sábado, julho 18, 2009

Avó quer impedir que a criança viaje para Portugal

A avó de Alexandra Zarubina, a criança russa entregue à mãe após quatro anos com uma família de Barcelos, tenciona impedir que a menina viaje para Portugal, apesar de a mãe já ter admitido fazê-lo.

“Ninguém tenciona ir a lado nenhum. Eles confundem o sonho com a realidade”, declarou a avó de Alexandra, Olga Zarubina, numa entrevista à agência noticiosa Ria-Novosti, comentando as notícias de que a mãe da criança tenciona visitar Portugal com as duas filhas e o irmão.

Contactada anteriormente pela Lusa por telefone, Natália Zarubina, mãe de Alexandra, admitiu a possibilidade de visitar Portugal para ver as propostas de residência e emprego que lhe tinham sido oferecidas por entidades públicas e privadas portuguesas.

Segundo a avó, “os portugueses querem tentar fazer regressar Natália a todo o custo, para lhe tirar Sandra”.

“Eles (família de acolhimento) não precisam da Natália. Tentam atraí-la juntamente com a Sandra para Portugal, porque a menina está inatingível para eles na Rússia”, acrescenta a avó, sublinhando que as intenções da parte portuguesa estão longe de ser “boas”.

“Se eles realmente quisessem ajudar, há muito poderiam ter feito isso. Eu não sei para que precisam disto, mas não se trata de amor pela menina”, diz Olga Zarubina, insinuando haver “interesse” da parte da família que acolheu a criança.

A avó reconhece que os “portugueses” telefonam constantemente a Natália para a convencer a regressar com Alexandra, mas mostra-se categoricamente contra isso.

“Não excluo que Natália vá a Portugal para legalizar um documento, mas não permitirei que Sandra vá com ela. Se ela for, vai sem a filha”, frisou.

“Depois de conseguirem o seu objectivo, eles farão com Natália o que quiserem, não podemos excluir isso”, considerou.

Alexandra encontra-se na Rússia há quase dois meses e, na segunda-feira passada, passou a frequentar um infantário da vila de Pretchistoe, onde vive a família Zarubin.

247 comentários:

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Anónimo disse...

A avó nunca vai deixar que a Xaninha venha, como é lógico.
Afinal foi ela que exigiu que a Natália levasse a menina, caso contrário não a deixava entrar em casa.
Esta coisa das negociações foi sempre uma causa perdida desde o início infelizmente.

Canislupus1987 disse...

esta gente não tem amor nenhum pela criança. Preocupem-se com o que ela sente e não com os interesses pessoais, essa mãe não me parece lá muito boa mãe. E se a avó fosse boa avó tentaria ver o que a menina quer. ...

Anónimo disse...

Espero,que se até aqui a senhora avó,era a que tinha mais qualidades naquela casa,que a partir de agora não começe a ler ofensas á senhora...até se compreende,como mãe e avó que pense assim!ainda mais foi ela que ajudou a filha a recuperar a xaninha,e qualquer mãe e avó não goste e não queira ver partir toda a sua familia,desde filha,netas e até o filho!para ela depois o que se passou em portugal com a filha,que nada foi bom,não acredite que as coisas agora vão a ser diferentes...também duvido de alumas intenções...querem ajudar mãe e menina,mas não deixam de ofender a mãe da xaninha desde(parideira,que a destestam,que não tem onde cair morta,etc etc) os mesmos que se afirmam que estão fazendo tudo para ajudar...basta aceder ao blog e ao chat!Uma casa e emprego é uma proposta fantástica,mas não é tudo na vida!o portugues,gosta muito de dar e ajudar...mas também de querer mandar naquilo que dão e fazem...começa a ser uma obsessão em torno da menina,mas assim que podem,toca a malhar na natália...afinal se é para ajudar,toca a fazer de natália uma pessoa melhor e ver a vida com mais côr para não voltar a fazer erros na sua vida,e depois ainda há quem afirme no blog,que ou vêm e se dá ajudas,ou ajudar lá nem pensar...!será assim mesmo o portuguê?
Deixem a natália decidir,sim claro mostrarem o que têm para ajudar,mas sem pressôes e cinismo...e se não for o melhor que todos esperam...então que seja respeitado,sem andarem constantemente a pôr natália em baixo...e que o casal mantenha o elo de ligação para com a menina e tentarem ficar sempre amigos,e quem sabe a menina conviver em certas alturas do ano com que a criou durante uns anos.Mas deixem de ser mal dizentos...e não começem a enxovalhar a avó da menina,só porque ela tem outra visão da situação!

Christy

Anónimo disse...

PRONTO!!!!

Lá porque avó não quer,que menina venha para portugal,já não é boa avó e não tem afectos e não quer o bem á menina!!!

Esta avó não tem boas memórias de portugal e do casal!a começar pela filha que não teve sucessos,a terem que andarem pelo tribunal e advogados acerca de menina como sabemos todos nós!

Perfeitamente normal ela pensar assim!Quem le garante que vai ser tudo um mar de rosas?

Para ela,mesmo com as difilcudades em que vivem,a familia estará bem junto e perto dela,ou também não é assim que por aqui também se pensa,em querermos manter a nossas familias unidas?

Duvido do que se passou e das ofensas verbais entre a natália e o casal,que tudo para a frente seja um mar de rosas...pelo contrário,haverá sempre desconfianças de ambas as partes!

Aquele que é ajudado,não tem que ser subjugado,e quem dá não tem que mandar!e o casal parece ser um pouco autoritário,só poque querem dar e ajudar,e o resto?é só mesmo ajudar?deixarão eles a mãe e filha com a liberdade a que têm direito?ou andarão,tipo"ou fazes o que queremos ou te tiramos o que demos!"

Eu confiava nas boa intenções do casal,deixei de acreditar a partir do momento em que comecei a visitar o blog e o chat,e reparo o tipo de pessoas que neles comentam...

PRÓXIMOS CAPITULOS DA NOVELA...
ESPEREMOS PARA VÊR...

FPtrad disse...

Que eu saiba, a Natália é maior e vacinada. Por isso, cabe-lhe a ela - e a mais ninguém - tomar a decisão de viver e de trabalhar onde quiser, seja em Portugal, seja na Rússia. Por isso, a mãe dela não tem nada que a pressionar.

Teresa disse...

Boa tarde!

Estou plenamente de acordo consigo FPTrad. Até porque, ao que se sabe, a Natalia nunca precisou de autorização para emigrar das vezes anteriores (quer para a Russia, quer para Portugal). Não me parece que seja por aí...
Por mais importante que seja a opinião da Srª D. Olga, a natalia é uma mulher adulta com poder de tomar as suas próprias decisões.
Teresa

Anónimo disse...

...e se se preocupassem com as vossas vidinhas?

Anónimo disse...

Ou FPtrad e Teresa,pois eu també estou de acordo com voçês,em a Natália ser maior e vacinada!

A mãe não têm que se meter na vida da filha,nem fazer pressôes!

Mas também se a mãe não manda,e quem sâo voçê para mandarem na Natália e fazerem pressão e chantagearem a mulher!!??

Ainda não ouvi ninguém a dizer que vão ajudar a Natália a sair da bebida e a ter uma vida digna...

Querem que ela volte para se apoderarem da menina e depois as ajudas que se lixem!

Pensarão que uma casa é tudo...e o resto...?

É só a Natália discordar com alguma coisa cá em Portugal,que fazem-le a vida negra!

E fizeram-na ao não entregarem a menina quando o deviam fazer,foi preciso o tribunal...

e ai porque não fizeram nada?!

se não tinham as mesmas condiçôes que agora,quais?de uma casa e emprego??
Quando há vontade,tudo de faz,ou fazia para que mãe ficasse cá junto com a filha...

mas não se maribaram para a mâe,pensando que iam ganhar em tribunal e ficarem com a menina,sem se importarem se também seria prejudicial separar a filha da mâe...

Enfim...

Abel Dias

Anónimo disse...

portuguese,só darem 1 xouriço a quem der 1 porco,eu viver em barcelos tempo atrás e ajudaram,não me largavam a bregilha...até ficarem detrás da porta espreitar quem saia e entrava na minha casa,e horas que eu saia e entrava,querer,dar casa natalia para tirar a filha.
Richard

Teresa disse...

Mais uma vez, boa tarde!

- Ao anónimo das 15h 16m: pelos vistos, a sua frase também é válida para si! Só que pela minha parte, não lhe encomendei sermão nenhum!
- Ao Sr. Abel Dias, tenho a responder-lhe que se encontra bastante mal informado. Talvez seja boa ideia saber o que se passou antes, e as ajudas que o casal Pinheiro tentou dar a Natalia, ainda a menina estava com eles. Simplesmente, na altura, não as quis aproveitar. Antes de falar assim, devia tentar informar-se melhor. Por outro lado, no que me diz respeito não mando em ninguém, muito menos na Natalia!
- Quanto ao Sr. Richard, só tenho uma coisa para lhe dizer, ou melhor, para lhe perguntar: Com essa opinião tão "boa" de Portugal e dos portugueses, diga-me: o que faz ainda cá? Aproveite, e pergunte a outros emigrantes noutros países se alguém os ajudou...é curiosa a sua atitude! Sabe? Os portugueses são um povo solidário com todos os outros povos. O que acontece, é que também não somos parvos! Felicidades para si em Portugal e votos que aquilo que o trouxe para o meu país, decerto melhores condições de vida, se concretize!
- Ao Dr. José Milhases, mais uma vez, agradeço o seu trabalho mesmo de férias! Continuação de um óptimo descanso por Portugal.
Teresa

cidadaniaresponsavel disse...

Acho perfeitamente natural que uma Avó cuide da sua família. Tenha os defeitos que tiver, é Avó e está a defender a sua filha e a sua neta por muito que isso custe a certo tipo de gente. Já deixei de ser visita ao blogue português sobre a Alexandra porque existem comentários de um certo tipo de gente que realmente ultrapassam o considerado minimamente admissível em ordem às pessoas escolherem livremente as suas vidas e o seu destino ou o seu futuro. Além disso fui objecto de censura ao eliminarem dois comentários (já depois de publicados) que ali coloquei que nada tinham de ofensivos para quem quer que fosse. Atitudes destas comigo não jogam porque já passaram 63 anos de vida sobre mim, muito vividos.

Anónimo disse...

Ao comentarista "CIDADANIA" eu concordo consigo,pois naquele blog só meia duzia de gente é que pode comentar,tudo o que for para dizer a opinião ao contrário,apagam...e se falarmos no chat...então é uma pouca vergonha,outra meia duzia de nomes,que primeiro se escondem atrás de numeros,para verem quem fala mal delas(parece ser frequente falarem nas costas de umas e de outras,da que está fora!)mas que a seguir aparecem com os tais nomes,em que pedem aos que estão com numeros que se registem,nim chat que é publico,depois é só quem quer assistir ás provocaçôes,ofensas e insultarem os que têm numero e que discordem de algo sobre a xaninha...é um autêntico circo,pena é quererem fazer acreditar que estão de boa fé...qualquer um que diga algo diferente que essa meia duzia,toca a chamar nomes e ofender...
Um grupinho,quanto a mim muito estranho...
LUISA

Anónimo disse...

Perdão...
escrevi mal,queria dizer
"CIDADANIARESPONSAVEL"

LUISA

Anónimo disse...

Á conta dessa meia duzia de pessoas que sustentam um blog e um chat,muitas duzias e duzias de pessoas se afastaram e mudaram de opinião,foi o meu caso...com pena.
No entanto fica uma pergunta no ar,será que caso a Natália não venha,será entregue todos os artigos e até monetário lá na Russia...?
Se é para ajudar a menina a ter melhores condiçôes,e se o money foi pedido em nome dela...
Ora caso ela não volte falta saber esse tal cinismo e falsidade até onde vai parar...
É POSSIVÉL SIM FAZEREM CHEGAR TUDO Á RUSSIA CASO A MENINA NÃO VOLTE!
É POSSIVÉL SIM FAZERM CHEGAR COISAS NO VALOR DO DINHEIRO,CASO NÃO QUEIRAM MANDAR EM NOTAS,POR EXEMPLO,UMA CAMINHA,ROUPA DE INVERNO,CALÇADO ETC ETC
A BOA VONTADE DE DAR E AJUDAR NÃO DEVE PASSAR SÓ...POR A MENINA VOLTAR!MAS SIM AJUDAR ELA LÁ!!

natalia disse...

É verdade, comecei (descubri por acaso) a ir ao chat da Xaninha e de inicio pareceu-me tudo mais ou menos normal, até ter assistido a diálogos acerca da mãe da menina profundamente vexatórios e com um vocabulário nada digno de um site público e ainda por cima de ajuda a alguém! Confesso que fiquei indignada com o que ali li, depois apercebi-me que qualquer coisa que fosse dito contra as opiniões do grupo eram sujeitas a agressões verbais e o encaminhamento para fora do blog de forma muito pouco delicada! É evidente que quem como eu assistiu a tantos insultos à mãe da menina custa a creditar que quem ali está esteja bem intencionado!

Apaixonei-me (dentro do razoável) por este caso por ter achado que tudo decorreu de uma forma dramática e só de pensar que a menina não tem com quem falar angustia-me! Fico revoltada por ver que quem se comprometeu a ajuda-la tenha acabado por criar tanta divisão entre todos!

Gostaria que alguém sugerisse um nome de pessoa idónea, na Rússia, para eu poder dar a minha contribuição para ajuda aquela família!

Grata pelo seu trabalho Sr José Milhazes e pelo carinho com que acompanha este caso.

Angela disse...

Acho muito injusto que certas pessoas venham criticar os objectivos do casal Pinheiro.
Todos os comentários são importantes, e assim são importantes os comentários que pedem moderação na linguagem e nas opiniões.
Assim se estabelecem diálogos equilibrados que podem ajudar a Xaninha.
As pessoas não têm que ser julgadas pelo que pensam, mas devem aceitar que outros protestem quando se ultrapassa o conceito de bom senso e de civilização.
São de aceitar as várias opiniões sobre a Natália, o facto é que a vida dela têm sido muito instável, sem ter tido a possibilidade de cuidar das filhas e de levar uma vida de adulta integrada numa comunidade.
Não fosse o casal Pinheiro, que teria sido da Alexandra? Seguramente nenhum orfanato teria feito dela a feliz e graciosa menina que o casal Pinheiro criou. Nunca nos devemos esquecer disso.
Porque é que a palavra agradecimento está cada vez mais esquecida na sociedade? Que ensinamos aos nossos filhos, só desconfiança? Até de quem nos ajuda? Estaremos a educar seres equilibrados e confiantes?
Angela

Anónimo disse...

Angela,penso que as pessoas na maioria,não estão contra o casal,mas sim a toda essa gentinha que se faz amigos do casal,que se diz amigos da xaninha,que falam em luta,mas fazem grupinhos,que insultam,que ofendem,e muito mais!
Infelizmente por causa de uns,pagam outros!penso que o casal pode ser penalizado por ter,algumas pessoas a defênde-los de forma...estranha...diria eu até pessoas muito mal educadas para falar de um assunto tão melindroso...falo por mim,e por outras tantas que dialogámos,aquilo em que acreditava,deixei de acreditar,já apagaram mensagens minhas no blog,já fui insultada,já me mandaram á..."MERDA" a própria que se assume uma das apoiantes e que gere o blog senhora SOFIA RIBEIRO,em plena tarde de conversa no chat com varias pessoa assistir,se ofendem...sujeitam-se a que também os outros o façam!os primeiros a manter o respeito,são os que derigem o blog!e depois falam demais e por vezes sem saber,metem muitas palavras na boca do casal!percebe agora porque ficam alguns contra o casal,mas que grande bagunça vai naquele chat!penso que o casal queira ajudar mãe e filha,mas quando no chat surgem pessoas com nome(atenção que numeros não têm direito a voto..)que se dizem apoiantes do caso,afirmar que o casal só ajuda a natália por causa da menina e que se não fizer como o casal quer que se vá embora desde que deixe cá a menina,assim foi ontem que eu assisti,como se pode confiar nas boas intençôes?
Alguém acha possivél,poderem tirar a menina á mâe?
As pessoas vão lendo o que certa gente assumidérrima donos do chat vão dizendo e começam a ficar um pouco contra o casal...parece que essas ditas pessoas sâo porta voz do casal...mas depois acho que umas vezes acrescentam outras deminuiem e trocam tudo,o que devia ser cordial,para todos estarem juntos,acabam por afastar...o que é uma pena...

António disse...

Александра,
не забыть о вас

Alexandra,
não nos esquecemos de ti

Alexandra,
not to forget about you

Anónimo disse...

A avó da Alexandra não terá razão em desconfiar dos Portugueses???
Eu acho que tem. Eu também desconfiava.
E a Natália também dsconfia .... e com razão. Ou não??

Não foi preciso andar anos nos Tribunais para reaver a filha???

As boas intenções de agora são iguais às boas intenções de antigamente.

Nuno disse...

Ja percebemos que a mãe da Natália tb quer vir para Portugal.

Ao comentarista Richard: ainda bem que se foi embora! Portugal so precisa daqueles que realmente gostam de aqui estar.

E parece que a Dona Olga Zarubina tb quer vir para o cantinho à beira mar plantado.

FULANO disse...

Pronto,

agora a avó Olga (que mostrou o que é, ao ter escrito uma carta ao primeiro-ministro Putin, metendo uma cunha) ligou o COMPLICADOR.

Gostava de saber se a avó Olga também vai impedir que o pai biológico, Heorgyi Tsiklauri, visite a menina, em Prechistoe.

Ou se, caso o dito pai biológico queira levar a miúda para ver o avô paterno, na Ucrânia, também vai levantar obstáculos.

Concordo que o link que conduz para o Chat da Xaninha, no Blog português, devia ser fechado porque, infelizmente está a ter utilidade pouco útil, e o quadro de Comentários, é suficiente.

Muitos dos que postaram aquí, lamuriando-se contra o Blog Xaninhanossa, são contra o regresso da criança e contra a família Pinheiro, e como tal, cabem bem aquí as seguintes palavras: O que é questionável, o que é perigoso quanto aos oponentes, não é o que eles pensam, mas sim, o que eles são. E eles são mal-intencionados, e, intolerantes. O mal não está naquilo que pensam, mas sim, naquilo que dizem ácerca dos que pensam de maneira diferente.

Anónimo disse...

Mas quem importa afinal?A avó ou a criança?Onde esteve avó?Andor mas é...

Jest nas Wielu disse...

Avo marece uma ordem qualquer, tipo "Sto. Putín" pela combate cerrado às tentações da NATO!

(piada, claro).

Anónimo disse...

Claro que a mãe da Natália não quer vir para Portugal!
Ela é uma pessoa idosa, com o seu trabalho estável, e quer que a família fique na Rússia, o que é compreensível.
Não nos esqueçamos que a família Zarubin é "retornada" do Cazaquistão, onde provavelmente sofreu com os conflitos étnicos que se seguiram ao fim da URSS. Nessa altura, os russos que residiam nas ex-repúblicas socialistas foram perseguidos, forçados a voltar para a "metrópole", muitos tiveram de deixar lá todos os seus bens.
Por isso, a avó vê a Rússia como o seu último refúgio e olha com desconfiança para todos os estrangeiros.
Este é um drama privado que, infelizmente, se tornou público e era bom que todos tentássemos ajudar a manter a paz na família Zarubin e entre as duas famílias.

Cristina Mestre

FPtrad disse...

Sr. Abel Dias,

Já que se dirige pessoalmente a mim, digo-lhe que faço minhas as palavras da Teresa e não tenho mais nada a acrescentar.

Quanto à mãe da Natália, as afirmações dela não têm nada de surpreendente, pois as informações que ela tem da família Pinheiro foram-lhe dadas exclusivamente pela filha. Como querem então que ela tenha uma opinião diferente? É impossível!!

Quanto à Natália, penso que será óptimo para ela arranjar emprego na Rússia, pois uma pessoa que não tem emprego nem dinheiro fica sempre dependente dos outros e só um emprego permitirá a emancipação dela.

Quanto à família Pinheiro, a intenção deles é absolutamente louvável, mas... até onde é que eles estão dispostos a ir? E o que é que eles vão fazer se a Natália recusar? Já se avançou com a hipótese do Tribunal dos Direitos Humanos em Estrasburgo, mas a verdade é que a Alexandra fala da "mãe Florinda", mas também da "mãe Natália"... O que fazer, então?

Quanto ao blog de apoio à Alexandra, confesso que estou cada vez mais desiludida e cansada: cansada por ver que as minhas ideias são deturpadas, que me acusam de intenções e de ideias que não tenho e, sobretudo, que nem sequer aceitam qualquer crítica - sempre que tenho uma opinião discordante, há sempre quem me acuse de ser uma "infiltrada" e "agente do KGB". No chat, então, é uma pouca vergonha: muitos internautas nem sequer têm consciência de que o char é público e que, por isso, os problemas pessoais deles não dizem respeito a mais ninguém. Tentei avisá-los e mandaram-me bugiar sem qualquer cerimónia. Confesso que tudo isto consome as minhas energias e a minha paciência não é eterna...
Lamento, mas é o que eu sinto.

Anónimo disse...

PFtrad
Acompanho os seus comentários desde o início aqui e no blogue da Alexandra e não penso que seja uma "infiltrada". Acho que os leitores se referiam as outras pessoas, pois às vezes é difícil defenir quem escreveu o quê.
Os seus comentários eram sempre interessantes, continue a participar, especialmente aqui.

MariaF disse...

Caríssimos,
Parece-me que alguns de nós já estamos a acusar o cansaço de 2 meses...
Qualquer psicólogo aconselha a convivência da Alexandra com as 2 famílias. Onde há reais condições para tal?
O nosso objectivo é a felicidade de Alexandra sobre qqer orgulho de adultos. Por que ficou Alexandra contente com a notícia da mãe Natália sobre a viagem delas a Portugal?
Criticar é fácil, fazer e, sobretudo fazer melhor, é mais difícil!
Superior interesse da crinaça acima de qqer outra questão. Deixemos de lado o nosso orgulho ferido - Alexandra agradecer-nos-á.
Cmpts,
Maria Ferreira

FPtrad disse...

Concordo inteiramente com a Maria Ferreira: está na hora das duas famílias travarem conhecimento e desfazerem receios e mal entendidos, para o bem da Alexandra.

Anónimo disse...

Mas será que vocês todos não têm vida própria?

FPtrad disse...

Caro anónimo das 9:54, faço-lhe a mesma pergunta.

Anónimo disse...

MariaF,
Não se trata de fazer melhor (pior é impossível), e não me refiro à causa mas à atitude de alguns membros do blog e das conversas pouco dignificantes que mantiveram no chat!

Um abraço à família de acolhimento da Alexandra desejo para vós tudo de bom assim como à menina e família biológica

Anónimo disse...

Penso que se estão a esquecer do mais importante... a Xaninha.. preocupem-se sim com ela!!!

Parem de lavar roupa suja neste blog e no blog da Xaninha...

Pela Xaninha sempre!!!!!!

Jose Milhazes disse...

Caros leitores, apelo à vossa moderação nos comentários e faço minhas as palavras de Cristina Mestre. Os insultosa não levam a lado nenhum, mas sim o diálogo e a compreensão.

FPtrad disse...

Caros,

Não é por não concordarmos com certas coisas que se passam no blog da Alexandra que deixamos de apoiar o regresso dela.
Pela parte que me toca, apoio o regresso dela e continuarei a apoiar a causa. Agora, sinceramente, isso não me obriga a aceitar certas coisas que considero inaceitáveis.

Fandral disse...

O blog/chat, etc. tem como intuito juntar as pessoas que apoiam esta causa. Por vezes existem exageros e má educação por parte de alguns o que como é óbvio é condenável mas peço que ignorem isso. Se não gostam do serviço Chat não o frequentem... tentamos controlar o chat mas por vezes dá a sensação que tem vida própria ;) e não temos tempo para estar lá a 100%.
Por isso volto a pedir desculpas por algumas situações menos próprias... mas não se esqueçam que o apoio é todo pela Xaninha. Qualquer coisa além disso não tem interesse.

FPtrad disse...

Obrigada, Fandral

Não esquecemos o propósito do vosso blog - pelo menos, pela parte que me toca.
Agora, tenham cuidado com o que é dito no blog e, sobretudo, no chat. Lembrem-se que há pessoas que não vos conhecem de lado nenhum e que ficam com má impressão ao lerem certas conversas...

Gaius disse...

Como rende este assunto, hein....

FPtrad disse...

Caro Gaius,

E então? Este assunto incomoda-o? Sabe, não precisa de vir ler...

Ana disse...

POR FAVOR,
Lmitem-se a comentar o post!
Este blog, é do Dr. José Milhazes que gentilmente nos vái dando noticias relacionadas com a Alexandra.
Haja respeito!

Ana_Palmela

eleutério disse...

Sem ser directamente relacionado com o assunto, pode o José Milhazes comentar as notícias sobre o declínio populacional russo, segundo as quais pode perder qualquer coisa como 42 milhões de pessoas nas´próximas décadas, com resultados nefastos para a economia.
Obrigado.

Anónimo disse...

Acho que a avó da menina está a ter uma atitude de apoio familiar, a menina é deles e essa luta por ela acho que é muito digna!

Por outro lado, não tendo notícias concretas do que por lá se passa aflige-me pensar que a menina possa estar a sofrer com saudades dos pais afectivos, por não ter o carinho e a atenção que estes lhe davam por estar a viver numa casa sem condições nenhumas e principalmente por não falar a língua!

Provavelmente vai ser mt dificil resolver este caso desejo só que se arranjem condições para ajudar a família a ter uma vida melhor na Rússia! Gostaria muito de contribuir para isso!

Se resolverem voltar seria optimo para os pais afectivos,para a menina e para a própria família biológica que sempre teria melhores condições de vida. Teria que haver vontade e preparação para que todos tivessem um relacionamento harmonioso(dentro do possível)para bem da pequenina que já passou por tanto nestes 6 aninhos de vida.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...

mulheres malucas, hehehe.

Anónimo disse...

O tonihno é mesmo suspeito com as suas traduções em tres linguas ao mesmo tempo. Anda aqui a tentar impressionar alguem...

FULANO disse...

ANÓNIMO(A) DAS 15:56 DISSE:

"Acho que a avó da menina está a ter uma atitude de apoio familiar, a menina é deles e essa luta por ela acho que é muito digna!"

Pronto, mais um adepto(a) da teoria dos descendentes serem propriedade privada dos ascendentes!

Desculpe mas não concordo!

Para mais, num caso com os cortornos especiais do caso Alexandra.

Gaius disse...

E então? Este assunto incomoda-o? Sabe, não precisa de vir ler...


Tens razão, matrona. Porque este assunto da menininha já deu o que tinha que dar. Mas parece que a tocou profundamente, deve ter sensibilizado tua alma materna.

Mas atenta, em breve, querendo ou não, vais ter que te preocupar com coisas bem mais sérias, que não inclui a vida de uma menininha, mas sim toda a humanidade.

desperta, chega de novelas.

FPtrad disse...

Caro anónimo das 17:28,

Deixe-me fazer uma correcção: em vez de escrever "andar necessária", deveria escrever "andar necessitada".
Além disso, não se preocupe, pois não ando necessitada. E, sobretudo, dispenso a sua atenção.
Passe bem.

FPtrad disse...

Caro Gaius,

Se você não tem nada de interessante para dizer, mais vale não dizer nada, pois o que você diz não interessa nem ao Menino Jesus e, sobretudo, não tem utilidade nenhuma.
Passe bem.

FULANO disse...

FANDRAL DISSE:

" Se não gostam do serviço Chat não o frequentem... "

Desculpe-me mas não gosto dessa sua afirmação.

O Blog, com o Quadro de Comentários, não pode perfeitamente existir, sem o apêndice Chat?

Então ...

O problema não é "quem não goste não vá la", o problema é, "quantos deixam de frequentar o Blog por causa do Chat".

Eu fui lá algumas vezes, e não gostei mesmo nada do que lá ví e lí, portanto, não vou lá. Aquilo não tem utilidade alguma, a não ser para algumas tagarelas ociosoas que a certas horas combinam encontrar-se lá, para tagarelar aobre assuntos meramente pessoais e mundanos, trivialidades. Que usem os respectivos e-mails, e outros inúmeros meios informáticos ao dispôr, para o fazer, mas não, o chat.

Estando este a ter utilização diferente daquilo para que foi criado e sendo essa utilização pouco digna e até abusiva, feche-se o chat !!!

O Snr. não diz que o chat não pode ser controlado? Então mais uma razão para ser encerrado!

Anónimo disse...

Fptrad também quero partilhar todas as informações relativas ao mundo da tradução.

Sofia Ribeiro disse...

Boa tarde,

É com muita pena que interpretassem mal as pequenas brincadeiras que ajudavam a aliviar o stress deste situação.
Peço publicamente desculpas se, de tanto me provocarem, escrever em pleno chat uma palavra menos própria. Quem assistiu nesse dia sabe do que falo e porque cheguei a esse extremo.
Da minha parte, apercebi-me como as pessoas podem deturpar a minha personalidade, pelo que não me verão mais "brincar" no chat... se isso tanto ofende.

Relativamente a esta notícia, penso que é perfeitamente normal que a avó queira a menina. Ela não constatou os tratos com que a Alexandra foi entregue por um casal, amigo comum aos Pinheiro e à Natália; não testemunhou aquilo que o corpo da pequenina Alexandra "contava" aos olhos daquele casal.
Apenas sabe a versão da Natália, e a forma como a Natália se queixou "que lhe queriam roubar a menina" para receber apoio e uma porta aberta na mãe. Depois de lá estar acusou os Pinheiro de "venda de orgãos" de "protituição. Nós somos portugueses, conhecemos o nosso povo, e, claro, em todos os países à criminosos. Mas acham o casal Pinheiro com esse perfil?
Se a Alexandra não fosse entregue naquele dia, o próprio médico que a viu disse, não sobreviveria mais dois dias. A D. Florinda teve medo que ela lhe morresse nos braços.
Hoje não haveria toda esta confusão e situação.
A Avó Olga não conhece pormenores. É perfeitamente natural a sua reacção. Eu entendo-a. Acho que era importante alguém inteirá-la da história. Mas ela recusa-se a falar com qualquer pessoa.

Mais uma vez reforço o meu pedido de desculpas.

Outra coisa que vi aqui escrito e que transparece a falta de algum conhecimento da situação.
Nós não somos amigos dos Pinheiro e nada temos a ver com eles.

Outra coisa que deixo aqui em aberto a quem pretende ajudar a Natália lá:
Vão trabalhar para ela toda a vida? É que é esse precisamente o objectivo dela. Poderá dizer: Ganhei! Sim, porque ela cá não ganhou nada; nem a filha foi uma vitória. A vitória vão essas pessoas que a ajudarem lá, dar-lha.

Um Bem-haja Milhazes

Cumprimentos

Sofia Ribeiro

Brincalhão disse...

Num lado, brasileiros analfabetos e incultos levados ao extremismo pela sua maneira de pensar miserável.

Do outro, mulheres mal amadas com carências que se identificam em causas que estão para além de si próprias.

Ao que este blog chegou!

Fulano disse...

em resposta a Brincalhão:

E vocemecê, a que grupo pertence, ou em que lugar encaixa?

Talvez ao dos parvalhões, não?

Ou será, meramente, apenas mais um provocador?

Fulano disse...

em resposta a Sofia Ribeiro:

Não há um único caso de tráfico de orgãos de crianças em Portugal.

E a família Pinheiro, nunca solicitou, nem nunca recebeu, um cêntimo sequer, da Segurança Social, em nome de, e para a Alexandra.

Esses comentários maldosos da Natália, - feitos em jeito de confidência ao tipo de conversa de mulheres de solheiro - à velhota Olga, com a mesma a anuir com a cabeça em sinal de concordência, mostram, quão rude essa gente é, e, quão difícil, senão impossível, serão quaisquer "negociações".

Uma lástima João Pinheiro não ter ido para o Tribunal Europeu !!!

Brincalhão disse...

"E vocemecê, a que grupo pertence, ou em que lugar encaixa?

Talvez ao dos parvalhões, não?"

Elas ainda posso compreender.

Agora você amigo que pela sua designação aparenta ser um homem, é digno de dó!

Anónimo disse...

Boa tarde a todos
Muita pena que pessoas com ideias para destabilizar se associem a este blog.
Por favor não respondam!
É isso mesmo que eles esperam, porque gostam de provocar, e então divertem-se! Devem aguardar que as pessoas entrem em parafuso para rir um pouco! Não merecem que lhes façam a vontade.
Queria mencionar o seguinte:
acho extraordinário que alguém ainda consiga questionar o amor da família Pinheiro por essa menina que criaram como se fosse a própria filha.
Então não se lembram que até o pai biológico disse que a menina gosta mais dele do que da mãe?
Quer isto simplesmente dizer que esses pais afectivos contribuiam para que a menina gostasse também dos pais biológicos!
Se esse pai parece muito "estranho", o certo é que aparecia de vez em quando, e quando o entrevistaram gabou-se dessa parte. Com certeza que não foi ele que ensinou à filha a ter essa abertura e confiança na vida e nos outros.
Só com carinho tamanho do mundo se consegue que a criança tenha tanta ternura para oferecer. Vê-se nas fotos de Portugal, como os seus olhos brilham, como ela estava feliz e segura no seu ambiente.
Muitos parabéns familia Pinheiro. Tenham muita força.
obrigada Sofia pela explicação
Angela

Anónimo disse...

Angela, não é necessário o parafuso para nos rirmos um bocado, basta ler o que escrevem.

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...

O problema não é "quem não goste não vá la", o problema é, "quantos deixam de frequentar o Blog por causa do Chat".

Eu fui lá algumas vezes, e não gostei mesmo nada do que lá ví e lí, portanto, não vou lá. Aquilo não tem utilidade alguma, a não ser para algumas tagarelas ociosoas que a certas horas combinam encontrar-se lá, para tagarelar aobre assuntos meramente pessoais e mundanos, trivialidades. Que usem os respectivos e-mails, e outros inúmeros meios informáticos ao dispôr, para o fazer, mas não, o chat.

FULANO
18:01



Ora aqui está uma grande verdade!!
Aquele chat é um circo!
Raras são as vezes em que lá entro e vejo falaram da Alexandra!
Quase sempre que lá vou ou estão a:
- Discutir
- Discordar com a opinião contrária das pessoas
- Insultarem-se uns aos outros
- Falar da vida pessoal, das férias, do que comeram ao jantar, galhardetes, anedotas e fotografias cómicas! (Isto, a mesma meia duzia de pessoas, diariamente, penso que combinam lá, devem desconhecer o Messenger)

É UM AUTÊNTICO CIRCO!
E depois não querem que apareçam pessoas "indesejadas!", se ninguém se sabe comportar naquele chat, raras são as pessoas que conseguem manter algum civismo.

Anónimo disse...

Maravilha!

Ate que em fim noticias do que se esta a passar: fase de negociacoes!

Muito obrigado, Sr. Milhazes, adoro as novas noticias e que tudo acabe bem.
Ate porque a Natalia necessita de um bom "wake-up call": A realidade de viver include felicidade tambem, e Portugal nao e assim tao mau. E preciso estar sobrio para sentir a brisa e navegar o barco, seja em Portugal ou na Russia.

Miguel Macedo disse...

Antes de mais, um muito obrigado ao José Milhazes, pois mais uma vez nos trás noticias importantes.
Em relação a esta noticia, estranho seria se a avó não tivesse este tipo de atitude, pois como uma boa mãe que parece ser, ela só pensa em defender os seus. A mesma não conhece a nossa realidade, além de que já passou por muito...

Em relação ao blog da Alexandra, e como um dos responsáveis do mesmo, só vos digo que as nossas intenções são muito simples, o bem estar da Alexandra!!
Contudo, confesso que temos muita dificuldade e gerir o mesmo, informo que à dois meses eu e os meus colegas não fazíamos a mínima ideia que estaríamos envolvidos em tal assunto.
Enfim, mas tem sido com muita vontade.

Bem ajam a todos, e que a Alexandra tenha felicidade, pois bem merece!

Sofia Ribeiro disse...

Anónimo das 22h24
A nossa intenção é tão só a nossa Xaninha.
Nunca ninguém ofendeu ninguém.
Há algumas pessoas que pernecem no chat por amor, pela Alexandra,
Não esqueçamos a nossa causa.
E espero resposta dos que dizem que querem ajudar a Natália lá.

Um bem haja , Milhazes, pelo blog

Sofia Ribeiro

Graça Lobato disse...

Miguel Macedo

Subscrevo as suas palvras.

A felicidade da Alexandra é o mais importante.

Bem haja a todos quantos querem e lutam por essa felicidade.

Graça Lobato

Anónimo disse...

Não vinha aqui há algum tempo e fiquei estupefacta com o que para aqui vai.

Ora bem, se o assunto é a avó da Alexandra porque será que se está a criticar o chat de um outro blog?

Porque não criticar no referido blog?

Depois também não percebo a moral que muitos daqui têem para falar, pois criticam conversas de explanada, mas vêem aqui fazer pior...

Sim, também eu já fui ao chat, também já me "caíram" em cima quando tive opiniões contrárias e simplesmente defendi a minha posição e saí. Nada mais simples.

Quanto às conversas sobre outras coisas, com a falta de notícias que há, sinceramente querem que se fale do quê?
É preso por se ter cão e preso por não se ter...
E neste ponto sinto-me à vontade para falar pois não faço parte de nenhum grupo e raramente vou ao chat.

Os comentários sobre a Alexandra estão lá nas caixas de comentários. Ou estavam à espera que se falasse da Alexandra 24 horas por dia quando não há novidades?
E sim, também já me senti a mais, mas quando me ignoram...simplesmente saio, não venho para aqui lavar roupa suja.

Parece-me a mim que estão a criar aqui tanta confusão com o propósito de fazer com que o Sr Milhazes abandone esta cause e deixe de postar qualquer coisa relativamente a este assunto. Isso é que é verdadeiramente vergonhoso.

Por isso desde já peço ao Sr Milhazes que não abandone este tema, mesmo que façam discussões propositadas aqui.
Por favor Sr. Milhazes continue a dar-nos notícias da Alexandra.

Ela é que realmente interessa.
Muito obrigada por todo o seu trabalho!

Sofia Fevereiro

Anónimo disse...

Vamos lá ter mais calma.
os Blogs de apoio à Alexandra foram desde há algum tempo atacados por "vírus do maldizer".
Por favor não respondam a provocações, senão teremos um crescimento assustador. Ou haverá um propósito? Se for o caso, parece que infelizmente, os objectivos serão atingidos.

Organizadores dos Blogs e família Pinheiro, muita força e coragem para o vosso trabalho.
Mais do que nunca precisamos de união pelo futuro e felicidade da Xaninha.
Angela

Anónimo disse...

Apoiado

Anónimo disse...

Se é para comentar,sobre o post que aqui foi posto,pois bem!
Mas sabemos que existe mais contornos á volta dele,não se vai falar mal só da pobre senhora,porque tem uma idéia contrária á maioria,mas em tudo á volta deste assunto.
Por isso também normal falarem de outras coisas que estão relacinadas com este caso a "xaninha"
Pois para mim,também normalissimo a senhora pensar assim,por tudo o que aqui já foi dito e no blog.
O que para mim não é normal é haver pessoas que se dizem por esta causa,que lutam,e assumem dando o nome e a cara e continuem a rebaixar a Natália...
Pois eu quero muito que xaninha volte,e penso que o casal irá querer continuar a dar o que de bom têm dado até altura de abalar,para tão longe.
Acredito que o casal queira ajudar a Natália,sei bem que para conviver com a menina têm que também estimar a mãe,porque não lhe a podem tirar...
Mas eu me questiono...porque não se começa aprender a gostar da Natália e até a respeitá-la...??
Ela tem tanto direito a errar e arrepender-se,quanto nós!não é por ser uma miserável e probezita e tal,não podemos ir por ai...

Pois comentários do género,como aqueles que assisti com mais pessoas num chat,que atenção!hoje não se viu destabilização nesse dito!apenas os tais "apoiantes" com nome...ou seja os donos do chat...eu li frases assim, algo assim!

"A Natália vem com a menina,ou então não há nada para ninguém..."

"Ela sabe que o que nos interessa é a nossa xaninha...mais nada"

"nem a chave na mão...le pôe a vista em cima..."

isto passado hoje entre as 4 e as 5 horas,no tal chat.

Fiquei assustado!confesso...estas pessoas falarão por elas próprias ou falarão pelo casal...?

Mas se a ajuda é só mesmo para a xaninha,sabem de antemão que é impossivél pensar assim...por tudo!

Porque a xaninha é pequena,não pode decidir,tem a mãe,e o casal poderá amá-la e muito,mas pensar-mos que a menina ao vir para Portugal estará debaixo de olho da mãe,normal para mim!porque é isso que fazemos com os nossos...

A mãe da menina,não irá gostar de ver toda essa gente que só quer a "xaninha" a porem o bedelho...

Então que tal começar a pensar nas duas?!é que se pensarmos bem,nem a menina vem sem a mãe,nem a mãe vem sem a menina!então sim!vamos amar aquela doce menina e aprender a respeitar a mãe,para mais tarde quem sabe gostar dela,e então sim!as duas serem ajudadas!

Já repararam se estas noticias chegam á avó Zurubina,e é possivél e muito mais,não somos só nós que podemos por o translator a funcionar,também os de lá podem o fazer!
Então nesse aspecto dou a razão á avózita para,ela pensar como pensa...!

Quanto alguém a perguntar em algures que não me lembro onde,uma senhora a desafiar os apoiantes que queiram ajudar a Natália na Russia...

Eu respondo por mim...eu e minha esposa contribuimos com uma"pequena" ajuda,sim!desejaria que ambas as duas vivessem em Portugal,mas caso não seja esse o final da história...também sim!se for o contrário,que a mesma ajuda que dê,que seja para ser ajudada lá,na Russia!e porque não?se ajuda foi pedida em nome e causa da menina?!

Esta é a minha opinião,claro!só isso...

A.Marques

Ana Carla Carvalho disse...

Boa noite caro José Milhazes!

Muito obrigada por continuar a dar-nos notícias sobre a nossa querida Alexandra. Só ela interessa. O resto são balelas!!!!

Bem haja e continuação de bom trabalho.

Pela xaninha, SEMPRE!!!!!!!

FPtrad disse...

Caro A. Marques,

Posso garantir-lhe que as pessoas do chat não falam em nome da família Pinheiro, porque elas não a representam. Além disso, o João e a Florinda Pinheiro não pensam assim e estão dispostos a tudo para ajudar a Natália, para o bem da Alexandra. Eles sabem que, se tentarem tirar-lhe a filha, as coisas pioram e, sinceramente, não acho que eles queiram correr esse risco.

Anónimo disse...

ESTE COMENTÁRIO DE SENHOR MARQUES ESTÁ O MÁXIMO.

APOIADO!

POR CAUSA DESTAS E DE OUTRAS,É K O CASAL ESTÁ A FICAR MAL VISTO!

QUEM DISSE A ESSAS TAGARELAS MAL AMADAS K A NATÁLIA,SE NÃO TROUXER A MENINA K ÑÃO PODE VER A CASA K LE ESTÃO A OFERECER?

DE CERTEZA K NÃO FOI O CASAL!

E SE ELA VIER SÓ PARA VER,O K LE QUEREM DAR,E POR OUTROS MOTIVOS NÃO TROUXER A MENINA?

VÃO VER K SE NATÁLIA VOLTAR,VÃO FAZER DA CASA UM MOSTEIRO,E QUEREREM PAGAR Á ENTRADA PARA VÊREM A MENINA,SÓ PORQUE SIM!!PORQUE SE ACHARÃO NESSE DIREITO TÃO PÁTÉTICO...

DEIXEM NATÁLIA RESPIRAR,PENSAR E DECIDIR!

NÃO QUEIRAM SUFOCAR NATÁLIA,SÓ PORQUE AJUDARAM MONETÁRIAMENTE!

NÃO QUEIRAM SEREM MÃES DOS FILHOS DOS OUTROS,DE CERTO K TERÃO OS VOSSOS...!

DEIXAREM MENINA COM A MÃE E JUNTO DO CASAL,E NÃO MAIS!

DEIXAIS ELES(CASAL E FAMILIA DA MENINA SEREM UMA FAMILIA,ISSO SIM!!

TUDO O K VIER POR ACRÉSCIMO,SERÁ DEMAIS,PODE ESTRAGAR E ENJOAR!

MAS ESTAS TAGARELAS MAL AMADAS NÃO SABEM FAZER OUTRA COISA K METEREM O BEDELHO,ONDE NÃO DEVEM,QUEM SE JULGAM...?

AJS-BOMBARRAL

Anónimo disse...

ESTE COMENTÁRIO DE SENHOR MARQUES ESTÁ O MÁXIMO.

APOIADO!

POR CAUSA DESTAS E DE OUTRAS,É K O CASAL ESTÁ A FICAR MAL VISTO!

QUEM DISSE A ESSAS TAGARELAS MAL AMADAS K A NATÁLIA,SE NÃO TROUXER A MENINA K ÑÃO PODE VER A CASA K LE ESTÃO A OFERECER?

DE CERTEZA K NÃO FOI O CASAL!

E SE ELA VIER SÓ PARA VER,O K LE QUEREM DAR,E POR OUTROS MOTIVOS NÃO TROUXER A MENINA?

VÃO VER K SE NATÁLIA VOLTAR,VÃO FAZER DA CASA UM MOSTEIRO,E QUEREREM PAGAR Á ENTRADA PARA VÊREM A MENINA,SÓ PORQUE SIM!!PORQUE SE ACHARÃO NESSE DIREITO TÃO PÁTÉTICO...

DEIXEM NATÁLIA RESPIRAR,PENSAR E DECIDIR!

NÃO QUEIRAM SUFOCAR NATÁLIA,SÓ PORQUE AJUDARAM MONETÁRIAMENTE!

NÃO QUEIRAM SEREM MÃES DOS FILHOS DOS OUTROS,DE CERTO K TERÃO OS VOSSOS...!

DEIXAREM MENINA COM A MÃE E JUNTO DO CASAL,E NÃO MAIS!

DEIXAIS ELES(CASAL E FAMILIA DA MENINA SEREM UMA FAMILIA,ISSO SIM!!

TUDO O K VIER POR ACRÉSCIMO,SERÁ DEMAIS,PODE ESTRAGAR E ENJOAR!

MAS ESTAS TAGARELAS MAL AMADAS NÃO SABEM FAZER OUTRA COISA K METEREM O BEDELHO,ONDE NÃO DEVEM,QUEM SE JULGAM...?

AJS-BOMBARRAL

FPtrad disse...

Apoiado. Concordo plenamente.

Anónimo disse...

Peço aos comentaristas que mostrem respeito pelo trabalho do Sr. José Milhazes...

Não é dificil... basta estarem calados.

Anónimo disse...

E já agora que não pára quieta... Sra. FPtrad, assuma que o seu interesse é sómente desestabilizar... provocar e reagir. O que lhe interessa a si o que os outros fazem ou dizem? Olhe para si. Nunca escrevi neste blog mas já chega.
Reduza-se e respeite os outros porque senão não pode exigir ser respeitada.
O que interessa é uma pequena miúda que foi enviada á força para a Rússia. Existe um casal que a quer muito e que a ajudou a sobreviver. Existe um grupo de pessoas que dá do seu tempo para ajudar. Existem muitas outras que apoiam... E você está no grupo que diz apoiar e a única coisa que leio de sua parte são criticas destrutivas e uma lingua extremamente voraz. Acalme-se. Pense na miúda e viva a sua vida. Aja paciência.

Anónimo disse...

ao anónimo,das 22.13

então,com que então como anónima...?!

mas no chat metes nome,insultas os numeros,e exiges que os numeros se registem!

esperta!
aqui apareces com anónima...
o barrete serviu-te??!!!
é uma das tagarelas mal amadas,velos vistos ;)))
aqui só se pode escrever o que te agrada,o que não te convêm,mandas calar?
e se te calasses tu primeiro!?
tás com medo que o senhor Milhazes,saiba o que se passa em volta deste caso,daqueles que apregoam aos quatro ventos que estão nesta luta a ajudar,e só estão a meter o casal mal visto?
afinal de que têns medo?quando se comenta,sabe-se que há várias opiniôes,e se não querem ser faladas,que não falem mal também de outras pessoas,que se afirmam que a estão ajudar...
pelo que te li,és uma das tagarelas...PRONTO!!!!!!!!!!

vasco

Anónimo disse...

Vasco, vai ver se estou na esquina. E fica lá. A trabalhar.

Anónimo disse...

E já agora FPTrad. Desde quando te chamas Vasco? hahaha triste

Anónimo disse...

José Milhazes espero que apague estes comentários. Os meus incluido. Mas dá gosto combater a ignorência e a verborreia mental de algumas pessoas.

Anónimo disse...

O que me farto de rir com tudo isto. Há cada cromo.

Anónimo disse...

Atããoooooo...!!

as meninas de "nome" vêm para aqui comentarem em anónimo?

Ai,ai!vais ver que foi a "dita" que falou essas bacoradas acerca da natália??

paras se picar...?nããã sei...digo eu...

vamos ter que ligar e pedir ao senhor A.Marques que ponha aqui onome da dita cuja...

já que hoje no chat,chat só lá passou os nemes das donas...

parece que os numeros ficaram proibidos de lá molharem o bico...

segundo dizem,eles os numeros claro!desestabilizabam...

atãããooooo e as donas dos nomes podem falar mal e assim de quem não conhecem...???

ai,ai!estas meninas...comportem-se!

FPtrad disse...

Caros anónimos,

Em primeiro lugar, não sei quem é esse Vasco e não tenho nada a ver com ele. Também não faço comentários anónimos nem utilizo nicknames diferentes. Fica aqui o esclarecimento.
Em segundo lugar, é por causa de comentários como os vossos que o blog da Alexandra chegou ao ponto a que chegou, porque, infelizmente, quem se atreve a fazer críticas - ainda que construtivas - é linchado.
Nunca quis desestabilizar, apenas apontar para o que considero estar mal, porque sempre fui uma apoiante convicta do regresso da Alexandra a Portugal.
Infelizmente, é a vossa mentalidadezinha que estraga tudo. Vocês acusam-me de querer desestabilizar, mas os desestabilizadores são vocês. Além disso, vocês nem têm a coragem de se identificarem. É tão fácil comentarem anonimamente, não é? Se eu venho apoiar a Alexandra, caiem-me em cima e se venho criticar certos comportamentos menos dignos no blog da Alexandra, também sou alvo de todo o tipo de ataques. Afinal, em que ficamos?

Passem bem.

GENINHA disse...

Sr. Milhazes, é a primeira vez que comento no seu Blog e gostaria de lhe dizer que tenho uma enorme admiração pelo seu trabalho e lhe desejo as maiores felicidades.

Gostaria também de lhe agradecer por tudo o que tem feito e possa fazer em benefício da nossa Xaninha ! Sinto que não é fácil lidar com esta situação, mas o Sr conhece muito bem a realidade russa e através de si e de alguns admiráveis comentadores do Blog da Xaninha, torna-se mais fácil compreender a situação num todo.

Já colaborei no que pude, continuo a colaborar no Blog com toda a minha Energia Positiva, mas gostaria de colaborar mais, se fôr possível, enviando de vez em quando algo para animar o dia-a-dia da Xaninha. Mas não sei a morada ... o Sr. pode informá-la aqui no seu Blog ou dizer-me onde posso obter a mesma ?

Rezo para que a Xaninha volte à sua vida normal em Portugal, mas também sinto que a mãe precisa de ajuda e suporte para dar rumo à sua vida aqui, sinto que Valéria não pode ficar para trás e esquecida, já não é possível esquecê-la.

Penso que a avó precisa conhecer o casal Pinheiro, haver alguém de confiança para traduzir a conversação para que se possam entender. Eles precisam viajar até lá. A avó precisa conhecer e sentir as suas boas intenções. Depois, ela precisaria vir a Portugal, conhecer as pessoas e os locais onde Xaninha viveu até há pouco, bem como conhecer e falar com a sociedade russa integrada na zona. Se ela age assim, é porque ficou com uma neta para cuidar e quer proteger a outra neta que acabou de conhecer, pois só conhece uma versão da história.
Tudo isto, discretamente, longe do reality-show que não interessa a ninguém.

Se Xaninha ficar na Rússia... que as pessoas de boa-vontade então ajudem materialmente no que puderem, que o amor que dizem sentir por ela ultrapasse as distâncias e as situações e que Deus proteja aquela menina.

Resta-me desejar-lhe a continuação de umas boas férias no nosso "cantinho" e bom regresso ao trabalho.

Bem haja!


do Algarve,
(Albufeira)

Eugénia

Nidia R. disse...

Jose Milhazes,
Queria lhe agradecer o empenho que tem nesta causa, e pedir-lhe que continue a postar noticias da nossa Xaninha.

Obrigado e continuaçao do seu bom trabalho

natalia andre disse...

FPtrad,

Tenho muito respeito pelas suas opiniões sensatas. Não responda
à intolerância e agressividade de quem não sabe sequer dialogar!

Cumprimentos e obrigada pelo carinho que nutre pela menina e pelos pais afectivos

Anónimo disse...

Reintero aqui os meus mais sinceros desejos que a Alexandra fique em Portugal, e que a desconfianca (natural) da familia Zarubin se desvaneca com estas ofertas honestas da familia Pinheiro, de autoridades locais e de entidades privadas, com as quais nao seria possivel oferecer nada a Natalia.
O caso tem um perfil de tao alta publicidade que seria um erro tremendo das autoridades portuguesas para com as autoridades russas que estas promessas fossem mentiras. Os criticos devem pois silenciarem-se e ver no que isto da.
Da-me animo que Portugueses e Russos se interessem pelo destino de uma crianca nascida e criada em Portugal.
Com o numero de imigrantes e viagems entre paises e continentes, este tipo de casos esta a aumentar e Portugal nao vive numa bolha.

Anónimo disse...

Boa Tarde Jose Milhazes,

Queria antes de mais agradecer-lhe por todas as noticias que nos tem dado sobre a Alexandra e não só!

Visito-o todos os dias, assim como o blog da Alexandra. Inicialmente comentava e dava ideias e opiniões, com o tempo desisti de o fazer, embora todos os dias verifique as noticias e novidades nos blogs. Não deixe de nos dar noticias por algumas pessoas utilizarem o seu blog para se divertirem e transformarem isto num circo.

Lamento que o "diz que disse" seja o prato do dia. Lamento que por falta de noticias e novidades da Alexandra decidam descarregar nervos e frustações no seu blog.

A minha preocupação é o bem estar da Alexandra e das suas familias e assim espero com o coração aberto e uma total esperança que o Final desta Historia seja feliz, assim como todas as historias que conto aos meus filhos.

Lamento nao poder fazer mais, mas de for do seu conhcimento algo que possa fazer para ajudar a Alexandra e as Familias basta informar e sabe que de imediato pode contar comigo.

Obrigado por tudo o que faz e poderá fazer pela Alexandra e suas respectivas Familias.

Espero que a sua estadia aqui em Portugal esteja a ser do seu agrado e que possa descansar para nos presentear mais uns tempos com o seu maravilhoso trabalho.

Tudo de bom!
Sofia Sobral

Anónimo disse...

Caro Jose Milhazes

Parabéns pelo trabalho e o apoio que tem dado a esta causa.

Por favor ignore (ou apague) os comentários impróprios.

Anónimo disse...

Bem me parecia,que estas meninas donas do blog e de um cha,chat são umas cinicas,falsas e hipócrtitas...!no chat,chat fartam-se de falar mal da mãe da menina e de umas e de outras...acham-se familiar da menina,até querem ir correr para o aeroporto esperar a menina...e depois se alguém,diz aqui as verdades,e dão a opinião acerca do que estam meia duzia de pessoinhas da forma como podem estar a prejudicar o casal,ficam muito ofendidas e não gostam!
Então porque não se contêm...?!e não ficam no vosso buraquinho sossegadinhas como muitos tantos que estão á espera de boas noticias!?
Depois vêm para aqui com as graxas delas a que nos habituaram a pedir isto,aquilo e o outro para o senhor Milhazes...
É só graxa depois do mal que têm feito...
E não é que têm passado todas por aqui,umas anónimas e outras com nome...também gostam de deixar aqui as suas marquinhas...as marotas!
mas não querem que os outros comentem,até criticam!porque será?...
Vamos lá deixar o casal e a familia da menina em paz,peço para que estas duas familias se unam,mas longe desta gente toda,que quer espétaculo e ter os seu 15 minutos de fama...
Apenas um anónimo,que não mete o nome,porque já fiz parte daquele chat e blog,mas desisti por ver muota falsidade...imginem se metesse aqui o nome...não faltaria insultos!

Anónimo disse...

Sr. José Milhazes
obrigada por ter dedicado algum do seu tempo à história da Alexandra e das suas duas familias.
Lamento muito que estes posts sejam continuamento alvo de ataques com interesses obscuros??pois em nada correspondem ao comportamento de pessoas de bem.
Quanto maiores forem os ataques, melhor compreendemos como o assunto é melindroso.
Só nos resta pedir ajuda à Nossa Senhora de Fátima para que ela esclareça quem visita estes blogs, que consiga reconhecer os comentáios de quem escreve com o coração e verdadeiramente apoia a felicidade desta criança.
Um abraço
Angela

Graça Lobato disse...

Sr. José Milhazes


Obrigado por tudo o que feito e por todo o empenho pelo caso da Alexandra.

A nossa menina merece!

Sr. Milhazes, que Deus lhe dê o reconhecimento que merece por tal empenhamento.

Bem haja.

Graça Lobato

Anónimo disse...

Praça da Ribeira

Roberta disse...

Será que não tem nada de interessante sobre a Russia para se falar ???Biden esta na Georgia provocando a Russia e vcs vem falar em uma criança raptada???Falta de assunto!!

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Anónimo disse...

TEM RAZÃO ANÓNIMO DAS 10.24...
SÓ ACHO QUE NA PRAÇA DA RIBEIRA PORTAM-SE CENTENAS DE VEZES MELHOR QUE AS TAGARELAS OCIOSAS!!!

Anónimo disse...

Sr. Milhazes, sei que é uma pessoa extremamente ocupada e gostaria de lhe agradecer toda a atenção que tem dado a este caso, que tanto me tem preocupado. Não percebo russo e por isso as suas traduções são mais valias para mim. Obg.

Quanto à notícia propriamente dita, acho natural a desconfiança desta avó, por tudo o que passou e por tudo o que Natália lhe disse àcerca de Portugal e dos portugueses. Está a proteger os seus.
No entanto, muito sinceramente, considero que Alexandra ficará bem apenas se ambas as famílias chegarem a um entendimento e ela puder viver em Portugal com a mãe e a irmã e tiver a família Pinheiro e o pai biológico por perto. Nesse sentido é com preocupação que li a notícia. É um assunto complexo, vejamos como a situação vai evoluir.

Bem haja.

Cumprimentos,
Susana

Anónimo disse...

Trago para este blog esta historia de muito amor de pais afectivos por duas crianças:

Gostaria de colocar aqui uma história em homenagem aos casais de acolhimento. Foi contada por uma senhora americana num canal da TV, e que quis prestar testemunho sobre a sua própria vida. Era pequenina quando vivia com um irmão num campo de concentração. A sua família judia fora assassinada e as 2 crianças eram um dos pares de gémeos que um médico mantinha em vida para as suas experiências. O horror era ela por exemplo lembrar-se de como era fria a mesa onde a deitavam no hospital, ou que sentia sempre fome, ou que se escondia por entre os montes de cadáveres do campo. Aquando da libertação do campo, os 2 irmãos foram destinados a instituições diferentes. Ela própria sofreu o trauma de várias separações em famílias de acolhimento, até que um dia foi enviada para os EUA onde conheceu a família mais extraordinária que poderia imaginar. Finalmente conseguiu falar sobre o campo de concentração e disse que tinha lá um irmão gémeo. Então esse maravilhoso casal não mais pensou senão em encontrar o menino, que ninguém sabia em que país poderia estar, e empreendeu buscas intermináveis, viagens à Europa, contactos com organizações e embaixadas, tudo com grandes dificuldades se pensarmos que nesses anos da guerra fria as fronteiras dos países de leste estavam fechadas. Segundo as palavras dessa senhora, foram gastas enormes quantias de dinheiro nas viagens e outras iniciativas, incluindo um grande número de subornos, até que por fim, num país do leste, o menino foi encontrado. Conseguiram levá-lo para os EUA onde os dois irmãos foram criados e educados juntos por essa família fantástica e aí se tornaram adultos equilibrados e responsáveis.
Desculpem todo o espaço que ocupei, mas penso que é de notar esta história com final feliz sobre duas crianças em risco e uma família de pais afectivos.
Angela

Yan disse...

off topic!!!
belo texto, com uma bela visão do futuro da UE (que inclui a Rússia!!)

VISIONS OF EUROPE IN 2030
A Postmodern Middle Ages
By Parag Khanna

In the future, globalization will further weaken the nation-state. A long transition process toward global government will be, like the Middle Ages, a time of great insecurity. But Europe's governance structure will prevail, even in the United States. It will buy its way to peace and its model will be copied across the globe.
Europe invented, named, and shaped all eras of history -- and will continue to do so in the future. The classical world is defined by the flourishing of Greece; the Middle Ages followed the sacking of Rome; the European Renaissance led to the formation of nation states that organized the world in their image; and in the 21st century, Europe is pioneering the post-nation state regionalism and corresponding postmodern governance that is also being adopted around the world. Already we can see hints of the world going Europe's way. Just consider the ongoing global financial crisis: ever more observers foresee the need for a balance between American capitalism and inflexible, overly managed statism. The right mix is European-style, social democratic capitalism.
First let us take a step back and see how the global landscape has already come to resemble a crucial period of European history, namely the Middle Ages. It was a long and uncertain period, and thus an ideal metaphor for our times. It was an age of plagues and progress, commercial revolutions, expanding empires, crusades, city-states, merchants, and universities. The new middle ages -- synonymous with our postmodern globalization age -- have already begun.

Particularly the city-state, the most prominent medieval political unit, will continue its resurrection. Today's list of "global cities" -- New York, Los Angeles, Miami, Sao Paulo, London, Dubai, Singapore, Hong Kong, Shanghai, Tokyo -- will also include Alexandria, Karachi, Istanbul, and others. Then as now, city-states are commercial hubs all but divorced from their national anchor, reminding that corporate actors will be paramount well into the future. Today's sovereign wealth funds, fused with city-state savvy, will be tomorrow's Hanseatic League, forming capital networks that radiate the newest technologies to those in their proximity. Hamburg and Dubai have just signed an agreement to boost bilateral trade and technical cooperation. City-states will pay for their protection as global security privatizes further into corporate hands, the knights, mercenaries, and condottieri of the 21st century.


In the future, globalization will further weaken the nation-state. A long transition process toward global government will be, like the Middle Ages, a time of great insecurity. But Europe's governance structure will prevail, even in the United States. It will buy its way to peace and its model will be copied across the globe.

Yan disse...

Europe invented, named, and shaped all eras of history -- and will continue to do so in the future. The classical world is defined by the flourishing of Greece; the Middle Ages followed the sacking of Rome; the European Renaissance led to the formation of nation states that organized the world in their image; and in the 21st century, Europe is pioneering the post-nation state regionalism and corresponding postmodern governance that is also being adopted around the world. Already we can see hints of the world going Europe's way. Just consider the ongoing global financial crisis: ever more observers foresee the need for a balance between American capitalism and inflexible, overly managed statism. The right mix is European-style, social democratic capitalism.

Apolcalypse Soon
Departing from Deterrence
Back to the Future of Farming
The Balkans' Mujahedeen.First let us take a step back and see how the global landscape has already come to resemble a crucial period of European history, namely the Middle Ages. It was a long and uncertain period, and thus an ideal metaphor for our times. It was an age of plagues and progress, commercial revolutions, expanding empires, crusades, city-states, merchants, and universities. The new middle ages -- synonymous with our postmodern globalization age -- have already begun.

Particularly the city-state, the most prominent medieval political unit, will continue its resurrection. Today's list of "global cities" -- New York, Los Angeles, Miami, Sao Paulo, London, Dubai, Singapore, Hong Kong, Shanghai, Tokyo -- will also include Alexandria, Karachi, Istanbul, and others. Then as now, city-states are commercial hubs all but divorced from their national anchor, reminding that corporate actors will be paramount well into the future. Today's sovereign wealth funds, fused with city-state savvy, will be tomorrow's Hanseatic League, forming capital networks that radiate the newest technologies to those in their proximity. Hamburg and Dubai have just signed an agreement to boost bilateral trade and technical cooperation. City-states will pay for their protection as global security privatizes further into corporate hands, the knights, mercenaries, and condottieri of the 21st century.

The Middle Ages witnessed innovations from the cannon to the compass, all geared toward enhanced global exploration. So too will the speed of communication and transport bring us ever closer toward simultaneity. As the ranks of billionaires soars beyond Gates, Branson, and Ambani, mega-philanthropists will become the postmodern Medicis, financing explorations in outer space and the deep sea, governing territory and production like medieval princes.

The new Middle Ages will be as much multipolar with expanding empires on the Eurasian landmass as apolar with no single global leader. Charlemagne's efforts to resurrect the Holy Roman Empire have been succeeded over a millennium later by the multi-pronged armadas of Brussels Eurocrats steadily colonizing the Baltics, Balkans, and eventually Anatolia and the Caucasus. Their book is not the Bible but the "acquis communautaire," the 35 chapters of Lex Europea rebuilding European Union member states from the inside out.
Not only Ukraine and Turkey, but with any luck even depopulated, cantankerous Russia will be an EU member by 2030. Having already become one of Europe's main energy arteries, Turkey will also take on the role as a major trade and investment corridor to Central Asia and the Near East. The road networks linking Anatolia to the Caspian Sea will have been extended southward toward Syria, Iran, and Iraq as well, providing direct access to Mideast energy and export routes for high-end European products.

Yan disse...

The Middle East will be integral to Europe's expanded sphere of influence in 2030. Though the Arab world will be more populous than Europe, its energy supply will be dwindling and its trade relationships ever more tied to European investment for large-scale production of manufactured goods from automobiles to solar-cells. Islam will remain a fractured faith, widely practiced, but also subdued by the impetus of economic development. Just as Europe bought off communism, it will purchase the reform of Islamism toward constructive, prosperous social democracy. North African Arab states will be ever more bound to Europe through natural gas pipelines, outsourced small-scale production, and agriculture. Sarkozy's present vision of a Mediterranean Union will indeed have blossomed into a resurrection of the Roman Empire -- with Brussels as its capital.

But this Europe of 2030 will not only be externally integrating its neighbors, but internally blending with them as well. The robust Ukrainian and Turkish populations will be ever more part of the European economic and social fabric, maintaining the empire's status as a manufacturing juggernaut. Arab migrants will remain a feature of Western European societies, but like the Turks of the late 20th century, become constructive diasporas advancing progressive social and micro-economic models through a free flow of capital and ideas with the West.

Russia's Path

The path for Russia will in fact be similar to that of Turkey. Initial restraint and reluctance combined with a strong desire to maintain a free hand in foreign policy, followed by gradual acceptance of the merits of coordination and shared leverage, and an insatiable appetite for high-quality European investment and generous subsidies. Russia will trade its insecure control over oil and gas supply and prices for the stability and reliability of trustworthy European consumers. It will settle for fair compensation, and learn how to spend it more wisely with the assistance of Brussels, Frankfurt, and London.

Other regions will similarly exhibit European-style hierarchies. China will have completed restoration of its ancient status as the "Middle Kingdom," presiding over half the world's population through its massive export volume, energy infrastructure feeding back to the core, and networks of Chinese diaspora. The world's third center of gravity will still be the United States, demographically stable but also more thoroughly blended with Latin America. A century after Kennedy's "Alliance for Progress," the United States will have rediscovered its southern counterparts, especially Brazil, as industrial partners to boost the hemisphere's competitiveness with Asia-and for energy independence from the Middle East.

The model of regional governance that the European Union represents in its most sophisticated form will be copied not only in North America and East Asia, but gradually in South America and Africa as well. Already Brazil speaks of a South American Union of economic integration and diplomatic stature under its benign leadership. The African Union, while lagging behind other regional blocs, will have developed its much needed peacekeeping force to stabilize its many festering conflicts, while trade barriers will have come down, allowing Africa's many land locked nations to bring their goods to regional and world markets.

Yan disse...

Europe as Middleman

The European model for the United States thus applies on the levels of social democratic capitalism and federal governance mechanisms for regional institutions and markets -- but also in terms of foreign policy. Europe will have liberalized and modernized its periphery using the steady hand of governance reform and foreign investment, strategies America should see are the key to stabilizing Mexico and Central America. America's relations with China will hopefully be influenced by this psychology, transformed toward a focus on accountability with Chinese characteristics rather than American-style democracy.
Europe is well-positioned to be this ideological and cultural intermediary between East and West. Already Indian and Chinese artists are thriving in the European scene, while wealthy Asians (and Arabs) have become the prime purchasers of European impressionists and modernists. Similarly, in the field of education, more Chinese are already studying in European universities than American ones, learning the new social democratic ethos for the 21st century much as they learned Marxism and communism from Europe in the 19th and 20th centuries.

Even as European militaries consolidate into a formidable conventional force, this ground power will remain more useful for policing and ad hoc interventions than long-term war-fighting or occupations. But such a pan-European constabulary force will be necessary for the uncertainties of the new Middle Ages. Indeed, not much was certain in the Middle Ages, and an equal number of risk factors exist in the decades ahead. What of AIDS, malaria, SARS, and other diseases which could become plagues like the 14th century Black Death? And what impact will migratory hordes have, potentially unsettled by wars and environmental disasters? Who will be the next Mongols, small, concentrated hordes who violently establish peace, law, and order? Establishing a new global governance will take centuries, hence the uncertain leadership and complex landscape of the mid-21st century. The next Renaissance is still a long way off.

http://www.spiegel.de/international
/europe/0,1518,637830,00.html

Yan disse...

Candide's Garden
By Wolfram Eilenberger

The age of globalization is over. The coming 30 years will be shaped by the logic of scarcity, resulting in a turn away from global trade and the creation of self-reliant geopolitical zones. But Europe is prepared for these challenges.

Anyone who now wants to talk about the future of Europe must first grasp the fact that we are -- at this moment -- experiencing a European utopia that has been cultivated for millennia.

The dogma-free, democratic marketplace of ideas, for which Socrates gave his life in Athens, is today a communicative reality in which hundreds of millions of citizens are actively taking part. The spirit of scientific methodology and veracity embodied by Bacon, Descartes, and Newton as a measure of the collective interpretation of the world is driving a community of researchers that is unique in its diversity. The federal confederacy based on fundamental human rights that Erasmus and Kant envisaged as the "kingdom of ends" is now our political order. The collective safeguarding of physical and intellectual basic rights that Aristotle recognized as the foundation of every polity, and the ethically concerned liberalism of Adam Smith are guiding the logic of our economic activity. And finally, the vision of a secular, active, multilingual life elevated by Shakespeare, Cervantes, and Goethe as the core of what it means to be human accurately describes our cultural existence today as nascent Europeans.

We are not dealing here with poetry or philosophical pipe dreams, but rather an empirically demonstrable reality. The European Union in the year 2009 represents a world-historical optimum. Never before have 500 million people united under a single political order been better off. Never before have they been as free, as healthy, or as well educated; and never before have they been as peaceful. To be sure, it is the systemic improbability of this state of affairs that lends a certain credence to the current pessimism about the future.

Yan disse...

A World of Autarchic Zones

To formulate a prognosis for European development within the global context we must reconsider two common assumptions about the future of globalization. First, the process of the compression of global time and space as the formative feature of recent globalization will not continue. Recent decades have been marked by a compression of global time, within which each event can be chronologically observed, communicated, and evaluated at any location throughout the world in real time. This panoptic process is now complete and is irreversible. However, it is difficult to see what technologies, except maybe teleporting, could contribute to a more connected and synchronized world.

The last thirty years have also had a world-historical significance with regard to the compression of global space: international mobility has become a mass phenomenon; the globe has become circumnavigable within 36 hours for every citizen and commodity of the industrialized world. This process will not just slow, it will be reversed. By 2030 the social, political, and economic significance of spatial distance will have increased. Put simply, the world will become bigger again.

This bigger world is the result of the second factor that will shape the future. The past thirty years have been a period of perceived resource abundance, particularly with regard to oil as the main resource of the global economy. It is oil that has greased capitalist expansion. By contrast, the coming thirty years -- an uncertain transitional phase away from the oil economy -- will be marked by a deficit of resources and a logic of scarcity. This will apply not only to oil and gas but also to more elementary resources such as food and, in particular, water. The ominous, globally shared perception of scarcity will allow an economic logic of protection to appear rational. Together, greater spatial distance and no smaller temporal distance will lead to a partial reversal of globalization.

Instead of a globalized world economy that crosses continental barriers with ease, we will see continental autarchic zones being formed that will be shaped by the military defense of the basic resources available in each zone. We will thus see the logic of imperial expansion replaced by an aspiration to autarchic inclusion (already the EU strategy). The internal market of each zone will reassume economic primacy. This process does not have to end in war. It could well take an ordered course and lead to a multipolar equilibrium, the stability of which -- like that of the Cold War -- is guaranteed by an awareness of what military options are not available.

Based on these assumptions, two conclusions can be drawn for Europe. First, strengthening the EU confederation remains the only rational way forward, although this only makes sense if it entails the formation of a (nuclear armed) European army. Second, no comparable state formation is better equipped and structured to deal with the new era of autarchic zones than Europe.

In cultural terms, Europe is equipped with a plurality of languages that lends itself to innovation as well as a global lingua franca: English (though by 2030 Spanish will be the European Union's second main language). It is not burdened by any politically effective fundamentalisms, and Europe's communications and transportation infrastructure leads the world. The thesis of a relative optimum also holds in demographic terms. Overall European demographic decline is not critical. Shortages can be supplemented -- because Europe can afford it -- by highly selective immigration policies. And European children born today, who will constitute the core of our labor force in 2030, are the world's healthiest.

Yan disse...

Furthermore, Europe is optimally suited to the autarchic era in ecological-economic terms. As an internal market, Europe has the capacity to establish an equilibrium that ensures relative prosperity. It has an agricultural system that has been sustainably diversified over millennia (again, as an exclusive autarchic zone) and that will continue to have access to sufficient water. And whatever the concrete effects of climate change prove to be in the coming half-century, a united Europe will as a whole be the least disadvantaged by them. Not even Europe's cultural self-characterization as one world power among many will need adjustment.

The Lives of Others

For the United States, the former transatlantic guardian, things look very different. It faces the prospect of decisive and painful adjustments. The world in 2030 will be distinctly multipolar. The necessity of abandoning the oil economy will also have a serious impact on the United States in terms of both infrastructure and, above all, habits. An entire way of life, including the country's suburban landscapes, will have to be fundamentally restructured. Today it is estimated that this inevitable process of economic and infrastructural renewal -- one that will certainly also present new opportunities -- will take at least twenty years to complete and, as is already becoming evident, will follow the process of reorientation to internal markets characteristic of autarchic zones. Furthermore, the already irreversible linguistic and cultural Hispanicization of its southern regions means that the United States will face greater integration challenges than will Europe with its smaller Muslim minorities.



..Put in more positive terms, the way the United States develops will depend crucially on its readiness to consciously Hispanicize itself and -- together with Brazil -- to see itself in the long term as the strongest link within a pan-American community. From 2030 onwards these processes will initially take the form of an EU-like dissolution of the borders to Mexico and Canada and the formation of a confederation of Latin American states -- South America being the only continent for which the next 30 years will mark a period of unequivocal ascendancy.

Since future US foreign policy will be focused on the Pacific -- particularly due to China's demand for influence throughout Asia -- the transatlantic alliance will lose the last remnants of its binding force. It follows that the world's politically volatile regions will no longer lie on Europe's borders but on those of the other autarchic zones.

Yan disse...

Russia as Bogeyman

This applies particularly to Russia, the currently assertive and completely overrated bogeyman of Europe. It makes little sense for Russia to contemplate a reactivation of its zone of influence (its demographic development is a disaster, and in structural terms the potential of the last decade of luxury has been squandered on nepotistic petro-politics). On its eastern borders it is already seeing a creeping Sinicization that it is helpless to combat, and it will remain fully occupied with maintaining the status quo on its Muslim borders in the south. By 2030 at the latest (probably after surrendering territory in the east) Russia will at best be able to hope -- like Ukraine und Turkey -- for inclusion in the European Union, thus developing its market according to the latter's rules. This will prove a liberating solution for both sides.

It is not possible to envisage a positive developmental scenario for the intermediate Muslim world (Egypt, Syria, Iraq, Iran, Saudi Arabia). By 2030 internal population pressures will have reached a maximum at the same time that oil revenues are drying up.

With no plausible option for expansion available, militant internal aggression will provide the only outlet, and the non-Arab nuclear power Iran and a likewise nuclear-armed Saudi Arabia -- both overpopulated and therefore willing to make sacrifices -- will be the main actors. None of the dominant autarchic zones will show any interest in involving themselves in the conflicts of this "league of the desiccated." India, however, will be unable to avoid being drawn in.

Whichever way one looks at it, if Europe can maintain its federation of states (and if it can include Russia and gain Turkey as a comprehensive buffer), it will remain the continent of the relative optimum-the best of all possible future worlds. Indeed, the scenario outlined here recalls the end of the first truly critical story of globalization, Voltaire's Candide, ou l'Optimisme.

After the adventurous hero Candide, inspired by the notion that he lives in the best of all possible worlds, has circled the globe and thus directly experienced the deep "misère du monde" in all its conceivable forms, he returns to a fenced garden, the fruits of which at least guarantee him and his own an agreeable livelihood. Now and again dreadful news from other parts of the world penetrates the walls and leads to discussion about responsibility and the possibility of a new departure, to which the now wise Candide responds, "Cela est bien dit, mais il faut cultiver notre jardin." (That is well said, but we must cultivate our garden).

Tending to one's own garden, ensuring its sustainability, and continuing to cultivate it innovatively: this is Europe's future -- behind walls.

Anónimo disse...

a minha alma está parva depois de ler alguns cometários todos que falam mal do grupinho que se juntou no chat voçês é que ficam mal vistos ai se vê onde está a vosso amor a esta causa nós estamos lá desde o 1º dia e voçês entravam com nº á espera de apanhar alguma converssa se pediamos para se registar nao queriam o que querem só vai ao chat quem quer nao é obrigatório mas eu pelo que vou é pela amizade que criei com pessoas que conheci no encontro e pela xandinha nao vamos desrespeitar o trabalho dos admt tem sido incansável só nao vê quem nao quer a minha opinião é quem nao gosta muda de canal nao vem fazer queixinhas para o blog do srº zé milhazes tenham vergonha e respeitem os admt do blo e familia pinheiro

essa mei duzia como nos chamam são pessoas com coraçao o contrário de voçês que só mostram com os vossos comentários a vossa ignorãncia total

obrg srº ze milhazes pelo seu empenho nesta luta

do algarve marianeves

Francisco disse...

Após uma curta ausência aqui estou de volta para participar de novo nos debates.
Portanto senhor ITALO ao contrário daquilo que erradamente supõe, não me refugio no anonimato nem tão pouco em pseudónimos. Assinando com o meu nome próprio, Francisco.

Esperava sim ter encontrado a resposta aos dois temas que o questionei, sobre as suas fabulosas contas dos 110 milhões de mortos na URSS e as conotações ideológicas que atribuiu a POL POT. Engasgou-se?
O Doutor Milhazes não só não respondeu ao que o questionei como teve a amabilidade de eliminar um comentário.
Adiante:
Vamos debater o caso da Alexandra que é o tema em questão!
Vou começar por as palavras mais macias que posso utilizar sem fazer grande moça.
É preciso descaramento! Então depois da mãe da criança ter sido expulsa do país e ter levado a filha, sim porque assistia-lhe esse direito como mãe, é que se levantou uma onda de solidariedade em torno do caso?
Agora já conseguiram criar todas as condições para a Natália as duas filhas e o irmão virem para Portugal?
Porque motivo não ajudaram a Natália quando ela mais precisava? Foram seis ou sete anos que a Senhora andou por aí ao abandono!
Há quantos anos que a Senhora recebeu ordem de expulsão do nosso país? Essa decisão não foi de imediato cumprida porque a mãe exigiu levar a filha e o caso foi-se arrastando nos tribunais.
Portanto este casal não está inocente nisto. Porventura esperavam que a mãe abalasse sem levar a criança. Ou sabe-se lá mais quê?
Para esses corações bondosos que saltitam por todo (incluindo aqui) e estão sempre prontos para as boas acções com a graça de Deus, aconselho-os em primeiro lugar a preocuparem-se com as desgraças que temos dentro de portas.
Todos os dias assistimos ao abandono de crianças, outras a viverem em condições desumanas, muito piores que aquelas que a menina Russa vive.
Isso não é vontade de ajudar nem pretender fazer bem a quem mais precisa. Isso é hipocrisia, é desejar alcançar protagonismo com as desgraças alheias.
São uns a fabricar mediatismo com uma situação igual a milhões que lhes entram diariamente pelos olhos dentro e fingem ignorar.
Outros que só estão disponíveis em praticar a beneficência apenas quando os holofotes da fama os possam iluminar.
____O casal (adoptante) de acordo que criou afeição à menina mas primeiro que tudo devia ter-se preocupado em conhecer a legislação respeitante ao assunto. Se em principio fez um acto de caridade por fim estava a cometer um ilícito ao negar um direito legitimo à mãe.
______Não tentem servir-se da miséria dos outros. Ajudem se têm vontade mas não sejam oportunistas!
Necrófagos há-os de todas as espécies!

Francisco disse...

Rectifico: Onde digo grande moça, deve ser grande mossa.
As minhas desculpas

Anónimo disse...

Sr. Francisco, deixe-me fazer apenas três rectificações ao seu comentário:

1 - Apesar de lhe ter sido oferecido trabalho em Portugal, a Natália não queria trabalhar porque não queria fazer descontos. Ela não andou ao abandono... andou por onde quis e lhe apeteceu, com quem quis e lhe apeteceu. Tinha quem a ajudasse e lhe desse a mão mas sempre recusou. Só procurava as pessoas que a podiam ajudar quando precisava de dinheiro.

2 - Só não foi expulsa de Portugal por causa da Alexandra, é verdade. Foi a primeira vez em que ela se lembrou que tinha uma filha, foi quando precisou dela para não ser expulsa, além do mais estava proibida de voltar para casa sem a filha, pela sua mãe.

3 - Todas as crianças que estão nesta e em pior situação devem ser ajudadas. Concordo absolitamente. Aqui criou-se um movimento de solidariedade para com a Alexandra. Cada um é livre de escolher o que deseja fazer.

Por último, uma pergunta:

Porque não inicia o Sr. uma onda de solidariedade por outra criança que esteja a sofrer, a precisar de cuidados urgentes? De certeza que muitas pessoas também iria aderir.

Anónimo disse...

Em resposta a anónimo das 08:29.

Francisco não inicia uma onda de solidariedade por outra criança que esteja a sofrer, a precisar de cuidados urgentes, porque Francisco, está mais interessado é em discutar a contabilidade macabra do número das vítimas do comunismo.
Como comunista que é, faz a defesa do comunismo, 100 milhões ou 20 milhões, para ele, é que importante discutir. Como se isso fizesse alguma diferença.
Decerto, um bom companheiro, este Francisco, do vereador comunista, que logo que se soube que existiam autarcas que estavam na disposição de ajudar no sentido de providenciar alojamento para Natalia e Alexandra, logo puxou do Regulamento Municipal, invocando que, nos termos do dito RM, alojamento só pode ser concedido a pessoas residindo há pelo menos 5 anos no local, e que portanto, não sendo o caso de mãe e filha, nada pode ser dado a Natalia e Alexandra, nesta circunstância.
Claro que a falta de massa cinzenta dele - ou a desonestidade intelectual, não sei - não lhe permite ver que antes do caso ter a visibilidade mediática que teve, não existiam as condições que, agora, após tal visibilidade, felizmente existem.
E já nem vale sequer a pena, comentar os dislates que o mesmo profere, qualificando solidariedade e ajuda desinteressada, como algo nefasto e sem enquadramento legal, e, discorrer sobre alegados "direitos maternais".
Em bom rigor, e quanto aos cuidados a prestar ás crianças, não existem "direitos maternais", mas sim, "DEVERES MATERNAIS".
E esses, Natália não estava em condições de assegurar.
Por isso, a família Pinheiro, se encarregou de tomar conta da criança.
Na óptica de certos "legalistas" de moral duvidosa, isso é condenável, e o juiz de Guimarães, positivista dedicado à letra da lei, até lhe chamou de "maternidade serôdia".
Segundo a mentalidade dessa triste gente, a família Pinheiro cometeu um grande erro, uma estupidez condenável, e o "normal", teria sido a criança ter morrido pela ordem natural das coisas, e pela força das circunstências. Pois se, nem mãe nem filha, estavam sequer em situação legal... como se pode ajudar pessoas nessas circunstâncias? A pobre mentalidade dessa triste gente, faz-me lembrar aquela outra história daquela suino-cultura que operava ilegalmente há mais de 10 anos e que de cuja existência, toda a gente (autoridades competentes incluídas) conhecia, mas que, estando a operar ilegalmente, "oficialmente", "não existia". E como, "oficialmente" "não existia", "nada se podia fazer". Seja no sentido de encerrar a dita exploração ilegal, seja sequer para multar. Foi preciso um particular apresentar uma queixa, para que as autoridades se pussessem em campo, e, passasse, "oficialmente", e "existir". No dizer da funcionária (i)responsável pelo (in)competente serviço regional, a situação, "sendo ilegal", "oficialmente", não existia. Embora ela a conhecesse !!!

Teresa disse...

Boa noite!

Os gritos da Alexandra ao colo so pai afectivo sobrepoem-se a tudo, ou quase tudo, do que aqui foi escrito, ou antes, gritado!
Raras foram as excepções mas, felizmente, houve algumas.
Para si, anónimo das 20h28m, os meus sinceros parabéns! Estou consigo a 1.000%!
Teresa

Anónimo disse...

"Avó quer impedir que a criança viaje para Portugal"

É muito simples, basta escrever uma petição ao Juiz de uma certa cidade portuguesa onde se pode ler um letreiro que diz "aquí nasceu Portugal" (possivelmente um serôdio beirão que frequentou a pacóvia Universidade de Coimbra, e desse modo escapou a um destino de cavador de enxada, para passar a fazer borrada no tribunal) que ele talvez lhe atribuia DIREITOS AVOZAIS :o)

Canislupus1987 disse...

Escusam agora começar a ofender instituições,... o que é que a Universidade de Coimbra tem a ver com os individúos Que lá estudam. Saiem de lá excelentes e maus profissionais como em todo o Lado.

Canislupus1987 disse...
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Canislupus1987 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

meu caro lobisomem (canislupus) talvez eu devesse ter dito Faculdade de Direito de Coimbra, mas já agora, para sua informação, sabia que, durante a queima das fitas da sua querida instituição, se bebem mais litros de cerveja do que na Festa da Cerveja em Munique? E depois ainda têm o descaramento de dizer que não têm dinheiro para pagar as propinas. Oh well, mas talvez se o produto fosse da faculdade de Direito de Lisboa (onde pontifica o Pregador de Domingo) a mercadoria não fosse muito diferente.
Então você não sabe, que as Universidades portuguesas, são a fábrica onde se produzem a martelo, as "futuras elites" que hão-de "dirigir" o país?
Melhor dizendo, as gentes que hão-de servir-se do País, já que na óptica deles e do sistema, o país existe para servi-los a eles, e não o contrário. Como deveria ser, era essa gente para servir o País. Digo eu, que sou um idealista.
Enfim, fábricas de tachos.
E agora com os "Supermercados de Canudos", i.e., universidades privadas, a coisa ainda é pior, é só pagar propinas, e passou. Pagou, logo, passou.
Essa gente, sem qualidade alguma, já entrou no mercado de trabalho, e os resultados estão à vista (especialmente, na Área de Gestão).
PS: escusa de colocar comentários em triplicado.
Só se fôr, para "empolar". Empular, talqualmente escrevia uma economista proveniente dessas fábricas de licenciados modernos, que comigo estagiou. Dizia essa senhora, "os custos estão empulados" (sic).
outro PS: talqualmente, é uma brasileireice minha.
Mas atenção, que, com relação aos PS, desde já que fique bem claro que não sou do PS :o)
Onde lê PS, faça favor de entender, Post-Script.
Valha-nos Deus.

Anónimo disse...

Já agora meu caro canislupus, um esclarecimento, eu referi "escapou a um destino de cavador de enxada" porque lí em tempos, com alguma surpresa, devo confessar, um artigo-estudo em que se dizia que a maioria dos juizes portugueses eram provenientes de zonas rurais, alguns filhos de lavradores.

Da sentença, destaco isto:

"Factos provados:
Na sentença sob recurso deram-se por provados os seguintes factos:

Quando questionada, a menor verbaliza que não quer ir com a mãe para a Rússia, o que a progenitora desvaloriza."

Adiantou-lhe muito ter verbalizado que não queria ir com a mãe para a Rússia.

Como partiu com a mãe em 19 de Maio, perfaz neste momento, 67 dias, 2 meses e 6 dias, de exílio.
Exílio ou prisão?
Depende da percepção e da sensibilidade de cada um ...

Canislupus1987 disse...

Primeiro. Eu estou ciente dos defeitos de alguns elementos da Universidade. Mas aparentemente há piores exemplos em Lisboa.
Quanto à Queima das Fitas cada caso é um caso e nem todos os alunos gastam balúrdios na queima ( e se lêsse comentários que deixei noutros locais talvez não teria tanta hostilidade).
Por outro lado não pode dizer que uma determinada faculdade é X ou Y. Há imensos bons professores e bons discentes na instituição, o que acontece é que , como na maior parte das faculdades de direito, muitos vão para lá para ter contactos e não pelo estudo, Mas também há os alunos que se esforçam e aplicam.
O facto é o senhor referiu-se à universidade no seu todo. Quando generaliza arrisca-se a comentários menos positivos.
Penso que o meu nome de utilizador também não deve ser motivo de troça. O facto de que discorda comigo não significa que deva baixar o nível da conversa, algo típico de adolescentes quando não tem razão.
A sua forma de falar deve dever-se à sua falta de qualificações, e depois culpa os que procuram qualificações pelos problemas do país. Se mais portugueses se preocupassem com a educação certamente não estariamos na situação em que estamos.
Essa sua visão extremamente comunista é assustadora. Não é a "elite" que quer governar... e as elites não são criadas pela educação de uns mas sim pela falta de educação de outros.

Ps. Canislupus é o nome científico do lobo.
Ps2. PS significa Post Scriptum e não Post Scripto

Anónimo disse...

o que disse, e não aquilo que está para aí a inventar e a deturpar.

PS tanto significa Post-Scriptum como Post-Script, que foi aliás, precisamente aquilo que eu escreví. São sinónimos.
Aprenda que eu não duro sempre. E "en-passant", compre um par de óculos, porque eu não escreví Post Scripto.

Canis (Latim) é uma palavra genérica que tanto designa várias espécies do lobo moderno, incluindo o lobo cinzento (canis lupus) como o chacal, e até, pasme, o cão (canis lupus familiaris) .
O lobisomem é uma criatura da crendice popular, em inglês Wherewolf, de Wolf (Lobo).

Canis, é também, pural de canil.
E cada um sabe o canil de onde provém :)

Neste triste e decadente país, nunca, como hoje em dia, se viu tanta gente à procura de qualificaçõe, e, também nunca, como actualmente, se viu tanto Equus Asinus (Burro) a sair da Universidade com um diploma na mão.

Provavelmente, tem a ver com a Matemática: quanto maior o número de pessoas a frequentar estabelecimentos de ensino sem categoria - como são em geral, as nossas "Oficinas de Diplomas" - maior a probabilidade da proliferação do aumento de ignorantes (burros caregados de livros) mas portadores de um canudo na mão.
É a chamada proporcionalidade directa.

Lobo do Árctico

Post-Script: vou aceitar a sua recomendação, e vou beber um chá, para ver se aumento o meu nível de educação :) Mas pode ter a certeza de que não vai ser, chá de camelo, que pode ter sido aquilo que está na origem da borrada, que, pelo menos a mim, me indigna profundamente, por ter resultados extremamente nefastos e catrastróficos para a criança, e que, por conseguinte, me trouxe aqui.
Borrada (tolice) e Burrada (multidão de burros).
Burroso, feliz adjectivo, em boa hora inventado pelo "ignoramus" Bush filho. Alguma coisa de útil e, porque não, divertido, teria que sair daquela cabeça :)

Anónimo disse...

Hoje estava um lindo dia de praia no Algarve. Lembrou-me que vi fotografias da Alexandra num areal. As crianças gostam tanto de praia, como ela teria estado feliz como outras crianças que vi hoje a brincar e pensei nela. Que Deus a ajude a regressar antes do grande frio do inverno na Rússia.
Que Deus ilumine os pensamentos da Natália.
Um grande abraço à familia Pinheiro que tem tanto carinho para dar.
Todos aguardamos o regresso da Xaninha, da sua mãe e da irmã para que as duas familias reunidas permitam que seja de novo feliz e regresse à escola.
Um abraço a todos quantos apoiam a felicidade desta criança.
Angela

Anónimo disse...

Ângela disse:

"As crianças gostam tanto de praia, como ela teria estado feliz como outras crianças que vi hoje a brincar e pensei nela".

Parafraseando o anúncio da TV: Podia a Alexandra estar agora feliz e em paz gozando férias na praia em Portugal?

Podia, mas não era a mesma coisa. Não era a mesma coisa para o snr. Oleg Gostev, diligente encarregado dos assuntos consulares, que agora está "desaparecido".
Dizem que foi transferido, terá sido promovido e despachado para outro lado e posto melhor?
Ou estará a gozar umas "merecidas férias" após ter recebido o respectivo louvor pelos bons ofícios demonstrados na "espinhosa e patriótica" resolução do problema de devolver a criança à mãe pátria, digo, madrasta?

Canislupus1987 disse...

Post Scripto foi um erro de digitação, e não foi uma má leitura peço Desculpa.


"Aprenda que eu não duro sempre." ... e espero que toda essa hostilidade e orgulho também não.

Agora corrigindo a sua pequena confusão.
Canis, é uma designação geralmente atribuída a um grupo de Canídeos com caracteristicas que aproximam estas espécies entre si, sendo portanto do Género Canis.
Depois temos a espécie. designada pelo termo lupus.
Este termo acompanha o termo Canis e designa a espécie à qual o animal pertence.
No meu caso ( o Meu nome de utilizador) refere-se ao animal que supostamente originou todas as subespécies da espécie lupus, daí que esteja errado tudo o que o Senhor disse até agora.
e, nas Subespécies... ( agora sim) encontramos o Cão doméstico, e outras espécies de lobo e não só.
Entretanto mais duas notas.
Canis escreve-se sempre em Maiúscula e lupus em minuscula. são regras da taxonomia.
Por outro lado ultimamente têm-se registado alterações nos nomes ciêntificos de alguns animais devido a testes genéticos.
Portanto, o Canis familiaris passou a chamar-se Canis lupus familiaris porque se entendeu que era uma subespécie do Canis lupus cujo código genético não se diferenciou o suficiente para originar uma nova espécie.
Há outros casos em que a classificação se alterou completamente, por exemplo o Caracal, cujo o nome científico passou de Lynx caracal ou Felis Caracal, entretanto novos exames genéticos comprovaram que apesar de semelhanças físicas com os linces este animal tem um código genético bem distinto e portanto passou a constituir um novo género, Caracal. Que actual contém apenas uma espécie (caracal) e umas quantas subespécies.

Mais uma vez não tente falar do que não sabe e se puder... tente fazer pesquisas no google convenientemente. Se fosse assuntos dos quais eu não entendesse nada tudo bem-.... mas agora não me tente ensinar aquilo que não sabe

"O lobisomem é uma criatura da crendice popular, em inglês Wherewolf, de Wolf (Lobo)."

Eu sei o que é um lobisomem.
mas aparentemente o senhor não sabe a etimologia exacta da palavra werewolf nem sequer a sua ortografia.
Were ( vem do Old English[Inglês antigo]...algo que há quem estude na Universidade que o senhor tanto despreza)e significa homem e Wulf,Wolf , que significa lobo. Portanto Homem lobo. No entanto devido à palavra ser de origem Germânica é compreensível que desconheça esse facto.

"Canis, é também, pural de canil.
E cada um sabe o canil de onde provém :)"

( Essa era desnecessária, no entanto há seres mais inteligentes lá

Canislupus1987 disse...

fechados e deixam o senhor aqui à solta.)
Infelizmente os seus comentários fazem-me relembrar um adolescente, Com aquelas provocações desnecessárias.

De facto concordo que andam a reduzir a qualidade do ensino por forma a atrair mais pessoas, e que há pessoal menos qualificado a sair das nossas Universidades. No entanto muitos de nós somos vitimas do sistema. Quando eu entrei (pré-bolonha) tinha o curso planeado de uma forma, com outro rigor. Entretanto no meu 3º ano passaram-nos obrigatóriamente para bolonha. Tivemos problemas com equivalências, umas nunca obtidas, disciplinas novas nunca antes vistas. Muitos de nós acabaram por ter as suas licenciaturas desvalorizadas e ter mais trabalho que os outros alunos pré e pós bolonha.
No entanto isto não significa que estamos a estupidificar o país. Só fica burro quem quer. Os melhores conseguem fazer um estudo autónomo após a conclusão do diploma.
Digo mais. Portugal a nível de ensino Superior chegou a ser dos melhores países, e descemos agora ao standard. No entanto não culpe os Alunos nem Professores, ambos sofreram com a mudança de reforma.
Embora claro alguns ficassem contentes, mas quem de facto se interessa e não quer apenas um diploma sofreu-o e sofre-o na pele.

A minha teoria é que esses políticos se sentem ameaçados pelo facto de só terem diploma e não terem os conhecimentos necessários e querem evitar que tomem os seus lugares...

Eu também estou contra a retirada da criança e pode ver em outros comentários tanto neste post como no outro. No entanto não podemos culpar os outros pelo erro de um Homem.

Anónimo disse...

Sempre tive a sensação que aqui em Portugal, faz-se muita pipoca com pouco milho. Daí ser uma espécie de doutorlândia, onde muita, mas muita gente mesmo, exibe muito verniz mas, com muito pouco conteúdo. Geralmente escondidos por de trás de um título pomposo, que passam a adoptar como o seu primeiro nome Sr. Dr. Sr. Engenheiro Doutor, Sr. Professor Doutor Juíz ou sei lá!! Isto é simplesmente cómico e temos vizinhos aqui na Europa que riem-se deste hábito português. Sinceramente, o que está em decadência não são as faculdades ou isto ou aquilo, a decadência é nas faculdades mentais, a começar pela nossa falta de memória na hora de votar. Mas é claro que essa demência colectiva tem um factor de peso para acontecer, a impunidade. Existem algumas classes que sentem-se acima do bem e do mal, porque na realidade, estão mesmo acima do bem e do mal. De cara consigo lembrar de 3, médicos, juízes e políticos. Vejamos... Um caso de uma mãe em trabalho de parto que se transformou em uma cesariana de emergência, mas que devido a Sra. Doutora que estava de SERVIÇO, não estar onde devia, no serviço e não ter atendido as chamadas desesperadas das enfermeiras, sei lá quantas vezes, aconteceu que... Bem, o bebé é hoje um menino com paralisia cerebral. Os processos que a família colocou, já arrastam-se por 5 anos. Aconteceu alguma coisa à Sra. Doutora? Hum, deixa ver... Não, não aconteceu. Estranho hã? Lembram-se quem estava ao lado do então primeiro ministro recém eleito do PS, comemorando a grande vitória? Não era aquele ex ministro, que se demitiu, das obras públicas, após a queda das pontes de Entre Rios? Ah, pois era mesmo! Já agora, falando nesta ponte... A culpa, já se sabe, foi da água. Os romanos tiveram foi muita sorte esses séculos todos. E o caso de uma menina chamada Vanessa? O tribunal a mandou de volta para a família biológica, a miúda chorosa, pediu para ir ter com a mãe de acolhimento, a mãe legítima ficou muito ofendida, e para poupar aqui os detalhes dos requintes de crueldade em como foi feito, só digo que a menina foi morta pelos pais e depois 'desovada' em um rio. Os pais foram presos e condenados sim. Alguém sabe se aconteceu alguma coisa com as pessoas que 'aplicaram' a lei, algum processo por negligência por exemplo? Por favor, se souberem, digam-me, para eu sentir-me menos enojada com esse amadorismo todo revestido com ares de importância e símbolozinhos de poderes (podres)
Ainda ouvi, no caso da Alexandra, que o problema era da justiça não ter sido cumprida em relação ao tempo de permanência da criança com a outra família!!!! Por favor, será só eu a achar que está tudo enviesado?

Carla Buarque

Anónimo disse...

Senhor Canislupus não vou perder muito tempo consigo e com pedantismos e preciosismos semântico, mas já agora, V. pode cometer erros de digitação (Post Scripto) e eu não (Wherefolf)?
Wherewolf e werefolf são palavras idênticas, de acordo com o Free Dictionary by Farlex e Hutchinson.
Está errado? Talvez, não sei.
O Werwolf dos saxões, o Wahrwolf dos germanos, de acordo com a Wikipedia.
Também está errado? Se calhar, isso não me interessa muito. Que tem tudo isto a ver com o caso Alexandra?
Não queira ser rato de Academia (Universidade) como se diz isso em Latim?
Exemplos de muitos ratos de Universade (ou académicos) temos imensos na magistratura portuguesa. Passam uma vida inteira a estudar e tontamente almejam construir um Direito geométrico, traçado a régua e esquadro. O resultado? Muitos deles estão simplesmente, malucos. A começar pelos do Supremo. Tanto tempo a estudar, e resultados tão tontos, que abundam por aí, um pouco por todo o lado.
Existem noções de Justiça mais acertadas em pessoas de poucos estudos (como o Snr. João, por exemplo) do que em muita dessa gente, que quanto mais estuda, menos sabe o que há-de fazer.
E que, quando faz, faz asneira e sai asnice.

Anónimo disse...

snr. Canislupus.

O snr. disse: "Essa sua visão extremamente comunista é assustadora. Não é a "elite" que quer governar... e as elites não são criadas pela educação de uns mas sim pela falta de educação de outros."

Por favor não se faça de desentendido, porque o senhor entendeu perfeitamente aquilo que eu disse. A menos que seja um jovem. Mas eu sou um sexagenário, que viví sob o regime de Salazar, a primavera Marcelista, e o regime saído da revolução de Abril.
Até aos idos de 1975, o acesso à Universidade (que era frequentada pelos filhos dos ricos e não pelos filhos dos pobres) era absolutmanete grátis. Nada se pagava de propinas. Vigorava o princípio "Filho de pastor vai pastor, e filho de Doutor vai a Doutor". Foi introduzido o ensino técnico-profissional (que era essencialmente destinado aos filhos das classes-médias e pobres) e o ensino liceal, que já existia e que destinado aos filhos das classes ricas tradicionais. Lei de bronze da Oligarquia. Perpetuação no poder e em bons empregos, (tachos) de filhos de certas classes sociais. Resquícios do nefasto Miguelismo, que em vez de estar morto e bem enterrado, estava bem vivo (como aliás ainda está hoje em dia). É o SISTEMA, que se vai sempre, adaptando, sobrevivendo, e subsistindo.
Sabia o senhor, que houve acalorados e extremados debates na então Assembleia Nacional, quando os moderados do regime, quizeram introduzir o ensino técnico-profissional, com, a oposição enfurecida, da extrema-direita de então, com assento na Assembleia Nacional (chamava-se o partido único de então, União Nacional). Está registado para arquivo histórico, nas actas, as posições dum deputado de que não me recordo agora o nome, que, indignado, dizia que ensinar francês e inglês a um jovem que iria tirar um curso comercial ou industrial - na altura, 9 anos de estudo - era um absurdo, porque ele, depois, não saberia o lugar dele na sociedade a que pertence. Na mesma linha, se pronunciava uma deputada, Van Zeller. Será parente afastada do actual, e reacionário, representante dos patrões?
(Continua)

Anónimo disse...

(Continuação)
Acabou por prevalecer o ponto de vista dos moderados, mas as reformas educativas então consagradas, visavem, nem mais, nem menos, do que colocar cada um, no seu devido lugar. Como se diz mais prosaicamente, "cada macaco no seu galho". Ou "chacun à ça place".
Os que frequentavam o ensino técnico-profissional, tinham o acesso à Universidade, mais que dificultado, pois que pelo caminho, tinham que fazer um desvio, e primeiro, frequentar os Instutos Comercial, e Industrial.
Quanto aos do ensino liceal, esses, tinham carreira de alcatifa assegurada, e não raro, existiam casos de jovens, que aos 17 e até 16 anos (com 11 anos de estudo ou menos) ingressavam na Universaidade. Havia para estes, dispensa de exame de acesso à Universaidade, caso tivessem boas notas. E posso assegurar-lhe que, casos fossem filhos de "boas-famílias", tinham as boas notas asseguradas (não obstante não estudarem e não saberem nada) graças às origems familiares, e ao princípio da CUNHA (em que todos estavam muitos activos, especialmente, o clero). E um aluno com o antigo sétimo ano liceal (caso não quizesse ir para a Universidade), embora não soubesse a diferença entre o que era um cheque, uma letra, e uma livrança, entrava mais depressa para um Banco, do que um aluno com o quinto ano de um curso comercial, que sabia tudo isso, e até muito mais.

(Continua)

Anónimo disse...

(Continuação)

Quanto ao senhor dizer "somos vítimas do sistema" depende, alguns benefeciam com ele.
E se se sentem vítimas, porque não lutam?

Eu conhecí, na função pública, uma senhora de qurenta e tal anos, que tinha uma colecção impressionante de diplomas (que exibia). Iam desde um curso de Direito, até pós-graduações, e especializações várias, eu sei lá, até uma Carta de Curso de Proficiêcia e de Excelência, de Acreditação da CEE, tinha). Porém, era a coisa mais incompetente, burra e preguiçosa, que eu jamais conhecí. Não sabia contar prazos. Uma vez perguntou-me como se contavam os prazos. Respondí que no caso, ou era de acordo com o antigo artigo 144º do CPC ou 279º do Código Civil. Retorquiu: pois, mas como faço? Repliquei: olhe, conte pelos dedos !
E a dita criatura, para além de trabalhar pouco ou quase nada, ainda tinha a sexta-feira livre (uma concessão da lei) para tirar um curso de mestrado (utilizava uma simples meia-hora de Sexta-Feira para consultar na Internet, locais onde se vendiam teses de mestrado, e o resto do tempo era para fazer compras, passear, e limar a casa). Isto era na Função Pública, onde de acordo com a lei, um licenciado, tinha que ter um tratamento condigno (o que implicava ter que se lhe dar um gabinete próprio, só para ele, e mais um candeeiro e um tapete de Arraiolos, bem como uma floreira, para decoração). Não só não faziam nada, como ainda iam ocupar um espaço, que antes era ocupado por 5ou seis, que esses, trabalhavam.
Portanto, meu caro, o "sistema" serve alguns. E, pelo menos na Função Pública, não é estudar para obter qualificações, é estudar, para obter um diploma, e desse modo, obter um tacho (um bom lugar). Se trabalha ou não, (e a maioria pouco ou nada faz) não importa, o que interessa, é, as estatísticas que orgulhosamente são exibidas pelas Madames detentoras dos tachos da "Modernização" ou "Reforma Administrativa" que dizem que, na Função Pública, temos um elevado "nível de escolaridade".

A ideia das "elites escolares" como alfobre de futuros dirigentes do Páis, sempre foi defendida por Marcelo Caetano.
E, claro, muitos desses filhos de "boas-famílias" (que entraram na Universidade com dispensas de exame, e com cunhas, finalizaram os cursos) acabaram em embaixadores, ministros, juizes, e por aí adiante.
Com os tristes resultados que todos sabemos.

Ainda subsiste, em parte, tal sistema, embora, porém, de momento, os futuros tachos, começem mais a ser atribuídos e disputados, em algumas juventudes partidários, vulgo, "Jotas".

Portanto, meu caro, não me queira dar lições, de vida, estudar para se qualificar, sim, se fôr para a Privada, se o fito é obter tacho na Função Pública, basta ter uma cunha.

E quanto ao senhor tachar-me de comunista, devo dizer-lhe que sou anti-comunista, no comunismo, era a mesmíssima trampa (Académicos, Academia, Nomenklatura). Esses ratos de academia soviéticos, eram os detentores e cúmplices do sistema. Não trabalhavam (como sucedia com os camponeses e os operários) apenas se dedicavam a ser toda a vida, estudantes. Isso, enquanto, a purga do momento, não os enviasse para o sítio que eles mereciam...

Anónimo disse...

Esqueci-me de escrever à bocado, quantos a esses "académicos" do tempo soviético, também, "Intelectuais".

Emoticoms < inserir aquí a parte da música do tango estudantil que diz, "Quero, ficar sempre estudante ..." >

Trabalhar? Está quieto!
Se "trabalhar faz bem à saúde, os doentes que trabalhem..."

Francisco disse...

Aos Senhores dois anónimos que responderam ao meu comentário.
Ao primeiro quero lembrar-lhe que qualquer cidadão consciente que se interesse pelo bem estar do seu semelhante não lhe pode passar despercebido o drama da menina Russa nem tão pouco a deprimente e vergonhosa situação de exclusão e marginalidade para que são empurrados os grupos mais frágeis da sociedade (crianças, idosos e deficientes).
Esta é uma realidade social que não pode ser ignorada por ninguém por mais que se queiram alhear dela.
Como tal, sendo estes mecanismos de exclusão gerados por o desregulamento injusto do sistema em que vivemos, é a sociedade no seu conjunto que tem o dever e a responsabilidade de os resolver.
Começando por erradicar as causas, no sentido de eliminar os efeitos, de outro modo as injustiças sociais perpetuam-se!
Não é com medidas tiradas avulso individualmente ou constituindo pequenos movimentos de solidariedade (digo pressão) isolados que se vão acabar estas injustiças.
Concordo quando diz que cada um é livre de fazer as escolhas que desejar. Se vivemos num Estado que se corporiza num estatuto jurídico-politico que confere aos seus cidadãos um conjunto de direitos e deveres, é normal que cada um tenha a liberdade de fazer as escolhas que preferir!
Mas primeiro que tudo os cidadãos devem conhecer quais são esses direitos e deveres que lhes pertencem, para depois agirem em conformidade.
É por falta de conhecimento destes preceitos regulamentares que as vossas acções por mais nobres e louváveis que pareçam se banalizam e esvaziem do seu próprio conteúdo.
Na medida em que são fruto de paixões instantâneas e ocasionais, desprovidas de consciência social e formação cívica, levando-os a assumir atitudes e comportamentos contrários aos valores e práticas fundamentais de uma vida colectiva de modo a preservar uma sociedade harmoniosa no sentido de melhorar o bem estar de todos os seus membros.
Acabando por confundirem Solidariedade com Justiça Social!
Ninguém de boa fé pode negar o acto de generosidade e altruísmo humano deste casal de acolhimento num momento em que a menina corria risco de vida, abandonada pelos próprios progenitores. Isso é inegável e indiscutível!
Só que essas pessoas esqueceram ou não se informaram de inicio quais eram os direitos que os assistia nestas situações.
Se é assim como diz Cara/o anónimo que a mãe teve um comportamento condenável num determinado momento da sua vida, não é razão suficiente para esse casal ter feito tudo à revelia das leis.
É sim um motivo para ter em atenção que a Natália Zorobina estava a passar um período difícil na vida, tomou esta atitude de entregar a menina como podia ter tomado outra mais trágica “exemplos não nos faltam”.
Mas há um facto que ninguém pode ignorar:___ Vivemos num Estado de direito com leis e normas instituídas.
Que cabe aos tribunais órgãos de jurisprudência independentes de qualquer tutela a responsabilidade de aplicar e fazer cumprir essas mesmas leis e normas. CONTINUA………

Francisco disse...

CONTINUAÇÂO……..
Portanto este casal quando aceitou tomar conta da criança devia ter seguido os tramites legais para proceder à adopção. Não o fez!
Além de ter agido à revelia da lei, tratou um ser humano sem qualquer capacidade de decisão, como a oferta de um simples objecto.
Ou desconhecem que existam leis de adopção? Nem no Malawi já é permitido à Madona assenhorear-se de crianças sem regras!
Como “orgulhosamente” refere no seu comentário «criou-se um movimento de solidariedade para com a Alexandra»
Faz essa afirmação porque desconhece A Declaração dos Direitos da Criança, essencialmente o Principio 6º. Leia com atenção faz favor!

PRINCÍPIO 6º
««««Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão.
Criar-se-á, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afecto e de segurança moral e material, salvo circunstâncias excepcionais, a criança de tenra idade não será apartada da mãe.
À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas»»»».
_____ Já compreende o motivo da minha indignação? Todos sem excepção que tinham responsabilidades, no momento de prestar ajuda estiveram ausentes!
_____ Como deve depreender não vou seguir o seu conselho de criar qualquer movimento de solidariedade para socorrer crianças ou pessoas em risco.
Isso seria mais um chapéu de chuva marginal, esse papel cabe ao Estado cumprir e à sociedade no seu todo contribuir. Ninguém precisa viver de esmolas!
_____ Sou favorável à existência de grupos cívicos de cidadãos organizados para quaisquer fins, desde que actuem em coordenação com as estâncias legais. Nunca posso estar de acordo com estes movimentos criados Ad hoc.
____ Tenho sérias dúvidas se fosse instituída uma qualquer medida para combate às injustiças sociais em que todos os cidadãos fossem obrigados a contribuir, se a maioria destes “benfeitores” de ocasião não se oporiam veementemente.
CONTINUA……

Francisco disse...


CONTINUAÇÂO…….

Tem que não esquecer também que nos países onde o Estado mais se preocupa com o bem estar dos seus cidadãos não se assiste a estes espectáculos deprimentes de exclusão e miséria. Como é o caso dos países Escandinavos.
Para si o que é mais violento, negar a criança à mãe ou ao casal? Segundo a lenda Salomão há milhares de anos soube tomar a decisão mais justa!
Cito-lhe Nietzsche: em “Assim Falava Zaratustra”
««« Onde é que na terra houve maiores injustiças do que entre os misericordiosos»»».
Não vou concluir sem responder às acusações que faz do mau comportamento de Natália.
Não é à senhora que tem que dirigir essas criticas. É às autoridades que permitem que essas situações aconteçam, são pagas para vigiarem e manterem a ordem publica. Portanto se ela não estava a cumprir com o propósito que veio para Portugal era imediatamente expulsa.
Não queira agora também como cidadão comum sobrepor-se aos agentes da autoridade.
Se tem que criticar, critique as autoridades que não actuaram em devido tempo porque se o tivessem feito tinham-se evitado males maiores.
Também não estava eu aqui a queimar o meu precioso tempo tentando explicar-lhe o que são cidadania e civismo.
Cumprimentos.

Francisco disse...

# Anónimo das 20:28
Para segundo anónimo que respondeu ao meu comentário.
O Francisco não inicia uma onda de solidariedade por qualquer criança, porque sabe que as injustiças sociais não se resolvem com campanhas espalhafatosas e isoladas, se tiram uma criança da exclusão deixam milhares, e o ciclo mantêm-se indefinidamente..
Porque o Francisco é um cidadão com a devida consciência moral e sabe muito bem identificar os causadores deste flagelo e não tem qualquer receio em denuncia-los. Este Francisco luta por o fim das desigualdades, para maximizar e valorizar o progresso social. Aí; não há recuos!
O senhor começa por ser desonesto quando afirma que o Francisco está interessado na defesa deste ou daquele sistema político/Ideológico. Rabiscando e colocando apenas parte do meu comentário.
Se ler com atenção verifica que dirigia-me a uma pessoa especifica (está lá o nome) em resultado de umas afirmações que fez, que não correspondiam em nada à verdade. Eu como estive algum tempo afastado deste fórum esperava ter encontrado as respostas que exigi. Por esse facto apenas é que postei aquele pequeno comentário.
Já que meteu a colher é porque se sente incomodado. Se quer discutir o assunto então vamos a isso, mas não faça como o outro Senhor que quando foi confrontado com a verdade, meteu o rabinho entre as pernas como qualquer cobardolas e esgueirou-se sorrateiramente.
Quanto a esse tal autarca que refere obviamente que o “malandro” para ter um coração desalmado só podia ser de esquerda.
Omite que perante a lei todos os cidadãos têm os mesmos direitos e que os problemas devem ser resolvidos segundo a sua gravidade e este de certeza que não é o caso mais urgente que temos para solucionar a nível de inclusão. Além do mais a Senhora é estrangeira.
Portanto quando desfia o seu extenso rol de acusações e coloca rótulos e carimbos de intelectualidade como muito bem lhe apetece, deve primeiro saber comportar-se como um cidadão de pleno direito, que saiba respeitar as leis que vigoram neste rectângulo.
Não esqueça que vivemos num país com leis , ninguém pode estar acima dessas leis. Não é tentando espezinhar as decisões de um órgão de soberania em campanhas mediáticas duvidosas que se conseguem atingir os objectivos pretendidos. Talvez no Zimbabué!
Ninguém ainda aqui pôs em causa a acção meritória desse casal. O que está em causa é incumprimento da lei desde a primeira hora.
Além do mais a mãe tem todo o direito em reconsiderar uma decisão que tomou num momento difícil da sua vida. O pai também já manifestou publicamente o desejo que a filha permaneça junto da mãe. Querem negar esse direito aos pais?
Porque quando alguém verificou que a menina estava a precisar ser socorrida devia em primeiro lugar dirigir-se a um Centro de Emergência Infantil e a partir daí desenrolava-se todo o processo. Tratava-se de um ser humano indefeso, por isso são coisas que não podem ser feitas armadas no ar.
Não é o autarca que acusa de desonesto e desmiolado que está a cometer qualquer ilícito moral ou legal. O comportamento que tem manifestado sobre o caso são de alguém que não sabe ou não quer submeter-se às leis vigentes, nacionais e internacionais.
Essa pessoa está apenas a exigir que se cumpra a lei nada mais. É aquilo que você não aceita!
Se esse “canalha” teve o atrevimento de exigir que se cumpra os Regulamentos Municipais. Porque razão V.sa Excia não providencia alojamento gratuito para a Natália Zorobina as duas filhas e o irmão? CONTINUA………

Francisco disse...

CONTINUAÇÂO…….
Não queira praticar generosidade à custa dos bens comuns na medida que existem pessoas com mais prioridade.
Agora suponhamos que a Natália decide vir para Portugal e trazer a família. Em termos jurídicos como vai resolver-se a legalização dessas pessoas? É mais uma molhada de ilegalidades que vão exigir que se cometam!
Mediatizaram o caso a tal ponto que parece que o país não tem outros problemas para resolver. Lembrem-se dos três irmãos que morreram num incêndio em Palmela.
É preciso descaramento acusaram a Senhora de tudo quanto mais nefasto se possa aplicar a uma mulher devassando-lhe a vida privada em todas as televisões (parte mentiras) e agora querem traze-la nas palminhas das mãos para Portugal.
Tenham vergonha! Tenham vergonha! Já perderam toda a moral.

Canislupus1987 disse...

Quanto à parte do Lobisomem continua errado mas pronto não me vou estar a chatear com isso. Não me vou ficar preocupada com coisas mínimas.
No entanto fico alarmada com a forma como o senhor faz generalizações atrás de generalizações. E isso é o que tenho vindo a criticar o tempo todo. Conheço imensa gente na função pública que pelo contrário é extremamente trabalhadora, faz horas extras, não recebe aumento salarial há sabe-se lá quanto tempo e vê o seu poder de compra diminuir de ano para ano.
Quanto ao seu ódio pelos que estudam não há nada a fazer. Mas não me queira atirar areia para os olhos... é normal que haja os tais que apenas procuram contactos, no entanto não representam sequer 1/4 da população estudantil.
O problema de Portugal é estes portugueses que vivem do passado. Este sebastianismo que não nos larga.
Ora querem o Salazar de volta, ora querem isto ou aquilo.
Ou passam a vida a criticar e não fazem nada.
O que podemos fazer agora é lutar e desafiar o sistema. Não pense que não o tenho feito já.
Pior. Lutar contra uma familia com uma mentalidade retrógrada ( apenas um ou dois elementos) e um sistema que acaba por, apesar de proclamarem a igualdade, favorecer este tipo de problemas.
No entanto é preciso lutar. O problema é que pessoas na mesma situação não lutam, cedem. Embora tenha que ceder nalgumas coisas por ordem a poder conquistar outras, sempre luto.
E o que eu vejo hoje em dia não é tanto os alunos que não estudam porque não podem é os que não estudam porque não querem. E esses não são ignorantes são burros mesmo. Se tivessem que lutar pelo seu direito a estudar não ficariam na pasmaceira decerto.
No entanto o senhor tem que parar de generalizar.
Há tanta gente má numa profissão quanto na outra, com ou sem canudo.
E também os há sem canudo que fingem ter canudo, esses ainda são os piores.
E aquelas professoras que se formaram no 25 de abril que hoje nos andam a dar más notas e nem falar português correcto falam? Pois é.... e ainda dizem que os estudantes e letrados têm a culpa?

Anónimo disse...

Sr. Francisco,

Eu nunca falei em mau comportamento por parte da D. Natália. São palavras suas que colocou na minha escrita. Se acha que ela se portou mal e inadvertidamente emitiu a sua opinião como minha não tenho culpa.

Indiscutivelmente um dos direitos que me pertence é de livre vontade ajudar o próximo desde que não esteja a infrigir nenhuma lei ou sentença.

Relativamente às práticas de uma sociedade harmoniosa... onde está essa sociedade de que fala? É uma útupia.

E digo-lhe mais.. eu já precisei de viver de esmolas e da caridade individual de cada um e não tenho vergonha de o dizer porque se não fosse assim se calhar não estava aqui a escrever. Onde estavam as instituições e as leis que me protegiam? Onde estava essa igualdade e sociedade harmoniosa de que fala? Ainda bem que que existem pessoas que se preocupam com o bem das outras pessoas sem querer nada em troca e não estar á espera do consentimento das autoridades: "sim, pode dar de comida a esta ou aquela pessoa".

Eu nunca disse que defendia a entrega da menina ao casal que a acolheu. A sentença está dada por isso há que tentar remediar a situação em prol do seu bem estar.

As instituições não estão a funcionar como deveriam estar. Essa é a realidade. Se não fosse assim estas situações não existiam. Portanto, mais uma vez viva a solidariedade que eu não confundo de maneira alguma com justiça social.

Escusa de estar a citar os direitos da criança porque eu sei quais são. mas só citou as partes que lhe convém para defender o seu comentário. Não me vou alongar por este assunto, porque sinceramente não sei de cor os artigos e não tenho tempo neste momento para ir à procura.

Só para terminar e até porque as nossas opiniões divergem e não estou aqui para ver quem é que tem razão, quem leva a taça, por assim dizer, quero perguntar-lhe se viu as fotos de como esta criança foi entregue, se sabe o estado de saúde dela, de como foi tratada até ser entregue. Uma pessoa pode estar a passar por maus bocados na vida como diz, mas não existe razão para maltratar uma criança. Já basta a fome e a miséria, já têm sofrimento que baste, não precisam de mais.

Anónimo disse...

Sr. Francisco,

Depois de ler o rol de declarações que escreveu neste blog, convenci-me do seguinte. Ou não lê ou não vê. Tentar defender o actual sistema de coisas, salvaguardando-se atrás da resposta "as instituições que resolvam" é uma resposta tão simplista, mas tão simplista que me faz temer pelo meu país se todos nós pensássemos assim.
Os direitos da criança foram completamente estilhaçados neste caso em especifico. E não me venha defender os direitos dos pais biologicos, que apesar de fazerem asneiras podem-se arrepender no futuro.
PAI (ou mãe) é uma palavra extremamente poderosa e é um título que para se ter tem que se passar uma vida inteira a merecer... desde o nascimento até á própria morte. Não é porque tive uma noite de prazer e que depois vou ver se é meu e ... porque faço asneiras mas passados anos vou-me arrepender que usufruo desse título.
PAI é um título demasiado poderoso e que tem de ser merecido em cada momento da vida.
O estado deve verificar quais os casos em que se deve mexer e inclusive tirar o direito paternal. O problema é que o estado é uma máquina velha, cheia de ferrugem e a funcionar a energias não renováveis.
Cabe então a TODOS o apoio ás crianças. Não o ficar á frente da TV a comentar que se deve fazer algo. Mas sim a fazer. Devido ao mediatismo sobre este caso esta menina poderá ter alguma sorte com a sua vida futura. Mas quem sabe atrás da sorte dela outras tambem não terão sorte?
Por isso, não defenda sistemas decadentes e ataque cidadãos práticos.
Já agora... não é pai, pois não???

Cumprimentos,

Luis Miguel

Anónimo disse...

A conversa do Snr. Francisco em relação ao ANÓNIMO DAS 2030 é comigo, portanto:

"Quanto a esse tal autarca que refere obviamente que o “malandro” para ter um coração desalmado só podia ser de esquerda."

Não, não é de esquerda. De esquerda, mais precisamente, comunista, é o veredor que puxou do Regulamento Municipal para obstaculizar a atribuição de uma casa à mãe biológica e à Alexandra. Maldade pura, e, eventualmente, tentativa de deslocação do caso, para a cena da luta político-partidária, por o vereador comunista, ter entendido que o(s) dois autarcas poderiam colher dividendos partidários do acto. Acto que, acredito eu, não tinha mais do que contornos de generosidade e compreensão benovolente perante a trágica situação da criança.

"Omite que perante a lei todos os cidadãos têm os mesmos direitos e que os problemas devem ser resolvidos segundo a sua gravidade e este de certeza que não é o caso mais urgente que temos para solucionar a nível de inclusão. Além do mais a Senhora é estrangeira."

Acredita sinceramente nisso? Refiro-me ao Princípio da Igualdade dos Cidadãos perante a Lei.
Em que país o senhor vive?
Num país em que não se consegue uma única condenação dum médico por um erro gravíssimo cometido, em que não se consegue meter na prisão um único autarca corrupto, e, em que, ainda por cima, se deixa o indivíduo à rédea solta para poder recandidatar-se a sucessivos mandatos e o patético eleitorado, elege-o como herói e digno representante do chico-espertismo, o senhor vem-me falar de igualdade perante a Lei?

O princípio da resolução dos probemas segundo o grau da gravidade, é outra candura sua. Vá dizer isso aos políticos. Se o aplicassem, decerto que, em vez de terem sido atribuídas e dispendidas monumentais somas de dinheiro - dos contribuintes - o mesmo dinheiro teria sido mais utilmente aplicado na resolução do grave problema da habitação em Portugal.

"Portanto quando desfia o seu extenso rol de acusações e coloca rótulos e carimbos de intelectualidade como muito bem lhe apetece, deve primeiro saber comportar-se como um cidadão de pleno direito, que saiba respeitar as leis que vigoram neste rectângulo."

Eu não sou um cidadão de pleno direito, sou apenas um mero receptor de leis, que para uns (eu incluído) se aplicam. Para outros, não. Ou porque se criam imunidades e excepções à lei, ou porque, na prática, eles estão acima (ou fora) delas. Não sabe o que é a impunidade?
Calham bem aquí as tristemente célebres palavras dum professor de direito da Universdade de Coimbra, que quntao à aplicação da lei, resumia assim aos alunos "Aos amigos, tudo! Aos inimigos, nada! aos restantes, aplique-se-lhes a Lei!

"Não esqueça que vivemos num país com leis , ninguém pode estar acima dessas leis."

Já respondí quanto aos que estão acima (ou ao lado, ou fora) das leis.

"Não é tentando espezinhar as decisões de um órgão de soberania em campanhas mediáticas duvidosas que se conseguem atingir os objectivos pretendidos. Talvez no Zimbabué!"

Um juiz não é (a pessoa em sí) um orgão de soberania. Apenas exerce a sua actividade (aplicação das leis) de forma soberana. isto é, independente do Executivo (Ministério da Juriça).
E repare que eu tive o cuidado de separar JUSTIÇA e LEI, porque as duas realidades, muitas das vezes, são parentes muito afastados :)

(Continua)

Anónimo disse...

(Continuação resposta a Francisco)
"Ninguém ainda aqui pôs em causa a acção meritória desse casal. O que está em causa é incumprimento da lei desde a primeira hora."

Que lei foi incumprida?

"Além do mais a mãe tem todo o direito em reconsiderar uma decisão que tomou num momento difícil da sua vida. O pai também já manifestou publicamente o desejo que a filha permaneça junto da mãe. Querem negar esse direito aos pais?"

Os pais biológicos, na verdade, não têm Direitos maternais ou paternais, pois que os filhos, não são propriedade deles.
Têm DEVERES.
E quanto não estão em condições de cumprir esses deveres, têm que ser aliviados desse ónus.
Em relação a qualquer um dos 2 progenitores biológicos, verificaram-se melhorias de condição económico-financeira, para que eles retomassem a custódia da filha?

"Porque quando alguém verificou que a menina estava a precisar ser socorrida devia em primeiro lugar dirigir-se a um Centro de Emergência Infantil e a partir daí desenrolava-se todo o processo."

Provavelmente, acabaria num orfanato ou coisa do género. Eu não conheço muitos orfanatos ou asilos de crianças, que funcionem bem. Pelo contrário, conheço alguns que funcionam muito mal. A começar pela Casa Pia. O Snr. também conhece a história. Honrosas excepções existem (a Casa do Gil, Abraço de Coração, Refúgio Aboim Inglês). Mas estas, são raras excepções, e, ONG's.

"Tratava-se de um ser humano indefeso, por isso são coisas que não podem ser feitas armadas no ar."

Vá dizer isso ao Juiz de Guimarães.

"Não é o autarca que acusa de desonesto e desmiolado que está a cometer qualquer ilícito moral ou legal."

Onde é que eu proferí tais acusações. Deve estar a fazer confusão. Ou confusão entre comentários diferentes, ou confusão quanto ao entendimento das palavras, autarca, e veredor. O senhor não sabe a diferença entre um autarca, e um vereador?

"O comportamento que tem manifestado sobre o caso são de alguém que não sabe ou não quer submeter-se às leis vigentes, nacionais e internacionais.
Essa pessoa está apenas a exigir que se cumpra a lei nada mais. É aquilo que você não aceita!"

Se as leis nacionais e internacionais, são falíveis, e, injustas, com sua licença (e desculpe-me Snr. Milhazes, e demais leitores) Berdamerda para as leis!

"Se esse “canalha” teve o atrevimento de exigir que se cumpra os Regulamentos Municipais."

Ao agir assim, ele deu-me razão, para que eu, não podesse chamar-le, injustamente, de canalha.

"Porque razão V.sa Excia não providencia alojamento gratuito para a Natália Zorobina as duas filhas e o irmão"

Porque não tenho meios financeiros para tal.

(continua)

Anónimo disse...

Continuação em resposta ao Snr. Francisco)

Errata:

Onde escreví:
"vez de terem sido atribuídas e dispendidas monumentais somas de dinheiro - dos contribuintes - o mesmo dinheiro teria sido mais utilmente..."
faltou escrever, "monumentais somas de dinheiro dos contribuintes, aplicadas na supérflua e escandalosa construção de estádios de futebol e outras bodegas de utilidade duvidosa, pomposamente chamadas na gíria governamental e arquitectónica, de "Equipamentos".

Anónimo disse...

(ainda em continuação da resposta à parte final do post do Snr. Francisco)

"Não queira praticar generosidade à custa dos bens comuns na medida que existem pessoas com mais prioridade."

Não foi isso que foi feito (generosidade à custa de bens comuns), quando se atribuiram meios municipais (terrenos e dinheiro e tudo o mais), que eram de todos nós, aos clubes de futebol?
Porventura, qualquer vulgar cidadão, pobre, e, verdadeiramente carenciado, recebe grátis duma autarquia, uma simples lata de tinta, sequer, para cair uma casa ou um muro? E vem-me o Snr. falar de prioridades...

"Agora suponhamos que a Natália decide vir para Portugal e trazer a família. Em termos jurídicos como vai resolver-se a legalização dessas pessoas? É mais uma molhada de ilegalidades que vão exigir que se cometam!"

Não necessariamente. Tudo pode ser resolvido através de meios legais. Mas reconheço que a via negocial, não é a melhor. Desde logo não assegura nada em relação à permanência da Alexandra no país, pelo menos, até à maioridade. Em qualquer altura, todos eles podem decidir regressar à Rússia. E quanto a burocracias, alguém vai ter que se ocupar da parte burocrática, no caso do negócio do café (burocracias municipais, e fiscais). Eu preferiria ver o Snr. João levar o caso para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

"Mediatizaram o caso a tal ponto que parece que o país não tem outros problemas para resolver. Lembrem-se dos três irmãos que morreram num incêndio em Palmela.
É preciso descaramento acusaram a Senhora de tudo quanto mais nefasto se possa aplicar a uma mulher devassando-lhe a vida privada em todas as televisões (parte mentiras) e agora querem traze-la nas palminhas das mãos para Portugal.
Tenham vergonha! Tenham vergonha! Já perderam toda a moral."

Graças a deus que o caso foi mediatizado, caso contrário, poucos o conheceriam. Cada qual elege os casos em cuja defesa se quer empenhar. Eu elegí o caso da Alexandra, e não me arrependí nem arrependo, nem acho que tenha perdido qualquer moral.

Falta de moral, podem perdê-la aqueles que invocam, que são tantos os casos para resolver, que não se pode priveligiar um caso, porque existem outros. Nessa óptica, corre-se o risco, de, nem priveligiar, nem um, nem outros, ou seja, não se fazer nada e não resolver caso nenhum. Resolvendo caso a caso, talvez se vá resolvendo alguns.
Eu já elegí o caso em que estou mais empenhado.
O Snr. já fez a sua opção?

Anónimo disse...

Resposta a Canislupus1987.

No essencial:

Estou de acordo em que o problema é dos Homems (e das Mulheres):)
O problema é das mentalidades.
Os seres humanos é que fazem as instituições e os países.
E, ao contrário do que me tentaram incutir desde a escola primária, Portugal, não é o melhor país do Mundo, bem como contrário.
Na realidade, nós, como povo, não somos "grande espingarda".
Essa, a triste realidade.
Abundam exemplos de gente que, pelos menos, dois anos de escolaridade superior, (logo a seguir ao 25 de Abril) - universitária e institutos industriais e comerciais - foram "amanhados" graças a passagens administrativas, e, a notas atribuídas por uns alunos aos outros. São desse tempo, por exemplo, Durão Barroso, Santana Lopes, e imensos outros. Quase todos os que estão no poder. E os mais antigos (políticos da velha guarda) esses vinham do célebre sistema da "dispensa de exame e das boas notas por via da Cunha).
Mas que dizer dos mais recentes diplomados?
Professores do antigo Magistério Público (que davam aulas a alunos da quarta-classe primária) e que tinham 12 anos de estudo, verem ser-lhes atribuída a hipótese de obter por via legal a licenciatura mediante um mero ano na Universidade, seguido de um exame feito à media? E não tem Sócrates, um diploma emitido num Domingo?
Por isso é que eu sei a razão pela qual o país está como está, e afirmo, que, o povo, não é grande coisa, quando comparado com outros povos.

Anónimo disse...

e por falar em solidariedade e resolução de problemas e caridade e coisa e tal.
Há quantos anos, anda a Igreja Católica, a tentar resolver o problema da pobreza em Portugal?
Que eu me lembre, desde o tempo da maria-cachucha, quando se estaleceram as primeiras Casas da Misericórdias e tudo o mais.
E nada foi resolvido durante mais de 500 séculos.
E resolver os problemas da pobreza à custa de não pagar nada de impostos (Concordata) e ainda por cima, receber, escandalosamente, dinheiro do Estado, para resolver o problema da pobreza?
Porque não faz o Estado, isso, directamente?
Querem sugestões para resolver os problemas de Portugal?
Acabem-se com os escandalosos previlégios da Igreja Católica e do futebol.
Coloque-se essa gente no seu devido lugar e dê-se-lhe a pouca importância que merece.
Em nenhum dos mais civilizados países do mundo (por exemplo, Suécia, Dinamarca, Suiça) o futebol é encarado como "um desígnio nacional" e a Igreja goza dos privilégio e favores que goza em Portugal.
Por isso, que eles, livres desses puxa-sacos e empecilhos, têm o nivel de desenvolvimento e civilizacional, que têm.

Anónimo disse...

Sr. Francisco,

Um pequeno esclarecimento. Quando a Natália entregou a Alexandra à família, esta imediatamente legalizou a situação, tendo recebido autorização para a guarda da menina, como família idónea e não família de acolhimento.

Não concordo com nada que diz. Mas entre muitas coisas, me chamou a atenção quando diz que concorda com movimentos cívicos, desde que estes sejam em conformidade com as leis. Foi mais ou menos isso??? Me corrija se estou errada, neste caso, será sempre de cima para baixo? Eles (lá em cima) fazem as leis e nós cidadãos (aqui embaixo) não discutimos?
ôô

Sr. anónimo das 00:20, muito bom ler o seu post, aprendi um pouco mais sobre 'os porquês' disto ser uma espécie de doutorlândia e que após anos de evolução tornou-se numa espécie de tacholândia.

Carla.

Anónimo disse...

Pois é D. Carla, obrigado por ter gostado. O "sistema" é antigo, já vem da monarquia absolutista, e, até de muitos anos atrás. Pelo facto de ser bom para as pessoas passarem "o poder e os bons empregos" de pais para filhos, manteve-se depois, na monarquia constitucional, usou-se e abusou-se, dele na 1ª República, continuou em pleno uso no período salazarista, e sobreviveu após o 25de Abril, mantendo-se em extremo vigor ainda hoje. Mais que nunca. Sobrevive a tudo.
Veja que, parece que vivemos em monarquia hereditária. Empregos nos Bancos, têm preferência os filhos dos funcionários que lá estão, idem idem um pouco por todo o lado, na Função Pública, e por aí adiante.
Sempre, a velha Dona Cunha, a envenenar Portugal.
Meroticracia?
Pouco ou nada vale neste pobre país.
E ademais, aqueles que mais protestam, são os mesmos que, mais tarde, logo que conseguem um diploma, mais se empenham para que o "sistema" continue. É compreensíval: já lá estão no topo, e querem que assim seja.
É simplesmente ridículo. Em qualquer país do Mundo, um Dr. é um médico. Em Espanha, um bacharel e um licenciado, são tratados por aquilo que são, isto é, bacharel, e licenciado.
Em Portugal, qualquer sujeito que tenha uma simples licenciatura e até um mero bacharelato, é um senhor Doutor.
Simplesmente ridículo. Já há bacharéis em clarinete, e safofone !!!
Agora, vou esclarecer um pouco mais o Snr. Francisco :)

Anónimo disse...

Sr. Francisco
Um dos inconvenientes da Internet, é cada um poder escrever as asneiras que quizer, e uma das vantagens, é essas mesmas asneiras serem corrigidas.
Acerca do caso Alexandra, farta-se o senhor de usar chavões tais como Estado de Direito, Igualdade dos cidadãos perante a Lei, ninguém está cima da Lei, proibição de discutir uma sentença dum Juíz, enfim, há que cumprir a lei, blá-blá-blá. Tudo resumido, na sua óptica, existe um Estado de Direito, há um sistema legal que funciona na perfeição, e tudo o que temos a fazer, resume-se ao cumprimento das Leis. Mais nada, cumprir e não discutir. Isto faz-me lembrar o "come e cala" do antigamente. Isto é o que o Sr. entende.
Responda-me por favor: se assim é, se estamos num Estado de Direito e as Leis são cumpridas por todos, porque motivo continua o senhor Georgyi Tsiklauri, cidadão ucraniano e pai biológico da Alexandra, em situação ilegal (emigrante ilegal) desde, pelo menos, 2003?
(Continua)

Anónimo disse...

Sr. Francisco.
À MINHA PERGUNTA, QUE LEI FOI INCOMPRIDA PELO CASAL PINHEIRO, O SR. NADA RESPONDEU.
O Snr. não demonstra grande conhecimento de matéria legal mas isso não o impediu de expressar a sua opnião e, implicitamente, condenar o casal Pinheiro.
Escreve o Senhor "O casal (adoptante) de acordo que criou afeição à menina mas primeiro que tudo devia ter-se preocupado em conhecer a legislação respeitante ao assunto."
O casal Pinheiro, não era adoptante, mas sim de acolhimento, e por uma razão muito simples: a criança, nunca esteve para adopção. Para ter estado para adopção, era condição necessária, que previamente, tivesse sido retirada à mãe biológica, colocada numa instituição, e depois, colocada para adopção.
Mas como o snr. diz (e bem) que a mãe nem é portuguesa, e a criança também não (embora para mim e para muito boa gente, não obstante a lei vigente não lhe dar esse direito, a considerar-mos como portuguesa, a criança) o mais certo era que as autoridades competentes, não actuassem como devia ser, - no bom interesse da criança. Isto é, o SEF desconhecia a situação ilegal da mãe. E, mesmo que a conhecesse, o máximo que iria fazer, era deportar mãe e filha. Não importa se a criança semi-viva, ou morta. A Segurança Social, também nada sabia, porque os fiscais, foram extintos num arrojo de "brilhantismo" do então Primeiro-Ministro Cavaco Silva, que decidiu poupar dinheiro em despesas com vencimentos a esse pessoal, para o poder gastar em outras coisas, e áreas, de carácter de utilidade sempre questionável.
(Continua)

Anónimo disse...

(Continuação)
O casal Pinheiro decidiu tomar conta da criança, após isso lhe ter sido solicitado por um casal de emigrantes, que conhecia a situação dramática da criança. E cuidou de fazer tudo legal. A mãe biológica assinou um documentto a dar o consentimento, e a Segurança Social, atestou que a família Pinheiro tinha condições, e eram pessoas idóneas.
Onde está, pois, o incumprimento da lei?
(Continua)

Anónimo disse...

(Continuação)
quando a mãe biológica foi detectada como ilegal pelas autoridades, foi-lhe dada ordem de saída do País. Ela alegou que tinha uma filha cá. O SEF deu-lhe oportunidade de legalizar a situação dela, dada a situação pendente da filha, o que ela (Natália Zarubina) recusou.
O caso foi para tribunal porque a família Pinheiro e a criança criaram laços afectivos muito fortes, a situação da mãe biológica não melhorou, em termos financeiros e sociais, e, pior que tudo, andava na companhia de um namorado, Alexis Sarbach, que disse que a criança era "muito bonita e perfeita", o que levou o casal a recear pelo pior quanto ao futuro da miúda.
O resto da história já sabemos. Os mesmos relatórios e papéis no processo que permitiram à digna Juiza de Barcelos, decidir pela entrega da criança ao casal Pinheiro, e uma aproximação gradual à mãe biológica, por se entender que uma entrega abrupta e uma saída imediata do pais, seria um choque psicológico brutal para a criança, não permitiram, ao Juiz de Guimaraes, ver outra coisa, que o oposto.
Depois, veio este dizer que se sentia incomodado e surpreendido, e que até estava a ser afectado na sua vida pessoal. Pudera. Má consciência, não?
E pelo meio, fez uma referência ao SEF, que prontamente fez um comunicado, esclarecendo que a ordem de saída da mãe, estava suspensa enquanto a situação da filha não se resolvesse, e que isso tinha sido prontamente comunicado a TODAS as autoridades competentes, dito doutro modo, "não sacuda a água do seu capote". E os termos usados em relação à D. Florinda (falta de perfil psicológico e maternidade serôdia)? Depois também se retratou e disse que foi um erro no processo, no papel, de "quem verteu para o papel" essa parte alusiva à mãe de acolhimento. Pudera! Parece que agora está em vigor uma lei que permite a lesados, processar magistrados por danos que eles possam ter cometido. E esses epítetos dirigidos à D. Florinda, nem eram bonitos, nem o livravam de um processo. Caso o casal Pinheiro, não fosse ingénuo, como é.
Uma tristeza todo este processo. Dava um lindo caso, no Tribunal Europeu, dava...

Cristina Mestre disse...

Artigo publicado hoje no Jornal de Notícias:

Alexandra inseriu-se bem no infantário
00h30m
EDUARDO GUEDES

Alexandra, a menina russa que vivia com a família de João Pinheiro e Florinda Vieira, em Barcelos, e cuja mãe biológica levou-a para a Rússia em Maio, está a dar-se bem no infantário que começou a frequentar há cerca de duas semanas.

"Ela é muito espontânea e muito viva", referiu ao jornal "Komsomolskaia Pravda" Galina Ziminova, directora do infantário "Kolossok" (Espiguinha) - na aldeia de Pretchistoe, a cerca de 350 quilómetros a norte de Moscovo -, onde Alexandra passa agora os dias.

De acordo com a responsável daquele estabelecimento de educação pré-escolar, a menina "inseriu-se maravilhosamente no grupo de crianças, brinca com as suas novas amigas e percebe russo perfeitamente".

Galina Ziminova explica que ela brinca às "mães e filhas" com as outras meninas e que percebe o que deve fazer. Também com as educadoras a Alexandra arranja maneira de se fazer entender e um método eficaz é o de perguntar os nomes das coisas que ela mesma vai desenhando. Ir levar e buscar a Alexandra ao infantário tornou-se uma das actividades preferidas de quase toda a família, desde a avó Olga até à irmã Valéria.

Quanto à possibilidade de irem para Portugal, a avó Olga é a mais categórica. "Se eles (a família de adopção) quisessem verdadeiramente ajudar já o teriam feito há muito tempo", afirma.

Na sua opinião, "eles não querem saber da Natália". "Pretendem atrair a minha filha com a Alexandra para Portugal porque na Rússia está fora do alcance deles".

Olga Ivanovna admite que Natália possa ter de ir a Portugal para tratar de documentos, mas afiança que não deixa a Alexandra ir com ela.

Recorde-se que continua de pé a proposta de um grupo de pessoas que apoia o regresso da Alexandra a Barcelos, com a oferta de casa e trabalho para a Natália Zarubina. Por outro lado, a situação económica da família não é famosa.

Natália Zarubina deverá dentro em breve começar a trabalhar. A estrutura correspondente ao "fundo de desemprego" da aldeia de Pritchistoe, onde ela se inscreveu, fez-lhe várias propostas no âmbito da costura e da restauração. Além disso, a família tem estado debaixo da vigilância das autoridades russas e a "comissão para assuntos dos menores" tem feito pressão para que Natália comece a trabalhar. A causa do adiamento tem sido um problema burocrático. Zarubina teve que renovar o certidão de que está inscrita no fundo de pensões. Tudo indica que no início de Agosto comece a trabalhar num café local."

Comentário:

Este artigo foi escrito com base num artigo russo publicado no jornal Komsomolskaya Pravda a 23.07 (http://dv.kp.ru/online/news/517621/). O jornalista português limitou-se a traduzir o artigo russo, cuja autora é a favor da permanência da Alexandra na Rússia, não tendo o Eduardo Guedes tido contacto pessoal com a família da Alexandra.Por isso, a informação vale o que vale.
Há dois aspectos interessantes: Primeiro, parece que a Alexandra está a fazer um esforço para se adaptar às circunstâncias, é uma menina forte e equilibrada e isso é tudo mérito da família Pinheiro, que a educou até agora. Como sabemos, a personalidade forma-se até aos cinco anos. Também me parece que a família biológica da Alexandra gosta dela e tenta manter alguma normalidade.
Segundo: Conforme também li noutro artigo em russo (http://yaroslavl.aif.ru/issues/28/14_01) há de facto uma grande pressão, por parte da Comissão de Menores local, para que a Natália comece a trabalhar. As autoridades fizeram há algum tempo, inclusive, ameaças à família que lhe tirariam as duas filhas se não cumprisse as exigências.
Por isso, a Natália será praticamente obrigada a trabalhar. Recorde-se que na antiga União Soviética era crime não trabalhar. Agora já não é assim, mas os hábitos ainda persistem.
Não sei, de facto, o que tem sido falado entre a Natália e a família Pinheiro mas espero que, não obstante todos estes obstáculos, elas possam voltar a Portugal.

Cristina Mestre disse...

P.S.
O artigo é do dia 28.07 e está em:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1319009

Anónimo disse...

D. Cristina, essa de "e percebe russo perfeitamente", é de bradar aos céus, mas enfim ...
Infelizmente, o mais provável, é a Natália não estar a tratar de nada (papéis) pela simples razão de que não um tostão no bolso e por outro lado, está a mais de 300 quilómetros de Moscovo, e sem meios para se deslocar à capital que penso ser o local onde terá que tratar de passaportes, vistos, bilhetes de avião, etc.
A mãe Olga não lhe dá dinheiro, opõe-se, e pronto, acabou.
As notícias que o Snr. João Pinheiro deixa escapar para os jornais também são esquisitas como o diacho: segundo lí no JN, há 2 semanas, ia um grupo de russos considerados "amigos" da Natália, para tentarem convencê-la a regressar (deveriam ter chegado na quinta-feira de há 2 semanas). ainda de acordo com a notícia, caso as negociações falhassem, repito, falhassem, então o Snr. João, avançaria ele próprio na Segunda-feira (da semana passada) para Moscovo !!!??? Isto dá para entender ???
Já passou a Segunda-Feira (desta semana) e o Snr. João ainda não partiu.
Se eu não morro do coração desta, nunca mais morro do coração.

Anónimo disse...

Mas por outro lado, essa de vir a Portugal (a Natália) para tratar duma simples "apostilha" também me deixa intrigado. Então se isso é assunto burocrático de papelada a nível de embaixada ou consulado, é preciso vir a Portugal, não se pode tratar entre os canais diplomáticos.
Ummm...
Lá está o meu coração outra vez a bater mais depressa...

Cristina Mestre disse...

Caro anónimo das 10:17

Não fui eu que escrevi que a Alexandra percebe russo perfeitamente, foi o autor do artigo, Eduardo Guedes, correspondente do Jornal de Notícias em Moscovo e que se limitou a traduzir o que vinha escrito num artigo russo, tal como expliquei.
Aliás, no artigo em russo concretizava: "A Sandra brinca com as colegas às mães e filhas e compreende o que é preciso fazer quando as amigas lhe explicam aonde sentar a barbie".

Isso, qualquer criança faria, trata-se de linguagem não-verbal.
Como vê, os jornalistas às vezes tiram conclusões originais das declarações dos entrevistados.

Quanto ao regresso da Natália, penso que se estará a fazer alguma coisa mas que se evita a mediatização excessiva, para não prejudicar.
Se, de facto, pessoas amigas russas da Natália foram visitá-la, não sei. Mas isso será extremamente positivo, porque só através de acordos pacíficos se poderá resolver esta situação tão difícil.
Já há algum tempo eu tinha alertado para o facto de serem necessários meios financeiros para a Natália tratar de toda a documentação, incluindo deslocações a Moscovo. Penso que a família Pinheiro sabe disso.
Quanto à apostilha, é de facto assim, tem que ser tratado pelo próprio. Acontece que, na Rússia (e penso que em Portugal também é assim)os documentos oficiais estrangeiros que não tenham sido emitidos por embaixadas, caso da certidão de nascimento portguesa da Alexandra, têm que ter a apostilha (Carimbo especial referente à Convenção de Haia) para serem válidos. Caso não o tenham, não podem ser utilizados. Isso não se trata pelos canais diplomáticos, a pessoa particular é que o deve fazer.

Quanto à ida da família Pinheiro à Rússia, não se esqueça que viajar para este país não é como na União Europeia, onde tudo é simples e facilitado. Para ir à Rússia em visita particular é necessário um convite EMITIDO E AUTORIZADO PELAS AUTORIDADES POLICIAIS, (a pessoa que convida ter que apresentar às autoridades uma extensa lista de documentos justificativos), o que leva mais de um mês a fazer.
Se for em turismo, basta um fax do hotel a confirmar a reserva, mas não sei se a família pode pagar um mês num hotel russo que, como sabemos, são os mais caros da Europa. (O preço médio deve rondar os 100 euros por dia) Para além disso, nós não sabemos em que qualidade a família pretende ir...
Como vê, as coisas não são simples...

VCD disse...

D. Cristina

Eu sei que não foi a senhora que disse. Veja que eu coloquei entre aspas a transcrição do texto - que foi proferido por Galina Ziminova. e traduzido pelo jornalista, Guedes.

Também já lí algures - se a memória não me falha, no JN - que o casal Pinheiro tencionar ir em Agosto, e passar o mês todo na Rússia, se necessário.

Terrível dilema para o casal Pinheiro: serão apenas breves encontros com a criança, em "território neutro" já fixado, Yaroslav, e, claro, dolorosas separações.
João Pinheiro prometeu à Alexandra ir lá visitá-la e trazer um cacorrinho - que a criança tem ciosamente guardado para o efeito, já sabemos o que sucedeu aos restantes cinco - mas ir e voltar de mãos vazias, isto é, sem a Alexandra, será sumamente doloroso. Para eles, e para a menina.
Terrível dilema.

Quanto ao hipotético regresso da Natália - junto com a Alexandra, claro, de outro modo não faz sentido -, e quanto ao "sigilo" e ao "evitar mediatização excessiva" não estou a ver que essas coisas possam obstar a que, se as autoridades russas o assim quizerem, coloquem obstáculos e dificuldades, pois que, na hora de tratar de papéis, tudo se fica a saber, e lá se vão os sigilos.
Isto já para não referir as informações que o Snr. João Pinheiro aquí vai passando para a imprensa. É certo que ele omite quem são as pessoas aquí que vão ajudar, e isso é positivo, por uma questão de evitar invejas locais e nacionais, que podem atrapalhar.
Mas quanto a tudo o resto, é, por assim dizer, "um segredo aberto".
Que pesadelo e que calvário.
VCD

VCD disse...

Snr. Milhazes, embora isto não seja totalmente relacionado com a notícia em epígrafe e o tópico inicial deste quadro, é, todavia, relacionado com o caso da Alexandra, esta sequência foi retirada dum video-clip do YouTube, onde esta jovem, diz que estudou Direito Civil, e prega aos outros para estudarem e aprenderam. Ela tenta explicar a diferença entre naturalidade (local de nascimento) e nacionalidade. Vejam as inúmeras calinadas que ela escreveu, destacando-se, pai, que escreve por duas vezes, com acento agudo na palavra "a", e chega ao ponto de, remover um post em que tinha escrito "pái biológico" para corrigir para, "pão biológico" :D

Eis a sequência por ordem decrescente, isto é só para descontrair um bocadinho :D:

mariajosec (2 meses atrás)
MAIS UMA VEZ, Uma pessoa nao é portuguesa por nascer cá! Tem de ao menos nascer e ter um pái português. Ou estar em portugal á 5anos e pedir a nacionalidade! Aprendam meus filhos! Eu estudei para alguma coisa foi!

mariajosec (2 meses atrás)
pái ou mãe, óbvio!

mariajosec (2 meses atrás)
mas é o meu forte saber do que digo e pesquisar, não é falar das coisas só porque parece óbvio! Até na tv têem dito que a criança é Russa e por isso só sai de lá se a Russia quiser. Afinal quem tem razao?duhhhhhhhhhhhhh Eu nao disse que queria que ela lá ficasse! bahhnao vale a pena opinar mais! nao ha paxorra!

(CONTINUA)

VCD disse...

(CONTINUAÇÃO)

mariajosec (2 meses atrás)
eu nao disse que esta certo ou errado, só disse o que sei e estudei em direito civil.

mariajosec (2 meses atrás)
eu nao me esqueci, mas sei ler a lei, pelo menos tu nao a leste!

mariajosec (2 meses atrás)

nem lendo a lei lá vão!? dassss!

Não fui eu que fiz a lei! Se está certa ou nãp cada um que opine! Mas que nascer num país não diz que se tem a nacionalidade lá isso não! basta saber ler! Mas como há quem tenha perguiça de ler........!

Burro fica sempre burro!

mariajosec (2 meses atrás)
não dá para postar aqui o site mas
tentem pesquisar.

LEI DA NACIONALIDADE!

mariajosec (2 meses atrás)
6 anos é muito? Passa rapiderrimo!
Para mim alguns nem com 20 seriam portugueses!
Deveria ser como nalguns países, deverias ter de provar mereceres ter a nacionalidade! Tambem achava que alguns que a adquiriram pudessem perdê-la. Hoje em dia para a perder só o proprio o pode fazer a seu pedido.

mariajosec (2 meses atrás)
A lei diz:

" é atribuída a nacionalidade portuguesa de origem aos nascidos no território português, filhos de estrangeiros, se pelo menos um dos progenitores também aqui tiver nascido em Portugal e tiver residência"

Como vêem não é sem mais nem menos, NÃO É AUTOMATICAMENTE DADA A NACIONALIDADE!

mariajosec (2 meses atrás)
Quem não souber que leia a lei sobre a nacionalização. O facto de nascer em portugal não dá logo a nacionalidade automaticamente! Pesquisem na net, há tudo como nas paginas amarelas! O facto de ser batizada não tem nada a ver! Isso é uma questão religiosa e não tem a ver com o país! Há quem coma mesmo parvoice ás colheres! Leiam as leis antes de opinar! Não estudaram direito na escola?????????????' helooooo! duh! querem o site que comprove o que eu digo?

mariajosec (2 meses atrás)
ó rumisaba1,
não meu querido!
você é mesmo ignorante pois uma coisa é ser natural de...., e outra é ter nacionalidade de.....!
Tá a ver o esquema ou tenho de lhe fazer um desenho? nacionalidade não é naturalização! certo? Afinal é mesmo BURRO!

mariajosec (2 meses atrás)

ó rumisaba1, põe a mão na consciencia e pensa no que dizes! Achas que os russos são todos iguais? os portugueses são? Há escumalha em todos os países! Nós tambem temos emigrantes lá fora! Dá graças a deus se nunca precisares de emigrar para comeres! sabes lá o que os russos de cá pensam? Alguns estao até a ajudar o ´PÁI adoptivo! Não fales as coisas sem saberes!

mariajosec (2 meses atrás)
ó rumisaba1, põe a mão na consciencia e pensa no que dizes! Achas que os russos são todos iguais? os portugueses são? Há escumalha em todos os países! Nós tambem temos emigrantes lá fora! Dá graças a deus se nunca precisares de emigrar para comeres! sabes lá o que os russos de cá pensam? Alguns estao até a ajudar o pão adoptivo! Não fales as coisas sem saberes!

mariajosec (2 meses atrás)
Ignorancia! O facto de nascer em Portugal não quer dizer que é portuguesa! Que mania têem de dizer isso!!!!!!! Assim seria obvio que qualquer uma vinha a Portugal ter os filhos para depois cá ficar justificando a nacionalidade do filho nao?

LINK: http://www.youtube.com/watch?v=rqkPwfbMu90&feature=channel_page

VCD disse...

Com relação ao tema em epígrafe:
Estive a ler os incontáveis posts no BLOG XANINHANOSSA (o primeiro posts foi colocado em 20 de Maio de 2009) e retireu de lá, um post de 12 de Junho de 2009, que, com relação à avó, mantém uma actualidade notável.
Eis o post:
Anónimo disse...
" The grandmother will not release Natalia.
The grandmother wrote to kremlin request about the returning the daughter from Portugal. The grandmother has put the ultimatum that Natalia would not come back without Alexandra.
It is necessary to you communicate more actively with simple citizens of Russia, that to understand the situations.
But we continue to trust..."
Também, relativamente às enormes entorses de todo o processo judicial que culminou com a sentença, retirei este link:
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1247364
Note-se o desmentido do SEF quanto ao alegado pelo Juiz, em relação ao SEF.
E isto, dito pelo Juiz: "Não posso dar instruções ou ordens às entidades administrativas para cumprirem ou não uma determinação minha".
Leiam o que está escrito no final da sentença:
"Remeta cópia desta decisão às entidades acima referenciadas, para conhecimento".
As entidades referenciadas, são, Chefe da Secção Consular da Embaixada da Federação da Rússia, e, Chefe da Delegação Regional de Braga do ... (adivinhem) isso, mesmo, SEF !

Anónimo disse...

Pois, Caro VCD!
E para além do tanto que estudou, essa referida jovem esqueceu-se, igualmente, de estudar o verbo haver, senão vejamos:
"Ou estar em portugal á 5anos "
Pois Direito Cívil, não é matéria de escola primária. Os verbos...esses parece-me ainda serem!
Gosto sempre de ler os seus comentários!

VCR disse...

Obrigado, Amigo Anónimo das 01:22.
Ela também escreveu paxorra em vez de pachorra, enfim ...
Cada vez estou mais indignado com a sentença de Guimarães, os Russos decentes, estão a fazer muito mais pela Alexandra do que nós - acho - e eles correm bem mais riscos; a nossa pressão não está a dar resultados nenhum. Do link que acima indiquei, DN, retirei um comentário esplêndido. O comentário é feito com relação à notícia e é dum português de 64 anos de idade, José Louzeiro, que vive no Canadá. Diz o seguinte:
"O juiz Gouveia Barros não tem sentido de justiça apropriado para a profissão. Deve ser afastado dos lugares de decisão judicial, soube pena de se não for, causar sérios problemas a outras pessoas.!"
Isto, complementado com outro comentário (de Luis Figueiredo, em "Alexandra - Juiz incomodado mas não arrependido", no mesmo DN) que reza assim "O Sr. Juiz de Guimarães escreveu no acórdão que a "mãe" de acolhimento da menina não tinha equilíbrio psicológico. E assim, entregou a menina à mãe biológica, supostamente equilibrada. Essa, em entrevista à SIC, acaba de dizer que «a juíza de Barcelos recebeu dinheiro da família de acolhimento para lhe entregar a menina». Assim se vêem as qualidades psicológicas e de carácter da mãe biológica." dava uma singela petição, dirigida ao Conselho Superior de Magistratura. E eu assino desde já. Porque acho que o homem, tem, de alguma forma, ser punido, pelo desastre que fez.
O problema é que o mais certo é o CSM, se declarar, incompetente, para apreciar o caso ...
Os restantes Orgãos de Soberania, já sabemos que são incompetentes (para apreciar o caso, naturalmente). A quem nos havemos de dirigir?
Estive tentado a escrever, avemos de ;-)
A ver vamos ...

VCD disse...

passou-me momentaneamente despercebida, esta outra "pérola":

"6 anos é muito? Passa rapiderrimo!"

Se as autoridades Russas descobrem este superlativo de rápido, vão logo argumentar que a Alexandra vai-se adaptar, rapiderriramente.

Um abraço.

Francisco disse...

Senhor anónimo:
Dou-lhe em parte razão quando afirma que a internet serve para corrigir asneiras. Escaparam-lhe outras virtudes principalmente desmistificar provincianismos bacocos.
Sabe porquê? Porque o Senhor com tamanho regabofe contra a decisão de um juiz ainda não foi capaz de fundamentar onde se baseia o contraditória dessa decisão judicial.
_________ Por favor deixe-se de mais paleio e coloque aqui neste espaço os pressupostos desses erros da justiça. Qual o decreto, o artigo ou o paragrafo que foram infringidos e os que deviam ter sido aplicados?.
____________ Se conseguir isso não se esqueça de colocar também o contraditório, pode induzir em erro quem nada sabe de jurisprudência. Como eu! Isto porque as leis podem ser interpretadas de várias maneiras.
Pressupõe que eu não entendo dos assuntos que estou a discutir, os seus conhecimentos em direito garanto-lhe que não são superiores aos meus! Só não aceito é a forma como o senhor está a tentar impingir os seus pontos de vista.
_______ O que entendo muito bem e não erro, é que vivo numa democracia, tenho que respeitar as suas leis, lutar para preserva-la e participar no seu aperfeiçoamento, é esse o meu dever como cidadão. E que o senhor se nega a aceitar.
_______ Isto não é obedecer cegamente como propala! É estar integrado numa sociedade “desenvolvida” e civilizada. Se o senhor não está satisfeito com este sistema politico tem bom remédio vá para a Coreia do Norte, talvez se sinta mais confortável!
Para pôr em causa o Estado de Direito evitava ter apresentado a situação desse tal cidadão Ucraniano, que há 6 anos está em Portugal ainda não se conseguiu legalizar. Essa questão tem que coloca-la a ele!
______ Vou pôr-lhe o assunto de outro modo! Porque razão temos mais de 400 mil imigrantes legalizados no nosso país, entre eles cerca de 54 mil Ucranianos, largas dezenas de milhares já conseguiram obter a Nacionalidade Portuguesa. Pelos que diz esse ainda não conseguiu.
Sabe os motivos desse impedimento? Talvez não? Mas sabe usar da má fé para denegrir todo o tecido legal do país (Estado de Direito).
_____ Também continua a ser desonesto e malicioso, quando me acusa de ter condenado esse casal que tomou conta da criança. Pelo contrario até enalteci a acção das pessoas. Critiquei foi o desenvolvimento do processo, porque se tivesse seguido todos os tramites legais a decisão do tribunal forçosamente teria que ser outra.
Já que está tão a par da situação. Diga-me! Qual era o estatuto atribuído ao casal? Processo de confiança, curador provisório, candidato a adoptante, família de protecção e acolhimento? Qual era a situação da criança na Segurança Social e nos Serviços de Saúde?
Não sabe que tudo isso conta para a decisão do tribunal?
Volto a insistir.
------------ Esclareça-me, em que normas baseia os seus argumentos para dizer que o juiz errou?
Apresente o contraditório jurídico/legal para poder fundamentar as suas afirmações.
Porque se o conseguir pode aconselhar esse casal a recorrer da sentença. Antes de chegar às instituições internacionais como é seu deleite ameaçar, ainda pode apresentar recurso ao Supremo Tribunal de Justiça. CONTINUA……….

Francisco disse...

CONTINUAÇÂO……
_______ A continuar assim a largar atoardas sem justificar o que diz, ninguém vai acreditar em si, só os pensam como o senhor.
Você tem a ousadia de ameaçar o juiz com “lindo processo”.
Com o atrevimento que tem tido em enxovalhar na praça publica um Magistrado de um Tribunal de Relação o senhor é que já devia ter um processo encima.
O senhor apenas tem demonstrado que é um extremista, um rebelde fora da lei.
Neste país não existem políticos sérios, não existem instituições competentes, os juízes não sabem aplicar a justiça, os empregos são todos obtidos através de cunhas, o povo é uma carneirada seguidista que acata cegamente o que lhe é imposto. É tudo imoral, só o senhor é que é competente. Mas que raio! Não acha que tem qualidades a mais?
$Amigo$ julgamentos em tribunais populares que saiba, só no caso da morte do Columbano (não é esse) mesmo assim foi reaberto passados poucos anos.
Nem na Coreia do Norte se praticam esse tipo de julgamentos que o senhor deseja.
Talvez prefira o tempo do botas Salazarento, porque aí não havia “escândalos” destes.
Não se esqueça de me apresentar as bases jurídicas que o tribunal de Guimarães devia ter usado para proferir uma sentença justa. E também onde falhou!

Para me convencer que fala verdade.
Cumprimentos

Francisco disse...

Caro Luís Miguel:
O Senhor vai desculpar-me, mas para frivolidades não estou disponível! O assunto é sério demais para ser romantizado como o está fazendo.
Além de colocar tudo em causa, porque na sua óptica neste país nada funciona, anda tudo pelas ruas da amargura! Se as coisa publica não está bem a culpa é de todos nós. Não esqueça que felizmente vivemos num sistema democrático (com muitas falhas claro) onde compete a todos o dever de participar activamente afim de aperfeiçoá-lo.
Mas pelo desinteresse que a maioria do povo tem manifestado e as opções politicas que tem tomado, nunca mais saímos da cepa torta.
Depois queixam-se que andarmos a farejar o traseiro da Europa. Dêem-lhes futebol , novelas, lotarias e Fátima, que o povinho não precisa mais nada, os outros que pensem e decidam por eles!
Levam a vida a lamentar-se e a criticar os políticos que elegeram. Até parece a Republica dos Coitadinhos.
Em que o Senhor não é excepção, ao lamentar ao sua triste sorte dizendo que já viveu de esmolas e da caridade. Se assim foi, é porque gosta de ser humilhado, estendendo a mão à palmatória para comer um naco de pão. Eu preferia morrer de fome, porque sou alguém que sei que tenho direitos!
________ Mas por ter vivido essa experiencia não queira humilhar os outros reduzindo-os ao estatuto de mendigos.
Há formas mais dignas de resolver o problema das pessoas carenciadas.
Chama-se Justiça Social.
No dia em que todos tenham que contribuir para as instituições sociais. E houver uma repartição justa da riqueza criada, esse flagelo humilhante desaparece.
Não lhe serve o exemplo dos países Escandinavos? Que já aqui citei várias vezes!
Está a ver como sou realista e não utópico como afirma!


De seguida faz “lindos” floreados ao estatuto de pai. Todos sabemos o que é pai e mãe. São ambos progenitores. Há os responsáveis e irresponsáveis em todos os extractos da população!

_______Caro Senhor decidi participar neste debate.
__________ Primeiro: pelo drama humano que carrega.
________ Segundo: contestar a onda mediática oportunista que se gerou em volta do assunto.
_______ Trouxeram o caso para a ribalta simplesmente para captar audiências. Porque as milhentas de outras situações gritantes que existem ficam no anonimato. O Zé Povinho cavalgou na onda muito emocionada julgando que estava a cometer uma façanha ciclópica. Agora já não temos mais problemas de criancinhas em risco? CONTINUA………

Francisco disse...

CONTINUAÇAO…….
Porque se a da mãe fosse expulsa sem levar a filha. Estava tudo bem, tinha-se feito justiça, ficavam acomodados. O caldinho estava preparado para isso. Há aqui outros contornos escondidos! Também quero lembrar-lhe que nunca pus em causa a acção que o casal teve no inicio. Já não tenho a mesma opinião para o fim do processo. Negando entregar a criança à mãe infligiram os códigos da moral e da justiça.
Até aqui alguns órgãos de informação encontravam todos os defeitos na Senhora. O que os fez mudar de opinião tão repentinamente?
Sobre a decisão do tribunal não refuto o direito à liberdade das pessoas não estarem de acordo.
Não vi foi ninguém ainda apresentar o contraditório jurídico legal dessa decisão.
Se os têm, agarrem nesses pressupostos e recorram para o Supremo Tribunal de Justiça, ou para as Instancias Internacionais, para corrigir os preceitos legais que acusam terem sido infringidos.
Já agora fico-lhe grato que me apresente a fundamentação legal em que o juiz errou?
Doutro modo dou por terminado o assunto. Porque para lavar roupa suja não preciso do lavadouro público.
Como deve reparar parte das coisas que aqui estão postadas já as coloquei ao outro senhor, mas para não esquecer repito o essencial.
Cumprimentos.

Francisco disse...

Corrijo: onde digo "alguém que sei" queria dizer alguém que sabe que tem direitos.
As minhas desculpas.

Anónimo disse...

Sr. Francisco,

Ao ler os seus comentários verifiquei o seguinte. O senhor concorda que os pedófilos não sejam condenados (é que é isso que está a acontecer). O senhor concorda que eu o possa matar vá declarar-me culpado e venha para casa (é que isso pode acontecer). O senhor concorda que alguem vá para uma empresa estatal a leve á falência e que saia de lá com reforma milionária (é que isso tambem acontece).
Isto é o seu estado de direito.
A democracia é a forma de governo menos má. Mas em Portugal estamos a transformá-la numa ricocracia, doutorocracia e politicocracia.
Quando vem para aqui declamar verborreias sobre a situação nunca se esqueça que por o juiz ter sido cego e cumprido a lei isso não a torna justa.
As leis servem para apoiar a justiça. É que são duas coisas distintas, completamente distintas. As leis neste caso estão erradas e a justiça é fácil de ver qual é.
Já agora... aproveite um fim de semana e vá a uma daquelas instituições de apoio á criança oferecer os seus préstimo. Garanto que muda de opinião em muito pouco tempo.
Quanto á pseudo doutora... hahahahahahhahahahahahha
É por essas e por outras. O Português é uma lingua linda e estamos a matá-lo.

Anónimo disse...

esqueci...

Luis Miguel

Anónimo disse...

Sr. Luís Miguel
Agradeço os seus comentários de revolta!!!

Há quem não queira saber do superior interesse das crianças.

Angela

VCD disse...

Sr. Francisco

Se o senhor diz que não sabe nada de leis e de jurisprudência para que vou perder o meu tempo a colocar aqui, quais leis, diplomas e artigos foram infringidos?
Poderia pôr aqui o que eu quiser, não é verdade? Como o Sr. diz que não sabe nada, é pura perda de tempo. Não vai consultar os ditos textos legais.

Eu já entendi que o Sr. é um positivista (não existem leis a não ser as que foram criadas e estão colocadas em texto). E confunde Estado de Direito (uma utopia) com Estado de Legalidade.

A sua noção de JUSTIÇA, entendida não como valor, mas sim entendida como meio ou fim, resume-se ao cumprimentos das leis (leis escritas).

Sendo sabido por toda a gente, que:

- LEI ESCRITA e JUSTIÇA (como valor), muitas das vezes, são parentes muitíssimos afastados;
- Que, o Sr. entende que a JUSTIÇA é uma coisa que só pode ser provir exclusivamente de tribunais.

Só posso concluir, que o Sr., na prática, CONDENA a família Pinheiro, por ter utilizados VALORES tais como Caridade, Solidariedade Humana e Amor Incondicional, que na óptica do legislador, e para o caso, não merecem acolhimento nem tratamento em letra de texto, e CONGRATULA-SE com a sentença do Sr. Juiz Gouveia Barros, o qual, no seu entender se limitou a cumprir aquilo que a lei vigente diz, - e, obviamente, por arrastamento, aquilo que a lei existente não diz, ou que omite.

Manifestamente, o sr. mostra-se satisfeito com as leis existentes. E para o Sr., JUSTIÇA, é o equivalente ao cumprimento das leis existentes (não importando que estas sejam justas ou não).

Nesta conformidade, não tenho mais nada a comentar com o senhor.
Não vale a pena sequer, discutir se a decisão de Juiz Gouveia Barros está acertada ou não.
Basta apenas referir, que com os mesmíssimos dados, e tendo por base as mesmas leis, a senhora Juíza do Tribunal de Barcelos, decidiu em sentido diferente.
Cumprimentos.
VCD

Anónimo disse...

Lá porque avó não quer que menina venha para portugal,já não é boa avó e não tem afectos e não quer o bem á menina!!!

Esta avó não tem boas memórias de portugal e do casal!a começar pela filha que não teve sucessos,a terem que andarem pelo tribunal e advogados acerca de menina como sabemos todos nós!

Perfeitamente normal ela pensar assim!Quem le garante que vai ser tudo um mar de rosas?

Para ela,mesmo com as difilcudades em que vivem,a familia estará bem junto e perto dela,OU TAMBÉM NÃO É ASSIM QUE POR AQUI SE PENSA, em querermos manter a nossas familias unidas?

Essas pindéricas que enxameiam o Chat e o Blog se calhar davam os filhos a quem lhes der mais condições.

Duvido do que se passou e das ofensas verbais entre a natália e o casal,que tudo para a frente seja um mar de rosas...pelo contrário,haverá sempre desconfianças de ambas as partes!

Aquele que é ajudado,não tem que ser subjugado,e quem dá não tem que mandar!e o casal parece ser um pouco autoritário,só poque querem dar e ajudar,e o resto?é só mesmo ajudar?deixarão eles a mãe e filha com a liberdade a que têm direito?ou andarão,tipo"ou fazes o que queremos ou te tiramos o que demos!"

Eu não confiaria nas boas intenções do casal. Eles apenas querem atrair a Natália para depois fazerem o que querem.

É que na Rússia não lhe chegam.

Anónimo disse...

O Bom julgador julga os outros por si

Esta é para si, sr. anónimo 01,11h

Anónimo disse...

A avó da Alexandra não terá razão em desconfiar dos Portugueses???
Eu acho que tem. Eu também desconfiava.
E a Natália também dsconfia .... e com razão. Ou não??

Não foi preciso andar anos nos Tribunais para reaver a filha???

As boas intenções de agora são iguais às boas intenções de antigamente.

22:56

Anónimo disse...

o comentador Francisco diz que não entende de leis e escreveu isto

Diga-me! Qual era o estatuto atribuído ao casal? Processo de confiança, curador provisório, candidato a adoptante, família de protecção e acolhimento?

quem lhe ditou isso? o seu chefe? ou o chefe do seu chefe?

o último comentário do anónimo das 01,11 nem merece leitura, essa conversa fica bem numa mesa de mármore e em frente duns couratos.

esta gente representa o Portugal canalha, no seu esplendor.

a menina bem merecia melhor sorte e melhores advogados não estes.

parafraseando aquela doutora da 4ª classe que no youtube diz que estudou Direito Civil, não á paxorra!

Anónimo disse...

Lá porque avó não quer que menina venha para portugal,já não é boa avó e não tem afectos e não quer o bem á menina!!!

Esta avó não tem boas memórias de portugal e do casal!a começar pela filha que não teve sucessos,a terem que andarem pelo tribunal e advogados acerca de menina como sabemos todos nós!

Perfeitamente normal ela pensar assim!Quem le garante que vai ser tudo um mar de rosas?

Para ela,mesmo com as difilcudades em que vivem,a familia estará bem junto e perto dela,OU TAMBÉM NÃO É ASSIM QUE POR AQUI SE PENSA, em querermos manter a nossas familias unidas?

Essas pindéricas que enxameiam o Chat e o Blog se calhar davam os filhos a quem lhes der mais condições.

Duvido do que se passou e das ofensas verbais entre a natália e o casal,que tudo para a frente seja um mar de rosas...pelo contrário,haverá sempre desconfianças de ambas as partes!

Aquele que é ajudado,não tem que ser subjugado,e quem dá não tem que mandar!e o casal parece ser um pouco autoritário,só poque querem dar e ajudar,e o resto?é só mesmo ajudar?deixarão eles a mãe e filha com a liberdade a que têm direito?ou andarão,tipo"ou fazes o que queremos ou te tiramos o que demos!"

Eu não confiaria nas boas intenções do casal. Eles apenas querem atrair a Natália para depois fazerem o que querem.

É que na Rússia não lhe chegam.

Anónimo disse...

o problema para a miúda é que vai ter que viver com uma mãe que bebe e fuma em demasia, para já não falar de outra coisa, e isso é má influência para a criança. A mãe vai-lhe passar maus vícios. E isso vai suceder seja em solo russo, seja em solo português.
Motivo mais que suficiente, para nunca ter sido retirada à mãe afectiva, que não tem tais vícios.
Podem discordar, mas só mostram que não defendem o bem para a criança.

Anónimo disse...

escreves bem em português, escreves, e até comentas em duplicado, mas és capaz de estar sentado no teu gabinete, na Lubianka.

Fazes-me lembrar aquele tonto russo que escreveu
"a criança já cá está, o futuro dela não interessa. Russia 1, Nato 0".

Simplesmente, patético!

Anónimo disse...

comenta em duplicado, porque uma das cópias, é para a Embaixada em Lisboa.

Ou vice-versa, da Embaixada, para a Lubianka :o)

Anónimo disse...

"o problema para a miúda é que vai ter que viver com uma mãe que bebe e fuma em demasia, para já não falar de outra coisa, e isso é má influência para a criança. A mãe vai-lhe passar maus vícios. E isso vai suceder seja em solo russo, seja em solo português.
Motivo mais que suficiente, para nunca ter sido retirada à mãe afectiva, que não tem tais vícios.
Podem discordar, mas só mostram que não defendem o bem para a criança."


SE BEM QUE NÃO É BOM PARA NINGUÉM TER O VÍCIO DA BEBIDA OU OUTRO QUALQUER, ISSO NÃO É MOTIVO PARA "POR SI SÓ" TIRAR OS FILHOS AOS PAIS.
SE ISSO FOSSE VERDADE, EM PORTUGAL QUANTOS FICARIAM SEM OS FILHOS.

Anónimo disse...

Deixem-se de palhaçadas e, se verdadeiramente querem ajudar alguém, criem as condições para a paquena Alexandra ser feliz junto da SUA FAMÍLIA.

Não se armem em raptores de crianças.

Anónimo disse...

Relativamente aos comentários destes últimos dois anónimos, insiro aqui uma resposta de um leitor dada num outro blogue (espero que ele não se importe), que me parece muito adequada.

" Olá a todos.

Pessoal, queria chamar atenção aos seguintes factos.

Como sabem, a Consulado da Rússia afirmou ao Tribunal de Guimarães que existem boas condições económicas na Rússia na aldeia Prechistoe. Na base destas afirmações o Tribunal tomou decisão. Estas afirmações eram mentira pura. Também, pelos vistos, foi o Consulado, que pagou despesas jurídicas da Zarubina. Durante DOIS DIAS o Consulado tratou a papelada toda da Zarubina, Alexandra e cão.

Pergunta:

Por que razão o Consulado dedicou tanto tempo e forças á Natália Zarubina? Não há em Portugal mais russos nas ruas, a precisar ajuda? Qualquer um russo que vai a Consulado para tratar as coisas sabe, como é difícil combater burocracia desta instituição. Alias, o João Pinheiro e Florinda Vieira também já sabem (lembrem-se dos vistos para viagem?)

Resposta:

Houve um interesse directo das Autoridades da Rússia a este caso. Durante últimos anos houve muitos casos parecidos com “Caso Alexandra”, nos quais a Rússia “perdeu”. Tal aconteceu em Franca, Finlândia, outros países. A Rússia com Alexandra Tsiklauri consegui “vingar-se”.

Mas vamos voltar a dia de hoje.
Durante ultimas semanas intensificaram-se aqui no blogue comentários das pessoas anónimas, cujo objectivo parece ser único – criar conflitos aqui. Mesma coisa acontece no blogue do José Milhazes, que até recebeu ameaças directas. Estes comentários começaram aparecer quase na mesma altura, quando apareceram primeiras notícias sobre desejo da Natália de voltar para Portugal. Alguns comentários estão escritos em Portuguesa muito correcto, sem erros ortográficos etc. Estão escritos tão bem, que até parece que um tradutor profissional os escreveu.

Pergunta:

Quem são estas pessoas anónimas, que escrevem tanto, e que não têm mais nada para fazer, do que tentar criar conflitos nos blogues? E que obrigam os administradores de censurar ou as vezes mesmo apagar os comentários?

Resposta:

Não sei. Mas posso suspeitar, que maioria destas pessoas nem sequer está em Portugal. E posso suspeitar também, que estes pessoas fazem trabalho de encomenda de alguém, quem não está interessado, que a Xaninha volta para Portugal. Quem não está interessado nisto? Resposta no inicio do meu comentário.

Era um erro enorme pensar, que Caso Alexandra tem só duas vertentes: Família Pinheiro e Família Zarubin. Autoridades Russas ajudaram “sair” a Alexandra de Portugal, e de mesma forma Autoridades Russas podem impedir o regresso.

1shostak disse...

Anonimo de 10:53

Não me importo...))

Anónimo disse...

Boa tarde,

Tenho observado que muitas pessoas aqui manifestam a opinião de que a aproximação entre famílias é um erro e uma perda de tempo.
Mas, qual seria a outra solução (viável e possível)?

Abços

Carla Buarque

Canislupus1987 disse...

Se soubessem o que é ter pais a baterem, beberem e secalhar pior não falariam dessa forma.
A justiça deixa imensas pessoas desprotegidas, e eu sei disso,...
Deveria ser. Só porque são pais tem direito a ficar com os filhos independentemente de terem menos maturidade que o próprio filho/a?
Toda a gente pode fazer filhos. Agora criá-los?...
Muitas vezes são os filhos a suportar uma familia inteira. Enquanto um dos pais bebe ( ou os dois), e o outro combate depressões por conta de violência doméstica, cuidar de irmãos ( irmãs ) mais novas quando estão nas piores idades e a começar a sofrer influência dos hábitos dos pais... e ainda por cima levar todos os dias com Guerra em casa, porrada... insultos...
Penso que assim sendo, um pai/ mãe alcóolico/a Continua a não ser motivo para retirarem um filho /a...
Agora entendo os tribunais portugueses... algo que tento entender há bastante tempo... obrigado pelo esclarecimento.
Não é o sistema que está podre. É a mentalidade Portuguesa... já agora vá lá "pra taberna" ou " pra tasquinha"... assim é que o país evolui. Bem não admira... com a quantidade de festas de cerveja que se fazem no país... entre outras...

Anónimo disse...

« SE BEM QUE NÃO É BOM PARA NINGUÉM TER O VÍCIO DA BEBIDA OU OUTRO QUALQUER, ISSO NÃO É MOTIVO PARA "POR SI SÓ" TIRAR OS FILHOS AOS PAIS.
SE ISSO FOSSE VERDADE, EM PORTUGAL QUANTOS FICARIAM SEM OS FILHOS. »

Pois não é motivo, mas se se acrescentar a isso, também o facto de inexistirem condições mínimas como falta de dinheiro para comprar faldras e alimentos, e verificarem-se falta de prestação de cuidados mínimos básicos tais como de higiene, etc., e constatarem-se maus-tratos e negligência por parte do(s) progenitores, a lei portuguesa prevê que a criança seja retirada.

Irina testemunhou na TV que Natália não tinha dinheiro sequer para comprar faldras, pedia comida, deixava a criança a dormir na cabina telefónica e até em cima de mesas de café (existem testemunhas).

VCD disse...

Sr. Francisco

Com relação à sua pergunta "infringiu o juiz alguma lei?"

Eis uma derradeira tentativa para lhe tentar explicar de uma vez por todas a diferença entre cumprimento da lei e Justiça.

Acaso os juízes que sentenciaram à morte os militares que conspiraram para derrubar Hitler, infringiram eles alguma das leis que estava em vigor à época?
Foi feita Justiça? Ou foi cometida uma grande injustiça?

Isto, para lhe tentar demonstrar que as leis vigentes (seja em que país, seja em que época) refiro-me às leis escritas (positivismo) nem sempre são perfeitas, nem infalíveis, nem, por vezes, sequer, justas.

Claro que, em se tratando de fazer Justiça, um bom Juiz, deve ter tudo em conta, inclusivamente, a imperfeição, e, quiçá, até a injustiça da lei, e, através do bom-senso, e de algum talento, tentar encontrar uma solução boa e justa para a solução do caso concreto, ou seja, fazer a Justiça do caso concreto.

Caso assim não proceda, e se limite a ser um mero robô, fica numa espécie de situação de escravo da lei, um mero autómato, por assim dizer, uma espécie de juiz-funcionário-público (uma espécie de marionete manipulada à distância pelo legislador, o Poder Executivo e Legislativo que faz as leis) e não pode, aspirar nunca, nesse caso, a ser um autêntico ORGÃO DE SOBERANIA.

A Senhora Juíza de Barcelos, sem infringir nenhuma lei, encontrou, no meu modesto entender, uma boa solução: entregue-se a criança à família Pinheiro, porquanto uma separação abrupta provocaria um choque psicológico terrível para a mesma, e promova-se uma aproximação gradual à mãe biológica.

Isto, no meu entender, é decidir com sabedoria, bom-senso, e prudência.

Os relatórios das psicólogas da SS que estavam a acompanhar o caso, referiam que a aproximação da criança à mãe, não se estava a processar nada bem, pois que a criança manifestava alheamento da mãe biológica.

Haveria que dar tempo ao tempo. O que estava em causa, era o Superior Interesse da Criança. E no entretanto, poderia ser que surgissem até leis mais perfeitas, que melhor aproveitassem à criança.

Pense nisso.

Cumprimentos.
VCD

Anónimo disse...

Deixem-se de palhaçadas e, se verdadeiramente querem ajudar alguém, criem as condições para a paquena Alexandra ser feliz junto da SUA FAMÍLIA.

Não se armem em raptores de crianças.

Anónimo disse...

Os juízes não devem obediência à lei.

A partir de agora devem obediência ao Código VCD.

As leis devem ser à medida de cada um.

Assim é que é bom.

VCD disse...

Devolvo-lhe o comentário:

Devem obediência ao Código do Anónimo das 20:23

Anónimo disse...

Anónimo que repetidamente vem escrevendo isto:

*** Deixem-se de palhaçadas e, se verdadeiramente querem ajudar alguém, criem as condições para a paquena Alexandra ser feliz junto da SUA FAMÍLIA.
Não se armem em raptores de crianças. ***

NÃO ENVIEM ABSOLUTAMENTE NADA PARA A RÚSSIA !
ISTO É PURA CHULICE !
ELES QUE ALIMENTEM OS CHULOS DELES.
SE QUISEREM AJUDAR A ALEXANDRA, AJUDEM EM BENS MATERIAIS, ROUPA, CALÇADO, ETC.
SOLICITEM QUE FORNEÇAM INFORMAÇÃO SOBRE OS TAMANHOS E COMPREM OS BENS CÁ E ENVIEM PELO CORREIO PARA LÁ (MAS NÃO ENVIEM DINHEIRO)!

Anónimo disse...

anónimo das 20:23 disse

*** As leis devem ser à medida de cada um.
Assim é que é bom. ***

Então não é bom?
Não existem leis á medida de uns e leis à medida de outros ?
Veja por exemplo, esta petição, visando precisamente lutar por condições iguais para todos, e, desse modo acabar com privilégios de uns, os titulares dos cargos políticos e equiparados, por via das leis feitas à medida deles).

LINK (O Funcionário Público - Petição «Aposentação igual para todos») : http://ofuncionariopublico.blogs.sapo.pt/6541.html

Já agora, deixe de inutilizar os espaços em branco (trancar com traço contínuo) nos outros posts que aquí estão como anónimo (caso sejam seus) pois que isso, não só se revela ridículo por desconhecimento que ninguém nem mesmo o proprietário do Blog pode aceder a eles e acrescentar seja o que fôr, portanto, são desnecssários tais inutilizações de espaços em branco mediante preenchimento com traços contínuos, como também, revela a sua proveniência profssional. ;-)

***Assim, requerem os abaixo-assinados, no exercício do direito de petição:
1. Que os titulares dos cargos políticos e equiparados - Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Membros do Governo da República, Ministros da República para os Açores e para a Madeira, Membros dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, Deputados à Assembleia da República, Deputados ao Parlamento Europeu, Deputados às Assembleias Legislativas Regionais dos Açores e da Madeira, Membros do Conselho de Estado, ex-Governadores e ex-Secretários-Adjuntos de Macau, Juízes do Tribunal Constitucional que não sejam magistrados de carreira - só possam usufruir da subvenção mensal vitalícia que a Lei nº 4/85, de 8 de Abril e legislação subsequente lhes confere direito, apenas, e só apenas, quando perfizerem cumulativamente 60 anos de idade e 36 anos de efectivo serviço (sem quaisquer contagens extraordinárias, bonificadas ou majoradas relativamente ao tempo de serviço prestado nessas funções), atestado pela respectiva carreira contributiva, e não quando perfizerem 55 anos de idade, como actualmente vem acontecendo.
2. Que aos Eleitos Locais, aos Governadores e Vice-Governadores Civis e aos Presidentes e Vogais das Juntas de Freguesia deixe de ser majorado ou bonificado, para efeitos de aposentação, o tempo de serviço prestado nessas funções, conforme determina a Lei nº 29/87, de 30 de Junho, e legislação subsequente, passando estes a poderem aposentar-se ordinariamente apenas, e só apenas, quando perfizeram cumulativamente 60 anos de idade e 36 de efectivo serviço, atestado pela respectiva carreira contributiva.
Os cidadãos, quando servem o País no exercício da função pública, enquanto funcionários, como titulares de cargo político ou equiparado, ou quando são eleitos locais, cumprem todos o seu dever.
Assim cumpram também, todos, as mesmas obrigações, fazendo-se Justiça e dando-se sentido à palavra Democracia.***

Anónimo disse...

raptor de crianças (mais ou menos) foi o que fez o Cônsul da Finlândia em S. Petersburgo, que não esteve com meias medidas, pegou no menino, filho de pai finlandês e mãe russa, e levou-o com ele para a Finlândia, onde está agora a viver com o pai.
O caso foi assim resolvido. E a Finlândia é um país minúsculo e desde sempre semi-ameaçado pela Rússia.
O Putin reagiu com um discurso idiótico dizendo que o cônsul era maluco e que devia era estar na Igreja, em vez de estar em funções diplomáticas. Deu-lhe ordem de expulsão do país, e tudo bem.
Problema nosso: não temos diplomatas com talento para tanto. O máximo que conseguimos, foi o embaixador no Senegal, que estava a utilizar as instalações da Embaixada de Portugal, para prostituição de luxo. Segundo comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, foi suspenso de funções.

Francisco disse...

Senhor VCD:
Mas o que tem a ver Hitler com este caso?
Você enlouqueceu? Você está a precisar de tratamento urgente! E eu a pensar que estava a trocar impressões com alguém que tinha um mínimo de sensatez! Se assim é não me incomode mais.
Mas ainda vou torturar um pouco mais a minha infeliz paciência, por a ultima vez, se consigo ao menos fragmentar essa maldita ignorância que o atormenta.
O senhor faz rasgados elogios ao veredicto proferido pelo tribunal de Barcelos e critica ferozmente o veredicto do tribunal de Guimarães.
_____ Mas que contradição?
Isto porque ignora que o tribunal de Barcelos é um tribunal de 1ª instancia e o tribunal de Guimarães é um Tribunal de Relação (quando uma das parte em litigio não aceita uma sentença de um tribunal , neste caso de comarca, pode apresentar recursos até ao Supremo e daí recorrer às cortes de justiça Internacionais de que Portugal é signatário.
Já me fiz compreender? Afinal qual de nós é mais ignorante neste tema?
Na sua débil compreensão no Tribunal de Barcelos fez-se justiça, ao proferir uma sentença favorável às suas paixões.
Pelo contrário o Tribunal da Relação de Guimarães com mais competências, errou na aplicação da lei.
________ Assim sendo; os oficiais têm que submeter-se às ordens dos soldados?

________ Resumindo: quando as leis lhe são favoráveis são óptimas, em sentido inverso isto é o far west.
______ Estou totalmente esclarecido. Como dizia o outro, e eu é que sou o burro!
______ $ amigo $ vá mas é aprender primeiro aquilo que quer discutir .
_______ Deixe-me em paz faz favor. Só lamento o preciosíssimo tempo que tive a aturar as suas eloquentes asnadas.
_____ Mas não quero virar-lhe as costas sem esclarece-lo do seguinte.
_____ O drama desta meninas e de todos os meninos.
_____ É gerado, parido e amamentado, por essa chusma burguesa parasitária que o senhor faz parte.
_____ Não vertam lágrimas por esta menina nem por outros, porque os culpados deste flagelo são vocês, a burguesia capitalista que tem levado a humanidade à ruína.

Carla Buarque disse...

"O irracional respeito à autoridade é o maior inimigo da verdade."

Albert Einstein.

Graça Lobato disse...

Xaninha querida,

Estamos contigo e nunca te vamos abandonar.

Pela Xaninha, SEMPRE!

Um beijo.

Graça Lobato

Anónimo disse...

Francisco, depois de um comentário tão bem tecido, tão organizado e com tal linguagem quase elouquente, tenho imensa pena de ter deixado cair o véu sob o qual tenta esconder essa sua veia quase poética de comunismo de núcleo duro, onde as palavras e a teoria funcionam bem, mas depois na prática vê-se nos países onde está instalado:

" O drama desta meninas e de todos os meninos.
_____ É gerado, parido e amamentado, por essa chusma burguesa parasitária que o senhor faz parte.
_____ Não vertam lágrimas por esta menina nem por outros, porque os culpados deste flagelo são vocês, a burguesia capitalista que tem levado a humanidade à ruína."

Chavões do partido comunista!

Depois deste seu parágrafo, sinistro até ao âmago da sua essencia, vê-se com clarividência o género de pessoa fria e sem sentimentos que é.

Sendo assim, deixe esta corja de burgueses capitalistas chorarem por quem têm ou querem chorar. Vá para a Russia, China ou onde quiser, que ai será bem entendido e quiçá aplaudido. Talvez o metam num palco que é onde quer estar. O palco que aqui lhe podemos dar, é apenas o palco de um palhaço.

Teresa disse...

Boa tarde!

O rio de má educação, que aqui corre por alguns autores é, de facto, impressionante!
Só o consigo justificar pela preocupação, que a determinação de um grupo grande e coeso tem em fazer esta criança feliz, tentando que viva em melhores condições económicas e psicológicas.
Afinal, parece que a vertente psicológica aqui não interessa nada! Meus Senhores, a Alexanra até poderia viver rodeada de "ouro". O trauma que lhe foi infligido, esse, não desapareceria.
Não vou discutir o acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães. Não por ignorância de matéria mas porque é uma discussão já encerrada. Quanto a isso, nada mais há a fazer! Infelizmente! E o tecido que sobrou deste acórdão, daria pano para mangas...
Contudo, não posso deixar de referir duas ou três coisinhas ao Sr. Francisco:
- Caro Senhor, é que não é só lendo umas "coisinhas" que se chega lá!
- Já agora, aproveito para lhe dizer, que o conceito de "burguês parasita", já está há muito ultrapassado... Só nas cabecinhas pró-soviéticas, dos famosos anos vermelhos é que ainda existe!
- Já agora e para terminar, Sr. Francisco, diga-me lá uma coisa: ao que se deve esse desespero de discurso, com tanto insulto e falta de abertura a outras ideias à mistura??? Estranho, não acha?
Não? Eu acho! E digo-lhe mais: não é só isso que acho estranho! Tenho muita curiosidade na forma como expõe os seus textos, nomeadamente no barramento de espaços e noutros pormenores nada habituais...
Aos que continuam a querer que a Alexandra seja feliz, têm aqui uma companheira nesta luta. Uma companheira, tal como vocês, com costas largas para muitos insultos. Porque, a nossa consciência vale muito mais do que isso, felizmente!

Anónimo disse...

Eis o meu coice (comentário) quanto a este tema:

---- No dia 10 de Junho, atribua-se à avózinha Olga, a Ordem do Mérito Familiar. ----------------

Afixe. --------------------------

(Assina) Jumento nº 2009

VCD disse...

Sr. Francisco

Deixe-se de trancar espaços à boa maneira dos escrivães de direito e não se tente ocultar, por mais que se tente esconder, a sua sombra sempre poderá ser bem vista por todos.
Não é "por a última vez" que se escreve, é "pela última vez".
Vou ignorar as suas caluniosas palavras dirigidas a mim e as várias distorções que faz daquilo que eu fui escrevendo.
Vou tentar dar aquí uma definição daquilo que penso ser a sua concepção de "Estado de Direito": sistema de sociedade justo em que a ordem estabelecida se baseia na ordem pública e na paz das consciências, assegurada pela hierarquia dos tribunais, assentando de preferência, em Juizes que devem provir de famílias selectas, género pai grande latifundiário e mãe das melhores famílias da nobreza ancestral, devendo ter, também, por decorrência das regras da ordem estabelecida e das boas normas, naturalmente, um irmão general, outro, cardeal, ou pelo menos bispo, um outro, médico, um cavaleiro tauromáquico, e uma irmã, "Conservadora de Museu" que se dedique nas muitas horas vagas, a chás de caridade e bazares diplomáticos.

Anónimo disse...

Francisco disse:

***Mas não quero virar-lhe as costas sem esclarece-lo do seguinte.
O drama desta meninas e de todos os meninos é gerado, parido e amamentado, por essa chusma burguesa parasitária que o senhor faz parte.
Não vertam lágrimas por esta menina nem por outros, porque os culpados deste flagelo são vocês, a burguesia capitalista que tem levado a humanidade à ruína.***

Porque não leva o senhor, o problema destes pobres meninos e meninas, às intâncias próprias?
O senhor não se quer passar aquí, por versado e entendido em resolução de problemas, de forma civilizada e educada?
Então ...
De que está à espera?
Leve o caso aos tribunais !
Ou perdeu a esperança neles ?

Helllllooo?

Bahhh!..
Não á paxorra !

VCD disse...

Anónimo das 20:23 de Sexta-feira, disse:
"Os juízes não devem obediência à lei.
A partir de agora devem obediência ao Código VCD.
As leis devem ser à medida de cada um.
Assim é que é bom."
MINHA RESPOSTA: Pois devem obediência à lei, nomeadamente nos termos do artigo 8º do Código Civil.
No nosso sistema, em síntese, vigora o princípio da Interpretação centrada no texto da lei.
Magaloni, lembra-nos que prevalece a noção segundo a qual a justiça é noção abstrata que se pode encontrar a partir da razão e plasmar em normas gerais (lei), o que constitui função privativa do legislador. Assim, o juiz deveria somente aplicar ao caso concreto as normas gerais, não se preocupando com a justiça ou a INJUSTIÇA DAS DECISÕES.
A escola da exegese, - citada por exeemplo por Perelman -, baseia-se na separação dos poderes e identifica o direito com a lei, de modo que cabe aos tribunais aplicar a lei ao caso concreto mediante uma operação analítico-dedutiva (subsunção), posto que, como já foi dito, o direito confunde-se com a lei. Além disso, já que o direito é a lei, "in claris cessat interpretatio".
Hoje, essa concepção soa irreal. Tanto que Miguel Reale ensina que "o ato de subordinação ou subsunção do fato à norma não é um ato reflexo e passivo, mas antes um ato de participação criativa do juiz..." e que "a aplicação do direito não se reduz a uma questão de lógica formal. É antes uma questão complexa, na qual fatores lógicos, axiológicos e fácticos se correlacionam, segundo exigências de uma unidade dialética, desenvolvida ao nível da experiência, à luz dos fatos e de sua prova".
Nessa mesma linha, Carlos Maximiliano afirma: "Assim o magistrado: não procede como insensível e frio aplicador mecânico de dispositivos; porém como órgão de aperfeiçoamento destes, apto a plasmar, com a matéria-prima da lei, uma obra de elegância moral e útil à sociedade". E continua: "Quanto melhor souber a jurisprudência adaptar o Direito vigente às circunstâncias mutáveis da vida, tanto menos necessário se tornará pôr em movimento a máquina de legislar. Até mesmo a norma defeituosa pode atingir os seus fins, DESDE QUE SEJA INTELIGENTEMENTE APLICADA"

VANTAGENS DO SISTEMA: em princípio, mais certeza, e mais segurança e privisibilidade para os destinatários.
DESVANTAGENS: Injustiça, pois que o juiz não tem que se preocupar com a injustiça da lei, nem sequer a pode invocar.
REMÉDIO PARA PROBLEMAS DE CONSCIENCIA DE JUIZ: vencimentos entre mais de 2.000 e 5.000 Euros por mês, casa atribuída pelo Estado, ou na sua falta, subsídio de renda, electricidade, água e telefone pago, viagens de comboio grátis, e provavelmente, tb, telemóvel e Pc portátil.
Se estou errado, as minhas desculpas e alguém me corriga por favor.

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