A presidência russa publicou neste domingo o projecto de tratado de segurança europeia com vista a ser aprovado pelos países e as organizações internacionais da zona euro-atlântica, para acabar com a herança da Guerra Fria.
"O objetivo é criar, no âmbito da segurança político-militar, um espaço unido e indivisível na zona euro-atlântica para desfazer-se definitivamente da herança da Guerra Fria", afirma o Kremlin num comunicado.
O presidente russo, Dmitri Medvedev, avançou a ideia desse em Junho de 2008, mas a iniciativa não despertou grande interesse nem na União Europeia, nem nos Estados Unidos.
Não obstante, o Kremlin enviou o projecto aos dirigentes dos Estados e das organizações internacionais do espaço euro-atlântico, nomeadamente à NATO, União Europeia, Organização do Tratado de Segurança Colectiva, Comunidade de Estados Independentes e Organização para a Segurança e Cooperação na Europa..
A ideia fundamental do documento, constituído por 14 artigos, consiste em que cada membro do tratado, ao tomar medidas de segurança nacional, deve levar em consideração os interesses dos demais signatários do texto.
O texto proíbe ainda acções militares entre os signatários do tratado e contempla a possibilidade de que um membro do tratado possa pedir explicações sobre medidas legais ou administrativas adoptadas por outro país ou organização, caso afectem a sua segurança.
Os participantes do tratado podem também considerar um ataque armado contra outros membros como um ataque armado contra eles próprios e prestarem ajuda militar uns aos outros.
Os signatários do documento não devem tomar compromissos internacionais incompatíveis com o tratado.
"O objetivo é criar, no âmbito da segurança político-militar, um espaço unido e indivisível na zona euro-atlântica para desfazer-se definitivamente da herança da Guerra Fria", afirma o Kremlin num comunicado.
O presidente russo, Dmitri Medvedev, avançou a ideia desse em Junho de 2008, mas a iniciativa não despertou grande interesse nem na União Europeia, nem nos Estados Unidos.
Não obstante, o Kremlin enviou o projecto aos dirigentes dos Estados e das organizações internacionais do espaço euro-atlântico, nomeadamente à NATO, União Europeia, Organização do Tratado de Segurança Colectiva, Comunidade de Estados Independentes e Organização para a Segurança e Cooperação na Europa..
A ideia fundamental do documento, constituído por 14 artigos, consiste em que cada membro do tratado, ao tomar medidas de segurança nacional, deve levar em consideração os interesses dos demais signatários do texto.
O texto proíbe ainda acções militares entre os signatários do tratado e contempla a possibilidade de que um membro do tratado possa pedir explicações sobre medidas legais ou administrativas adoptadas por outro país ou organização, caso afectem a sua segurança.
Os participantes do tratado podem também considerar um ataque armado contra outros membros como um ataque armado contra eles próprios e prestarem ajuda militar uns aos outros.
Os signatários do documento não devem tomar compromissos internacionais incompatíveis com o tratado.






















