Okay. disse...

"Oh Well, Okay, continue a escrever, e não se deixe intimidar, que os cães ladram e a caravana passa. Você pelo menos entende que nenhum dos dois sistemas é perfeito!"

Obrigada. :)
Mas um reparo, para mim o comunismo é melhor que o capitalismo. Simplesmente reconheço que os exemplos "comunistas" não o são na realidade, não correspondem aquilo que eu entendo como comunismo.

Anónimo disse...

^^
pois é, você tem um jeito só seu de entender as coisas...hehehe

Maquiavel disse...

Bem, pelo menos duas pessoas (jorginho e paulo) já entenderam que a minha visão é a de alternativas ao capitalismo *selvagem* que existe.
E são os selvagens que acusam o modelo nórdico se ser o caminho para o comunismo. É de comédia, daquela bem forte! Besta são os outros? O "Karl" está-se a ver ao espelho, é típico narcisista...

"Ao final das contas, quem poderia ser contrário ao modelo nórdico? Todo mundo paga altos impostos mas há retorno direto em educação, saúde e segurança!"
Quem? pelos vistos, muita gente! Basta ler aqui nestes comentários!!! Tenham uma boa crise... se conseguirem!

Ze Tuga disse...

“A teoria do comunismo pode ser resumida em uma frase: Acabar com toda propriedade privada.” — Karl Marx

não esqueçam disso, meus camaradas