segunda-feira, agosto 03, 2009

Uzbequistão não quer base militar russa no Quirguistão

O Uzbequistão opõe-se à instalação de uma nova base militar russa no sul do Quirguistão porque desestabilizará a situação na região, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Uzbequistão num comunicado.
“O Uzbequistão considera que não existe necessidade alguma de instalar uma nova base militar russa no sul do Quirguistão, uma zona complicada e pouco previsível onde se juntam as fronteiras de três países e onde se poderá desestabilizar a situação”, assinala-se no comunicado.
Moscovo revelou os seus planos de criar uma nova base militar no Quirguistão depois de assinar, no dia 01 de Agosto, o memorando “Sobre as intenções da Rússia e do Quirguistão de desenvolver o marco legal que regula o estacionamento de unidades militares e o aquartelamento de contingentes adicionais russos no território do Quirguistão”.
Segundo este plano, Moscovo pretende instalar um contingente militar adicional que incluirá um batalhão e um centro de instrução para preparar militares russos e quirguizes.
A Rússia tem já uma importante base aérea militar em Kant, nos arredores de Bichkek, capital do Quirguistão, perto da base área militar norte-americana de Manas. Estas bases foram criadas a pretexto de travar o alargamento do extremismo islâmico à Ásia Central e de apoiar a luta contra os talibãs no Afeganistão.
“Esses planos podem provocar processos de militarização e dar início a manifestações nacionalistas e extremistas capazes de desequilibrar seriamente a situação neste vasto território”, assinala a diplomacia uzbeque.

31 comentários:

Ricardo disse...

Eu sempre fui contra instalar qualquer tipo de base extrangeira em um país, países que aceitam isso inegávelmente perdem parte de sua soberania, além de assinarem um atestado de incapacidade militar e de necessidade que outro país o defenda.

anónimo russo disse...

Uzbequistão, deve ser, quer ficar amigo da administração norte-americana, desde que faça tais declarações. Mas não sou um especialista no assunto.

Jose Milhazes disse...

Anónimo russo, como se costume dizer, o Uzbequistão quer diversificar a sua política externa.

Anónimo disse...

O Uzbequistão está de olho aberto!!!!!!!!!!
A Rússia não é confiável !!!!!!!!!

PortugueseMan disse...

É preciso ter em mente que foi neste país que os EUA abriram a sua primeira base militar, com a justificação do 11/9.

Também foi aqui que os EUA perderam a primeira base. Nestes últimos anos bases americanas e russas estão a ser abertas/fechadas a uma velocidade estonteante, mostrando o dinamismo desta região.

Eu já tenho chamado a atenção aqui de que existe um jogador muito importante que não é tão notado, porque actua de modo diferente.

Uma vez mais, um pipeline de gás está a ser construido no Uzbequistão para alimentar a China. Este é mais um dos pipelines que desvia a energia para a China, havendo neste caso cada vez menos disponível para o Ocidente. Este pipeline vai passar por vários países complicados e com bases russas e americanas pelo o caminho e numa zona de conflitos.Por outro lado este pipeline dá maior manobra de movimentos, pois também faz um bypass aos russos. Daí mais uma base russa por perto, não será dos interesses deles.

Por outro, a Rússia necessita de mostrar que está activa nesta zona do globo, ou veremos o tal jogador que até agora se tem mantido silencioso. A China.

A China mais tarde ou mais cedo terá que começar a proteger as suas fontes de energia tal como faz os EUA, isto faz-se principalmente por via militar. Mas se estes decidirem avançar para a Àsia Central, iremos ter russos, chineses, americanos e NATO todos no mesmo saco, com vários pipelines pelo o meio e de onde sabemos uma coisa: todos estes países têm interesses divergentes sobre qual a direcção que a energia destes produtores deve tomar: o Ocidente ou a Àsia.

Aconselho a leitura deste artigo e que aviso que é comprido:

China dips its toe in the Black Sea

http://www.atimes.com/atimes/China/KH01Ad01.html

além do tema da Àsia Central, reparem nos movimentos chineses na Moldávia, que são deveras interessantes.

Wandard disse...

PM os chineses jogam com a paciência e se aproveitam bem da queda de braço entre a Rússia e os Estados Unidos/Otan, porém a China ainda não tem poder para enfrentar a Rússia e muito menos sustentar duas frentes de batalha, como você mesmo observou ele depende de recursos externos que hoje consegue através de manobras econômicas e acordos comerciais, em caso de guerra eles não tem como sustentar seus pontos de fornecimento na condição atual da sua máquina militar pois possuem até quantidade mas não qualidade, primeiro os outros jogadores tem de reduzir seu poder e posteriormente se desgastarem em um conflito. A China precisa de Taiwan para avançar com passos mais largos.

Abraço,

Sérgio disse...

Muito interessante o artigo PM. Infelizmente também me parece que a Russia já fez as suas escolhas e passam cada vez mais pela Asia e não pela Europa. Poderemos efectivamente entrar numa nova guerra fria com opositores bem mais equilibrados. Interessante será saber qual será a posição da India, do Japão e da Indonesia nesta nova arquitectura geo-politica, a India e o Japão têm vindo a reforçar os laços, sem dúvida pretendem servir de contra-peso à dupla Russo-Chinesa no continente asiático, com o apoio do Ocidente. A UE deverá reforçar a integração com a América do Norte, cabe ao Brasil liderar a América Latina e deveria fazer uma aproximação ao México, parceiro indispensavel para atingir esse objectivo, sob pena de mais uma vez terem pouco a dizer no mundo dos nossos dias.

Wandard disse...

Consegui ler o arquivo que o PM postou e é muito bom. A entrada da China no jogo da Moldávia é interesante, mas a movimentação chinesa ainda segue a estratégia de contrapor os Estados Unidos e a Otan. A China não tem condições de enfrentar os EUA em uma guerra por Taiwan sem a Rússia e mesmo ganhando o conflito nos primeiros dias os americanos não conseguiriam sustentar uma campanha contra a China sem apoio logístico na região.

Sérgio o Brasil tem é que se distanciar da América do Norte e dos Estados Unidos, pois quando os americanos perderem o acesso aos recursos da Ásia Central, irão procurar se sustentar dos recursos do Brasil, cujo o assalto é mais fácil de ser consumado, já que os nossos governos desde Fernando Collor tem sido colaboracionistas com as pretenções americanas. A América Latina de língua espanhola jamais aceitará a liderança do Brasil.

Sérgio disse...

Wandard dividam a liderança com os países mais influentes como a Argentina e o México e terão o problema resolvido. Se a América latina não chegar a um acordo, podem continuar a protestar que nunca deixarão de ser o "quintal" dos EUA. Aliás não precisa de se preocupar com uma integração maior entre a América Latina e os EUA, pois são estes os primeiros a não quere-la, basta olhar para o papel subserviente desempenhado pelo México (origem de recursos naturais e humanos e um mercado para os produtos americanos), e aqui é que o Brasil pode ganhar se estiver disposto a ir mais longe e a tratar América Latina Espanhola de uma forma diferente que os EUA. Tratem-nos de igual para igual a ver se isso não resulta.

Sérgio disse...

Os EUA por outro lado devem começar por habituar-se a consumirem menos, a serem mais eficientes com os recursos que têm à sua disposição e terem uma economia mais amiga do ambiente. Se pensarmos bem nos recursos que dispõem no seu território em conjunto com o Canada, se apostarem nas energias renovaveis como tudo parece começar a apontar, têm um potencial tremendo a explorar e não precisarão de andar a assegurar combustiveis fosseis em zonas tão distantes do globo, que apenas lhe grangeiam inimizades e custos adicionais. Têm um potencial tremendo em energia éolica, solar e geotérmica, e isto tudo no seu território, tivessemos nós Europeus um território com essas vantagens todas.

Старик Хатабыч disse...

Я тоже думаю:
-Нечего там русским, давить гусеницами танков, плантации анаши!
Старик Хатабыч

Wandard disse...

Sérgio,

A Europa precisa se desvincular dos Estados Unidos, senão continuarão sendo manipulados no jogo, pois os americanos visam apenas os interesses do próprio país e seus aliados apenas atendem suas necessidades para oposição e enfrentamento. Note que em toda a situação a Europa acaba sendo arrastada, sempre se encontra no meio do fogo cruzado entre Estados Unidos, Rússia e China. Se a Europa hoje abandonasse a política anti-russa e afastasse as posições radicais da Inglaterra e Noruega e o sentimento revanchista das ex-repúblicas soviéticas, visando um melhor entendimento com a Rússia a situação seria menos conflituosa, como já citei antes houve uma chance nos anos 90, mas a UE tomou outra atitude seguindo os passos dos Estados Unidos. Quem sabe um dia, você poderá ter acesso a certos documentos que tornarão clara a verdade, mas quando isto ocorrer tudo já terá acontecido.

Quanto ao Brasil, para que ocorra este alinhamento será necessário que a curriola política que hoje transita no poder seja completamente substituída, pois se continuar o processo de desintegração de nossa estrutura será impossível. Os Estados Unidos conseguiram fazer em 19 anos o que não era possível durante o regime militar, chega a ser engraçado pois vivíamos uma "Ditadura" e não possuíamos "Estatuto de Desarmamento", com a "Democracia", ganhamos aumento da violência, de impostos, corrupção desenfreada, venda do acesso a recursos estratégicos a empresas multinacionais, aluguel de base aos Estados Unidos, sucateamento das forças armadas e promessas de reestruturação que atravessam anos e nada avança, aumento da vigilância da liberdade individual. Hoje temos agências governamentais que de nada servem para a população, contingentes policiais que nunca estão nas ruas. Os últimos 19 anos de "governo democrático" deixaram nossas estradas serem destruídas para que fossem privatizadas, porém primeiro são consertadas com o dinheiro público e depois são entregues à iniciativa privada. O Paraguai quer mais pela energia de Itaipu, pela qual não pagou a construção e cujo o megawatt que o Brasil compra já é mais caro do que o custo de hidrelétricas mais recentes que entrarão em operação e o nosso Governo pretende ceder às exigências como já cedeu à Bolívia e ao Equador. Só um pouco da realidade sem termos sido uma União Soviética, por isso é que minha ótica sobre a Rússia é bem diferente da sua.

Grande abraço,

Dom Miotto disse...

porém a China ainda não tem poder para enfrentar a Rússia e muito menos sustentar duas frentes de batalha..


Há anos Rússia e China vem resolvendo problemas comuns, como definições e cessões de fronteiras, planejamento energético, parceria e exercício militares, têm o mesmo "carinho" pelo Japão, comungam a mesma posição em temas polêmicos como Irã e Coreia do Noerte entre outros. O avanço da NATO preocupa a ambos e a relação entre esses países está cada vez mais estreita.

Creio ser irreal um conflito entre os dois, posto que isso resultaria na hegemonia definitiva de EUA-NATO no planeta.

cordialmente.

Dom Miotto

Wandard disse...

"Creio ser irreal um conflito entre os dois, posto que isso resultaria na hegemonia definitiva de EUA-NATO no planeta."

Caro Dom Miotto,


A curto e médio prazo realmente um conflito entre a Rússia e a China não ocorrerá, principalmente porque a capacidade militar convencional e principalmente nuclear da China é muito inferior à Rússia, seria o mesmo que pensar em um confronto India x China a ]India não ganharia. Mas em um futuro próximo provavelmente as coisas mudarão.

Abraço,

Anónimo disse...

Uma guerra entre Rússia e China não é possível nem a longo prazo. Há inumeros interesses e objectivos que os fazem aproximarem cada vez mais, pois a China precisa de segurança energética e desta forma precisará de recursos russos e parcerias para manter a Asia Central longe de conflitos. Vejo que tanto os Eua, China e Rússia tem interesses comuns na Asia Central; evitar guerras e estabilizar nações como Afeganistão, Irão, Paquistão e outros. Estes estando maus, afectarão a todos que estão com movimentos separatistas étnicos religiosos. Os chineses são inteligentes, estão a conseguir ganhar "ventos ao seu lado", enquanto Eua e UE preferem jogar contra a Rússia a tratando como se estivessemos em tempos de Guerra Fria. Mas a longo prazo a Rússia terá a vantagem de estar em prioridades para com a China e a UE verá que não foi bom ser Peã dos Eua, ou seja continuaremos a ser victimas de chantagens russas graças às desastrosas políticas da UE.

Anónimo disse...

Entre os Estados Unidos e a Russia, va o diabo e escolha.
Ricardo das 22:07 tem razao; o facto dos americanos terem uma base em Portugal reflecte essa verdade. Tem sido os EUA a controlar Portugal excepto a UE, que agora comanda o pais (Portugal como independente e soberano nao existe mais). Se nao fossem os americanos, talvez o Salazar nao teria estado tanto tempo no poder, tal como o resultado do 25 de Abril teria sido completamente diferente. Talvez ate o 25 de Abril foi criado pelos americanos e russos, extensao da rivalidade da guerra fria, que ate foi bem quente em Africa.

Portugal nao estava - nem nunca esteve - orgulhosamente so: infelizmente teve sempre ma companhia de todos os lados.

Portanto e perfeitamente compreensivel que o Uzbequistao nao queira nem os Russos nem os Americanos a meter o bedelho, e pelo que vejo do mapa, estao bem perto da China, fazem fronteira com o Afganistao a Sul mas estao quase inteiramente rodeados pelo Kazaquistao a Norte e o Turkmenistao a Sul. Sao esses dois mais o Kyrgistao e o Tajikistao que interessa.
Se a Russia quer criar a sua propria uniao oriental, entao tem que pensar em mais do que militarizacao de estilo sovietico.

Ao Sr. Milhazes, uma boa maneira de diversificar a politica externa e de incentivar o turismo. Desde melhorar a sua burocracia quando emite visas a popularizar certas areas atraves de anuncios e criar relacoes com agencias de viagens, hoteis, melhorar seguranca, etc.
Vai dai que Portugal - hehe - com a sua grande experiencia em turismo, pode ajudar. Ou empresarios privados portugueses podem visitar o local e ver no que isso da. ;-)

Anónimo disse...

Essa barba azul e um incopetente dos cornos!

Jest nas Wielu disse...

Os antiamericanos no seu melhor:

Quirguízia quer fechar a base dos EUA: Força, Avante, estamos contigo, a nação orgulhosa!

Quirguízia não quer ABRIAR a base russa: “Uzbequistão, deve ser, quer ficar amigo da administração norte-americana”.

Só faltou a parte usual sobre o “lambe - botas, “imperialismo do Bush”, “solidariedade do 3º mundo”, etc.

Pippo disse...

"a India e o Japão têm vindo a reforçar os laços, sem dúvida pretendem servir de contra-peso à dupla Russo-Chinesa".

Olhe que não, Sérgio, olhe que não.

Pode argumentar que Índia e Japão unem esforços contra a China, e nisso dar-lhe-ei razão, mas quanto a unirem-se contra a Rússia, está enganado.
Aliás, as relações entre a Rússia e a Índia são excelentes, e só não acontece o mesmo com o Japão por causa de diferendos históricos e territoriais.

Note ainda que a Índia iniciou o seu programa nuclear por causa do programa nuclear chinês e da conquista do Tibete. A China ainda tem conflitos com a Índia por causa da Cachemira e apoia os maoistas do Nepal e do Butão, e está a construir um anel de bases e instalações militares do Mar Amarelo ao Índico Ocidental que lhe permitam projectar poder aero-naval muito para além das suas fronteiras.
Em suma, a todos os níveis a China está a constituir-se como uma ameaça a longo prazo para os interesses indianos, e uma ameaça a médio prazo para o Japão (por alguma razão este país está a rever as suas leis militares).
Já essa potencial ameaça não é evidente se considerarmos a Rússia em lugar da China.

Quanto ao assunto em epígrafe, parece-me óbvio que já há alguns anos que o Uzbequistão está a seguir uma Pol Ext própria, jogando com os principais aliados disponíveis. A opção chinesa, mais uma vez, parece apetecível, dado que os chineses não têm interferido com a política interna dos países dos quais são "aliados".

Em qualquer dos casos, a intenção russa de abrir outra base na região é interessante pois parece confirmar uma crescente capacidade militar moscovita e a intenção de reforçar o seu peso na AC. Se não estou em erro, a Rússia continua a manter uma divisão motorizada no Tajiquistão, tem óptimas relações com o Cazaquistão e tem uma capacidade de projecção de forças assegurada (e em breve reforçada)no Quirguistão. A possibilidade que isso lhe poderá dar para contrariar as posições dos seus adversários na região é notória, sobretudo se conseguir, como espera, "fechar" os acessos do Cáucaso, a região prioritária em termos geoestratégicos.

A ver vamos.

PS - o artigo escrito pelo Emb. Bhadrakumar é excelente. Oferece uma visão e um nível de conhecimentos pouco comuns nos jornais dos dias de hoje.

Sérgio disse...

Pippo terá razão naquilo que diz. No futuro a ver vamos.

Wandard disse...

Pippo e Sérgio,

Os dois países tem estreitado seus laços, mas a Índia difícilmente arranjará desentendimentos com a Rússia, não houve nenhum incidente em muitos anos, o Japão busca acordos comerciais e uma aproximação das relações com a Rússia contrariando inclusive os Estados Unidos, agora em relação à China é possível que os dois se unam, mas não são páreo para a China que ainda pode unir forças com o Paquistão que já é um desafeto natural da Índia.

Sérgio disse...

Chávez ameaça com “uma guerra na América do Sul”
Agosto 6, 2009 – 6:56 pm
O presidente da Venezuela ameaçou dar «início a uma guerra na América do Sul» se os EUA levarem avante o seu plano de instalar sete bases militares na Colômbia.

O aviso de Chávez teve como destinatário Barack Obama, que recentemente assinou um acordo com o presidente da Colômbia para a instalação de sete bases militares norte-americanas naquele país.

Uma prova, para Hugo Chávez, de que a política do presidente norte-americano para o continente «é igual à de Bush».

Em conferência de imprensa no palácio presidencial, Chávez recomendou a Obama que «em vez de enviar mais soldados, mais armas e mais dinheiro à Colômbia para que faça mais guerra e mais mortes» faça «ver à Colômbia que poderia liderar um processo de paz» com a guerrilha das FARC.

Para reforçar a sua ameaça, o chefe de Estado venezuelano anunciou que assinará com a Rússia «um acordo importante de armamento» já no próximo mês de Setembro.

Hugo Chávez aproveitou ainda a ocasião para repetir o desmentido sobre o eventual apoio militar da Venezuela à guerrilha das FARC. Uma tese defendida pelo presidente colombiano e que levou à suspensão das relações diplomáticas entre os dois países e ao boicote económico à Colômbia por parte do Estado venezuelano.

MRA Alliance/Agências

http://lawrei.eu/MRA_Alliance/



Wandard têm de controlar esse tipo, senão qualquer dia ainda estão metidos numa embrulhada;:).

Sérgio disse...

Falem com os Russos, eles é que são especilaistas em livrarem-se de pessoas indesejadas.

Sérgio disse...

Talvez vos deem assistencia tecnica e alguns conselhos nessa area,:). Não fosse sério o assunto...

JAO disse...

A RÚSSIA NÃO TEM UMA GRANDE POPULAÇÃO PRA SER UMA SUPERPOTÊNCIA NO FUTURO.
A URSS TINHA 300 MILHÕES DE PESSOAS. HOJE A RÚSSIA NÃO TEM NEM METADE (140 MILHÕES, RUSSOS MESMO SÓ 110!!!!) E A CADA 2-3 ANOS PERDE 1 MILHAO. ALGUÉM ACREDITA QUE ESSE PAÍS TEM CAPACIDADE DE SE TORNAR UMA SUPERPOTENCIA NO FUTURO???? E EM COELHINHO DA PASCOA TAMBÉM ACREDITAM?

anónimo russo disse...

JAO disse...
A RÚSSIA NÃO TEM UMA GRANDE POPULAÇÃO PRA SER UMA SUPERPOTÊNCIA NO FUTURO.
A URSS TINHA 300 MILHÕES DE PESSOAS. HOJE A RÚSSIA NÃO TEM NEM METADE (140 MILHÕES, RUSSOS MESMO SÓ 110!!!!) E A CADA 2-3 ANOS PERDE 1 MILHAO. ALGUÉM ACREDITA QUE ESSE PAÍS TEM CAPACIDADE DE SE TORNAR UMA SUPERPOTENCIA NO FUTURO???? E EM COELHINHO DA PASCOA TAMBÉM ACREDITAM?

Meu deus, para que copiar as postagens nos vários temas? Vieste substituir o Jest que perdeu a confiança neste blog?

Anónimo disse...

Há cada vez menos russos. O último que morrer fecha a porta. Vodka, miséria e maus hábitos não ajudam. Enviar tropas para a Ásia Central? Que tal se povoassem a Sibéria para começar. JP

Pippo disse...

"Falem com os Russos, eles é que são especilaistas em livrarem-se de pessoas indesejadas."

Não são os únicos, Sérgio, não são os únicos. Todos o fazem, mas apenas os russos são chamados de "maus da fita".

Pippo disse...

Would Russians In Ferghana Valley Guarantee Stability Or Spell Disaster?

Uzbek President Islam Karimov (left) and Russia's then-president and current prime minister, Vladimir Putin, toast the good times in 2004.
August 12, 2009
By Farangis Najibullah
Russia's recently announced plan to set up a second military base in Kyrgyzstan has evoked considerable reaction as proponents and detractors debate whether such a facility will boost or strain security efforts the region.

Moscow appears to be eyeing two possible sites in southern Kyrgyzstan that lie in the Central Asia's most densely populated and volatile region, the Ferghana Valley.

Ferghana straddles the borders of Kyrgyzstan, Tajikistan, and Uzbekistan, is home to a combustible mix of high unemployment, diverse ethnicity, and religious conservatism.

Each of the sites shortlisted for the facility, Osh and Batken, is also near Kyrgyzstan's border with Uzbekistan.

Uzbek officials are reportedly concerned that such a base might provoke religious and extremist groups, and rumors of the deal prompted alarm from Tashkent even before the details were agreed during a recent Collective Security Treaty Organization Treaty (CSTO) summit on August 1.

Kyrgyz authorities have repeatedly asserted that the main security threats are from the south -- from areas bordering Uzbekistan.

But the Uzbek Foreign Ministry's Jahon news agency published a statement saying there was no need for a Russian base in the area, and that it would help destabilize all of Central Asia.

'The Pulse Of Central Asia'

The Ferghana Valley has a long history of ethnic tension and uprisings, and is home to a number of groups banned in many Central Asian states. The Islamic Movement of Uzbekistan (IMU), an alleged terrorist group whose operations now span South and Central Asia, was created there, and the banned Islamist Hizb-ut-Tahrir has been more active there than in any other part of Central Asia.

It has also witnessed periodic bloodshed, such as when ethnic Uzbeks and Kyrgyz clashes in Osh killed nearly 300 people in 1990 or a popular uprising in the Uzbek city of Andijon was crushed by government forces in May 2005, killing or injuring hundreds more.

More recently, three attacks by unknown groups took place along the Uzbek-Kyrgyz border within a span of 24 hours on May 26.

Such incidents appear to lend credence to Uzbekistan's fears of provoking extremists in the region.

But regional experts say Tashkent's opposition to a second Russian base in Kyrgyzstan has little to do with its stated objections. They suggest Uzbekistan, which considers itself a regional power, is wary of seeing increased Russian influence in Central Asia.

(...)


http://www.rferl.org/content/Would_Russians_In_Ferghana_Valley_Guarantee_Stability_Or_Spell_Disaster/1798381.html

Pippo disse...

(...)

"Being present in a potentially unstable area, the Ferghana Valley, would mean that Russia has put its hands on the pulse of Central Asia," Andrei Grozin, the head Central Asia department at the Institute of the CIS Countries in Moscow, says. "Besides, Moscow wants to show who's the boss in Central Asia."

Hackles are already up among outsiders over draft legislation making the rounds in Russia that would make it easier to deploy troops internationally to counter aggression against Russian or foreign militaries. Russia's current counterterrorism law allows for deployments abroad to fight terrorism.

Grozin argues that an increased Russian presence would make it increasingly difficult for Uzbekistan to bully its neighbors.

"The presence of a Russian military base is perceived by many in Tashkent like the presence of a Russian military base in [Georgia's breakaway republics of] South Ossetia or Abkhazia, for example," Grozin tells RFE/RL.

"They all understand that when a Russian military structure emerges in the area of Uzbek interests, it will be harder for Tashkent to put pressure on Bishkek and Dushanbe."

Tashkent Intransigence?

Uzbekistan has a history of isolating itself when it comes to multilateral efforts. Taskhent has threatened to leave the Russia-dominated CSTO, and along with Belarus has refused to sign off on the organization's creation of a rapid-reaction force to fight terrorism.

Anna Matveeva, a visiting fellow with the Crisis States Research Centre at the London School of Economics, says that by setting up a second base in Kyrgyzstan, Russia would demonstrate that it does not consider Uzbekistan its favored partner in Central Asia.

"Uzbekistan has not been a stable partner to anyone," Matveeva says. "It frequently changes its foreign policy, shifting from Russia to the West, from the U.S. to China and so on. Kyrgyzstan, however, has been much more loyal to Russia."

Matveeva says Uzbekistan's warning about a new Russian military presence increasing the threat of militancy is "baseless."

"There is also quite a lot of military presence in Ferghana Valley and especially a huge Uzbek military buildup," Matveeva says. "The Russian base -- it will still take time until something of that order materializes -- will still be a very limited presence, we are not talking about deployment of a kind of big army unit there."

She notes the presence of a larger Russian military facility in Tajikistan "in a very devout area" near the border with Afghanistan and says, "It doesn't really provoke any passions of any kind."

http://www.rferl.org/content/Would_Russians_In_Ferghana_Valley_Guarantee_Stability_Or_Spell_Disaster/1798381.html

Anónimo disse...

Os russos perseguem meu povo dia apois dia ,achas realmente que sao melhores que os EUA eles sao como qualquer so que tentam influenciar naçoes aliados .os russos nao tem culpa ,ja seu governo. um so alguem perseguido entenderia isso